16.8.22

A Carta da Hipocrisia

Aconteceu um ritual inédito neste 11 de agosto. 

Foi lida uma carta elaborada por diversos escribas, permeada de frases óbvias sobre princípios que regem uma democracia, e de alegações estranhas e sem nexo entre as frases ao tentar insinuar uma ameaça imaginária que não é relacionada à realidade atual brasileira.

Como exemplo de incongruências da carta, são citados fatos como "estamos passando por momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições", e ao invés de citar os gravíssimos ataques aos Direitos Fundamentais, à Constituição e à independência dos 3 poderes, perpetrados por membros do STF (aos direitos constitucionais) e do TSE (à independência dos 3 poderes com ingerências até nos assuntos internos de partidos políticos) desde 2019, em flagrante desacato ao resultado das eleições de 2018, com inquéritos e ataques ao presidente eleito e prisão arbitrária, ilegal e sem crime previsto em lei de parlamentares (por crime de opinião) e jornalistas, a carta insinua alegados "ataques infundados...que questionam a lisura do processo eleitoral e o estado democrático (SIC) de direito", 

O texto mistura insinuações com pleonasmo, raciocínio desconexo e contradição como podemos ver no trecho citado e no restante da carta. 

Estado de direito por definição é democrático, e questionar falhas é obrigação constante de quem se preocupa com a lisura dos processos eleitorais, principamente quando se utiliza equipamentos obsoletos utilizados apenas no Brasil, em Bangladesh e no Butão. Tão obsoletos que até o Paraguai rejeitaou uma oferta de doação de urnas brasileiras há quase 10 anos:
https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/paraguai-veta-uso-de-urnas-eletronicas-brasileiras-e-voto-e-manual-dyw869dyfxxnftfppxn62bgpa/ 

A falta de nexo entre os trechos da carta fica evidenciada quando menciona, sem especificar nem comprovar: em pleitos por maior "plenitude" em pautas raciais, "de gênero e orientação sexual (SIC)", e "ameaças aos demais poderes (quais ameaças e por parte de qual poder?) desvarios autoritários na democracia norte-americana, etc.

O estranho ritual foi finalizado com gritos a favor do presidente mais corrupto da história mundial, contra o único presidente que não protagonizou nenhum escândalo ou capítulo de corrupção desde Itamar franco. Sem um pio sobre o desrespeito, por parte de membros do Supremo Tribunal à ordem democrática, aos princípios do Direito e contrários ao processo legal, à repressão física, expropriação e silenciamento de jornalistas, parlamentares (à revelia da imunidade parlamentar) e à tortura, ao exílio e à censura total, até nas mídias sociais, à qual algumas das vítimas desses desmandos autoritários foram submetidas.

O presidente da República, cuja eleição grande parte dos signatários da carta não aceitam até hoje, em flagrante e contínuo desrespeito ao resultado das eleições, tem razão ao comparar o texto da carta com "pastel de vento" e afirmar que o ato panfletário de “assinar uma carta pela democracia enquanto apoia regimes que a desprezam e atacam os seus pilares tem a mesma relevância que uma carta contra as drogas assinada pelo Zé Pequeno, ou um manifesto em defesa das mulheres assinado pelo Maníaco do Parque”.





7.8.22

Gabinete do Ódio continua seus ataques ao Estado Democrático de Direito

Em plena guerra causada pela invasão da Ucrânia por iniciativa do ditador ex-KGB (sempre KGB), e após uma pandemia causada por um vírus desenvolvido na ditadura maoísta com auxílio de instituições e recursos globalistas, o Brasil está registrando um substancial crescimento de sua economia (do PIB) enquanto os países desenvolvidos e quase todas as nações do mundo estão em queda, com os EUA registrando queda do PIB nos últimos trimestres, confirmando a recessão técnica oficial de sua economia.  

Garantindo a segurança alimentar, o governo brasileiro tomou decisões e estabeleceu políticas fiscais e públicas que agora até estão proporcionando a redução de preços no Brasil, enquanto os EUA e a Europa estão registrando recordes de inflação em relação às últimas décadas.

O gabinete do ódio da coalizão de extrema esquerda, das mídias e dos institutos de "pesquisa" não param de atacar o governo Bolsonaro para ocultar que nosso presidente demonstrou maior habilidade em lidar com os efeitos nefastos da pandemia e da invasão da Ucrânia ao negociar insumos, colocando o Brasil na vanguarda da recuperação e do protagonismo global, com valorização do Real, da bolsa de valores e do papel de fornecedor de alimentos para o mundo. 

