29.9.13

Espionagem é especialidade de Dilma Doussieff





A araponga que fez um "dossiê" típico do formato lulopetista, impregnado de insinuações e vazio de conteúdo, para difamar Ruth Cardoso agora posa de indignada e faz discurso 'viril' contra a espionagem dos EUA.
Rousseff, na época apelidada de Doussieff, baixou informações sobre os gastos do Planalto que eram públicas e divulgadas na Internet com a transparência da época, no governo FHC.
É ridículo, seria cômico se não fosse trágica a situação de um país refém de uma quadrilha que já desmontou todas as instituições democráticas e exige honestidade e transparência - coisas que lhe faltam - de governos distantes.
O regime lulopetista espionou até contas de poupança de caseiros, espiona e persegue jornalistas e brasileiros que não se dobraram à latrocracia instalada pelo PT e premia seus associados com altos cargos e salários, ou com privilégios em programas sociais e habitacionais.
O último escândalo é a comprovação de que as "associações" - que o desgoverno nomeia através de seu Ministério das Cidades para definir critérios de aprovação e distribuição de imóveis do programa Minha Casa Minha Vida - são dirigidas por petistas e exigem e participação em invasões e eventos organizados pelo PT, além de militância e presença em reuniões políticas para que as famílias recebam imóveis pelo referido programa.
Não há uma semana em que não se tenha pelo menos 3 escândalos do PT. Outros dois escândalos se referem a petista do CADE, e a novo caixa dois envolvendo pagamentos ilegais de cabos eleitorais de Dilma, só para citar os primeiros 3 escândalos da latrocracia na semana passada.
Sem conseguir apagar os gigantescos vestígios de uma década perdida, o IBGE e institutos aparelhados pelo PT divulgam números contraditórios tentando comprovar "crescimento" de renda apesar da estagnação econômica, e acabam aparecendo verdades como o aumento do analfabetismo (na contramão do mundo) e da desigualdade social (aumento de renda dos ricos - provavelmente turbinada pela multiplicação dos 'lulinhas' do PT, ao contrário da dos humildes) e da diferença entre salários de homens e mulheres.
Além da criminalidade e impunidade, que bate recordes estratosféricos e níveis nunca antes vistos no Brasil.
Mas a propaganda nazi-petista respaldada por "pesquisas" de opinião compradas e pela mídia chapa-branca insistem que a "popularidade" do desgoverno é similar àquela que Médici possuía nos anos 70 e que Hitler possuía quando estava no poder com seu Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores.

21.9.13

Fim da democracia, consagração do regime de exceção lulopetista

Com uma frase preconceituosa e arrogante, o decano e até então respeitadíssimo ministro Celso de Mello, um dos poucos que não é da facção lulopetista escolhida e monitorada por Lula e Dirceu no STF, enterrou o Estado de Direito, implantando a infringência, o desrespeito e a perversão da Lei e da Constituição.
A classificação "paixões exacerbadas das multidões" de Celso de Mello denota o desprezo pela justa indignação dos brasileiros contra a corrupção e impunidade reinantes. É uma postura arrogante diante do clamor popular pela honestidade, pelo resgate do Estado de Direito no Brasil, julgando que são exacerbadas e não legítimas essas "paixões" históricas do povo brasileiro.

A chicana que o ministro sobrepôs à Constituição já explica sua intenção em seu próprio nome: embargos infringentes são recursos para infringir a Lei e a Justiça. Obrigado Celso de Mello e obrigado aos defensores do PT no STF!
A aprovação dos embargos infringentes (recursos que infringem a Constituição e a Lei) permitindo eternas revisões de sentenças por magistrados subservientes ao lulopetismo é a consolidação final da ditadura populista sindical, cada vez mais alinhada às mais sórdidas ditaduras mundiais, como a de Cuba, Irã, Coréia do Norte, China, Suriname e Venezuela. Ditaduras nas quais o crime organizado, o narcotráfico, o terror e/ou fanatismo são aceitos e apoiados. O crime e a impunidade da casta do poder são indicadores da vigência do socialismo bolivariano do século 21, castrismo, lulopetismo, sandinismo e outros radicalismos.

Os membros da organização criminosa que se apoderou do Brasil estão em festa, e nem disfarçam mais seu imundo sectarismo, racismo e nazi-petismo, destilando seu ódio e sua inveja em relação à competência, honestidade e sabedoria de Joaquim Barbosa e de todos que lutam pela dignidade de nosso país:


Lamentavelmente o Brasil, cuja economia estagnou em 2002 e que poderia ter dobrado - como os demais países emergentes - nesses 11 anos de regime de exceção populista, não tem mais perspectivas de sair dessa armadilha gramsciana pelas vias institucionais.
É esperar o gigante acordar sem medo da militância lulogolpista infiltrada, sem medo de buscar um Brasil melhor. 

9.9.13

Indignação ou medo da descoberta?

