No Brasil do PT não existem mais partidos de direita nem de centro, apenas de esquerda, sendo que a maioria é comprada através do mensalão e esquemas similares.
Os poucos partidos que não foram comprados pelo PT são o PSDB, o DEM e o PPS e eventualmente algum partido nanico que eu tenha esquecido.
O PSD - Partido Sem Definição - do Kassab foi criado para cooptar dissidências da oposição, sempre pagas com mensalão ou cargos, como é o caso do vice-governador traidor e ministro lulodilmopetista Guilherme Afif Domingos, um ovo da serpente no ninho tucano do estado-locomotiva SP.
Gostando ou não, o partido de oposição mais relevante - portanto inimigo mortal do PT de Lulla e sua corja - é o PSDB, partido esquerdista mas não criminal.
Sempre que o objetivo é enfraquecer o PSDB em São Paulo, principalmente perante o setor produtivo, aparece o paladino da dubiedade empresarial, favorito de Dirceu nas eleições da FIESP no início do desgoverno Lulla, o ex-recém-socialista e sem-indústria Paulo Skaf.
Excetuando-se momentos de lucidez ou de submissão aos fatos e à vontade inquestionável das classes produtoras e produtivas, como foi a campanha contra a famigerada CPMF, a gestão de Skaf diante da maior federação empresarial do Brasil poderia ser denominada o esquife do crescimento industrial. Certamente não por culpa dele mas pela sua conivência diante do enterro da indústria no altar bolivariano de colonização chinesa que são parte do "Projeto" de Dirceu, Lulla e do Foro de São Paulo fundado por este último e por Fidel Castro em 1990.
Depois de ter sido candidato pelo partido socialista brasileiro para concorrer com outro tucano anos atrás, Skaf cambiou-se para o PMDB.
Paulo Skaf nunca dirigiu uma indústria, mas vivia dos aluguéis de galpões da indústria de seu pai, fechada 12 anos antes de ele se candidatar à presidência da FIESP. Fiel ao lullopetismo, deixou o PSD de Eduardo Campos porque este partido saiu da base aliada do PT com a candidatura do governador pernambucano à presidência da República em oposição à candidata-poste do lullopetismo. Um partido de um "traidor" que deixou a base lullopetista para concorrer com sua eterna eleita Dilma Doussieff não merecia a filiação de Skaf.
Este ano, repete-se o ritual. Para enfraquecer a candidatura tucana do favorito Geraldo Alckmin, Skaf vai à luta e desfila o ódio e a inveja do PT em relação a São Paulo, com roupagem "empresarial" de um sem-indústria a serviço do lulopetismo.
Paulo Skaf candidato 2014 após implante à la Dirceu, Maluf e Renan,
portanto ao estilo dos aliados do lullopetismo
















