11.2.19

A extrema esquerda e a velha política maquinando para retonar ao poder?

O que nos parecia ser, inicialmente, pura intriga da mídia hegemônica esquerdista, desejo de petista ou teoria da conspiração já deixou de ser mero episódio isolado ou uma infeliz coincidência.
As atitudes do vice-presidente quando Jair Bolsonaro ainda estava internado em Juiz de Fora após ter sido esfaqueado, já não são mais pontos fora da curva.Naquela situação de extrema gravidade, o general, já confirmado pelo TSE como candidato a vice-presidente já confirmada, afirmou que não deveríamos levar muito a sério a preocupação de Jair com as urnas eletrônicas fraudadas (como se verificou já no primeiro turno, com erros grosseiros de programação que permitiam ver a imagem de Haddad antes mesmo de apertar "confirma"), sem o voto impresso previsto em lei aprovada e sancionada naquele mesmo ano. Mourão alegou que Bolsonaro estava debilitado e que essa preocupação não deveria ser levada a sério.
Na cerimônia de posse de Bolsonaro, observou-se a linguagem corporal do general, quando abanava a bandeira do Brasil, cobrindo a visão do presidente, a ponto deste forçar seu braço para baixo para que o presidente também aparecesse. 
Certamente foi apenas um ato falho não intencional, devido à exaltação daquele bonito momento histórico.
                                      
Após a eleição de Bolsonaro, a questão das privatizações e da reforma previdenciária levou a diversas declarações, desmentidos e comentários contraditórios na equipe do governo, sendo que as declarações do vice nunca coincidiram com as decisões anunciadas por Bolsonaro

A promessa de campanha do Presidente de transferir a embaixada do Brasil em Israel para Jerusalém logo foi desaconselhada publicamente - e replicada com fervor pela mídia hegemônica - pelo vice-presidente, que alegava temor de eventuais atos terroristas (como se um país digno de parceria com o Brasil fosse capaz de tamanha crueldade), ou o receio de represálias comerciais. Este argumento não se sustenta diante da proposta do governo Bolsonaro de favorecer parcerias comerciais mais equitativas, com vantagens para ambos os lados. Mourão fez alegações similares na questão do intercâmbio (muito desigual) com a China, que só cresceu em função das descabidas concessões que os desgovernos petistas fizeram àquela daquela ditadura.
Classificaram o regime chinês como "economia de mercado", levando os países desenvolvidos a baixarem as taxas antidumping à China, e esta passou a substituir as exportações do Brasil a esses países.


Na primeira interinidade do general, por ocasião da viagem do Presidente a Davos, Mourão se apressou em assinar um decreto elaborado, segundo consta, por Temer, alterando a LAI (Lei de Acesso à Informação).
Esse decreto aumentou o número de pessoas do governo com poderes para declarar sigilo de documentos, e tirou do COAF a incumbência de investigar os parentes e laranjas de membros do governo e autoridades sujeitas ao seu controle. 
O decreto 9690/2019, ao contrário dos taxativos desmentidos do general, diminui a transparência, ao invés de aumentá-la, como está previsto no Programa de Governo de Bolsonaro. 
Conforme o site de notícias Terra, "A classificação "ultrassecreta", que abrange informações que só podem se tornar públicas depois de 25 anos, antes só poderia ser feita pelo presidente, vice, ministros e pelos comandantes das Forças Armadas. Agora, comissionados do Grupo-DAS de nível 101.6 (Direção e Assessoramento Superiores, de remuneração R$ 16.944,90), também têm a permissão, assim como chefes de autarquias, de fundações, de empresas públicas e de sociedades de economia mista." https://www.terra.com.br/noticias/brasil/mourao-assina-decreto-que-delega-definicao-de-sigilo-de-dados-a-comissionados,dfb570781919e2ebc1e36f4c8122a1ebs03fmuf8.html 

Mourão descartou a promessa de campanha de Bolsonaro de fechar a embaixada brasileira na Palestina. 
A Palestina é governada pela famigerada Autoridade Palestina, organização que financia o terrorismo e se reveza entre os grupos terroristas Al Fatah e Hamas:
https://g1.globo.com/mundo/noticia/hamas-acusa-autoridade-palestina-por-ataque-contra-seu-proprio-chefe-de-governo.ghtml; 
informe-se sobre a origem dessa organização no Google, Wikipedia ou ainda nas páginas 
https://www.palwatch.org/main.aspx?fi=157&doc_id=25354 e 
https://www.gospelprime.com.br/autoridade-palestina-orcamento-anual-terrorismo/
Enquanto o presidente se submeteu à terceira cirurgia devido à tentativa de assassinato sofrida em Juíz de Fora, o general recebeu o embaixador palestino em reunião no Palácio enquanto soldados voluntários de Israel ajudavam nossos bombeiros e voluntários a encontrarem sobreviventes do massacre de Brumadinho. 
Na ocasião, ainda garantiu ao embaixador Ibrahim Alzeben que "não há qualquer decisão do governo brasileiro sobre a transferência da embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém." 

