28.1.12

O 'capo' da máfia e a privataria petista


Ao contrário dos governos anteriores e de qualquer governo decente no mundo, o PT privatiza o patrimônio público sem licitação, através de conchavos e mutretas acertadas entre os membros mais importantes da quadrilha que age dentro e fora do governo. 
Assim, Lula da Silva e José Dirceu (oficialmente fora do governo, mas ambos comandando os 'governantes' oficiais), Dilma Rousseff (oficialmente presidente) e as dezenas de ministros e assessores do desgoverno federal retalham e distribuem cotas do patrimônio público entre seus cumpanhêros, sócios, aliados e familiares.
O 'modus operandi' da máfia é simples: ou alegam "urgência, emergência ou notória especialidade" ou simplesmente criam empresas de fachada, ONGs, "consultorias" e cotas que distribuem aos apaniguados da nova elite financeira lulopetista.

Não é prá menos que um dos maiores entusiastas do PAC, desde o seu início, é Paulo Maluf.

Um caso notório, do tempo em que Lula era presidente, Dilma ministra das Minas e Energia e Dirceu ainda agia de dentro do governo na condição de ministro da Casa Civil, foi a privataria petista que fizeram com a Petrobrás, através do artifício da criação de uma 'joint venture'.
Foi fundada uma empresa que serviria de fachada para entregar o monopólio do GNL - gás natural liquefeito - aos americanos, comprovando o entreguismo do PT.
A tal 'joint venture', Gemini, tem 51% de participação americana e 49% de participação da Petrobrás. Há anos, está correndo um processo contra essa privatalhação que Lula e Dilma fizeram com o monopólio de gás natural liquefeito (GNL), entregando o patrimônio do povo a estrangeiros, e SEM LICITAÇÃO. Esse é apenas um dos motivos pelos quais o valor patrimonial da Petrobrás caiu para aproximadamente um terço do que já foi.

Abaixo, mais um texto do amigo economista José Benedito Napoleone Silveira, alertando sobre o modo lulopetista de privatizar, a já famosa PRIVATALHAÇÃO - privatização petralha:

"Consta que o Heinrich Himmler do PT, conhecido como Zé Dirceu, teria assessorado o Sr. Eike Batista em processos que resultaram na entrega de blocos do pré-sal para o empresário, tudo sendo feito com as bençãos de Lula e Dilma e contrariando o desejo da Petrobras e de seus técnicos. A informação veio de fonte insuspeita, o ex-diretor da Petrobras, Ildo Sauer, em entrevista ao jornal da Adusp.
Ou seja, além de protagonizarem campanhas sujas, por meio das quais se elegeram criticando as privatizações de governos anteriores, os petistas, na surdina,  enveredaram pelo mesmíssimo expediente, com a agravante de não agirem com o propósito de corrigir deficiências estruturais de serviços e empresas do governo. A confirmar-se o que está implícito nas declarações de Ildo Sauer, atuaram, simplesmente, com o objetivo de participar de um grande negócio, para o que não hesitaram em privatizar uma riqueza capaz de garantir um futuro melhor para todos os brasileiros, principalmente os mais pobres.
Pelo jeito, o "Brasil Sem Miséria" vai trilhando o mesmo caminho do "Primeiro Os Que Mais Precisam", utilizado pelo ex-prefeito de Campinas, Dr. Hélio. Como se sabe, este foi colocado no poder também com maciço apoio de Lula e Zé Dirceu e recentemente, acabou sendo cassado, juntamente com o seu vice petista, pela corrupção desenfreada implantada na prefeitura municipal.
É o caso de se perguntar: o que é pior para o Brasil, um achacador como era PC Farias ou um "consultor" como Zé Dirceu?"
José Benedito Napoleone Silveira


21.1.12

Dia do Fusca - Hitlerismo e Petismo II

Ontem, dia 20 de janeiro, foi dia de São Sebastião, data em que mais recentemente se comemora o Dia do Fusca.


