7.5.20
Parecia mas não era
Quando Sérgio Moro abandonou o navio por indisposição com o capitão do mesmo, parecia que jogou resíduos fecais no ventilador.
A mídia tóxica e o imbecil coletivo chegaram a inverter a frase popular, dizendo que o navio estaria abandonando os ratos!
Concluída a oitiva com depoimento de 8 horas incluindo perícia de celular e demais "provas" apresentadas, o depoente confirmou que o presidente não cometeu crime algum, que não acusou Bolsonaro de nenhum ilícito, e que quem teria afirmado tal coisa foi o procurador geral da República Augusto Aras.
A presumida montanha fecal não passava de um peido.
O elefante pariu um rato.
O mito e herói da Justiça se transformou em roedor que abandona o navio na hora mais crítica, no momento em que o STF recomenda soltar criminosos e vários juízes de instâncias inferiores já soltaram mais de 30.000 assassinos, estupradores, traficantes, mafiosos: bandidos perigosíssimos que estão aumentando o número de vítimas da violência que a gestão do ex-ministro Moro havia conseguido reduzir tanto em 2019.
Fica a pergunta: que gravíssima irregularidade teria justificado a fuga, pela porta dos fundos e sem qualquer despedida ou explicação plausível?
Que motivação - exceto preferências e mágoas pessoais - poderia justificar tão intempestiva fuga do outrora paladino da Justiça?
Moro disse que Bolsonaro não cometeu nenhuma ilegalidade, nenhum ilícito ou crime.
Só se queixou de ter sido pressionado a substituir o diretor geral da Polícia Federal, o que, se ocorrese, seria um direito legítimo que o presidente tem por lei.
Nem Bolsonaro nem Moro mencionaram qualquer relação com investigações sobre algum dos filhos do presidente, pois esses casos são conseqüência de ativismo político de membros do MP, Legislativo e Judiciário, e só ocupam o imaginário criado pelos petistas e seus seguidores.
No caso da suspeita do senador Flávio Bolsonaro ter praticado "rachadinha" (hábito criminoso nacional, comum entre vereadores, deputados e senadores de diversos partidos e lamentavelmente impune até hoje) quando deputado estadual no Rio de Janeiro, esta investigação não é da esfera federal, mas da estadual.
Havia ainda suspeitas de que ele teria havido "movimentação bancária de R$ 632 mil em 6 meses" detectada pelo COAF, as investigações até hoje não confirmaram ilegalidade.
Já Bolsonaro, vítima da covarde e premeditada facada quase fatal, tem o direito de saber quem são seus multimilionários mandantes, acobertados até semana passada por investigações imperfeitas.
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