Não bastassem os constantes ataques da mídia hegemônica criando factóides, intrigas, desinformação, diversionismo e difamação aberta, há um elemento tóxico dificultando o trabalho do Novo Governo.
Em 100 dias, solucionou questões graves, levantou e bloqueou desperdícios e desvios e tomou decisões rumo ao saneamento da máquina pública:
- tirou mordomias e cargos inúteis de dezenas de milhares de militantes e apaniguados do antigo (des)governo,
- cortou verbas e mordomias de políticos, magnatas e militantes que recebiam bolsa-família, verbas da Lei Rouanet, cargos em ministérios, órgãos públicos, ONGs, etc.
- iniciou obras de recuperação de rodovias, pontes e infraestrutura em todo o Brasil sem superfaturamento de empreiteiras
- iniciou negociações no Legislativo sem a corrupta política de toma lá dá cá ou loteamento de ministérios e estatais.
- Reduziu e reestruturou todos os ministérios e colocou a máquina pública para trabalhar,
- aumentou a transparência e apresentou o projeto de reforma previdenciária mais relevante das últimas décadas para reencaminhar a economia e as prioridades do Brasil rumo ao progresso econômico e social,
- apresentou pacote anti-crime para combater a impunidade, a corrupção e a criminalidade garantindo maior segurança e cidadania aos brasileiros que trabalham.
- realizou visitas de Estado a países relevantes do Primeiro Mundo, preparando a saída da categoria de país subdesenvolvido para a entrada do Brasil no círculo dos países de maior desenvolvimento econômico, social e educacional.
- assinou decretos e atos que retiram sigilo de operações de crédito envolvendo recursos públicos, reduziu a burocracia e garantiu liberdade sindical aos trabalhadores, 13º aos beneficiários do Bolsa Família, simplificou o micro-crédito, extinguiu inúmeros conselhos e gastos públicos que estes geravam.
- melhorou a preservação do meio ambiente desbaratando máfias de desmatamento ilegal através da Operação Arquimedes, cortando desvios de verbas do seguro defeso e implantando novo sistema de monitoramento por imagens de satélite.
Ainda assim, além do maciço aparelhamento de toda a máquina pública federal, das estatais e das organizações de ensino, das ONGs e da mídia hegemônica, o novo governo ainda enfrenta atitudes anti-éticas de ex-aliados, aliados e até colaboradores.
Este foi o caso do advogado e ex-ministro (que não deveria ter sido) Bebianno, e também foi o que ocorreu com uma dúzia de deputados federais que aceitaram convite da ditadura chinesa para se encantarem com o poder e as propostas daquele país.
Lamentavelmente, este também é o caso das discussões entre os filhos do presidente, conselheiros, apoiadores e seu vice-presidente.
A mídia hegemônica e a extrema esquerda, sempre alinhadas, fazem questão de delinear, fomentar e superdimensionar qualquer divergência entre Bolsonaro, seus filhos e seu vice, e já tomaram partido contra os filhos e alguns ministros de Bolsonaro, já que o objetivo dessas forças dominantes é inviabilizar e derrubar o presidente eleito pelo povo brasileiro e enterrar os princípios do Plano de Governo de Bolsonaro.
Envaidecido pelos holofotes e turbinado pelos militantes do jornalismo tóxico, o vice-presidente levou a sério a bajulação e a ideia de se tornar um "presidente mais preparado, mais apto e mais flexível".
Lembremos que Bolsonaro escolheu Magno Malta para ser seu vice. Este, vislumbrando sua quase garantida reeleição ao senado (o que não ocorreu), declinou o convite, de modo que Jair convidou Janaina Paschoal, que agradeceu mas não aceitou por motivos familiares. Em seguida, Bolsonaro escolheu Luiz Philippe de Orléans e Bragança para vice-presidente, mas estranhamente fora desaconselhado por Bebbiano, que recomendou Mourão.
Aparentemente, a bajulação das esquerdas e a hierarquia militar levaram o vice-presidente a acreditar na "estratégia" dos golpistas, a ponto de se entusiasmar e entrar em mal dissimulada campanha contra o capitão:
- desmentiu-o em questões essenciais como a ética e a transparência: na primeira interinidade, assinou suspeitíssmos decretos redigidos nas catacumbas da clePTocracia recém derrotada nas urnas,
- desmentiu que o governo cumpriria a promessa de Bolsonaro de transferir a embaixada de Israel para Jerusalém, e ainda recebeu um representante de facção palestina, assegurando-lhe que não haveria transferência,
- desqualificou diversas afirmações presidenciais e se opôs a posições assumidas pelo presidente na campanha eleitoral tais como: aborto, desarmamento, Jean Wyllys, combate à corrupção, etc., chegando ao cúmulo de acolher membros e idéias da CUT, elogiando ícones da extrema esquerda e demonstrando "solidariedade" e apoio ao facínora preso em suíte da Polícia Federal de Curitiba.
Segundo os jornalistas e estudiosos mais experientes, nunca se observou atitudes similares em qualquer vice-presidente dos governos anteriores. Mesmo Temer, chamado de "golpista" pela seita petista, somente se posicionou diferentemente da titular da presidência quando esta já enfrentava processo de impeachment.
O mais brilhante jornalista apartidário da atualidade, Caio Coppola, sempre cuidadoso, respeitoso e imparcial, descreveu a situação com sua habitual objetividade: "algumas fontes do Planalto disseram que poucas vezes detectaram tanta ambição presidencial em alguém como Mourão".
Já basta, 75% dos eleitores brasileiros não toleram traição, quebra das promessas ou qualquer afronta aos princípios do presidente que elegeram.
Renuncie, Mourão. Pense grande, pense no país. Pode até se candidatar em 2022, mas só comece a campanha naquele ano.
Não é possível passar 4 anos governando com uma espada de Dâmocles oscilando sobre a cabeça.
Qualquer tipo de impedimento ou derrota do governo Bolsonaro enterrará as esperanças de um futuro para o Brasil.
O povo já sentiu essa sensação em setembro passado, e não tolerará outra vez.
