Nada mais pertinente neste blog do que comemorar o dia do Fusca e relembrar a origem do carrinho popular simpático que foi um marco na história do automóvel.
Um livro publicado recentemente revela que o projeto do Fusca foi idealizado por um engenheiro alemão de origem judaica, Joseph Ganz.
Dedicado à modernização das pesadas e primitivas carroças produzidas pela indústria alemã nos anos 20 do século passado, Ganz buscava popularizar e modernizar o automóvel, que naquela época era privilégio de alguns poucos endinheirados.
Assim, idealizou um veículo de motor traseiro, suspensão independente, leve e moderno que pudesse ser produzido em série para um número maior de pessoas, a um preço acessível (na época, ao redor de 1.000 marcos alemães). Carro similar, na Alemanha, só havia o pequeno Hanomag, e produção em série, só nos Estados Unidos da América: Ford e General Motors.
Enfim, Ganz desenvolveu diversos projetos nos anos 20 e 30 para fabricantes alemães e suíços, sempre na linha do que viria a ser o Fusca. Fonte: "A Verdadeira História do Fusca", de Paul Shilperoord.
Impressionado com o conceito de carro popular de Ganz, Hitler queria de toda forma que algum grande fabricante alemão (ou a americana General Motors, proprietária da Adam Opel da Alemanha) produzisse um veículo barato em grande escala, na linha do projeto de Ganz. Como a indústria automotiva alemã na época considerava o automóvel um bem de luxo (para o povo, já havia o ônibus), houve grande resistência ao projeto. E como o "pai da criança" não poderia ser um judeu em pleno regime nazista dos anos 30, Hitler pressionou Ferdinand Porsche até que este concordou em desenvolver o carro do povo Volkswagen para o populista Adolf Hitler, líder máximo do Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista Alemão.
Assim como no regime lulopetista, onde boas idéias alheias - como o Bolsa Escola - foram 'confiscadas' e deturpadas para finalidades populistas eleitoreiras (Hitler também tinha índices de popularidade ao redor de 90%), na Alemanha nazista o projeto do carro popular foi surrupiado para garantir a hegemonia do partido e da quadrilha no poder. Foi criado um sistema de carteirinha de consórcio com parcelas abatidas mensalmente do salário dos trabalhadores (como o Imposto Sindical por aqui) com a finalidade de antecipar o financiamento de um carro popular, que no final quase nenhum trabalhador chegou a ganhar, com o início da 2ª Guerra Mundial.
Em ambos os casos, o trabalhador saiu perdendo e o "pai da criança" foi difamado pelos militantes e jogado ao esquecimento e ostracismo.
Ditadura é igual em todo lado.


Para "desasnar", como diz meu pai, e saber outras semelhanças entre o regime lulopetista e outras ditaduras, vale a pena ler "MAO - A história desconhecida" de Jung Chang e Jon Halliday
Neste livro, a sinistra ascensão do maior genocida da história da humanidade, Mao Tse Tung, financiado pelo ouro de Stalin desde os primórdios de vagabundagem e politicagem do protagonista, é descrita em detalhes pelos autores, que realizaram pesquisas e entrevistas com vítimas, admiradores e colaboradores do genocida durante 10 anos, na China e em diversos países do mundo, inclusive Brasil (entrevista com o maoísta João Amazonas e um filho de Luiz Carlos Prestes).
O livro descreve a trajetória de Mao comprovando a covardia, vileza, crueldade e ganância com a qual chegou ao poder máximo, instalando um ditadura comunista que causou a morte de 50 milhões de chineses, sendo 20 em guerras, perseguições políticas e execuções públicas e outros 30 milhões de fome. Esta foi chamada de "epidemia" pelo aparato propagandístico do governo do partido da estrela vermelha, para esconder sua total incompetência - o maoísmo levou à falência das empresas, indústrias e agricultura, implantando um sistema medieval de escravidão e produção forçada por cotas. Nem os camponeses tinham direito a consumir sua própria produção, que era dirigida aos donos do poder e exportada em larga escala, principalmente para a União Soviética. 
Quando seus assessores diziam que o povo estava morrendo de fome, o Grande Timoneiro respondia: - Fome? Vejo folhas nas árvores. Podem colhê-las e comer!
Outra revelação essencial do livro é a ajuda que Mao teve de Nixon e Kissinger para chegar à bomba atômica em troca de segredos militares soviéticos. Nessa "distensão" EUA e China, o governo Nixon tirou a cadeira de Taiwan no Conselho de Segurança da ONU e a entregou a Mao - desde aquela época a China, um estranho naquele ninho, tem uma cadeira igualzinha àquela que o regime de Lula queria. Coincidência?
As afinidades do maoísmo com seus admiradores do alto escalão do PT no Brasil levam a uma série de reflexões e explicam a política - adaptada à democracia que o Brasil conquistara antes de 2003 - sistemática de consolidação da hegemonia, propaganda maciça, cooptação e silenciamento dos formadores de opinião, e revelam o pano de fundo de outros "projetos" estranhos à tradição do povo brasileiro que o regime lulopetista insiste em reeditar no Brasil, para o controle dos corações, mentes e destinos.



