2.8.20

Mais uma vitória da hidroxicloroquina. Ou seria de Bolsonaro, ou ambos?

Quantos milhares de vidas de brasileiros poderiam ter sido poupadas se o STF não tivesse passado a coordenação das ações contra o Covid 19 do governo federal para os governadores?
 
Dezenas de milhares de vidas teriam sido poupadas se não tivessem politizado os medicamentos para o combate ao vírus do império de Xi Jinping através da fanática militância política de governadores, prefeitos, mídia, especialistas, estatísticos, médicos, entidades sindicais, institutos e portais de pretensões médicas e até do Conselho Administrativo de famoso hospital no qual nosso presidente já se submeteu a vários procedimentos. 
Para levar a cabo o sinistro plano de genocídio programado (para culpar o presidente da república), governadores e prefeitos impediram o uso da hidroxicloroquina no tratamento precoce do vírus chinês por parte da população através de protocolos exigindo testes cardiológicos para o uso de hidrixicloroquina (impedindo a maioria dos municípios que não dispõe desses testes no sistema de saúde público) ou através da proibição de uso, chegando ao recolhimento da hidroxicloroquina até de farmácias em estados do Nordeste governados por extremistas.
                            
Enquanto o povo é massacrado, confinado como gado antes do abate, humilhado e torturado com a pandemia e o terror divulgado na mídia hegemônica, o Supremo Tribunal Federal debocha do governo eleito e consolida a Ditadura da Toga censurando as maiores mídias mundiais e exigindo a suspensão de perfis e jornalistas honestos, pacíficos e conservadores com o pretexto de serem "bolsonaristas" ou apoiadores do presidente eleito democraticamente. O presidente petista do STF declara em mensagem ao mundo inteiro que ele é o Editor do Brasil, o poder supremo, ditatorial, tirânico e antecipado em ficções clássicas como a distopia "1984" de G. Orwell. Mais do que um ditador sanguinário, o STF hoje dita o pensamento, as "verdades", os mantras e as diretrizes centrais do poder onipotente de uma ditadura de filme de terror.

Sem qualquer reação do "jornalismo" da mídia e dos sindicatos de imprensa do Brasil, tal declaração é exemplificada pelo convite de um notório youtuber depravado para elaborar uma lei de Censura Final sobre redes, mentes e povos.
Ratificando essa Supremacia Universal do STF, o Kommandant da GeSTFapo da suprema corte, Herr Alexander von Morraes, ordena que suas ordens sejam mundialmente obedecidas pelas maiores redes sociais do globo terrestre.
Enquanto isso, o governador vira-casaca de São Paulo sacrifica 9.000 heróis da linha de frente do combate ao vírus chinês, médicos, enfermeiros e agentes de saúde que lutam e sobrevivem salvando vidas ameaçadas pela praga do império de Xi, utilizando-os como cobaias de suspeitíssima vacina criada no mesmo império sinistro que disseminou o vírus.

25.7.20

Ditadura completa 5 semanas com novo arbítrio

Apesar de ter sua farsa (inquérito das "Fake News" e implantação da Repressão e Censura nas redes sociais contra conservadores) desmascarada conforme a postagem anterior, nesta sexta-feira dia 24 de junho, o membro do triunvirato que governa a Ditadura da Toga, Herr Alexandre de Moraes, ordenou que a rede social Twitter censurasse e bloqueasse 17 jornalistas, empresários, políticos e influenciadores conservadores que criticam as arbitrariedades de membros do STF e lideranças do Legislativo.
O objetivo é eliminar a liberdade de pensamento e a expressão dos conservadores do país, dos apoiadores da democracia e do respeito aos resultados das eleições presidenciais de 2018.
Trata-se de mais um ato arbitrário contra a liberdade, a cidadania e a democracia, que confirma a quebra do Estado de Direito e a implantação de uma ditadura de facto, um Coup d'État, Golpe de Estado contra o presidente eleito.
No dia 18 de junho de 2020. Marco Aurélio Mello, o único ministro do STF que respeitou a Construção e a Declaração Universal dos Direitos Humanos, votou contra o inquérito ilegal e ditatorial das "Fake News". Os demais votaram a favor da inconstitucionalidade e contra o Estado de Direito, contra a Democracia brasileira.
Essa data marcou o início da Ditadura da Toga no Brasil, oficializando a perseguição, invasão, confisco de bens e prisão política de jornalistas, deputados, políticos, professores, influenciadores e até humoristas por serem conservadores e/ou apoiadores do presidente eleito.
Acho incrível a omissão e o cinismo de quem se diz a favor da democracia e finge não ver que o Estado de Direito deixou de existir no Brasil em 18 de junho.
Para quem está alinhado com a esquerda hegemônica, parece estar tudo bem. A ditadura do STF protege, solta e evita a prisão dos verdadeiros criminosos, de grão-petistas e tucanos a chefes do narcotráfico. 
Só lembrando que o nacional Socialismo começou assim na Alemanha.

