Como exemplo, Odebrecht sequer devolveu um por cento de tudo que a empresa superfaturou e desviou dos cofres públicos com a ajuda de Lula e Dilma e respectiva lacaiada milionária.
O povo continua na esperança, cada vez mais evanescente de um dia ver o retorno da Justiça e da Democracia. Esta também não virá nem com as próximas eleições, que continuarão manipuladas por urnas eletrônicas previamente programadas com o algoritmo malicioso instalado pela Smartmatic nos seus chips. A PEC do deputado Jair Bolsonaro, aprovada e sancionada em Lei do Voto Impresso, não será respeitada por Gilmar Mendes, o ministro do STF que virou a casaca e é o mais ativo Libertador de Corruptos e Bandidos da atualidade.
Enquanto isso, o mundo continua observando as ameaças cada vez mais explícitas à Democracia, à família Ocidental Cristã e capitalista. Por sorte, em alguns países estão surgindo governantes que reconhecem o perigo dessas ameaças e começam a tomar providências positivas contra o terror.
Alguns até fazem questão de cumprir promessas de campanha como o reconhecimento da necessidade de seus povos de progredir através de mais e melhores empregos numa economia com menos impostos (EUA) e de reconhecer a soberania de povos milenares e o desejo de paz e segurança dos povos ameaçados e oprimidos nos países conflagrados.









