Censura através de pretextos dissimulatórios como
"marco regulatório", "controle social",
"regulamentação", etc. são a marca das ditaduras.
No Brasil, o regime lulopetista instalado em 2003 e mantido através do Mensalão - nova modalidade de corrupção em todos os níveis e poderes - já é uma ditadura fantasiada de regime "popular".
Não muito diferente da Coréia do Norte e China, ambas muito "populares", uma próspera e outra não. O PT está tornando o Brasil algo intermediário entre ambas.
No Brasil, o regime lulopetista instalado em 2003 e mantido através do Mensalão - nova modalidade de corrupção em todos os níveis e poderes - já é uma ditadura fantasiada de regime "popular".
Não muito diferente da Coréia do Norte e China, ambas muito "populares", uma próspera e outra não. O PT está tornando o Brasil algo intermediário entre ambas.
O PT declarou guerra ao Judiciário, em especial contra a pessoa do novo presidente do STF, apesar da docilidade com que seu núcleo foi tratado no julgamento do Mensalão. Apesar da objetividade, firmeza e por vezes até coragem dos magistrados, a Ação Penal 470 (julgamento do Mensalão, o único) deixou duas dúvidas cruéis:
- Primeiro, no início da ação, o promotor Gurgel e o relator Barbosa deveriam ter exigido o impedimento da dupla petista Toffoli e Lewandowski pelos óbvios vínculos com os réus, o partido-facção e o chefão. Não cabe a desculpa de que “atrasaria o processo” ou pretextos similares, pois a atuação dos dois prejudicou gravemente o julgamento, que poderia ter sido mais rápido e até unânime em vários casos.
- Segundo, a “dosimetria” levíssima para Dirceu e petistas em relação às penas justas que o relator recomendou e conseguiu para Valério e intermediários bancários. Pela mesma régua, Dirceu deveria ter recomendação proporcional de pena de 100 anos por parte de Barbosa, e não um décimo disso. E o sinistro "condenado", além de entregar um passaporte vencido em 2007 ao invés do atual, o que por si só justificaria elevação da pena por desacato, ainda sai de férias em praia particular e tem a desfaçatez de acusar o ministro Joaquim Barbosa de julgar movido pelo 'ódio' (?!?!). Sempre concluindo de si para os outros, o maquiavélico e inseparável companheiro de Lula ataca se fazendo de vítima.
Portanto, há diferenças entre os lacaios do regime lulopetista como Levandowhisky e ToffoliBocasuja) e os apenas simpatizantes do petismo, nomeados por Lula & Poste ou protetores deste dentro do STF e Ministério
Público. Estes últimos, mesmo sendo eleitores de Lula, como também é o caso de Joaquim Barbosa,
hoje são alvo da quadrilha do PT que quer anular o STF, o MP e a Constituição.
O que nos deixa mais revoltado é sabermos que o Poder Executivo seja dominado pelos que fomentam o ódio às leis, à Justiça e aos servidores que zelam pela Constitução. Como o ministro da Justiça que chora pelos bandidos e prefere a morte aos presídios, a ministra dos "Direitos Humanos"
que sequer lembra das famílias dos policiais covardemente assassinados, e um
sinistro ocupante do Palácio do Planalto, cúmplice do presidente de facto desde o Caso Santo André, que festeja o
fato de morrerem mais brasileiros em São Paulo do que morrem palestinos na
Faixa de Gaza.
Lamentável ver elementos como Gilberto CarValho rirem da desgraça dos brasileiros e continuarem no poder, impunes.
A organização criminosa mencionada pelo STF na Ação Penal
470 está no poder e no comando das FFAA,
da base alugada no Congresso e da grande mídia que sobrevive dos bilionários patrocínios federais e da milionária publicidade das estatais.
Importante ressaltar que tudo isso é parte do projeto de
poder da facção travestida de partido que, ao assumir o comando do país, editou
as leis de Lula que invalidaram a legislação contra crimes hediondos, dos anos
90. As duas leis de Lula deram as regalias de redução de pena e liberdade
condicional, regime semi-aberto, etc. aos bandidos de alta periculosidade. E o lulopetismo segue, desde 2003, a política de
desmonte e 'compra' dos 3 Poderes e FFAA, com a sistemática desmoralização das
forças policiais, do Ministério Público e do STF pelos mandatários da latrocracia.
E agora, como nas outras eleições, sob as ordens de cunho
eleitoral emandadas do chefe da facção, desta feita visando 2014 - a "campanha" começou mais cedo.





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