As esquerdas aparentemente não aprendem com seus erros, até porque seu mapa mental indica que tudo desembocará no Socialismo, por bem ou por mal. Assim, o caos da segurança e da destruição do país e a desgraça do povo não são motivo para deixarem de apostar no "quanto pior, melhor".
Afinal, desde as vésperas da implantação do socialismo lulopetista, os 'tucanos' já preparavam o terreno para a posse de Lula, com o fisiologismo crescente e o início de diversos planos assistencialistas e socializantes.
Essa aliança entre o PT e o PSDB, desde suas origens, só tem se reforçado, culminando na farsa do semi-impeachment, ocasião na qual só se mudou de 'poste' de Lula e suspendeu-se alguns dos maiores esquemas de corrupção e desvio de dinheiro público - em especial o PeTrolão, BNDESão e similares já investigados pela Lava Jato - para salvaguardar o projeto de poder lulopetista.
Mas o projeto não saiu de pauta, e até vem sendo reforçado e implementado de forma mais rápida do que no governo do poste anterior.
Assim, a Medida Provisória de Dilma Rousseff do "programa Mais Médicos", que permitia o desvio de mais de 1 bilhão de Reais da Saúde por ano para a ditadura cubana, foi transformada em Lei ainda em 2016. Sancionada por Temer, a lei também exclui a obrigatoriedade de teste de conhecimento dos "médicos", o Revalida.
O Plano Nacional de Educação avança a passos largos com a unificação do programa escolar nacional das escolas, sem falar na ideologia já implantada até em exames como o Enem, e a obrigatoriedade, a partir de 2018, de se adotar a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) na Educação Infantil e Ensino Fundamental de todas as escolas públicas do Brasil.
A máquina pública, os governos municipais, estaduais e federal com respectivos legislativos e grande parte do Judiciário estão permeados de militantes e membros da facção lulopetista e associados.
O governo atual tem mantido posicionamentos favoráveis ou omissos em relação às ditaduras cubana, venezuelana, boliviana, chinesa, etc. e a organizações terroristas como as FARC, Hamas, etc. como demonstram os recentes votos em organismos internacionais e a doação à Autoridade Palestina concedida por Rodrigo Maia quando presidente interino.
Prova maior da continuidade do lulopetismo no poder é o fato de Lula continuar solto, impune, intocável e comandando tudo nos bastidores e ostentando esse poder em público, desafiando todas as autoridades com incitação ao ódio e ao caos.
Outra prova é o caos que levou ao pedido de socorro às Forças Armadas, e a total ausência de oposição - ou de partidos de direita.
O partido que nos vendem como "opositor" do irmãozinho PT, o PSDB, sempre defendeu Lula nos momentos mais críticos - desde sua primeira eleição até à eclosão dos processos do Mensalão e do Petrolão.
No início, seu líder Fernando Henrique Cardoso recomendou que o povo votasse em Lula, depois, recomendou que ele não fosse preso - o que garantiu sua fraudulenta reeleição - e agora implora que ele seja candidato ao invés de presidiário.
Na semana passada, Fernando Henrique Cardoso, chegou a sugerir que Luciano Huck, apresentador de TV que já desistiu de se candidatar, realmente seja candidato, só para dividir mais ainda os indecisos e reforçar a posição da divindade da seita petista que já deveria estar na cadeia.
21.2.18
16.2.18
Finalmente, a Intervenção Militar que o povo pediu?
Em todas as maciças manifestações do povo brasileiro realizadas desde 2015 contra o desgoverno criminoso lulopetista que resultaram no impeachment, boa parte da população presente pedia Intervenção Militar.
O impeachment, aliás, foi 'meia-boca', pois o presidente do STF, o petista Lewandowski, em conluio com o presidente do Senado Renan Calheiros, garantiu que a impostora continuasse, ao arrepio do artigo 52 da Constituição, com seus direitos políticos, uso exclusivo (por 6 meses) do palácio de governo, e rendimentos, grande séquito de assessores e seguranças, viagens internacionais com comitivas de fazer inveja a 'sheiks' do petróleo por tempo indeterminado, tudo pago com o dinheiro do povo.
No caso dessa Intervenção Militar, infelizmente a versão também é limitada, ou 'meia boca'.
O impeachment, aliás, foi 'meia-boca', pois o presidente do STF, o petista Lewandowski, em conluio com o presidente do Senado Renan Calheiros, garantiu que a impostora continuasse, ao arrepio do artigo 52 da Constituição, com seus direitos políticos, uso exclusivo (por 6 meses) do palácio de governo, e rendimentos, grande séquito de assessores e seguranças, viagens internacionais com comitivas de fazer inveja a 'sheiks' do petróleo por tempo indeterminado, tudo pago com o dinheiro do povo.
No caso dessa Intervenção Militar, infelizmente a versão também é limitada, ou 'meia boca'.
- Primeiramente, é limitada ao Rio de Janeiro e não chega nem perto de Brasília.
- Segundo, porque não tira do poder o governador Pezão, indicado e apoiado por Lula, Dilma e o antecessor Sérgio Cabral, criminoso condenado e preso, ao contrário dos dois outros.
