A mídia comprada pelo poder econômico dos donos do Brasil (PT, que roubou o dinheiro do povo para seu "projeto" de poder) chama o desvio de verbas públicas e fraude contábil de "pedaladas", o que é um eufemismo mentiroso. Pedalada fiscal é dinheiro emprestado durante no máximo 24 horas para remessas no mesmo dia, e não desvios que duram meses e anos.
Dilma implantou a ditadura do Decreto em matérias que dependem de Lei votada no Congresso, anulando a Democracia representativa, "fechando" sorrateiramente o Legislativo.
O Decreto ilegal 8.515 também foi assinado à revelia da Constituição e da Lei para aparelhar as Forças Armadas com 'cumpanhêros' petralhas dentro do modelo castro-bolivariano, dando poderes para exonerar, afastar, promover, aposentar e excluir militares sem respeitar a hierarquia das Forças Armadas e a lei brasileira.
Assim, o general Antônio Hamilton Martins Mourão, Comandante Militar do Sul, foi exonerado a mando de Dilma e de seu ministro comunista da Defesa, o já manjado Aldo Rebelo.
Este último se tornou notório pelo uso indiscriminado do correntão na Amazônia brasileira, enquanto era ministro do Meio Ambiente.
Agora, a hegemonia da ditadura do PT - Partido do Terror - fica mais explícita e sinistra, pois os militares que levam a sério seu papel e honram sua farda, como o General Mourão, estão sendo afastados do comando e do contato com a tropa para facilitar as invasões de vizinhos bolivarianos e traficantes de drogas e armas.
O Comandante Mourão se dedicava à defesa de nossas fronteiras - criticando inclusive a posição do desgoverno petista. Respondendo às ameaças dos ditadores Evo Morales e Nicolás Maduro de invadirem o Brasil caso houvesse um legítimo
impechment, Mourão disse que o Exército estava preparado para defender o país contra os invasores.
Cabe lembrar, ainda, que a prova final de que estamos numa ditadura com hegemonia da extrema esquerda ou clePTocracia no poder, é o fato de o senador Aloysio Nunes, tucano dito "de oposição", é que lembrou, através de ofício, o ministro Aldo Rebelo de fazer uso do decreto ilegal de Dilma para punir o general.
O senador Aloysio Nunes Ferreira Filho, ex-motorista do terrorista Marighella e camarada de armas de José Dirceu confessou, depois de eleito, que é amigo "até hoje" do mensaleiro e atual presidiário.