Nosso governador, do mesmo partido do tucano que teve envolvimento com a Odebrecht, está se esmerando na implantação do sistema socialista maoísta que os seus mandatários extra-oficiais praticam na República Popular chinesa.

Está nos cansando ver nosso governo recuar dois passos a cada passo que avança. 
Desde o ano passado, a esquerda conseguiu avançar sua pauta mais do que em cada ano de desgovernos petistas: 
  • Fundão Eleitoral multibilionário,
  • Volta do voto eletrônico apesar da Lei do Voto Impresso, 
  • Lularápio e seu comissário cunano soltos,
  • Censura da Internet,
  • STF petista rasgando a Constituição, 
  • Lei do Abuso,
  • Dilmula impune,
  • Prisão na Segunda Instância nunca mais,
  • Fim do Foro Privilegiado nunca mais,
  • Projetos de legalização de drogas, pedofilia, aborto ilimitado, etc. andando rápido...

14.7.20

A origem da Farsa das FAKE NEWS

Com a atuação do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil de São Paulo, foi revelada a sórdida armação construída entre traidores da pátria e de seus eleitores com a extrema esquerda e ala podre do STF, Câmara e Senado com a grande mídia e com o Deep State lulopetista para implantar uma ditadura semelhante à do PCChinês em nosso país.
Em parceria da Polícia Civil com a Receita Federal, foram presos, em 10 de julho de 2020, os empresários Alessander Mônaco Ferreira e Carlos Augusto de Moraes Afonso que utiliza o codinome Luciano Ayan, ambos ligados ao MBL, outrora liberal e hoje alinhado ao PSOL, PSDB e outros partidos de esquerda em guerra aberta para a derrubada do governo Bolsonaro.
Está sendo desvendado um esquema que envolve diversas empresas de fachada, lavagem de dinheiro e sonegação de valores que, segundo apuração da Receita, superam R$ 400 milhões.
Foi descoberto, nessas investigações da Polícia Civil, que o elemento que se esconde sob o pseudônimo Luciano Ayan é o mentor do MBL e a pessoa que elaborou e distribuiu a lista de desafetos ('black list' de pessoas perseguidas, presas, desapropriadas e vítimas de difamações pelo STF, pela mídia dominante e pela ala podre do Legislativo brasileiro e seus aliados em governos estaduais e municipais). 
A lista de vítimas elaborada por "Ayan" é a mesma que a deputada Joice Hasselmann (a inventora do termo "Gabinete do Ódio") e seus aliados da extrema esquerda e opositores do governo utilizaram para criar a destrambelhada CPMI das "Fake News", além do inquérito ilegal aprovado por 10 dos 11 membros do STF para perseguir, prender, desapropriar e quebrar quem criticou elementos daquela corte. Mais detalhes nas postagens anteriores.

A lista, composta de jornalistas, influenciadores, parlamentares, ministros, assessores
e apoiadores do governo eleito pela avassaladora maioria do eleitorado brasileiro, foi utilizada de forma coordenada pela ala corrupta e pelos extremistas do Legislativo para a já ridicularizada CPMI das "Fake News" como justificativa ou reforço para implantarem o antigo projeto bolivariano dos governos petistas de implantar uma censura ditatorial da Internet seguindo a Lei de Medios da Venezuela e o controle da Internet praticado por ditaduras como a da China, Rússia, Cuba e Coréia do Norte, o Projeto de Lei da Mordaça, PL 2630/2020.
Graças à atuação da Polícia Civil e Receita Federal, foi encontrada a origem do golpe de estado perpetrado por membros do STF e do Legislativo que emparedaram o presidente Bolsonaro e derrubaram o Estado de Direito no Brasil.

