No sábado dia 15 de maio novamente houve aglomerações por culpa de Bolsonaro.
Só em Brasília foi uma multidão de aproximadamente um milhão de pessoas, lotando todos os hotéis da capital e dos municípios vizinhos.
Nas outras capitais e grandes cidades do Brasil, multidões se aglomeraram, também em apoio ao presidente (coisa que nunca ocorreu na história de nosso país antes de Bolsonaro), e também pela Família, Liberdade e Voto Impresso.
Na semana que se encerrou, a falange do ódio explodiu de raiva traduzida em opressão, tergiversação, ameaças e até pedido de prisão na CPI do Torquemada. O repugnante Renan Calheiros e seus asseclas como Randolfe Rodrigues e outros membros da bancada do coronavírus se esmeraram na virulência, inversão de raciocínio, ginástica acusatória e narrativa enviesada prontamente replicada pela imunda mídia hegemônica.
Depoimentos e testemunhos apresentados comprovaram a retidão da conduta do governo federal nesta pandemia. Como exemplo, o ex-presidente da Pfizer confirmou que o Brasil foi um dos primeiros países do mundo a aprovar a vacina daquela empresa, e que a compra das suas vacinas só foi realizada quando o Legislativo aprovou a lei que viabilizasse as condições necessárias para a assinatura daquele excepcional e vultoso contrato. Mesmo com o Brasil em 4º lugar do mundo em quantidade de vacinações, a falange da Covid insiste em chamar o presidente de incompetente e genocida (já explicamos quem são os genocidas). A mídia dominante replica as inverdades e os insultos dessa falange como se fossem notícias.
Enquanto isso, genocidas como Dória, que tem os seguidores da seita maoísta como seus amos, emite Nota da Secretaria da Saúde impedindo o uso de tratamento imediato da Covid19 com medicamentos comprovadamente eficazes como ivermectina, azitromicina e hidroxicloroquina, evitando até vitamina D, zinco e "etc."!?!
Sempre é bom lembrar que o ídolo deles, Mao, foi o maior genocida da Humanidade, assassinando 50 milhões de chineses de fome e outros 20 milhões em guerras de extermínio.
Em sua sanha de destruir a governabilidade, a segurança jurídica e a paz do povo de bem, os arautos do Golpe, inimigos da Constituição e tiranos da ditadura (de toga) tratam de preparar a fraude eleitoral eletrõnica para as eleições do ano que vem para trazer o elemento mais corrupto da história do Brasil de volta ao poder. O monstro que louvou a criação do coronavírus quer voltar à presidência do país.











