30.8.14

Skaf o eterno boi de piranha do PT


No Brasil do PT não existem mais partidos de direita nem de centro, apenas de esquerda, sendo que a maioria é comprada através do mensalão e esquemas similares.
Os poucos partidos que não foram comprados pelo PT são o PSDB, o DEM e o PPS e eventualmente algum partido nanico que eu tenha esquecido.
O PSD - Partido Sem Definição - do Kassab foi criado para cooptar dissidências da oposição, sempre pagas com mensalão ou cargos, como é o caso do vice-governador traidor e ministro lulodilmopetista Guilherme Afif Domingos, um ovo da serpente no ninho tucano do estado-locomotiva SP.
Gostando ou não, o partido de oposição mais relevante - portanto inimigo mortal do PT de Lulla e sua corja - é o PSDB, partido esquerdista mas não criminal.
Sempre que o objetivo  é enfraquecer o PSDB em São Paulo, principalmente perante o setor produtivo, aparece o paladino da dubiedade empresarial, favorito de Dirceu nas eleições da FIESP no início do desgoverno Lulla, o ex-recém-socialista e sem-indústria Paulo Skaf.
Excetuando-se momentos de lucidez ou de submissão aos fatos e à vontade inquestionável das classes produtoras e produtivas, como foi a campanha contra a famigerada CPMF, a gestão  de Skaf diante da maior federação empresarial do Brasil poderia ser denominada o esquife do crescimento industrial. Certamente não por culpa dele mas pela sua conivência diante do enterro da indústria no altar bolivariano de colonização chinesa que são parte do "Projeto" de Dirceu, Lulla e do Foro de São Paulo fundado por este último e por Fidel Castro em 1990.
Depois de ter sido candidato pelo partido socialista brasileiro para concorrer com outro tucano anos atrás, Skaf cambiou-se para o PMDB.
Paulo Skaf nunca dirigiu uma indústria, mas vivia dos aluguéis de galpões da indústria de seu pai, fechada 12 anos antes de ele se candidatar à presidência da FIESP.  Fiel ao lullopetismo, deixou o PSD de Eduardo Campos porque este partido saiu da base aliada do PT com a candidatura do governador pernambucano à presidência da República em oposição à candidata-poste do lullopetismo. Um partido de um "traidor" que deixou a base lullopetista para concorrer com sua eterna eleita Dilma Doussieff não merecia a filiação de Skaf.
Este ano, repete-se o ritual. Para enfraquecer a candidatura tucana do favorito Geraldo Alckmin, Skaf vai à luta e desfila o ódio e a inveja do PT em relação a São Paulo, com roupagem "empresarial" de um sem-indústria a serviço do lulopetismo.

Paulo Skaf candidato 2014 após implante à la Dirceu, Maluf e Renan,
portanto ao estilo dos aliados do lullopetismo


26.8.14

Antônio Ermírio


O Brasil perde mais um grande brasileiro. Depois dos escritores João Ubaldo Ribeiro, Ariano Suassuna e Rubem Alves, agora o grande realizador, patriota, empreendedor, dramaturgo e benemérito Antônio Ermírio de Moraes. Honesto a ponto de não se enquadrar no jogo político após candidatura a governador do estado de São Paulo, Antônio Ermírio possuía uma franqueza autêntica, avesso a conchavos ou interesses que não fossem pelo bem, crescimento e dignidade da nação brasileira.
Pela sua honestidade, bateu de frente com Maluf e outros atuais aliados do PT e das esquerdas comprometidas com a corrupção, desde a época de Quércia, que como Lulla foi eleito como candidato das esquerdas "progressistas".

