O regime lulopetista perdura até hoje porque o "seu STF" dedicado e a grande parcela do Legislativo pertencente à mesma ideologia e seus associados de corrupção não aceitam os resultados das eleições de 2018 nem permitem que o presidente eleito governe o país, por este não adotar a corrupção como ferramenta.
A inversão de valores iniciada em 2003 com o regime lulopetista está chegando ao patamar de inversão da lógica profetizada por George Orwell em sua distopia "1984".
O que mais inquieta nessa situação é a ausência do Estado de Direito, e a persistência de uma aberração jurídica na qual a referida corte assume o papel de vítima, promotor, investigador, advogado e juiz.
Esse regime de facto é caracterizado pelas situações de confisco, sofrimento, humilhação, tratamento degradante e violência que envolveram os alvos do inusitado “Inquérito do Fim do Mundo”.
Esses alvos incluem humoristas, um deputado federal, jornalistas
(já há jornalista no exílio), e influenciadores, como é o caso da jovem mãe que
foi ameaçada pelas colegas de cela até leva-la a uma crise nervosa, e o premiado
jornalista (e ex-dirigente sindical) Oswaldo Eustáquio, preso às vésperas do
Natal, tornado incomunicável e que ficou paraplégico sob os cuidados do Estado/STF.
Proibido de trabalhar e se comunicar por qualquer
meio, ele está impedido de receber o tratamento e os exames necessários devido
à tornozeleira, cuja retirada o STF impede até para a realização
de exames.
O caso de Oswaldo Eustáquio chegou perto do desfecho fúnebre – e não é improvável que ainda aconteça - por ele ter investigado membros do STF em matéria jornalística similar a outra da revista Crusoé que motivou censura. Uma recente revelação da esposa do jornalista dá conta de tortura e espancamento sofrido por ele na Papuda, fato em investigação pelo Ministério Público e solenemente ignorado pela mídia hegemônica.
As prisões ilegais por motivos políticos reinauguram a figura de presos políticos no Brasil, lembrando vivamente episódios como o de Vladimir Herzog, o também premiado jornalista, Vlado.
As investigações correspondentes ao ilegal inquérito do Fim do Mundo foram realizadas exaustivamente e encerradas pela Polícia Federal com a conclusão inequívoca de que não houve qualquer crime por parte dos acusados. Isso não impediu que os carrascos mantivessem ilegalmente suas vítimas em cativeiro ou prisão domiciliar com tornozeleiras, humilhação: continuam incomunicáveis e privados de seus meios ao trabalho e à sobrevivência.
A enxurrada de fake news, factóides, insultos e difamação sistemática da mídia hegemônica não nos dão tempo de exercer uma crítica realista a erros ou negligências do governo federal.
Se a pauta difamatória não dominasse, teríamos espaço para comentar problemas sérios como a intolerável mortandade pela peste da China em virtude da proibição de tratamento do perigoso vírus por parte de governadores, prefeitos e "especialistas" que têm por objetivo aumentar e comemorar a elevação de vítimas inocentes dessa guerra biológica não declarada e de interesses golpistas e eleitorais.
Lamentaríamos a entrega das cabeças dos essenciais ministros da Saúde e das Relações Exteriores aos cães, a ausência de salvaguardas ao Brasil na regulação de novas tecnologias em áreas estratégicas como as telecomunicações, o silêncio e a imobilidade em relação aos abusos da facção ideológica do Judiciário mencionados acima.
Quando a pauta hegemônica permitir, criticaremos a relutância do governo em corrigir a tabela do Imposto de Renda, agora defasada em muito mais de 100%, onerando ilegalmente os assalariados.
Infelizmente, a pauta da mídia hegemônica e a ideologia das trevas dominam nosso país, calam até os médicos e estão matando cada vez mais, depois de engessar o governo federal que tentou se opor a elas.
Pelo menos o governo está garantindo a quinta colocação do Brasil entre as maiores potências mundiais em volume total de vacinas e vacinação.

