28.10.22

TSE se nega a investigar o maior crime eleitoral da temporada, mesmo alegando ser guardião das eleições

Você confia o seu voto a um "tribunal" (coisa que não existe em democracias, nas quais os votos são contados e respeitados, mas não julgados por um tribunal) que usa textos de blog petista "Desmentindo Bozo" para redigir seu "julgamento"?

A decisão do supremo ministro eleitoral: https://www.tse.jus.br/++theme++justica_eleitoral/pdfjs/web/viewer.html?file=https://www.tse.jus.br/comunicacao/arquivos/decisao-ministro-alexandre-de-moraes-peticao-civel-0601696-47-em-26-10.2022/@@download/file/TSE-decisao-min-moraes-veiculacao-emissoras-radio.pdf
A censura implantada pelo tribunal "Supremo" eleitoral é mais ampla, geral e irrestrita do que aquela da época do AI-5, pois até proíbe a divulgação, eventual menção futura ou possível vaga alusão a verdades sobre o passado criminoso de seu candidato dileto, mesmo antes de haver uma matéria a ser censurada. Enquanto a censura militar se baseava apenas em textos efetivamente analisados e censurados, a atual se refere até a futuros possíveis textos ainda não existentes nem definidos em seu conteúdo!! Os censores do passado ao menos se davam ao trabalho de ler antes de censurar algo.
Ato contínuo, a Sua Sumidade Suprema agora passou a obrigar veículos como a TV Jovem Pan a declarar inverdades como a "inocência de Lula", ditando a verdade "Suprema" em seus programas, no melhor estilo da distopia "1984" de Orwell.
Os supremacistas do Big Brother obrigam os locutores a declararem que 2+2 = 5.

Podemos votar com toda a certeza e segurança de que o órgão que contará e julgará nossos votos, publicando o resultado "supremo", está firmemente comprometido com a causa e a missão de seu supremo presidente. O resultado terá o Selo de Garantia do Ministério da Verdade.

22.10.22

Só uma opção para o Brasil

Não estamos diante de um segundo turno de eleição.

Estamos diante de um plebiscito entre continuar como estamos, com esperança de contínuas melhoras para nosso Brasil, ou de permitir o fim do Brasil.

Em plena crise de desabastecimento, fome e miséria mundial decorrente da guerra na Ucrânia, estamos em franca e acelerada recuperação, com crescimento, emprego e melhora de todos os índices sociais, ao contrário do resto do mundo, exceto uma dúzia de países produtores de petróleo e paraísos fiscais.

Antes do impeachment, o Brasil estava em queda livre: a maior desemprego da história, com recorde na queda do PIB de toda a história, superando todas as crises brasileiras anteriores, desde a grande depressão de quase um século atrás, as duas guerras mundiais e todas as crises mundiais dos últimos 100 anos. Os desgovernos do PT quase destruíram o Brasil.

"Economia a gente vê depois"

Apesar da nefasta pandemia que aumentou exponencialmente a desigualdade social no mundo todo, jogou todos os povos na miséria, fome e redução da expectativa de vida, o Brasil supera o crescimento do PIB dos Estados Unidos e das maiores economias da Europa: Alemanha, Reino Unido, Noruega, Suécia, França, Itália, Portugal, Espanha, Bélgica, Holanda, Suécia...

Ao lado de países vizinhos e até os EUA em plena recessão, o Brasil vem crescendo com correções mensais da previsão de um PIB positivo de mais de 3%, devendo crescer mais do que a China pela primeira vez nos últimos 40 anos.

O PT causou o maior desemprego de todos os tempos chegando ao extremo de 14 milhões de desempregados formais, além dos 21 milhões de "invisíveis", os pobres que não existiam no recenseamento, não recebiam qualquer bolsa ou auxílio e não apareciam nas estatísticas oficiais nem no noticiário. A esses "invisíveis", o governo Bolsonaro trouxe visibilidade e resgatou um mínimo de dignidade através do Auxílio Brasil.