8.7.20

Presos Políticos na Ditadura da Toga no Brasil


Vítimas da Ditadura da Toga Vermelha - os cidadãos pacíficos e honestos que exigem respeito ao voto democrático.
O Brasil é o primeiro país do mundo em que o ditador não é o presidente.
O Golpe de Estado foi realizado pelos adversários declarados do Presidente da República encastelados no STF, em conluio com os presidentes e membros anti-democráticos do Legislativo com o propósito de neutralizar e derrubar o presidente e calar seus apoiadores - por sinal seu eleitorado, a ampla maioria do povo que o elegeu. 
Com apoio da mídia tóxica, se deram ao requinte de crueldade e desonestidade intelectual de chamarem suas vítimas de anti-democráticas.
O STF oficializou a ilegalidade e decretou oficialmente o Estado de Exceção em 18 de junho de 2020, ao aprovar a Portaria GP n.º 69 de 14 de março de 2019 que determinou a abertura do ilegal e inconstitucional Inquérito nº 4781 para investigar "a existência de notícias fraudulentas (fake news), denunciações caluniosas, ameaças e infrações revestidas de animus calumniandidiffamandi e injuriandi, que atingem a honorabilidade e a segurança do STF, de seus membros e familiares", pretexto e eufemismo para perseguição, prisão, desapropriação e destruição econômica, psicológica e profissional dos brasileiros que ousarem denunciar crimes ou criticar atos dos membros do STF, em especial o relator, autor, promotor, investigador e relator do inquérito, o presidente do tribunal e seus associados mais próximos. 
A aprovação em plenário virtual foi dramática e simbólica. 
Dez dos onze membros do colegiado (chamado de tribunal bolivariano por seus críticos, numa alusão ao supremo tribunal da Venezuela lotado de chavistas) votaram a favor da ilegalidade e instauraram o Estado de Exceção consubstanciado no grotesco inquérito.
Como já foi explicado pelos melhores juristas do Brasil, este inquérito desafia os princípios mais básicos da Constituição, legislação e jurisprudência vigentes e ignora preceitos milenares da História do Direito, além de afrontar o basilar artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Presos políticos e vítimas da ditadura
Em maio de 2020, a perseguição política a conservadores e apoiadores do presidente eleito foi iniciada com invasões a residências, devassas, confiscos e prisões políticas, além da quebra de sigilo, difamação, humilhação e divulgação de dados pessoais, ocasionando a destruição da dignidade dos atingidos, não respeitando sequer o foro privilegiado de parlamentares e direito de expressão garantidos em acordos e foros internacionais dos Direitos Humanos. Se utilizando da Polícia Federal para as operações mais humilhantes da história da corporação, os ditadores não recuam diante das escandalosas injustiças e cenas de horror ou de tragicomédia decorrentes desse espúrio processo inquisitório.
A seguir, uma lista provisória dos presos políticos obtida nas poucas fontes que não desinformam ou omitem fatos de tamanha gravidade, a ditadura omitida pela mídia hegemônica do país: 

Nome
Data  da prisão
Circunstância
Situação
1
Jurandir Alencar
02 e 16.05.20 após pagar fiança
Protesto pacífico diante do edifício de Alexandre deMoraes
Prisão domiciliar a partir de 03.7.20
2
Antonio Carlos Bronzeri - Bronze
02 e 16.05.20 após pagar fiança
Protesto pacífico diante do edifício de Alexandre deMoraes
Prisão domiciliar a partir de 03.7.20
3
Sara Winter – Sara Fernanda Giromini - influenciadora
15.06.20
Presa como “extremista”(!!!) por “ataque ao STF”: rojões que outro grupo soltou
Prisão domiciliar com tornozeleira a partir de 24.6.20
4
Erica Viana de Souza
15.06.20
Presa por manifestação pacífica como “extremista” com Sara Winter
Prisão domiciliar com tornozeleira a partir de 24.6.20
5
Renan de Morais
15.06.20
Preso por manifestação pacífica como “extremista” com Sara Winter
Prisão domiciliar com tornozeleira a partir de 24.6.20
6
Artur Castro
15.06.20
Preso por manifestação pacífica como “extremista” com Sara Winter
Prisão domiciliar com tornozeleira a partir de 24.6.20
7
Emerson Rui Barros – cantor de axé “Mito Show”
15.06.20
Preso por manifestação pacífica como “extremista” com Sara Winter
Prisão domiciliar com tornozeleira a partir de 24.6.20
8




