22.6.17

EXTRA EXTRA! Acredite quem quiser! O rabo é que abana o cachorro.

A companheirada do projeto de poder mais sórdido da nossa história conseguiu um feito épico: garantiu a impunidade geral da Organização Criminosa e, como brinde, conseguiu desmanchar toda a base da oposição consciente do Brasil, fazendo uns e outros acreditarem em suas narrativas e ficções.
Em manchetes garrafais, a grande mídia dominada estampou o absurdo dos absurdos:
O ASSASSINO DA HISTÓRIA É O MORDOMO, ou O RABO ABANA O CACHORRO, ou, nas palavras do "delator", laranja, beneficiário ou associado de Lula, o fantoche de empresário Joesley Batista: Temer é o chefão da Organização Criminosa.
E grande parte dos desavisados comprou a notícia, repetida ad nauseam pelas maiores emissoras.
O pior é que parte relevante dos analistas e jornalistas mais conscientes do país caiu nessa cilada, ofuscada pelos holofotes da mídia hegemônica, pela repetição pavloviana e pelo instinto de manada.
Aos leitores e seguidores mais atentos que ousaram questionar o raciocínio contraditório e a inversão dos fatos, esses novos imbecis coletivos fizeram o que Lenin ensinou: desqualificar através de ofensas e calúnias e acusar daquilo que eles mesmos praticam. 
O Antagonista - incluindo o novo colaborador e outrora brilhante e inteligente Felipe Moura Brasil - afundaram nas profundezas da baixaria esgotosférica, acusando seus mais antigos leitores e seguidores de "capangas de Temer", "MAVs do PMDB" e "mercenários a soldo do PMDB" como se o PMDB fosse o próprio PT. 
Depois de terem cooPTado o jornalista e escritor Reinaldo Azevedo, autor de notórios e inteligentes livros e criador do verbete já dicionarizado "Petralha", os lulopetistas não teriam motivos melhores para comemorar: conseguiram fazer um dos mais pujantes e críticos sites replicar o papagaio da ORCRIM do Lula, agora rebatizada por estes como "ORCRIM do PMDB", aderindo ao maior dos diversionismos já vistos na mídia.

15.6.17

O figurante de Lula, procurador e ministro pro forma

O Brasil está estarrecido com as revelações da JBS.
O povo ainda não havia engolido o conteúdo e a parcialidade (faltou o principal, em valor e criminalidade: os reais volumes, atos, determinações e ordens da chefia do Petrolão) a semi-delação e plena autopromoção da Odebrecht.
Nela, o 'patriarca' Emílio Odebrecht mais parecia se vangloriar das revelações que lhe eram convenientes (para ele e para seu associado, auxiliar e propagandista Lula) em troca de imensas benesses da Lava-Jato, tais como indenizações pro forma em valores desproporcionalmente exíguos perto dos desvios e descalabros cometidos e ainda a serem contabilizados, além do prazo de 300 parcelas a perder de vista e a enorme redução do prazo de encarceramento.
Tudo isso sob o martelo do juíz Sérgio Moro, até aqui considerado "estratégico" e rigoroso, "duríssimo e cruel" aos olhos vermelhos do PT e seus asseclas. 

Ainda sem entender direito o que uma "delação premiada" significa para os cofres e a moralidade públicos, o cidadão brasileiro é surpreendido com outra encenação do teatro do absurdo: a "delação MEGA-SENA premiada" da JBS, na qual criminosos do quilate dos Odebrecht - ou pior - se saem totalmente livres e perdoados em troca de gravações picotadas e "multas" que não chegam a uma ínfima fração de 1 por cento dos valores faturados graças às indecentes injeções de bilhões de dólares em suas contas na época de Lula e Dilma, também com prazos imensos para pagar. Com essa Mega-Sena Premiada, sob o "martelo" do ministro Edson Fachin do STF e a pedido do Protetor, aliás Procurador Geral da República Rodrigo Janot.
Qualquer justa investigação que se exija desses senhores e dos pseudo-delatores é prontamente taxada de "escândalo" ou "conspiração", "golpe", etc. pela quadrilha do PT e sua mídia domesticada.
Para coroar, jogam-nos na cara o fato de não termos eleições democráticas - o que já sabíamos - mas ainda a real face do candidato que nos foi vendido como sendo "oposição", um mero flanelinha de Lula, Dilma e Dirceu, estes três livres, impunes, soltos e no real comando de bastidores deste país arruinado.