Enquanto a ditadura maoísta segue a passos largos rumo ao seu projeto de Império Comunista Global (versão planetária do projeto comunista latino do Foro de São Paulo, a URSAL do Grupo de Puebla), o Brasil é sacudido por uma guerra interna provocada pelos aliados desse novo e funesto imperialismo.
A ditadura chinesa, depois de espalhar pelo mundo um vírus desenvolvido em laboratório de Wuhan segundo informações de órgãos de segurança e institutos renomados, imediatamente ofereceu - mediante pagamento antecipado e até 2.000% mais caro - material, testes e medicamentos para tratar a pandemia que causou. Grande parte desses produtos não funciona, está contaminado ou defeituoso.
Não bastasse isso, o governo maoísta ainda condicionou a venda desses produtos ao compromisso de implantação do sistema chinês de 5 G, da Huawei, nos países-clientes. Assim, o imperialismo maoísta estaria controlando todos os cidadãos e todas as atividades desses países. Uma ocupação sem necessidade de tropas, assim como o vírus chinês foi o ataque sem necessidade de mísseis.
No 'front' da propaganda midiática, a ditadura chinesa está comprando empresas, jornalistas, governadores e formadores de opinião no Brasil, através de "acordos" com a agência oficial da ditadura chinesa com empresas privadas e estatais (Globo, Band, etc. e até a federal EBC) ou com injeção vultosa de dinheiro.
Se ainda há alguém que pensa que esses dois 'fronts' da Guerra Mundial Não Declarada são eventos aleatórios acidentais, peço que atente para o fato de ter sido lançada, após anos de preparo (já estava pronta no ano passado) a moeda digital chinesa no ano passado, para derrubar o sistema monetário internacional, visando enfraquecer o dólar e o euro, e neutralizar possíveis retaliações econômicas e financeiras aos responsáveis pela pandemia.
Como se esse holocausto global, com perdas comparáveis a todos os ataques terroristas perpetrados nas últimas décadas, não fosse um motivo para a união de governantes, legisladores e magistrados para a salvação do país, os traidores da pátria agem como se estivéssemos em um monótono período de bonança.
De um lado, governadores oportunistas mostram suas tendências totalitárias perseguindo inocentes, magistrados inescrupulosos soltam mais de 30.000 presos enquanto os demais brasileiros eram aprisionados em suas habitações. Entre os bandidos soltos estão os mais perigosos assassinos, chefões de organizações criminosas (o Chefão 9 dedos já foi solto por seus cúmplices desde o ano passado), estupradores e traficantes.
O Legislativo não deixou por menos. Trabalhando remotamente, agilizaram "medidas" para liberar a gastança pública e roubalheira geral em nome da pandemia (já há diversas denúncias em todos os estados e municípios do Brasil), passando a conta para o governo federal. Os louros e o butim para os corruptos, a conta para o governo e povo brasileiro.
O ministro que tinha a melhor biografia, 'status' de herói nacional ao lado do presidente eleito, resolveu, sem apresentar qualquer fato ou evento concreto ou relevante para o momento crítico atual, abandonar o navio da forma mais decepcionante, deselegante, rancorosa e inexplicável.
O jornalista Josias de Souza chegou a inverter a lógica, além de chamar os brasileiros de ratos, com uma frase invertida dizendo que "o navio estava abandonando os ratos", numa "criatividade" delirante que provavelmente só se obtém mediante drogas ou 'vantagens' pesadas.
Um provável motivo, além das vagas alegações de tentativas de influência do presidente nas atividades da Polícia Federal (sem explicar o que Bolsonaro e os demais brasileiros pedem para a PF esclarecer), Moro parece ter outras motivações, sendo que estas também não justificariam sua atitude.
Neste momento, governadores de índole socialista totalitária como Dória se reúnem com os titulares do Legislativo e Judiciário - sempre com as bênçãos de seu novo líder, o embaixador Yang Weiming, e do Chefão solto - e com o ex-ministro para executar o plano de deposição do presidente eleito.
O povo brasileiro - que votou no presidente e vai às ruas desde sua posse para exigir que o deixem governar - é que é chamado de golpista.






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