Se houvesse alguma inteligência por trás dos serviços de 'inteligência' dos EUA, teriam descoberto que o regime lulopetista que oprime o Brasil desde 2003 através da corrupção presta irrestrito apoio político, financeiro e estratégico a outros regimes ditatoriais, criminais e narcotraficantes da América bolivariana, da África, Ásia e Oriente Médio.
O editorial do Estadão desse domingo dá uma noção da enrascada moral, política, estratégica e social em que nosso povo se meteu ao não exigir o 'impeachment' do Imundo em 2005: "Vexame na Unasul" de 8 de setembro de 2013.
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,vexame-na-unasul-,1072485,0.htm

Dilma rezando a cartilha dos narcocompanheiros bolivarianos da UNASUL, às vésperas do ex-Dia da Independência
Se inteligência houvesse na espionagem dos EUA à Petrobrás, teriam descoberto os desvios de bilhões perpetrados por Lula e Dilma, e o endividamento recente da estatal, maior até do que aquele contraído pelo ministro Delfim Netto durante o regime militar e que manteve o Brasil cativo de juros abusivos por décadas. 
Teriam descoberto a farsa do Pré-Sal, réplica quase mil vezes amplificada da Paulipetro do ex-governador Paulo Salim Maluf.
Mas como espião e espionado não podem se expor, fica a nítida impressão de que a indignada fantochA de Lula está é com grande medo da repercussão que qualquer revelação sobre as espionagens pudesse ter.
Este regime cleptocrático perverteu as instituições e transformou o Brasil em filial da China comunista e satélite do regime cubano. 
O regime lulopetista fez a participação da outrora pujante indústria brasileira cair para 13% do PIB, níveis anteriores a 1955, época de nossa industrialização. 
Após uma década perdida de hegemonia lulopetista bolivariana, o Brasil consegue ser o único país emergente com indústria decrescente.
Além dos recordes históricos e mundiais de corrupção, criminalidade, impunidade, endividamento interno e externo, arrecadação e carga tributária, o lulopetismo conseguiu a façanha de transformar o Brasil - pela primeira vez na história - em importador de gasolina. Cabe ressaltar que antes mesmo de produzirmos o primeiro automóvel, já éramos autossuficientes em gasolina, combustível que nunca precisou ser importado antes do petismo quebrar a Petrobrás.
Obama e seu governo devem explicações ao povo brasileiro. A vítima também quer saber o que descobriram sobre a corja que se encastelou no Planalto.

E o projeto do chefe oficial da quadrilha do Mensalão continua de vento em popa. Após o susto das manifestações espontâneas e generalizadas de junho, o Câncer do Brasil conclamou a militância PTralha com todos os seus tentáculos armados, ilegais, sindicais e venais para ir às ruas prestar apoio ao Poste (ou PostA?) e desmoralizar a real revolta popular contra o regime lulopetista.
Uma carta da esclarecida observadora Mara Montezuma Assaf resume nosso sentimento após a 'neutralização' das manifestações populares pelo regime PTralha: 

Socorro...

Agora é definitivo: os agora "muy" pacatos e ordeiros sindicalistas, o grupo social da Igreja do Grito dos Excluídos pela "paz" ( qual paz e para quem?), os comunistas radicais bem articulados do Movimento Passe Livre, os mascarados e violentos dito anarquistas do Black Blocs e os participantes mascarados do Anonymous retomaram a posse das ruas. Graças à violência sempre manifesta, o povo ordeiro foi intimidado  e convencido a não comparecer às manifestações do 7 de setembro. Ponto para o governo lulopetista de Dilma Rousseff, para os intelectuais e artistas , e principalmente para Caetano Veloso, o "muso" dos Black Blocs. As ruas do país são deles e o Brasil é do PT e ponto final, pois nem as urnas nos garantem , visto não comprovarem o voto mediante simples impressão do mesmo. Tal como Chapolin Colorado, eu pergunto: quem poderá nos defender?
Mara Montezuma Assaf

1.9.13

Reunião dos governos criminais no Suriname

A presidentA-poste Dilma, indiferente aos problemas do Brasil, viajou mais uma vez às custas do dinheiro do povo brasileiro, desta vez até o Suriname, para pedir a "bênção" de seus pares bolivarianos na reunião da Unasul.
Naquela ex-colônia holandesa, hoje uma região sem lei dominada pelo narcotráfico, Dilma beijou os pés de Evo Morales que humilhou o Brasil expulsando famílias de agricultores brasileiros da Bolívia, confiscando refinarias da Petrobrás e revistando aviões oficiais do governo brasileiro como se fossem de bandidos.

Dilma comprova que é contra o Brasil e os brasileiros, pois submete o país aos ditames da ditadura castrista, bolivariana e comunista dos ditadores da América Latina e sujeita o povo humilde a agentes do regime cubano no exercício ilegal da medicina.
O desgoverno lulopetista que transformou o Brasil em uma ditadura monitorada por Havana, demonstrou seu desprezo e sua discriminação em relação aos pobres do Brasil, dividindo a população em 3 castas:

  • para a elite petista e associados, o Hospital Sírio Libanês,
  • para os brasileiros de estados mais desenvolvidos, os hospitais estaduais ou o SUS
  • para a crescente massa de brasileiros abaixo da linha de pobreza, agentes cubanos em regime de servidão sem recursos e sem validação de qualquer 'diploma' que porventura tivessem.

Assim, com os mesmos propósitos que Hitler tinha de acabar com os "problemas" (exterminando-os) e de construir uma Alemanha melhor, Dilma e Lula (que nunca deixou o poder, como a Posta confessou) alegam que vão acabar com a pobreza, implantando gradativamente o regime socialista bolivariano castrista rumo ao comunismo internacional, um "Brasil melhor".
Simbolismo máximo para a arrogância e hegemonia criminal do grupo que hoje domina boa parte da América Latina é a imagem dos fantoches do bolivarianismo castrista assistindo com escárnio ao discurso do papa Francisco contra as drogas, na praia de Copacabana.
Da direita para a esquerda, Désiré Bouterse, condenado por narcotráfico internacional, Evo Morales, líder cocaleiro, Cristina Kirchner e Dilma Rousseff.