O primeiro recuo do
governo Bolsonaro foi não cumprir a promessa de transferir a embaixada
brasileira para Jerusalém.
Votamos em um candidato que possuía uma visão e um programa de governo alinhado com os valores e princípios conservadores da ampla maioria da população, maioria bem superior àquela manipulada pelo sistema de urnas eletrônicas sintonizado com os institutos de manipulação de opinião como Datafolha e Ibope.
Lamentavelmente, o presidente que elegemos não está governando, engessado que está pelo Judiciário aparelhado pelo PT e Legislativo amplamente corrompido e cooPTado pelo Mecanismo.Depois de saqueado, assaltado e desumanizado durante os sinistros 16 anos de lulopetismo, o Brasil hoje se encontra mais parecido com uma Venezuela, mesmo um ano depois da eleição do único candidato que não era do 'establishment' socialista nem do Foro de SP.
Os sérios reveses seguintes, aceitos a contragosto ou não pelo governo, foram:
- a Lei do Abuso,
- a deturpação, também pelo congresso, das reformas pretendidas pelo governo,
- a depravação da Constituição pelo STF que mudou a Lei para soltar Lula e todos os grandes criminosos, bandidos e chefes de facção do crime organizado.
- A soltura de perigosos e poderosos criminosos, de Lula a chefes menores do crime organizado,
- O fundo eleitoral, nefasto "financiamento público de campanha" inventado pelo PT,
- a destruição do COAF e, também perpetrada pelo STF, a quebra de acordos assinados no século passado pelo Brasil para o combate ao tráfico e ao terrorismo,
- a CENSURA da divulgação do Pacote Anti-Crime de Moro, além da censura sistemática de perfis conservadores no Facebook, mídias sociais e imprensa dominada,
- o plano de censurar oficialmente todas as redes da internet (já implementado por ditadores comunistas da China e Rússia), preparado para ser implantado após a farsa da "CPI das Fake News",
- a quebra da união dos conservadores, provocada pelos estrategistas da esquerda e fielmente executada por personagens novos na política, influenciados na direta proporção de suas vaidades, ambições e vulnerabilidades.
Os resultados positivos já são visíveis, apesar de modestos devido às dúvidas levantadas pela crescente insegurança jurídica provocada pela militância do STF e de criminosos ainda ativos no Legislativo e em governos regionais.
Hora de mostrar a determinação e coragem de invocar o Artigo 142 (quem não deve não teme) para resgatar a estabilidade e credibilidade do país.