9
Daniel Miguel – Daniel Ativista
23.06.20
Preso ao depor na PF-DF
Mandado de prisão de 14.6.2020
10
Oswaldo Eustáquio – Jornalista investigativo premiado por desbaratar crimes de figuras de destaque
26.06.20
Preso como “blogueiro de fake News”
Solto dia 05.7.20 mas proibido de trabalhar/acessar redes sociais
11




12




Fontes: 

20.6.20

Ditadura da Toga

Dia 18 de junho foi instalado oficialmente o Estado de Exceção no Brasil, a Ditadura da Toga, o vale-tudo sem respeitar formalidades como a Constituição ou as Leis do país.
Em seu lançamento, a Ditadura da Corte Bolivariana do Brasil já conta com 7 presos políticos e com seu primeiro exilado político.
O plenário da Corte Suprema votou, por 10 a 1, pela implantação da forma mais ilegal, inconstitucional e espúria de processo já vista nos últimos 3.000 anos: a perseguição implacável, sem acusação, sem crime e sem vítimas, a pessoas que são definidas pelo critério de orientação política e chamadas de "anti-democráticas".
Iniciada por Toffoli, Moraes e Mendes, uma estranha operação que objetivava vingança pessoal contra cidadãos que ousaram criticar membros do Supremo Tribunal desencadeou investigações, inquéritos, invasões, expropriações e prisões ilegais de brasileiros que não vandalizaram, atacaram, agrediram nem destruíram patrimônio público como antifas, torcidas organizadas lulopetistas e terroristas similares têm feito recentemente. As ações, desrespeitando o Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Constituição e até a imunidade parlamentar, atingiram deputados e um senador cujo "crime" foi apenas de apoiar a presidência da República.
O critério para a perseguição e prisão dessa sinistra operação é apenas político-ideológico: alvo é quem é de direita, conservador e apoiador do presidente eleito.
Na quarta-feira, a Corte bolivariana do Brasil iniciou uma votação encerrada no dia seguinte, que oficializou esse espúrio processo ilegal que nem Franz Kafka teria imaginado como ingrediente para seu conto "O Processo".
Não bastou o presidente ajoelhar, aceitar a imposição do congresso podre nas palavras de seu presidente Rodrigo Maia, de articular com os deputados.
A Corte inquisitória não soltou nenhum dos 7 presos políticos e ainda exigiu a cabeça de um de seus mais fiéis e combativos ministros, o mesmo Abraham Weintraub que Rodrigo Maia já mandou derrubar antes.
A cabeça de Weintraub foi servida em bandeja de prata aos coiotes com sede de sangue.
De nada adiantou.
Agora, apoiados pela mídia sórdida que joga poeira com factóides, os ditadores de toga e parlamentares golpistas planejam a destruição das vidas pessoais dos 7 presos políticos, dos ministros e apoiadores do presidente da República e, sem recuar um passo, terminar de derrubar o presidente Jair Bolsonaro.