17.8.14

Foi a Dilma


Como no caso dos apupos de baixo calão que surgiram espontaneamente nos estádios rebatizados de "arenas" a cada vez que o nome ou a imagem da presidentA aparecia, no dia 13 de agosto aconteceu outro fenômeno espontâneo de massas que inicialmente reflete apenas o estado de ânimo (ou desânimo), ou o desabafo do povo.
As palavras que lideraram o Twitter naquela fatídica quarta-feira foram #Eduardo Campos e... Foi a Dilma. Estas últimas 3 palavras não tinham # (hashtag), portanto não caracterizaram uma ação sincronizada de grupos ou comunidades das redes sociais. Consequentemente, foram espontâneas como o sentimento do povo pernambucano a respeito do inesperado acidente que vitimou o candidato presidencial Eduardo Campos.
Teorias da conspiração, boatos e difamações à parte, diversos fatos começaram a tornar muito turva a elucidação do tal acidente aéreo, que inicialmente parecia ter sido causado pelo evidente mau tempo daquele fatídico dia 13 de agosto.
Dia considerado de festa para o PT, que comemorava o aniversário de Fidel Castro, o Comandante Máximo da organização instalada no poder central do Brasil desde 2003, também foi o dia em que o "herói" dos Mensaleiros e (ex?)-terrorista José Genoíno recebeu sua liberdade definitiva por ter "cumprido" um sexto de sua pena em mansão de Brasília e idas e vindas à Papuda.
E, em silêncio, por trás de lágrimas de crocodilo e condolências formais, a facção regozijou com a perspectiva de uma vitória da postA no primeiro turno.
Mito ou fato, no imaginário popular - aquele que, segundo o presidente vitalício e o respectivo marqueteiro João Santana, interessa mais do que os fatos para o projeto de poder do PT - hoje replica as três palavras acima.

Devem ser investigados os motivos das alterações e dos vetos na lei sancionada por Dilma tornando as investigações de acidentes aéreos sigilosas: Lei 12.970 de 8 de maio de 2014:
e o respectivo projeto de lei anônimo, de "autoria" do PMDB do Piauí.
 http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=377306   
e o parecer do Procurador da República Rodrigo de Grandis sobre a inconstitucionalidade dessa lei
Procurador alerta que Lei do Sigilo para acidentes dificulta investigação criminal
http://www.folhapolitica.org/2014/08/procurador-alerta-que-lei-do-sigilo.html?spref=tw

Também são dignos de análise:
  • o estranho fato de não haver gravação recente na caixa preta do jato
  • o ministro da defesa petista Celso Amorim, de passado político conhecido, transferir ao comandante da Aeronáutica Juniti Saito a responsabilidade pelas investigações sigilosas conforme a lei acima e este afirmar que "não estamos escondendo nada" (defendendo-se de uma acusação que ainda não fora feita)
  • as diversas informações contraditórias divulgadas e desmentidas durante a apuração da tragédia, a começar pela suposição inicial de tratar-se de helicóptero e não de avião, boatos sobre eventual "cansaço" do experiente piloto, explosão relatada por diversas testemunhas e abafada inicialmente na mídia
  • o "desabafo" sinistro do presidente de facto sobre a candidatura de Eduardo Campos, publicado por militantes lulopetistas em abril https://www.youtube.com/watch?v=CDTO9wqQ--Y  e Lula dizendo que "eles não sabem do que nós somos capazes" https://www.youtube.com/watch?v=zeNZ4VTzens
  • a campanha de difamação e desconstrução de Eduardo Campos promovida pelos sites do PT e pela esgotosfera bolsista dos MAVs, os militantes virtuais do regime lulopetista, https://www.youtube.com/watch?v=C1qTIzpIo6M e
  • principalmente as denúncias e propostas de governo do candidato à Presidência que o Brasil perdeu: http://www.folhapolitica.org/2014/08/palacio-do-planalto-virou-comite.html,  em especial o episódio em que o governo de Pernambuco prendeu 4 agentes da KGB de Dilma que espionavam o candidato: http://www.folhapolitica.org/2014/08/quatro-agentes-da-abin-foram-presos-por.html.



Foi confirmada a presença, numa encenação no mínimo hipócrita depois de tudo que destilaram contra o falecido candidato, de Lula, Dilma e 5 ministros do desgoverno lulopetista na cerimônia fúnebre do jovem político dissidente.


Atitudes da facção no poder por ocasião da queda do vôo 3054 da TAM em junho de 2007, por ocasião da divulgação de factóide que "livraria" a responsabilidade do desgoverno lulopetista sobre a tragédia. Entre as vítimas, estava o deputado Júlio Redecker, um dos principais denunciantes do Mensalão.


Parece que o povo não está mais engolindo o cinismo da falange das trevas, e que as três palavras do título acima refletem o sentimento geral, se não uma acusação direta, mas certamente a percepção popular de que a tragédia seria desejo da facção do poder. Para evitar constrangimentos (os já famosos apupos entalados na garganta), o povo certamente será mantido longe do enterro.

