Na insidiosa campanha para a destruição da Democracia, 10 membros do outrora Supremo Tribunal Federal, ora transformado em Gabinete do Ódio a Bolsonaro (GOB), esfaquearam a Constituição, os códigos de Processo Civil e Criminal, os princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos, do Direito em qualquer democracia, do Direito Romano e até da Lei de Talião.
Com poderes que consideram ilimitados e desprezando o Estado Democrático de Direito, 10 militantes do referido Gabinete julgaram o deputado federal Daniel Silveira por crime de opinião inexistente na Lei, estraçalhando o Art. 53 da Constituição Federal: "Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos."
Sem a participação do réu, julgaram um processo que daria inveja aos personagens da célebre ficção de Franz Kafka: sem qualquer compromisso com a impessoalidade, moralidade e legalidade, ministros acumularam o papel de ofendido, autor, investigador, promotor e juiz, desconhecendo até o óbvio impedimento de julgar por ser parte do processo.
Não bastasse a ilegalidade da condenação, as absurdas penas foram superiores às previstas para assassinos, estupradores, sequestradores e terroristas, pois incluíram a expropriação através de multas abusivas em níveis incompatíveis até com a capacidade e renda do condenado.
Mas o referido gabinete também inovou em termos de esfaqueamento do Estado Democrático de Direito (desculpem o pleonasmo que se tornou moda nesse gabinete e na mídia associada): ele condenou até o advogado.
Sentenciou o advogado a pagar multa, num ato intimidatório que atenta contra a profissão, os princípios e direitos da Advocacia em qualquer regime democrático. Estranhamente, não houve um pio de protesto ou desacordo por parte dos outrora combativos sindicatos da categoria, como a OAB, atualmente aparelhada por militantes de partidos anti-democráticos ligados ao lulopetismo.
O Presidente da República, em ato corajoso, concedeu indulto com base em atribuição constitucional. Só não utilizou o indulto anteriormente porque esperava algum gesto de sensatez por parte do GOB, esperando alguma perspectiva de abrandamento das arbitrariedades da Ditadura da Toga.
Ditadura que já prendeu, expropriou, desempregou e impediu jornalistas de exercer sua profissão, inclusive caçando-os dentro e fora do país, quase matou o enfermo presidente do Partido Trabalhista Brasileiro Roberto Jefferson, destituiu lideranças partidárias e superintendentes da polícia federal nomeados pelo Presidente conforme estabelece a Constituição, cassou ilegalmente o deputado federal Fernando Francischini e até deixou o jornalista premiado Oswaldo Eustáquio paraplégico e proibido de exercer sua profissão. A ditadura da Toga Vermelha tem fechado veículos jornalísticos como o Terça Livre, o canal Carlos Lessa e inúmeros outros profissionais por se oporem à sinistra ideologia e truculência daquele gabinete.
O que está em jogo é a Democracia, a Liberdade, o Direito à Liberdade e à Vida, o Estado de Direito no Brasil.
No próximo domingo, dia Primeiro de Maio, o povo brasileiro fará Atos Cívicos e Manifestações pela Democracia e pelo Estado de Direito em apoio ao Presidente Eleito e pelo retorno das Liberdades Constitucionais ceifadas pelo referido Gabinete Inquisitorial.

