31.8.12

Primeiras condenações de mensaleiros no STF


O STF surpreendeu pela objetividade, imparcialidade e retidão, com duas exceções, os petralhas de toga LevandoWhisky e Toffoli-boca-imunda.
A clareza, coerência e consequência dos votos dos demais ministros surpreendeu quem sabia que o presidente de facto e seu poste nomearam 8 dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal, e que contavam com algum tipo de compromisso ou contrapartida em relação ao chefe não indiciado do Mensalão. Entretanto, a isenção, objetividade e assertividade da maioria dos ministros nestas primeiras condenações confirmaram que ainda há esperança de se obter Justiça, mesmo que muito branda ou pouca, neste país dominado pelo regime lulopetista.



A lucidez e o equilíbrio do relator Joaquim Barbosa comprovaram o abismo que existe entre seu notório saber e o do seu colega mais jovem que advoga por Dirceu e a quadrilha de réus até hoje e não deve nenhum respeito  à Justiça ou à objetividade, só demonstra submissão ao chefão da organização criminosa que o indicou.

O mais notório delinquente dessa primeira leva de condenados é o petista João Paulo Cunha, candidato a prefeito de Osasco que 'abdicou' da candidatura após consultar a "famiglia", não a lei.
Como a lei contra crimes em geral tem sido abrandada pelo regime corruPTo que se instalou no Brasil em 2003, mesmo com a condenação e cassação do político petista, a atual estrutura da latrocracia lhe garantirá uma renda bem superior a R$ 20.000,00 mensais às custas do povo brasileiro, sem necessidade de trabalhar para gozar dessa fortuna em liberdade, com ou (provavelmente) sem tornozeleira.

26.8.12

Farsa de Justiça


Está em curso o desmonte, pelo regime lulopetista, de um dos últimos resquícios de democracia: a independência do Judiciário. 
Com a defesa veemente realizada por quem deveria julgar, o mensaleiro João Paulo Cunha foi "inocentado" por um dos membros do regime, nomeado por Lula pelos vínculos familiares em São Bernardo do Campo.
Leia mais detalhes em:
revistaepoca.globo.com/tempo/.../07/republica-de-sao-bernardo.html
Levandowhisky é filho da proprietária do condomínio Swiss Park de São Bernardo do Campo, atrás da fábrica da Volkswagen, próximo à Av. Demarchi, onde o filho do rei, Lulinha, possui um suntuoso palácio.
Levandowhisky, "você é nosso e nós somos teu", como diria o deputado petista Vaccarezza.
A festa dos advogados dos mensaleiros, após o seu "voto", explica tudo, principalmente a certeza da impunidade por parte dos membros da organização criminosa que manda no Brasil.
Se ainda houver ministros do STF que tenham respeito pelo seu cargo e pelo Brasil, estes devem saber que está em jogo o futuro de nosso país e a perspectiva de retorno da vigência do Estado de Direito em nosso território. Enquanto não houver condenação e punição à quadrilha disfarçada de partido, o Brasil continuará a afundar nas sombras da corrupção e do crime organizado.

18.8.12

Pastelão do Mensalão, pizza no forno.


A maior Pizza do mundo já está sendo fatiada.
Começou com pastelão de entrada, regado com jarras de palavras de impacto esdrúxulas dos advogados de defesa e ecoadas por palavrões pesados e linguagem de bandido por parte de um daqueles de toga dos quais Eliana Calmon deve ter falado.
Agora, decide-se por votação fatiada, através da qual um dos únicos ministros do STF não nomeados pelo regime lulopetista, Cezar Peluso ficará sem julgar Dirceu, Delúbio e Genoino.
O jogo de cena e argumentos como o do próprio "acusador" Gurgel, de não pedir o impedimento de ministro envolvido com os réus para "não tumultuar" o processo, demonstra que não há possibilidade de se obter justiça no processo do Mensalão. A começar pela formação do tribunal, no qual 8 dos 11 ministros (só 10 votarão os processos mais relevantes) foram nomeados pelo presidente de facto e seu poste.

Numa democracia tal situação seria impensável, e o Brasil outrora independente e glorioso foi transformado em uma republiqueta-satélite da Venezuela pela quadrilha lulopetista que em breve iniciará a caça às bruxas (jornalistas e brasileiros indignados) com controle total da mídia.

A sobremesa da pizza com pastelão será a censura coberta de perseguição.
Franklin Martins, ex-ministro da Propaganda (mesma função de Goebbels na ditadura de Hitler) já adiantou que a "imprensa vai pagar um preço alto pela cobertura do mensalão". Ou melhor, quem denuncia, fala a verdade ou não omite fatos gravíssimos sobre o regime, será duramente castigado pela diPTadura.
Isso sem falar que a imprensa livre e os brasileiros indignados já estão sendo perseguidos e castigados com processos e "julgamentos" indevidos, ameaças e ataques diretos, com vários exemplos que já deixaram o país. Obviamente sem a cobertura da grande mídia chapa-branca.