Opinou em favor do aborto, demonstrando desconhecer o tema, ignorando as propostas do governo Bolsonaro e do ministério competente para o tema.

Afirmou que era "uma questão humanitária" autorizar Lula a ir ao velório do irmão, quando na verdade o criminoso somente queria aproveitar a oportunidade de uma "saidinha" para fazer comício. Isso ficou provado quando Lula desistiu de visitar os familiares porque não seria autorizado a fazer comícios e declarações públicas. 

Um obscuro material foi inserido no noticiário econômico por assinatura chamado Relatório Reservado, dizendo que a "Tutela Militar" seria a melhor opção e um primeiro passo para derrubar Bolsonaro. O material, com requintes de escárnio que nem os mais exacerbados petistas ousariam expressar, foi prontamente replicado pelos blogs do PT, pois esse é o sonho número 1 da extrema esquerda liderada pelo PT e a corja de Lula. 
A sinistra matéria insinua que o general teria mais preparo que Bolsonaro e difama a família do presidente no melhor estilo da extrema esquerda blogueira.

Para coroar a decepção dos eleitores de Bolsonaro que, como o Capitão, confiaram no general Mourão, este realizou uma reunião de mais de uma hora com os chefões da CUT, o braço sindical - e um dos braços armados - do PT. Um dos participantes do convescote, Vagner Freitas, gritou nos alto-falantes da Paulista, antes da prisão do Chefão: "Nós vamos nos livrar de Moro", e convocou luta e derramamento de sangue junto com seu amo.
As constantes controvérsias, cada vez mais frequentes e festivamente replicadas pelos blogs sujos da extrema esquerda, pela imprensa e pelos MAVs de Lula na internet, indicam um interesse conspiratório das esquerdas, que procuram se utilizar do general - embriagado com os holofotes vermelhos - para voltarem ao poder. 
Já o general, sutil como um paquiderme, e seu visível ofuscamento diante dos holofotes da mídia dominante, parece não perceber a estratégia oculta dessa "campanha presidencial" movida pelos traidores da pátria e esquerdopatas ávidos por retornarem ao poder ou permanecerem (pois muitos ainda estão) no poder.
Qualquer analista político de bom senso sabe que o general não tem sequer um décimo da popularidade de Jair Bolsonaro, o que pode ser confirmado perguntando às pessoas na rua: "em quem você votou? Por que? Se conhece o general Mourão, diga o nome inteiro dele". 
Bajulando e reforçando a visibilidade de Mourão no noticiário e demonstrando simpatia a ele, a esquerda e a mídia dominada enfraquecem Bolsonaro e os ideais pelos quais o povo optou nas eleições.
Enfraquecendo o presidente, as esquerdas e raposas da velha política estarão se fortalecendo para derrubá-lo e colocar Mourão, astutamente utilizado como cavalo de Tróia, na presidência.
Ato contínuo, este seria alvo fácil depois de ter decepcionado e traído os eleitores de Bolsonaro. A
 esquerda inteira derrubaria seu novo boi de piranha com a ajuda de praticamente todos os eleitores de Bolsonaro, que estariam indignados com a traição.

A compreensível recusa de nosso presidente em permitir uma nova interinidade ao general certamente se deve ao imenso risco de vermos na presidência uma pessoa desconstruindo os objetivos do Programa de Governo de Bolsonaro e frustrando os anseios da imensa maioria da população que votou no Capitão.
Não sabemos se o vice terá sabedoria e humildade para reconhecer estes equívocos, muito menos se ele terá o bom senso de corrigir os erros, revogando, por exemplo, o Decreto 9690/19.

4.2.19

Vai ficar na raia miúda e vão prender o porteiro também?

O ciclo iniciado por Lula ao destruir a carreira der Roger Agnelli, o melhor administrador que a Vale já teve, e por tabela destruir a maior mineradora do Brasil, continuou até os dias de hoje.
O Massacre de Brumadinho, o maior crime ambiental da história do Brasil, é mais uma herança maldita da clePTocracia que o PT instalou no nosso país.
Na época da privatização, a empresa possuía uma dívida maior do que o seu valor de mercado.
A privatização da Vale do Rio Doce foi a única coisa correta que se fez, durante o governo FHC, desde a criação do empreendimento, pois transformou o prejuízo mensal da ordem de R$ 150 milhões por mês aos cofres públicos (dinheiro do povo que falta para saúde, etc.) em arrecadação mensal de impostos em valores equivalentes, e valorizou a empresa em 30 vezes, garantindo divisas de dezenas de bilhões de dólares com exportação de minérios, e lucros aos acionistas e trabalhadores que utilizaram seu FGTS para se tornarem cotistas de fundos de ações da Vale.
Com extrema inveja do exemplo de competência e gestão de Roger Agnelli, Lula e sua facção trataram de destituir esse brilhante administrador, que morreria anos depois, com toda sua família, em um acidente aéreo.

