22.5.22

Também criticamos o Bolsonaro, não só a ditadura suprema

Para não falar só da ditadura absolutista suprema que rasgou a constituição e acabou com o estado democrático de Direito no Brasil, vamos também criticar Bolsonaro.

O Partido das Trevas e suas células instaladas no Absoluto Tribunal Federal, Comitê Superior Eleitoral, no Legislativo e na mídia hegemônica não se conforma com o voto popular e ataca o presidente eleito diariamente desde sua posse. 

Os ataques sórdidos da mídia dominante ao presidente Bolsonaro e os sucessivos atentados aos fatos graves e relevantes não nos permitiram expressar nossas críticas a outros poderes além daqueles que militam a favor do retorno do mais corrupto presidente da história ao poder.


Portanto, vamos também falar de Bolsonaro: 

  1. ao contrário de suas promessas de campanha, o governo federal não corrigiu a tabela do Imposto de Renda da voraz Receita Federal, cuja defasagem acumulada nos desgovernos lulopetistas já superava os 100% (CEM POR CENTO), aumentando ainda mais a imoral carga tributária.
  2. não impediu a entrada nem restringiu a expansão de empresas estatais de ditaduras comunistas em leilões e privatizações no Brasil nas áreas de tecnologia 5G, administração portuária e energia.
  3. Os escandalosos fundos eleitoral e partidário inexistentes em democracias tiveram sua perversa verba aumentados em vários e inexplicáveis bilhões de reais, dinheiro espoliado do contribuinte que faltará para a saúde, segurança e demais serviços públicos,
  4. O salário mínimo teve seu aumento pelo PIB retirado em 2020, limitando a correção apenas ao INPC, prejudicando os trabalhadores e aposentados.

Sabemos que as decisões do governo federal também dependem dos poderes Legislativo e Judiciário e, quando acertadas, costumam ser anuladas ou alteradas pelos mesmos. Entretanto, ausência de reação, providências legais ou decisões para mitigar o prejuízo levam ao estado de coisas atual. Uma primeira reação positiva foi a graça concedida pelo presidente a um dos parlamentares perseguidos pela facção extremista do Judiciário, que poderia ser complementada por um indulto a todas as vítimas das aberrações jurídicas iniciadas com o sinistro Inquérito do Fim do Mundo.

A excelente gestão das finanças (coibindo e evitando desvios e corrupção, política que não se via desde a gestão Itamar ou militar) e da economia, com retomada do PIB e elevação do índice Bovespa enquanto as maiores economias registraram quedas nas últimas semanas, colocou o Brasil como maior protagonista mundial na atração de investimentos permanentes, de fornecedor estratégico de commodities e alimentos apesar de 2 anos de pandemia e meses de uma guerra no Leste europeu.

Apesar da desinformação sistemática praticada por militantes da grande mídia, parte da academia, "institutos de pesquisa" e principalmente pela esgotosfera lulopetista (MAVs do PT), o Brasil hoje é a menina dos olhos dos investidores do mundo, pois sua entrada na OCDE foi preparada desde o início do governo Bolsonaro. 

Segundo a Agência Brasil, o início do processo de adesão foi aprovado por unanimidade pelos embaixadores dos 37 países que compõem o grupo. O governo brasileiro recebeu, no dia 25 de janeiro, a carta-convite do conselho da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que formaliza o início do processo de adesão do país ao grupo.

A grande mídia esquerdista não encontra mais argumentos para depreciar as conquistas do governo Bolsonaro, apelando para insultos, ataques e desinformação, obviamente ignorados pelo Absoluto Tribunal Supremo.

A visita do empresário, gênio da tecnologia e das finanças, fundador da maior empresa do mundo com atuação nas áreas automotiva, espacial e de tecnologia, etc. ao Brasil levaram os Gabinetes do Ódio e sua mídia replicante ao desespero.  

Chamaram a visita de Elon Musk e seu encontro com o presidente Bolsonaro - revelando o óbvio protagonismo deste e a imensa atração de investimentos ao Brasil - de "xepa":



Isto É fazendo Fake News e atacando violenta e impunemente o Poder Executivo. 
Já os jornalistas investigativos que denunciaram e documentaram crimes de membros do Judiciário e do Legislativo têm sido ameaçados, indiciados, presos, expropriados, multados e até torturados, caso não estejam no exílio. 
Esta anomalia e a insegurança jurídica são situações que o governo Bolsonaro também não conseguiu solucionar nem amenizar, apesar dos crescentes e insuportáveis ataques à Constituição, à Democracia e ao Poder Executivo e ao próprio presidente da república. Já anunciaram abertamente que está preparada a sua substituição através de votos não auditáveis e através da negação, a membros do governo, de qualquer transparência em relação à materialidade do voto no processo eleitoral.


 

14.5.22

Atentados à democracia

O Brasil está se notabilizando pelos contínuos atentados à democracia. 


Ao contrário do que dizem militantes da grande mídia hegemônica replicados no exterior, elementos do STF em palestras para denegrir a imagem do governo brasileiro e os famosos e metacapitalistas que fazem campanha eleitoral contra o presidente do Brasil, os atentados à democracia brasileira até o momento foram perpetrados pelas forças anti-democráticas que não aceitam o resultado das urnas em 2018, incluindo os mandantes da facada no então candidato favorito à presidência em 6 de setembro de 2018.

Inconformados com a derrota do 'establishment' que vem desconstruindo o Brasil desde o início deste século, os inimigos do Estado de Direito que defendem a crescente defesa de criminosos, a impunidade, a corrupção e o socialismo deram saltos inéditos na pauta da extrema esquerda no Brasil, fustigando, desautorizando e emparedando o presidente Bolsonaro. Como o covarde atentado à vida não impediu sua vitória, seus adversários passaram a minar a governabilidade e espancar os fatos desde a posse.

Destruindo o Estado de Direito, implantaram a Ditadura da Toga Vermelha em 18 de junho de 2020 inaugurando uma série de inquéritos do Fim do Mundo que fariam inveja à Inquisição e ao Processo da ficção de Franz Kafka pelos absurdos processuais e jurídicos que os caracterizam.

A militância furiosa e despropositada que os responsáveis pelas eleições (um "tribunal" que não existe em nenhuma democracia do planeta) fazem questão de exercer em eventos públicos já mostrou a cada brasileiro pensante quais são as intenções das forças anti-democráticas acima referidas.

O ódio e preconceito que ministros do TSE e destacados membros da Corte Suprema expressam em público, assim como a perseguição implacável a jornalistas, formadores de opinião e parlamentares aliados de Bolsonaro já deixaram clara a sua intenção de derrubar o presidente antes ou mais tardar através das eleições deste ano.

Anulando ou ignorando decretos do presidente, rasgando a Constituição e as Leis vigentes para punir quem critica suas arbitrariedades, os inimigos da Democracia brasileira soltaram o mais corrupto presidente que o Brasil já conheceu, ignoraram a Lei da Ficha Limpa e demais decisões de 4 instâncias do Judiciário para lançar seu amo como candidato à presidência.

Um tapa na cara do eleitor brasileiro cujos votos o 'establishment' não aceita.

A desconfiança do povo brasileiro não é com a "segurança" das urnas, mas com os ativistas fanáticos que 'cuidam' delas e não querem transparência nem muito menos a publicidade da materialidade do voto. 

Os "donos das urnas" preferem ofender os técnicos das Forças Armadas que levantaram mais de setecentos questionamentos sobre o processo eleitoral atual, colocar todas as questões em sigilo e fazer trocadilhos infames e desmerecer quem conhece a tecnologia melhor do que as suas supremas sapiências.