Para continuar a 'desasnar', recomendo a leitura de "O Verdadeiro Che" de Humberto Fontova 


Outra obra que abre os olhos para o mito em torno de um falso médico (nunca se formou) que na verdade era um sanguinário e cruel assassino, comandando a execução sumária de centenas de milhares de cubanos no 'paredón', em sua maioria inocentes, funcionários e trabalhadores, em nome da 'Revolución'. 
Um terço da população cubana fugiu desse regime sanguinário que Chávez, Dula, Dirceu, Dilma, Marco Aurélio Garcia, Celso Amorim, e demais petralhas admiram e seguem.
Outra revelação inédita do livro é a de que Fidel Castro e Che Guevara contavam com o apoio maciço da grande mídia americana - New York Times e Washington Post inclusive - e de jornalistas 'deslumbrados' desde o início da 'Revolución'. 
Iguais aos PIG - Petralhas da Imprensa Governista daqui, esses poderosos formadores de opinião criaram o mito do "charmoso e irresistível" rebelde latinoamericano e dos "carismáticos" jovens revolucionários da ilha de Cuba. Che Guevara se vangloriou dos assassinatos no plenário da ONU em Nova Iorque, sob aplausos coniventes da platéia.
Fotos famosas e estampas de Che, que até hoje são reproduzidas em vestimentas de incautos e em tatuagens de canalhas como Maradona, foram desenvolvidas nos EUA e difundidas com a ajuda da imprensa e até de Hollywood. 
Depois da crise dos mísseis, quando a ditadura cubana declarou sua hostilidade aos EUA - que até então eram aliados na derrubada de Fulgêncio Batista, "caiu a ficha" de alguns formadores de opinião nos EUA. Outros ainda mantém a ficha até hoje, sem previsão para o dia em que a mesma sairá para o esgoto.
Como reflexão, vale lembrar que os Castro estão na cúpula do poder no Foro de São Paulo, agremiação internacional "de organizações de esquerda" fundada por Fidel Castro e Lula em 1990.
Nesta organização, Hugo Chávez é, atualmente, o líder máximo na condição de financiador e protetor de Cuba, que em troca fornece orientação, diretrizes e até comandantes militares que hoje atuam na cúpula do governo venezuelano. Subordinados a esse comando binacional, estão os países comandados por presidentes bolivarianos como Ortega, na Nicarágua.
Na América do Sul, estão subordinados o Brasil, a Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai, Uruguai e Peru.
As constantes viagens de Lula, ministros e associados (inclusive o poste, no próximo dia 31), as assinaturas de acordos sempre favoráveis aos outros governos bolivarianos, com consequências sempre negativas para o povo brasileiro (tarifas de energia e gás multiplicadas, etc.) explicam parte das consequências dessa sinistra associação. 
Outros exemplos são os confiscos de refinarias, gasodutos e propriedades brasileiras pelos governos bolivarianos, além das obras faraônicas tocadas por empresas que "pagaram palestras" a Lula, financiadas pelo BNDES e caloteadas pelos governos daqueles países. 
Quem paga a conta é o povo brasileiro.
Mais um "efeito colateral" dessa sinistra associação, da qual os narcoterroristas das FARC participaram oficialmente e são beneficiários da mesma, é a disseminação maciça - como nunca antes - da cocaína e do crack por todo o país, drogas cuja matéria-prima vem da Bolívia, país cujo mandatário bolivariano sindicalista da coca é membro do Foro de São Paulo e também obedece cegamente ao comando da Venezuela e de Cuba.
A eles todos o Brasil do PT deve obediência e servidão.

15.1.12

Hitlerismo e lulopetismo


Carta muito pertinente de economista leitor do Estadão. Não podemos esquecer a verdade da história de nosso país nem deixar de comparar com outros regimes hegemônicos instalados no século passado, de triste memória. 

"Falastrão Zé Dirceu
Só o Brasil mesmo pra permitir que o Henrich Himmler do PT, conhecido
como Zé Dirceu, produza artigos pra criticar o governo do Estado e
Prefeitura de São Paulo pela ação empreendida para combater o tráfico,
encaminhar viciados para tratamento e retomar uma área que é pública
das mãos da marginalidade.
Quem conhece São Paulo, sabe que até hoje a cidade enfrenta as
consequências das estúpidas políticas petistas de liberar áreas e
serviços públicos para ação de pretensos desamparados, já que o PT não
consegue fazer nada que gere desenvolvimento e empregos. É só lembrar
que essas "políticas" resultaram na irresponsabilidade dos ônibus
clandestinos para transporte público (que causaram mortes, inclusive) e
na invasão do comércio informal, baseado no contrabando.
Só um país sui generis, como o Brasil, pra permitir que um nominado
chefe de quadrilha pelo Procurador Geral da República, e apontado como
receptador do dinheiro desviado da Prefeitura de Santo André, quando do
assassinato do Prefeito Celso Daniel, venha criticar a ação de um
governo que conseguiu a maior redução nos níveis de violência, à
despeito desses anos de desgoverno do PT, quando as drogas e as armas
entraram livremente pelas nossas fronteiras.
Tem objetivo nitidamente político, mas não deixa de ser um acinte o
chefe da SS petista abusar da nteligência alheia e dizer que o Governo
Federal preparava um plano para combater o crack. Estão aí há tanto
tempo e por que só agora, às vésperas da eleição na capital paulista?
Por que não se ocuparam, pelo menos, em evitar que o equivalente a
população de uma cidade do tamanho de Ribeirão Preto desaparecesse
vítima de homicídio no Brasil durante o desgoverno petista?
À propósito estudo da ONG mexicana Conselho Cidadão coloca o Brasil no
topo da violência mundial, com 14 cidades entre as 50 mais violentas do
mundo. Ele que vá cuidar disso."
José Benedito Napoleone Silveira - economista