- A intervenção se limita à área da segurança, expondo as Forças Armadas a uma ação na qual não detém o comando total.
Mesmo assim, a providência era necessária - a rigor em nível nacional - e urgente. Apesar de ser parcial, precisa do apoio do povo e é uma primeira tentativa que precisa dar certo para provar que a Intervenção Militar é a solução para os demais problemas de segurança, criminalidade e impunidade.
Se a intervenção no Rio de Janeiro der certo, será a comprovação para a nação brasileira de que a Intervenção Militar Constitucional é a solução para acabar com o império do crime implantado no início deste século em nosso país, com a prisão do Chefão, sua corja e os milhares de aliados criminosos - dentro e fora dos presídios.
A intervenção, mesmo parcial, é bem-vinda, basta observar a reação de raiva, indignação e pavor dos traficantes, chefes do crime organizado, da Organização Criminosa filiada à facção castro-comunista internacional Foro de São Paulo auto-denominada Partido dos Trabalhadores e de seus membros no Legislativo, Judiciário, Executivo, ONGs, na grande mídia, nos meios acadêmicos e artísticos.
10.2.18
Prisão de Lula inevitável numa Democracia, sendo protelada e minada pelo obscurantismo
Surpreendeu o mundo a inexplicável disposição de um magistrado da mais alta corte do país em receber, em caráter de prioridade e urgência, a milionária bancada de advogados de Lula.
Além de pagar - com que dinheiro, de que origem, desviada de quem? - os mais caros advogados de Brasília, Lula agora contratou o ex-presidente do STF e notório jurista Sepúlveda Pertence, provavelmente o mais caro do Brasil (cobra de 10 a 50 milhões de Reais apenas para iniciar defesa de magnatas).
Resultado desse "investimento" instantâneo de dezenas de milhões: reunião imediata, nesta quinta-feira, com o ministro Fachin, relator da Lava Jato no STF, como se isso fosse normal, às vésperas de uma decisão sobre recurso de Lula para escapar da prisão.
Mais estranha ainda foi a reunião desse ministro do STF nesta sexta-feira, com Gilberto Carvalho, horas ou minutos antes de divulgar sua decisão que pouparia Lula de ser enviado à prisão mediante ordem do TRF4. Gilberto Carvalho é o sinistro membro da facção de Lula, a "República de Santo André", na qual se notabilizou como o "homem do carro preto", investigado no Caso Celso Daniel que até hoje não teve resolução mas somou mais de 7 assassinatos ou mortes suspeitas, principalmente de testemunhas, numa sequência que sugere uma "queima de arquivo".
Inexplicável numa democracia, o encontro do relator da Lava Jato no STF com uma figura do núcleo da facção de Lula que não é advogado mas investigado pela Lava Jato constante das listas da Odebrecht com o codinome "Seminarista" é mais um capítulo obscuro da atual realidade do Brasil.
Oficialmente fora do poder, o ex-presidente mais corrupto do mundo continua mandando nos 3 poderes do Brasil.
1.2.18
No dia histórico de 24 de janeiro de 2018
Em 24 de janeiro de 2018, Lula ganhou sua merecida reconfirmação da condenação pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, desta vez na 2ª instância, em sentença proferida pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região em Porto Alegre. Esta foi a primeira sentença de uma série de 7 processos em que Lula é réu por crimes consubstanciados no Código Penal Brasileiro.
No mesmo dia em que Lula foi condenado em segunda instância, com pena aumentada de 9 anos e 6 meses para 12 anos e um mes, seu imenso séquito de advogados entrou com 2 habeas corpus, no STJ e no STF.
A cena mais cômica do julgamento histórico de 24 de janeiro foi a das cochiladas do advogado de Lula, Geoffrey Robertson, um dos mais renomados e caros do mundo.
De nada adiantou Lula gastar uma fortuna com advogados, inúmeras suítes no hotel Sheraton de Porto Alegre, vôos em jatinho de compadre (ou sócio ou laranja) empresário, pois a pena dele só aumentou, e O MUNDO INTEIRO está perguntando POR QUE AINDA NÃO FOI PRESO.
Mas o SHOW do dia ficou por conta do jovem estudante de Direito, escritor, colunista e membro do MBL Kimoshito Kataguiri, mais conhecido como Kim Kataguiri.
Convidado pelo radialista Juremir Machado para um debate na rádio Guaíba no mesmo dia 24, Kim não sabia que para confrontá-lo foram convidados dois "pesos pesados" da esquerda: uma feminista "filósofa" e o ex-governador e temido mandachuva do Paraná Roberto Requião, mais conhecido como Maria Louca em seu estado.
Sem que os convidados soubessem quem mais participaria do debate, a primeira convidada, a doutora (!?!?) que escreveu o livro "Como dialogar com um Fascista" Márcia Tiburi entrou no estúdio da rádio, foi cumprimentada por Kim com um beijinho na face, sentou-se e repentinamente teve um ataque histérico, como se possuída por um espírito "abjeto" (termo que acabara de utilizar para caracterizar o nobre e honesto desembargador relator do TRF 4).