3.8.14

Atentado à segurança aérea


O novo mote da baixaria petista eleitoral é acusar os seus adversários (taxados como "inimigos do Brasil") de "atentado à segurança aérea". Tal artifício está alinhado com a tática de acusar os outros daquilo que os próprios petralhas fazem.
Além dos vôos indecentes de seus ministros e parentes com jatos da FAB e outras aeronaves, a própria "criatura" de Lulla tem utilizado helicópteros do Corpo de Bombeiros e das Forças Armadas, que deveriam ser utilizados no resgate de famílias vítimas de enchentes, ou no patrulhamento de nossas estradas e fronteiras desguarnecidas.
Isso é atentado à segurança aérea e à segurança dos brasileiros em geral.
Além desses flagrantes atentados devido aos rotineiros usos e abusos da corja lulopetista, o seu expoente maior - o poste sem exercício do presidente de facto - ainda impede os pilotos e oficiais de realizarem resgates de famílias em risco, contribuindo, assim, deliberadamente para o objetivo de "acabar com a pobreza" no Brasil. Como no caso dos Maus Médicos, pelo extermínio daquela.
Com a queda do fantoche de Lulla nas pesquisas, os Petralhas estão em polvorosa e os MAVs e mídia golPETISTA em plantão devido à rejeição recorde da postA do Brasil.

2.8.14

Diplomata de Israel errou quanto ao "anão diplomático"

Dilma se derrete e confraterniza com ditadores da Rússia e da China. Solidários no totalitarismo.
O (sub)assessor "especial" de Dilma, Marco Aurélio Garcia, vulgo "Top Top" da tragédia do vôo da TAM que deixou 199 vítimas fatais da inépcia, corrupção e podridão da ANAC petista, é representante do desgoverno petista junto às FARC - organização terrorista que sequestra, assassina e estupra o povo colombiano há 50 anos e quer ser respeitado como partido político apesar de sua principal atividade econômica ser o tráfico de drogas, armas e reféns. 
Esse não-diplomata e assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais e representante do desgoverno petista junto às FARC, chamou de "sub do sub do sub do sub do sub" o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor. 
Sim, aquele diplomata que disse lamentar que o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um “anão diplomático”.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel errou, pois não é o Brasil, mas o desgoverno PT é  que é um anão diplomático. 
E errou por excesso de eufemismo: o desgoverno petista é antes de tudo um anão moral.
Dilma foi uma péssima anfitriã na abertura e no fechamento da Copa - ao contrário do hospitaleiro e simpático povo brasileiro que salvou nosso país de um vexame internacional com obras do PAC desabando ao lado da "arena", infraestrutura, estradas, portos e aeroportos sucateados.


Mas a fantoche do presidente de facto, o Câncer do Brasil, se derreteu em sorrisos, abraços e gestos de carinho diante de tiranos cruéis como o assassino Raúl Castro, Pútin e Xi, além dos lacaios bolivarianos de Castro.

 
Foto histórica registrando o assassinato de camponês condenado como "burguês".


Foto pós-Copa 2014 com Dilma confraternizando com seus colegas ditadores Castro, Bouterse e Maduro.

O poste (ou criatura, como Lula a chama) realizou encontros secretos com Castro e Maduro na intimidade da residência presidencial da Granja do Torto e fez questão de omitir esses eventos da agenda oficial e da imprensa, dando margem a especulações sobre o tipo de conluio, conspiração e contravenção que motivaria esse segredo absoluto.
O anão diplomático de Lula e Dilma tem apoiado as piores ditaduras do planeta, não expressou qualquer apoio aos direitos humanos nesses países. Lula comparou o dissidente cubano Zapata Tamayo - vítima fatal da ditadura cubana - com presos comuns, quando de sua visita a Cuba em 2007 na data da morte de Zapata.

A anã-mor se prestou ao papel ridículo de difundir uma "teoria da conspiração" segundo a qual a vítima hipotética do míssil russo que derrubou o avião da Malaysia Airlines com 298 vítimas sobre o território ucraniano teria sido o próprio ditador Pútin.
Caracterizando aviltante ingerência na soberania dos povos, Lula patrocinou descalabros como uma doação inicial de R$ 25 milhões para o grupo terrorista Hamas - dinheiro gasto em mísseis lançados sobre Israel. Agora, a nanodiplomacia lulopetista critica a reação "desproporcional" do governo daquele país contra os mísseis financiados com o dinheiro do povo brasileiro. Depois de financiar a escalada do terror na Palestina, finge surpresa diante da violenta reação militar.