A delegação lulopetista já estava dormindo quando primeiro-ministro da Turquia, Erdogan, negociou o acordo com o regime totalitário do Irã.
É claro que tão logo os barbichas do regime lulopetista acordaram, foram correndo para as fotos, e a imprensa censurada e domesticada de nosso país divulgou o acordo como sendo uma "vitória" do desgoverno lulista. Até os comentários de outros países como os EUA e França são direcionados ao governo brasileiro pela mídia chapa-branca. Lavagem cerebral dia e noite, para acreditarmos no novo Deus Lula.
Premiado por uma secretaria da ONU que sequer acompanha os índices sociais (IDH) da própria ONU como campeão do combate à fome (de quem? Do Fidel Castro? Do coronel Chávez? Evo Imorales? Ahmadinejad?), Lula comparou-se novamente a Jesus Cristo, dizendo que o superou no milagre da multiplicação dos pães.
O castigo divino será nossa última esperança, pois as pesquisas, mídias e urnas compradas não permitirão o triunfo da verdade.
Não por acaso, agora até a Rússia (após a visita de Lula elegantemente lembrando que torceu contra os russos no Afeganistão) e a obscura China são unânimes com o resto do mundo em defender sanções contra o Irã. A farsa de acordo, descartada em seguida pelo regime iraniano, desmoralizou definitivamente a "intermediação" da Turquia e do Brasil. No caso do "Brasil" (na verdade Lula e sua corja, o Brasil não foi consultado), soma-se à desmoralização no Irã o vexame e intervencionismo chavista em Honduras, com a embaixada brasileira como palco.
Este é o novo protagonismo que Lula, Amorim e Garcia Top Top desejam para o Brasil. Mais um fiasco da politicagem extremista pró-tiranias do desgoverno lulopetista. Mais uma vergonha internacional que a corja nos faz passar como sendo a "política externa do Brasil". Mais uma mancha de humilhação global e mais um 'legado' da herança maldita que o lulopetismo deixa na História do Brasil.