Certamente foi apenas um ato falho não intencional, devido à exaltação daquele bonito momento histórico.

Após a eleição de Bolsonaro, a questão das privatizações e da reforma previdenciária levou a diversas declarações, desmentidos e comentários contraditórios na equipe do governo, sendo que as declarações do vice nunca coincidiram com as decisões anunciadas por Bolsonaro.
A promessa de campanha do Presidente de transferir a embaixada do Brasil em Israel para Jerusalém logo foi desaconselhada publicamente - e replicada com fervor pela mídia hegemônica - pelo vice-presidente, que alegava temor de eventuais atos terroristas (como se um país digno de parceria com o Brasil fosse capaz de tamanha crueldade), ou o receio de represálias comerciais. Este argumento não se sustenta diante da proposta do governo Bolsonaro de favorecer parcerias comerciais mais equitativas, com vantagens para ambos os lados. Mourão fez alegações similares na questão do intercâmbio (muito desigual) com a China, que só cresceu em função das descabidas concessões que os desgovernos petistas fizeram àquela daquela ditadura.
Classificaram o regime chinês como "economia de mercado", levando os países desenvolvidos a baixarem as taxas antidumping à China, e esta passou a substituir as exportações do Brasil a esses países.
Na primeira interinidade do general, por ocasião da viagem do Presidente a Davos, Mourão se apressou em assinar um decreto elaborado, segundo consta, por Temer, alterando a LAI (Lei de Acesso à Informação).
Esse decreto aumentou o número de pessoas do governo com poderes para declarar sigilo de documentos, e tirou do COAF a incumbência de investigar os parentes e laranjas de membros do governo e autoridades sujeitas ao seu controle.
O decreto 9690/2019, ao contrário dos taxativos desmentidos do general, diminui a transparência, ao invés de aumentá-la, como está previsto no Programa de Governo de Bolsonaro.
Conforme o site de notícias Terra, "A classificação "ultrassecreta", que abrange informações que só podem se tornar públicas depois de 25 anos, antes só poderia ser feita pelo presidente, vice, ministros e pelos comandantes das Forças Armadas. Agora, comissionados do Grupo-DAS de nível 101.6 (Direção e Assessoramento Superiores, de remuneração R$ 16.944,90), também têm a permissão, assim como chefes de autarquias, de fundações, de empresas públicas e de sociedades de economia mista." https://www.terra.com.br/noticias/brasil/mourao-assina-decreto-que-delega-definicao-de-sigilo-de-dados-a-comissionados,dfb570781919e2ebc1e36f4c8122a1ebs03fmuf8.html
Mourão descartou a promessa de campanha de Bolsonaro de fechar a embaixada brasileira na Palestina.
A Palestina é governada pela famigerada Autoridade Palestina, organização que financia o terrorismo e se reveza entre os grupos terroristas Al Fatah e Hamas:
https://g1.globo.com/mundo/noticia/hamas-acusa-autoridade-palestina-por-ataque-contra-seu-proprio-chefe-de-governo.ghtml;
informe-se sobre a origem dessa organização no Google, Wikipedia ou ainda nas páginas
https://www.palwatch.org/main.aspx?fi=157&doc_id=25354 e
https://www.gospelprime.com.br/autoridade-palestina-orcamento-anual-terrorismo/
Enquanto o presidente se submeteu à terceira cirurgia devido à tentativa de assassinato sofrida em Juíz de Fora, o general recebeu o embaixador palestino em reunião no Palácio enquanto soldados voluntários de Israel ajudavam nossos bombeiros e voluntários a encontrarem sobreviventes do massacre de Brumadinho.
Na ocasião, ainda garantiu ao embaixador Ibrahim Alzeben que "não há qualquer decisão do governo brasileiro sobre a transferência da embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém."
Opinou em favor do aborto, demonstrando desconhecer o tema, ignorando as propostas do governo Bolsonaro e do ministério competente para o tema.
Afirmou que era "uma questão humanitária" autorizar Lula a ir ao velório do irmão, quando na verdade o criminoso somente queria aproveitar a oportunidade de uma "saidinha" para fazer comício. Isso ficou provado quando Lula desistiu de visitar os familiares porque não seria autorizado a fazer comícios e declarações públicas.
Um obscuro material foi inserido no noticiário econômico por assinatura chamado Relatório Reservado, dizendo que a "Tutela Militar" seria a melhor opção e um primeiro passo para derrubar Bolsonaro. O material, com requintes de escárnio que nem os mais exacerbados petistas ousariam expressar, foi prontamente replicado pelos blogs do PT, pois esse é o sonho número 1 da extrema esquerda liderada pelo PT e a corja de Lula.
A sinistra matéria insinua que o general teria mais preparo que Bolsonaro e difama a família do presidente no melhor estilo da extrema esquerda blogueira.
Para coroar a decepção dos eleitores de Bolsonaro que, como o Capitão, confiaram no general Mourão, este realizou uma reunião de mais de uma hora com os chefões da CUT, o braço sindical - e um dos braços armados - do PT. Um dos participantes do convescote, Vagner Freitas, gritou nos alto-falantes da Paulista, antes da prisão do Chefão: "Nós vamos nos livrar de Moro", e convocou luta e derramamento de sangue junto com seu amo.
As constantes controvérsias, cada vez mais frequentes e festivamente replicadas pelos blogs sujos da extrema esquerda, pela imprensa e pelos MAVs de Lula na internet, indicam um interesse conspiratório das esquerdas, que procuram se utilizar do general - embriagado com os holofotes vermelhos - para voltarem ao poder.
Já o general, sutil como um paquiderme, e seu visível ofuscamento diante dos holofotes da mídia dominante, parece não perceber a estratégia oculta dessa "campanha presidencial" movida pelos traidores da pátria e esquerdopatas ávidos por retornarem ao poder ou permanecerem (pois muitos ainda estão) no poder.
Qualquer analista político de bom senso sabe que o general não tem sequer um décimo da popularidade de Jair Bolsonaro, o que pode ser confirmado perguntando às pessoas na rua: "em quem você votou? Por que? Se conhece o general Mourão, diga o nome inteiro dele".
Bajulando e reforçando a visibilidade de Mourão no noticiário e demonstrando simpatia a ele, a esquerda e a mídia dominada enfraquecem Bolsonaro e os ideais pelos quais o povo optou nas eleições.
Enfraquecendo o presidente, as esquerdas e raposas da velha política estarão se fortalecendo para derrubá-lo e colocar Mourão, astutamente utilizado como cavalo de Tróia, na presidência.
Ato contínuo, este seria alvo fácil depois de ter decepcionado e traído os eleitores de Bolsonaro. A esquerda inteira derrubaria seu novo boi de piranha com a ajuda de praticamente todos os eleitores de Bolsonaro, que estariam indignados com a traição.
A compreensível recusa de nosso presidente em permitir uma nova interinidade ao general certamente se deve ao imenso risco de vermos na presidência uma pessoa desconstruindo os objetivos do Programa de Governo de Bolsonaro e frustrando os anseios da imensa maioria da população que votou no Capitão.