O GSO, Gabinete Supremacista do Ódio, em sua campanha insidiosa contra a Democracia brasileira, continua seus ataques ao Estado Democrático de Direito, agora até interferindo na economia do país ao autorizar o calote generalizado de governos estaduais para quebrar o Tesouro Nacional e jogar o Brasil no caos. Paralelamente, outro membro desse gabinete vocifera contra as manifestações cívicas pela liberdade de opinião e independência do Brasil, ajudado por colega que intima o presidente Bolsonaro a se justificar em um prazo de horas, como se a comemoração de 200 anos da Independência do Brasil fosse um crime de guerra de consequências catastróficas.

O carrasco-mor da inquisição supremacista, o auto-nomeado inquisidor da Economia, da Verdade e dos Direitos Humanos no Brasil, acredita com fervor que é um ente supremo e ignora a Procuradoria Geral da República que denunciou que ele violou o sistema acusatório, explicitando a ilegalidade e inconstitucionalidade do famigerado Inquérito do Fim do Mundo. 

Desde 2020 sabemos que o chamado inquérito das Fake News e seus estranhos "desdobramentos" (já que nem processos são) contrariam todas as regras existentes no ordenamento jurídico das democracias desde a Grécia Antiga.

As acusações e os "processos" similares, desencadeados por membros do STF desde o fatídico 18 de junho de 2020, são um atentado contra o Estado de Direito e a democracia Brasileira, e configuram o maior ataque da História do Brasil contra o presidente, parlamentares da base de apoio ao governo, jornalistas, humoristas, cidadãos sem qualquer antecedente criminal e órgãos de imprensa independentes. Entre as vítimas desses ataques já são registradas dezenas de famílias de funcionários de jornais desempregados, jornalistas desapropriados e proibidos de trabalhar e se sustentar. O jornalista Allan dos Santos se encontra exilado devido à perseguição política e policial desencadeada por um desses desdobramentos do "Inquérito do Fim do Mundo", que já é título de livro com análises de especialistas sobre sua inusitada ilegalidade e seus perversos efeitos sobre a combalida democracia brasileira. O consagrado jornalista investigativo Oswaldo Eustáquio foi torturado/espancado na Papuda e ficou paraplégico no período de sua prisão ilegal.

Não contentes com essas atrocidades, os membros do gabinete supremacista interferem no Poder Legislativo excluindo, substituindo líderes partidários, determinando suas pautas e legislando. A primeira interferência maciça no Legislativo foi o cancelamento autocrático da Lei do Voto Impresso, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Temer, seguido da atuação direta junto aos partidos e lideranças parlamentares para enterrar a PEC do Voto Impresso, exigência do povo brasileiro endossada pela imensa maioria dos parlamentares, enterrando a esperança do povo brasileiro em um sistema eleitoral transparente e auditável. 

Desde 2014, o povo sabe que não pode confiar em urnas que podem ser manipuladas pelos responsáveis pela contagem dos votos. Com a ostensiva perseguição e os constantes ataques verbais, escritos e pessoais dos membros do Tribunal Eleitoral ao presidente, a desconfiança sobre os responsáveis pela contagem dos votos é muito maior do que sobre a evidente vulnerabilidade das urnas ultrapassadas que ainda são utilizadas apenas no Brasil, Bangladesh e Butão. Lembremos que os países líderes em tecnologia como Alemanha, França, Holanda e vários estados dos EUA só confiam em voto em cédula de papel por conhecerem as vulnerabilidades dos mais modernos sistemas eletrônicos de voto.

Os comandantes do sistema eleitoral brasileiro, também membros do Gabinete Supremacista, tomam decisões e decidem nomeações que são prerrogativa do Executivo, promovem eventos no Brasil e no Exterior, inclusive com autoridades, diplomatas e meios de comunicação estrangeiros para atacar o governo do Brasil e seu presidente Bolsonaro.

Não passa uma semana sem que as instituições democráticas sejam atacadas pelo Gabinete. O presidente Bolsonaro é intimado a dar explicações em prazos urgentíssimos até sobre as comemorações dos 200 anos de Independência do Brasil. Constantemente é insultado com insinuações maliciosas sobre fantasiosos golpes e uma imaginária inclinação "fascista", e com campanhas publicitárias com esse tipo de insinuação ou mensagem subliminar.

O mais evidente golpe do GSO contra as instituiçõe democráticas, atualmente, é sua ostensiva proteção, leniência e omissão diante de reiterados crimes eleitorais do criminoso chefão da maior organização criminosa que saqueou e empobreceu o país por mais de uma década. O mesmo elemento que eles soltaram para lançá-lo candidato à presidência do país, ignorando todas as instâncias da Justiça e a própria jurisprudência e decisões anteriores do STF. 

Ficou muito evidente qual é a preocupação do povo e do presidente da República em relação às próximas eleições, ainda mais com urnas ultrapassadas e facilmente manipuláveis pelo próprio Tribunal Superior Eleitoral.