A pretexto de "pesquisas científicas" e experiências funestas, traidores do Brasil e sua mídia amestrada querem impedir que o povão tenha acesso à hidroxicloroquina (receitada por médico eventualmente em combinação com azitromicina e zinco) receitada e utilizada por médicos famosos e sua distinta clientela, inclusive pela elite de governos estaduais golpistas que torcem pelo vírus chinês.
Até assassinaram 11 pessoas em Manaus com overdose do medicamento para "provar" que tem efeitos colaterais!
No final da semana passada, a divulgação do vídeo da reunião ministerial do governo Bolsonaro em 23 de abril de 2020, a mando do ministro ativista Celso de Mello, só confirmou o que este dizia e elevou sua popularidade a níveis nunca vistos, com reflexos favoráveis no mundo inteiro e na nossa bolsa de valores.
Em entrevistas e divulgações da presidência, Bolsonaro insistiu que seu objetivo, no combate à pandemia causada pela negligência da ditadura chinesa, é de permitir que o povão receba o remédio logo no início do tratamento do coronavírus chinês.
Hospitais e especialistas que lidam diretamente com pessoas infectadas com o perigoso vírus comprovaram eficácia em quase 100% dos casos em que a hidroxicloroquina é adotada logo no início do tratamento, e a prática em dezenas de milhares de pacientes comprova que o uso precoce da hidroxicloroquina evita internações e pode reduzir a necessidade de UTI ou entubamento a praticamente zero no país.
Com a adoção de medidas preventivas como essa, e o uso de máscaras em locais de aglomeração, os países hoje transformados em imensa prisão domiciliar falimentar não necessitariam o confinamento de seu povo.
Fica a pergunta: por que não querem que o povo tenha acesso ao remédio mais barato e eficaz conhecido para essa pandemia?
A explicação só pode ser o desejo de governadores, prefeitos e outros déspotas de instinto homicida de aumentarem as estatísticas de fatalidades da doença, festejada pela mídia tóxica e demais petralhas e inimigos da nação.
A China, que já vinha 'comprando' a Organização Mundial de Saúde com doações milionárias e com a sujeição de seu diretor Tedros Adhanom às ordens de Pequim, agora decidiu adquirir definitivamente esse órgão já criticado pelo governo americano. Para que não haja mais mudanças frequentes em suas orientações sobre a pandemia, a ditadura comunista chinesa decidiu pela doação de US$ 2 bilhões à OMS.



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