Urnas eletrônicas auditáveis: o problema todo se resume na desconfiança de todos nós, eleitores brasileiros, sobre QUEM COMANDA o processo de apuração e totalização e a posterior divulgação dos resultados.
Esse é o motivo pelo qual o povo exigiu, há anos, o voto impresso que finalmente virou lei votada, aprovada e sancionada. Essa mesma lei foi desprezada em 2018 pelo TSE/STF bolivariano que alegou "inconstitucionalidade"(!!!).
Agora, o povo tem como última esperança para uma eleição transparente, o projeto de emenda constitucional (PEC) do Voto Auditável - do voto eletrônico com impressão dos votos - para evitar que o TSE e do STF novamente descumpram a Lei. A impressão do voto durante a votação é uma forma de dificultar as fraudes, pois possibilita a recontagem em caso de dúvidas ou de suspeita de fraudes.
O ministro Gilmar Mendes chegou a gravar depoimento, aos prantos, comovido com a intransigente defesa que o advogado Zanin fez do Chefão durante os inúmeros plenários dedicados aos recursos do meliante. Prova inequívoca da pessoalidade, parcialidade e imoralidade dessa corte que vive atendendo prontamente qualquer solicitação da extrema esquerda, desde as plenárias semanais para julgar recursos de Lula até a soltura dele junto ao seu comissário Dirceu (ou Daniel, seu codinome na facção terrorista) e dezenas de associados da imensa organização criminosa ligada a ele.
Como exemplo de militância política, partidarismo e inescrúpulo, o atual presidente do TSE, o militante Luís Roberto Barroso, chegou à audácia de invadir o Poder Legislativo negociando à plena luz do dia, PUBLICAMENTE, com os donos de 11 partidos políticos para que votassem contra a Lei do Voto Auditável.
Além desses 11 partidos que ainda não eram contra o voto auditável, Barroso e seus comparsas contam com a ala lulopetista do Legislativo, em especial o PT e seus satélites.
Não precisamos de hackers, crackers ou invasores de sistemas para termos urnas fraudadas. Bastam os integrantes do sistema eleitoral. Basta ver o que os responsáveis pelas eleições (como o presidente do TSE) andam fazendo para impedir a participação de seu desafeto. Barroso interferiu nas questões internas do partido Patriotas, impedindo que Bolsonaro se filiasse. Vale tudo para impedir que ele concorra com o "escolhido": o chefão nove dedos. Até a facada, cujos mandantes e autores o seu "tribunal" protege com sigilo telefônico, fiscal e bancário.
A seguir, algumas considerações sobre a vulnerabilidade das urnas, que não são tão relevantes quanto a manipulação delas por parte de quem deveria cuidar do processo eleitoral com isenção e transparência:
Segundo a Revista Oeste, equipe do professor Diego Aranha demonstrou como as urnas eletrônicas atuais são fraudáveis, podendo-se alterar resultados de eleições através de um software ou algoritmo espúrio através de um cartão de memória inserido na urna, leia na publicação:
https://revistaoeste.com/politica/ao-comentar-o-voto-auditavel-barroso-fala-em-confusao-e-golpe/
As utilizadas no Brasil, de primeira geração, que somente se utiliza, ainda, em Bangladesh, no Butão e no Brasil (o BBB do atraso eletrônico). A maioria dos países que utilizam urnas eletrônicas está na terceira geração.
Uma urna eletrônica é o hardware (equipamento) no qual o programa (software) processa os votos registrados na eleição. Para quem conhece seu funcionamento ou tem conhecimento básico na área de TI, é óbvio que o software de qualquer equipamento pode ser programado para processar e, portanto, alterar ou adulterar qualquer input (entrada de dados).
Um dos grandes fabricantes de urnas eletrônicas e equipamentos para bancos, caixas eletrônicos, etc. é a americana Diebold Nixdorf, que já foi condenada por suborno, falsificação de dados e fraudes em urnas eletrônicas nos EUA, Rússia, China e Indonésia. Devido a essas falhas e falta de confiabilidade, as urnas da Diebold Nixdorf foram banidas de países como Alemanha, Holanda, Paraguai e alguns estados dos EUA: https://medium.com/@FranklinBerwig/fabricante-das-urnas-eletr%C3%B4nicas-do-brasil-j%C3%A1-foi-condenada-por-fraude-falsifica%C3%A7%C3%A3o-e-suborno-77deaf05d947
- Você acredita mesmo que os milhões de brasileiros e dezenas de especialistas que pedem urnas auditáveis querem o retorno a bilhetes preenchidos à mão como antigamente?
- Não soube que o nível de segurança e software de nossas urnas hoje é tão atrasado quanto o de Bangladesh e Butão?