Reconheceu Kim como um "fascista" do MBL, o equivalente a Jack o Estripador no imaginário ultra-esquerdista. Levantou-se gritando, xingou o rapaz de "indecente", "perigoso", etc. invocando deusas e expressando seu medo de dialogar com alguém do MBL ("fascista", no imaginário da ultra-esquerda).
O convidado seguinte, "Maria Louca" Requião, surpreendeu-se com a presença de um não-esquerdista no programa da rádio gaúcha e logo agrediu e ofendeu o radialista, pois este certamente quebrou uma regra intocável, uma "dogma sagrado" da máfia vermelha.
Sem perdoar Juremir, ainda o acusou de o ter levado a uma "armadilha". Sem dúvida, obrigar um "macaco velho" da política a argumentar com um jovem idealista pode ser uma arapuca fatal.
Tentando "dar uma lição" de história e desqualificando o jovem, que ouviu educadamente sua preleção, Requião não esperava receber, em resposta, uma aula de Economia e História do "moleque".
Sentindo-se humilhado, tentou interromper brutalmente a aula de Kim, sendo advertido por este que ele tivera a delicadeza de ouvir sem interromper e esperava ser tratado com a mesma educação.
Sem argumentos além do velho artifício de desqualificar e ofender o adversário e apelar para o preconceito contra "japoneses", o decrépito político lulopetista tentou concluir seu discurso enaltecendo a produtividade. Pois não é que ele repetiu o mesmo argumento de Kim, que defendera a produtividade em sua aula de Economia?
Dois a zero com louvor para Kim Kataguiri, o "guerreiro ninja" do MBL.
No mesmo dia em que Lula foi condenado em segunda instância, com pena aumentada de 9 anos e 6 meses para 12 anos e um mes, seu imenso séquito de advogados entrou com 2 habeas corpus, no STJ e no STF.
A cena mais cômica do julgamento histórico de 24 de janeiro foi a das cochiladas do advogado de Lula, Geoffrey Robertson, um dos mais renomados e caros do mundo.
De nada adiantou Lula gastar uma fortuna com advogados, inúmeras suítes no hotel Sheraton de Porto Alegre, vôos em jatinho de compadre (ou sócio ou laranja) empresário, pois a pena dele só aumentou, e O MUNDO INTEIRO está perguntando POR QUE AINDA NÃO FOI PRESO.
Mas o SHOW do dia ficou por conta do jovem estudante de Direito, escritor, colunista e membro do MBL Kimoshito Kataguiri, mais conhecido como Kim Kataguiri.
Convidado pelo radialista Juremir Machado para um debate na rádio Guaíba no mesmo dia 24, Kim não sabia que para confrontá-lo foram convidados dois "pesos pesados" da esquerda: uma feminista "filósofa" e o ex-governador e temido mandachuva do Paraná Roberto Requião, mais conhecido como Maria Louca em seu estado.
Sem que os convidados soubessem quem mais participaria do debate, a primeira convidada, a doutora (!?!?) que escreveu o livro "Como dialogar com um Fascista" Márcia Tiburi entrou no estúdio da rádio, foi cumprimentada por Kim com um beijinho na face, sentou-se e repentinamente teve um ataque histérico, como se possuída por um espírito "abjeto" (termo que acabara de utilizar para caracterizar o nobre e honesto desembargador relator do TRF 4).
Reconheceu Kim como um "fascista" do MBL, o equivalente a Jack o Estripador no imaginário ultra-esquerdista. Levantou-se gritando, xingou o rapaz de "indecente", "perigoso", etc. invocando deusas e expressando seu medo de dialogar com alguém do MBL ("fascista", no imaginário da ultra-esquerda).
O convidado seguinte, "Maria Louca" Requião, surpreendeu-se com a presença de um não-esquerdista no programa da rádio gaúcha e logo agrediu e ofendeu o radialista, pois este certamente quebrou uma regra intocável, uma "dogma sagrado" da máfia vermelha.
Sem perdoar Juremir, ainda o acusou de o ter levado a uma "armadilha". Sem dúvida, obrigar um "macaco velho" da política a argumentar com um jovem idealista pode ser uma arapuca fatal.
Tentando "dar uma lição" de história e desqualificando o jovem, que ouviu educadamente sua preleção, Requião não esperava receber, em resposta, uma aula de Economia e História do "moleque".
Sentindo-se humilhado, tentou interromper brutalmente a aula de Kim, sendo advertido por este que ele tivera a delicadeza de ouvir sem interromper e esperava ser tratado com a mesma educação.
Sem argumentos além do velho artifício de desqualificar e ofender o adversário e apelar para o preconceito contra "japoneses", o decrépito político lulopetista tentou concluir seu discurso enaltecendo a produtividade. Pois não é que ele repetiu o mesmo argumento de Kim, que defendera a produtividade em sua aula de Economia?
Dois a zero com louvor para Kim Kataguiri, o "guerreiro ninja" do MBL.
Assinar:
Postagens (Atom)