2.6.20

Golpe de Estado dos Gabinetes da Facada

O golpe de Estado está em andamento.
Para engessar definitivamente o governo brasileiro, os políticos da Bancada da Facada, os governadores e ministros do STF se uniram para derrubar o governo de Jair Bolsonaro.
Afrontando a Constituição e a legislação vigente, políticos e membros do STF anularam decisões estratégicas sobre a emergência do vírus chinês, anularam nomeações do presidente, forçaram a divulgação de reunião de Estado colocando em risco a segurança do governo e de seus membros e pisoteando o sigilo assegurado a assuntos do Estado brasileiro.
Não contentes com essas afrontas ilegais e inconstitucionais ao Estado de Direito, os ministros Moraes, Mendes e Toffoli criaram um Tribunal de Exceção para intimidar e aprisionar formadores de opinião e influenciadores das redes sociais da Internet e parlamentares não alinhados à hegemonia socialista, calando as poucas vozes que ainda defendem o governo Bolsonaro.
Um total de 29 jornalistas, influenciadores e parlamentares estão sendo perseguidos por externarem opiniões contrárias àss 'fake news' e agressões diárias por parte da mídia hegemônica, da bancada do crime no Legislativo e Judiciário.
O golpe de estado vem sendo formalizado por alguns membros do STF (com o silêncio e a conivência dos demais) através de intimidações e ameaças pré-republicanas ("intimação sob vara") e insultos explícitos ao Presidente, comparando-o ao ditador nacional socialista Hitler) proferidas pelo ministro Celso de Mello.
Coordenados pelo PCC de Xi Jinping e outros partidos comunistas estrangeiros, os vendilhões da pátria se encontram unidos para implantar o terror e a desordem em solo brasileiro, importando até grupos e métodos terroristas como o ANTIFA e coletivos bolivarianos.
Partidos de esquerda e auto-proclamados de centro-esquerda, centro e até "direita" (DEM, PSL, etc.) se uniram para derrubar o presidente, perseguir, prender ou eliminar seus aliados, de ministros a populares em praça pública de cidades do interior.

O 'processo' inquisitório criado pela trinca Mendes, Toffoli e Moraes, ação ilegal e inconstitucional que faria "O Processo" de Franz Kafka parecer um conto infantil, reúne, além dos ingredientes da famosa obra tais como condenação e execução sem acusação, autos ou provas, a figura do super-homem (Übermensch de Nietsche), um togado do STF que assume o papel simultâneo de autor, promotor, investigador e juíz.

No âmbito dessa aberração jurídica, está em curso a peça de teatro do absurdo protagonizada por extremistas de esquerda do PT, PSOL, PCdoB, PDT, PSB e radicais de ex-direita como Joice Hasselmann, Maia, Alcolumbre e Frota, visando implantar a Censura na internet e o Crime de Opinião inafiançável, a derrubada do poder e a implantação definitiva da Ditadura, do Estado Totalitário que o chefão do crime do Brasil enalteceu recentemente junto à pandemia da China (vide a postagem de 21 de maio).

26.5.20

Traidores do Brasil não querem que povo receba cloroquina

A pretexto de "pesquisas científicas" e experiências funestas, traidores do Brasil e sua mídia amestrada querem impedir que o povão tenha acesso à hidroxicloroquina (receitada por médico eventualmente em combinação com azitromicina e zinco) receitada e utilizada por médicos famosos e sua distinta clientela, inclusive pela elite de governos estaduais golpistas que torcem pelo vírus chinês.
Até assassinaram 11 pessoas em Manaus com overdose do medicamento para "provar" que tem efeitos colaterais!
No final da semana passada, a divulgação do vídeo da reunião ministerial do governo Bolsonaro em 23 de abril de 2020, a mando do ministro ativista Celso de Mello, só confirmou o que este dizia e elevou sua popularidade a níveis nunca vistos, com reflexos favoráveis no mundo inteiro e na nossa bolsa de valores.
Em entrevistas e divulgações da presidência, Bolsonaro insistiu que seu objetivo, no combate à pandemia causada pela negligência da ditadura chinesa, é de permitir que o povão receba o remédio logo no início do tratamento do coronavírus chinês.
Hospitais e especialistas que lidam diretamente com pessoas infectadas com o perigoso vírus comprovaram eficácia em quase 100% dos casos em que a hidroxicloroquina é adotada logo no início do tratamento, e a prática em dezenas de milhares de pacientes comprova que o uso precoce da hidroxicloroquina evita internações e pode reduzir a necessidade de UTI ou entubamento a praticamente zero no país.
Com a adoção de medidas preventivas como essa, e o uso de máscaras em locais de aglomeração, os países hoje transformados em imensa prisão domiciliar falimentar não necessitariam o confinamento de seu povo.
Fica a pergunta: por que não querem que o povo tenha acesso ao remédio mais barato e eficaz conhecido para essa pandemia?
A explicação só pode ser o desejo de governadores, prefeitos e outros déspotas de instinto homicida de aumentarem as estatísticas de fatalidades da doença, festejada pela mídia tóxica e demais petralhas e inimigos da nação.
A China, que já vinha 'comprando' a Organização Mundial de Saúde com doações milionárias e com a sujeição de seu diretor Tedros Adhanom às ordens de Pequim, agora decidiu adquirir definitivamente esse órgão já criticado pelo governo americano. Para que não haja mais mudanças frequentes em suas orientações sobre a pandemia, a ditadura comunista chinesa decidiu pela doação de US$ 2 bilhões à OMS.