13.8.12

Regime lulopetista eliminou Estado de Direito

Quando não há independência entre os 3 poderes, e estes passam a ser dominados por um partido ou uma quadrilha, não existe Democracia. Quando o Executivo, o Legislativo e o Judiciário de um país caem nas mãos de um grupo hegemônico de poder, temos a ausência do Estado de Direito, temos uma ditadura.
É o que hoje ocorre no Brasil. Não faltou sequer o culto à personalidade, a idolatria sistêmica, característica das tiranias mais infames.
Até uma ex-prefeita que foi chutada pelo chefão do esquema continua ajoelhada a ele.
 
A disputa eleitoral determinada pelo presidente de facto pela reconquista da prefeitura de São Paulo é um exemplo do grau de dominação, pressão e até "coincidências" com ataques de facções do crime organizado e armado, como em 2006 e 2010, para garantir o "resultado eleitoral" desejado, já que as eleições ainda são necessárias para manter uma fachada democrática. 

O julgamento do processo do Mensalão já é uma conquista do clamor popular e de patriotas na  imprensa e na sociedade civil que não permitiram que o maior crime federal fosse esquecido.

Mesmo assim, pelo fato de não ter havido 'impechment' quando o escândalo foi revelado, as instituições de nosso país foram desmontadas e anuladas nos 7 anos - de azar - que se sucederam. 
Culpa, entre outros, de membros da oposição, do MP, da PF e dos ministros do STF - e até do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso - que abafaram ou ajudaram a neutralizar o escândalo "em nome da governabilidade". Governabilidade para que tipo de "governante"? 
No ínterim, a corrupção por atacado, respaldada pela impunidade e blindagem dos chefões desde o presidente de facto até o último de seus parentes, assessores e associados, passou a ser o 'modus operandi' da organização criminosa internacional no Brasil. 
Neste ano, uma das novas variantes do Valérioduto (canal financeiro do Mensalão) foi descoberta: o Cachoeiroduto. O Mensalão continuou incólume, só mudou de formato.
Oito dos onze ministros do STF foram nomeados pelos mandatários lulopetistas, com a aprovação imediata e incondicional pelo parlamento dominado e submisso ao regime. 
Em uma das mais recentes nomeações de Lula, foi aprovado sem questionamento o advogado do PT e de José Dirceu cuja conduta dispensa comentários, após leitura da denúncia abaixo, entre outros relatos de suas participações em luxuosas festas no Brasil e no exterior:

Além das agressões, baixarias e ameaças de gente dessa estirpe, umbilicalmente ligadas e subordinadas ao regime de exceção vigente, o julgamento do Mensalão já foi declarado nulo por antecipação pelos mandatários desde o início. As omissões e "falhas" da própria acusação, ameaças diretas e indiretas, o cenário montado para a "pizza" certamente levará a um pastelão. 
Se estivéssemos em uma democracia, a condenação, punição e cadeia dos criminosos preservaria o Estado de Direito que já não temos há quase uma década.
A diPTadura pretende, após baixar a poeira do pastelão, consolidar a censura à imprensa já amplamente dominada através de verbas publicitárias maciças, financiamentos, doações e bolsas-progressistas a jornalistas aliados.
Pretende, além de impedir o acesso à informação (como a proibição do esclarecimento ao público sobre o Mensalão no 'site' do Ministério Público, que ainda pode ser acessado no link abaixo), 
instituir a caça às bruxas e perseguição mais sistemática e cruel de quem se opõe ao regime.

5.8.12

Mercosul virou Merdosul


A organização internacional de direitos humanos Human Rights Watch e a imprensa internacional não 'engajada', demonstraram preocupação com a atitude de Rousseff, Kirchner e Mujica ao promoverem a exclusão da única democracia plena do Mercosul, o Paraguai que ainda possui Legislativo independente do Executivo, e a inclusão da ditadura venezuelana no referido bloco.
Trata-se de um flagrante golpe ao tratado do Mercosul e à soberania dos povos.
Assim, o antigo mercado de livre comércio foi desvirtuado e transformado numa 'confraria' político-ideológica destinada a gerar publicidade aos tiranetes do império bolivariano, um palanque fechado para os novos imperialistas das Américas ofenderem e excluírem aqueles que ainda insistem numa democracia republicana.
O medo dos bolivarianos de sofrerem um merecido 'impeachment' pela subversão dos valores democráticos e pelo sistemático desprezo da Lei e de suas Constituições, faz com que os tiranetes seguidores de Chávez tremam diante da idéia de se tornarem o próximo 'collor' da lista.