O desemprego e a fome aumenta de forma assustadora na América do Norte, Europa, Ásia e África, enquanto no Brasil a pobreza extrema caiu de 5,1% em 2019 para o nível de 4,1% https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022-08/brasil-deve-encerrar-2022-com-indices-de-extrema-pobreza-em-queda  , e o emprego bateu recorde histórico, chegando a 100 milhões de empregos formais pela primeira vez na história do Brasil.

O desmatamento caiu de um nível recorde mundial no governo Lula - 27.772 km² para 5.474 km² no governo Bolsonaro. O mesmo quadro se verifica em relação às queimadas, para as quais a parte podre da mídia internacional chegou a utilizar imagens da década de 1990 para denegrir o Brasil.

O chefão do crime organizado e candidato favorito do narcotráfico que deseja voltar ao poder foi recordista em queimadas, nível anual e total, conforme o quadro abaixo, com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais:

No campo dos direitos humanos, o governo atual foi o que deu mais protagonismo às mulheres: promovendo, propondo e sancionando leis e decretos de defesa à mulher, entregando mais de 80% dos benefícios do Auxílio Brasil a mulheres chefes de família, com prioridade também na distribuição da posse de terra para camponesas.

Reforma Agrária

A Reforma Agrária, maior bandeira das esquerdas há quase um século, somente veio a ser tratada como política de governo pelo atual presidente. 

Bolsonaro distribuiu mais terras aos trabalhadores rurais do que todos os governos civis desde Sarney: 400.000 títulos de terra desde sua posse até setembro, devendo concluir 2022 com 500.000 (meio milhão de propriedades rurais) entregues a quem quer trabalhar. 
https://veja.abril.com.br/coluna/radar/governo-bolsonaro-supera-400-mil-documentos-de-titulacao-para-assentados/
Terras distribuídas pelo governo Bolsonaro sob protestos da facção criminosa de Lula, o MST (auto-intitulado movimento dos sem-terra), que está proibindo seus membros de aceitarem as terras distribuídas por Bolsonaro. Com milhões de "filiados" deixando de ser "Sem Terra", os verdadeiros trabalhadores passam a ser empreendedores rurais, escapando da servidão à qual a facção os submetia. 

Segurança

A impunidade e a insegurança se tornaram foco da maior preocupação do brasileiro desde o início das políticas de defesa dos criminosos, demonizando a função das polícias, desarmando a população civil desprotegida. Foi a razão do voto útil (ou convicto) no presidente Bolsonaro, alvo de atentado no dia 6 de setembro de 2019 a mando da cúpula do crime, com evidências conhecidas que ainda não foram devidamente apuradas pelas autoridades (in?)competente(s?): advogados instantâneos chegando de jatinho imediatemente após a facada, álibi para o autor em gabinete de parlamentar da extrema esquerda, financiamento, equipamento eletrônico, morte estranha de pessoa(s) envolvida(s) no contexto do atentado, etc.

O tema, sinalizando a possibilidade de uma espécie de 'lei do silêncio', ou de terror, similar ao caso Celso Daniel, foi abordado em um documentário proibido nesta semana pelo TSE. 

Aliás,  qualquer relação entre o candidato conhecido pela corrupção, crimes, vínculos com narcotráfico internacional e os escândalos do Mensalão, Petrolão, BNDES, etc. e esses mesmos fatos reais, está expressamente proibida de ser divulgada na imprensa até dia 30 de outubro.

Nos últimos dias, a divulgação da verdade, de fatos notórios, históricos e comprovados está sujeita a multas pesadíssimas, confisco, perda da liberdade e do direito de subsistir com o trabalho jornalístico ou informativo. 

Já as mentiras, calúnias e difamações, desde que dirigidas ao desafeto da claque que comanda o julgamento de nossos votos e atos, estão liberadas. 

A decisão no dia 30 é sua.