21.5.20

Lula celebra o vírus chinês quando este mata 1.000 brasileiros por dia


O chefão da organização criminosa internacional disfarçada de partido que destruiu o Braasil e a dignidade dos brasileiros celebrou, ontem, a praga de Wuhan que atingiu, na mesma data, o fatídico número de mil mortes diárias no país.
Lula festejou: "ainda bem que a natureza, contra a vontade da humanidade, criou esse monstro chamado coronavírus".
A versão brasileira do genocida Mao Tsé Tung, responsável pela política de defesa e apoio ao crime organizado que saltou para a inacreditável matança de mais de 60.000 brasileiros por ano, mais uma vez desdenha a vida dos brasileiros.
Como todo nazipetista e fascista socialista, o elemento mais corrupto da história do Brasil defende a ditadura socialista/comunista em que o Estado domina e escraviza o povo.
O povo confia na Lei do Retorno.

7.5.20

Parecia mas não era


Quando Sérgio Moro abandonou o navio por indisposição com o capitão do mesmo, parecia que jogou resíduos fecais no ventilador.
A mídia tóxica e o imbecil coletivo chegaram a inverter a frase popular, dizendo que o navio estaria abandonando os ratos!
Concluída a oitiva com depoimento de 8 horas incluindo perícia de celular e demais "provas" apresentadas, o depoente confirmou que o presidente não cometeu crime algum, que não acusou Bolsonaro de nenhum ilícito, e que quem teria afirmado tal coisa foi o procurador geral da República Augusto Aras.
A presumida montanha fecal não passava de um peido.
O elefante pariu um rato.
O mito e herói da Justiça se transformou em roedor que abandona o navio na hora mais crítica, no momento em que o STF recomenda soltar criminosos e vários juízes de instâncias inferiores já soltaram mais de 30.000 assassinos, estupradores, traficantes, mafiosos: bandidos perigosíssimos que estão aumentando o número de vítimas da violência que a gestão do ex-ministro Moro havia conseguido reduzir tanto em 2019.

Fica a pergunta: que gravíssima irregularidade teria justificado a fuga, pela porta dos fundos e sem qualquer despedida ou explicação plausível?
Que motivação - exceto preferências e mágoas pessoais - poderia justificar tão intempestiva fuga do outrora paladino da Justiça?
Moro disse que Bolsonaro não cometeu nenhuma ilegalidade, nenhum ilícito ou crime.
Só se queixou de ter sido pressionado a substituir o diretor geral da Polícia Federal, o que, se ocorrese, seria um direito legítimo que o presidente tem por lei.
Nem Bolsonaro nem Moro mencionaram qualquer relação com investigações sobre algum dos filhos do presidente, pois esses casos são conseqüência de ativismo político de membros do MP, Legislativo e Judiciário, e só ocupam o imaginário criado pelos petistas e seus seguidores.
No caso da suspeita do senador Flávio Bolsonaro ter praticado "rachadinha"  (hábito criminoso nacional, comum entre vereadores, deputados e senadores de diversos partidos e lamentavelmente impune até hoje) quando deputado estadual no Rio de Janeiro, esta investigação não é da esfera federal, mas da estadual.
Havia ainda suspeitas de que ele teria havido "movimentação bancária de R$ 632 mil em 6 meses" detectada pelo COAF, as investigações até hoje não confirmaram ilegalidade.
Já Bolsonaro, vítima da covarde e premeditada facada quase fatal, tem o direito de saber quem são seus multimilionários mandantes, acobertados até semana passada por investigações imperfeitas.