Em seguida, Lula e Dilma trataram de reestatizar a Vale, utilizando-se dos fundos de pensão e demais tentáculos do Estado agigantado pelos governos socialistas do PT.
Com mais de 52% das ações da Vale novamente nas mãos do governo, Lula e Dilma aparelharam a Vale, lotando-a de apaniguados e amigos nos mais altos e mais bem pagos cargos da estatal (e do país).
Paralelamente, Dilma emitiu decreto criminoso que classificava tragédias como a de Mariana como "desastres naturais", para não dizer comuns, normais, para eximir seus apadrinhados da Vale e das agências governamentais responsáveis de suas responsabilidades sobre futuros desastres já anunciados e mapeados por especialistas naquela época.

Para eximir Lula, Dilma e Pimentel, os maiores culpados do massacre de Brumadinho, a mídia dominante, os blogs sujos criados pelos petistas, e lamentavelmente alguns promotores e autoridades competentes, certamente orientadas pelos companheiros lotados nesses órgãos, inventaram os bodes expiatórios para despistar, contando com ampla repercussão da extrema imprensa, a mídia companheira: prenderam os engenheiros brasileiros de uma empresa terceirizada de origem estrangeira que assinaram laudos sob acusação de "fraude em laudos" e outras aberrações, ao invés de prenderem os responsáveis pela autorização de novas barragens, pelo afrouxamento das normas para essas instalações e pelo "lobby" junto aos deputados que votariam normas mais rigorosas.
https://www.conjur.com.br/2019-jan-29/prisoes-sao-imprescindiveis-investigacao-barragem-juiza 

Comentário de leitor jurista sobre a matéria: Fosse um concurso para ingresso no quadro da magistratura, certamente essa juíza seria sumariamente excluída e reprovada do certame.

A tática de culpar os pequenos em espetáculo midiático para garantir a IMPUNIDADE dos verdadeiros culpados poderá coroar a velha política que o povo tentou tirar do poder nas últimas eleições. Até agora, nem o ex-governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, nem a presidentA cujo governo afrouxou as regras após a tragédia de Mariana foram responsabilizados. Nem o presidente da Vale, diretores e figurões das agências governamentais como o DNPM foram presos, o que certamente não ocorreria num país em plena vigência do estado de Direito.

Lamentavelmente, a grande mídia mais uma vez replica o padrão "Imbecil Coletivo" definido em obra homônima de Olavo de Carvalho, e lamentavelmente até os jornalistas considerados mais "esclarecidos" como William Waack e Os Antagonistas (incluindo Felipe Moura) novamente caíram na armadilha dos imbecis, replicando o circo armado para ocultar os verdadeiros culpados.

Dirigiram, equivocadamente (manipulados pela pauta esquerdista da grande mídia companheira) os holofotes sobre os engenheiros que assinaram um laudo tecnicamente correto:

  • Dano Potencial Associado: ALTO (refere-se a impacto potencial, danos incluem perdas materiais e de vidas humanas)
  • Categoria de Risco: Baixo (diz respeito à probabilidade ou possibilidade de ocorrência: como nunca ocorreu antes, o risco era considerado baixo na época de assinatura, setembro do ano passado).

Fonte: https://www.palmasaqui.com.br/destaque/engenheiros-que-atestaram-seguranca-de-barragem-em-brumadinho-sao-presos-em-sp/
Sabe-se que as inspeções obrigatórias da situação das barragens incluem medições diárias, semanais ou no mínimo quinzenais, e estas inspeções certamente já apontaram o aumento do risco nos meses seguintes a esse laudo de setembro de 2018.

Além disso, qualquer gestor - e principalmente diretor e presidente - de empresa séria JAMAIS admitiria correr o risco quando o dano potencial é ALTO, como o laudo já apontava. A permanência de pessoas nas áreas que poderiam ser potencialmente afetadas deveria ter sido VEDADA pela direção da Vale enquanto existisse qualquer nível de risco. Somente com RISCO INEXISTENTE ou RISCO ZERO é que poderiam manter funcionários nas instalações a jusante da barragem e permitir a permanência de pessoas nas áreas sob risco.

Aguardando a prisão e responsabilização dos verdadeiros criminosos, sem circo.
Ainda há muito que desratizar neste país.