2.5.20

Golpe interno, guerra externa - Pandemia, golpe institucional, carreatas pela democracia

Enquanto a ditadura maoísta segue a passos largos rumo ao seu projeto de Império Comunista Global (versão planetária do projeto comunista latino do Foro de São Paulo, a URSAL do Grupo de Puebla), o Brasil é sacudido por uma guerra interna provocada pelos aliados desse novo e funesto imperialismo.
A ditadura chinesa, depois de espalhar pelo mundo um vírus desenvolvido em laboratório de Wuhan segundo informações de órgãos de segurança e institutos renomados, imediatamente ofereceu - mediante pagamento antecipado e até 2.000% mais caro - material, testes e medicamentos para tratar a pandemia que causou. Grande parte desses produtos não funciona, está contaminado ou defeituoso.
Não bastasse isso, o governo maoísta ainda condicionou a venda desses produtos ao compromisso de implantação do sistema chinês de 5 G, da Huawei, nos países-clientes. Assim, o imperialismo maoísta estaria controlando todos os cidadãos e todas as atividades desses países. Uma ocupação sem necessidade de tropas, assim como o vírus chinês foi o ataque sem necessidade de mísseis.
No 'front' da propaganda midiática, a ditadura chinesa está comprando empresas, jornalistas, governadores e formadores de opinião no Brasil, através de "acordos" com a agência oficial da ditadura chinesa com empresas privadas e estatais (Globo, Band, etc. e até a federal EBC) ou com injeção vultosa de dinheiro.
Se ainda há alguém que pensa que esses dois 'fronts' da Guerra Mundial Não Declarada são eventos aleatórios acidentais, peço que atente para o fato de ter sido lançada, após anos de preparo (já estava pronta no ano passado) a moeda digital chinesa no ano passado, para derrubar o sistema monetário internacional, visando enfraquecer o dólar e o euro, e neutralizar possíveis retaliações econômicas e financeiras aos responsáveis pela pandemia.
Como se esse holocausto global, com perdas comparáveis a todos os ataques terroristas perpetrados nas últimas décadas, não fosse um motivo para a união de governantes, legisladores e magistrados para a salvação do país, os traidores da pátria agem como se estivéssemos em um monótono período de bonança.
De um lado, governadores oportunistas mostram suas tendências totalitárias perseguindo inocentes, magistrados inescrupulosos soltam mais de 30.000 presos enquanto os demais brasileiros eram aprisionados em suas habitações. Entre os bandidos soltos estão os mais perigosos assassinos, chefões de organizações criminosas (o Chefão 9 dedos já foi solto por seus cúmplices desde o ano passado), estupradores e traficantes.
O Legislativo não deixou por menos. Trabalhando remotamente, agilizaram "medidas" para liberar a gastança pública e roubalheira geral em nome da pandemia (já há diversas denúncias em todos os estados e municípios do Brasil), passando a conta para o governo federal. Os louros e o butim para os corruptos, a conta para o governo e povo brasileiro.
O ministro que tinha a melhor biografia, 'status' de herói nacional ao lado do presidente eleito, resolveu, sem apresentar qualquer fato ou evento concreto ou relevante para o momento crítico atual, abandonar o navio da forma mais decepcionante, deselegante, rancorosa e inexplicável.
O jornalista Josias de Souza chegou a inverter a lógica, além de chamar os brasileiros de ratos, com uma frase invertida dizendo que "o navio estava abandonando os ratos", numa "criatividade" delirante que provavelmente só se obtém mediante drogas ou 'vantagens' pesadas.

Um provável motivo, além das vagas alegações de tentativas de influência do presidente nas atividades da Polícia Federal (sem explicar o que Bolsonaro e os demais brasileiros pedem para a PF esclarecer), Moro parece ter outras motivações, sendo que estas também não justificariam sua atitude.

Neste momento, governadores de índole socialista totalitária como Dória se reúnem com os titulares do Legislativo e Judiciário - sempre com as bênçãos de seu novo líder, o embaixador Yang Weiming, e do Chefão solto - e com o ex-ministro para executar o plano de deposição do presidente eleito.

O povo brasileiro - que votou no presidente e vai às ruas desde sua posse para exigir que o deixem governar - é que é chamado de golpista.