Para confirmar o acerto da excelente análise acima, lembremos que o Brasil chegou, graças a Lula, ao pódio mundial de criminalidade: campeão em número absoluto de homicídios. A gestão da sucessora-poste deu continuidade à "obra", aumentando esse número em 2011. 
Em contraste, o estado de SP, que ainda não está dominado pelo petismo, tem índices bem mais reduzidos, considerados "aceitáveis" pela ONU, o que reduz a média brasileira. 
Se fosse inteiramente dominado pelo lulopetismo, o Brasil teria índices muito piores devido à política de proteção aos criminosos e à impunidade. Um paraíso dos bandidos e Battistis.
Enquanto isso, a propaganda maciça inspirada no ministro nazista da propaganda Goebbels, repete mil vezes as mentiras sobre o milagre econômico, a pujança da nossa economia em meio à crise mundial, inclusão social e nova classe média, pré-sal, autossuficiência em petróleo, PACs, superemprego, saúde perto da perfeição e outras mais, até que se tornem verdade. 
O ufanismo que Daniel Piza apontava constantemente, aliás outra característica de inspiração totalitária do regime atual.

13.1.12

Regime dos contrários


Ao contrário do que é divulgado pela grande mídia golPETISTA, chapa-branca, cooptada e/ou corrompida, o desgoverno do poste do presidente de facto nunca promoveu faxina alguma.
Pelo contrário, sempre protegeu a corja lulopetista imunda que lota os mini$térios.
Estes, além de aumentados até o absurdo número de quatro dezenas - que nem Lula nem seu poste são capazes de enunciar de memória - tornaram-se meros balcões de negócios.
Assim, corre nas entrelinhas das notícias o fato de Dilma estar blindando os mais recentes mini$tros-escândalos Bezerra e Pimentel.
O que não é novidade para quem acompanhou os escândalos de Mer_adante, chefão do escândalo dos aloprados segundo testemunho recente de 'insider' daquela quadrilha, além dos escândalos do casal Bernardo e Gleisi, Padilha e tantos outros.
O único mini$tro que excepcionalmente não foi manchado por escândalos, Nelson Jobim, também foi o único que Dilma demitiu. Ou melhor: mandou que se demitisse imediatamente.
Todos os outros, cobertos pelo lodaçal de escândalos, propinas, desvios, nepotismo e/ou outros crimes, foram protegidos até o limite do impossível pela governante-poste (ou governanta-posta, como querem os lulopetistas), e caíram de podres, demitindo-se por não ser mais possível se apresentarem ao peso das denúncias e provas.
E ainda receberam agradecimentos, elogios e gestos de solidariedade de Dilma na saída.

4.1.12

De volta à batalha



2011 terminou mal, sem Daniel Piza para relembrar que o primeiro ano do governo-poste não teve faxina alguma - como a grande mídia dominada apregoa - e para ajudar a enxergar a realidade por trás da propaganda lulopetista. E o ano ainda foi coroado com a posse sorrateira do ficha-suja Jader Barbalho graças ao "voto de Minerva" de Cezar Peluso do STF.
Em respeito aos poucos jornalistas, blogueiros e analistas que não aderiram à bolsa-blog ou outros "subsídios" governamentais, como é o caso de Daniel Piza, vamos continuar sua batalha e não deixar que elles passem tão barato assim.
Vamos denuciar as mentiras sistemáticas replicadas pela mídia PIG - Petralhas da Imprensa Governista - e apontar a imundície que essa quadrilha apronta com desenvoltura cada vez maior, contando com a impunidade que "construíram" nesses 9 anos de regime lulopetista. 
A lei e os impostos, cada vez mais severos e descabidos, se aplicam ao contribuinte, aos honestos e às vítimas. 
Mas a propaganda maciça do regime, alardeando novas" classes ascendentes" enquanto a única coisa que cresce são o endividamento, o narcotráfico e a criminalidade. A mídia dominada fala em PIBão enquanto a economia já estagnou, comparando-nos favoravelmente a países em crise enquanto caímos 12 posições no 'ranking' mundial dos indicadores sociais - IDH.
Comprovando ser falácia a tal "inclusão" ou "ascensão das classes C e D", chegamos como nunca antes neste planeta, ao pódio da desigualdade social mundial (índice Gini).
Vamos lembrar que existe um abismo entre a fantasia propagandeada e a realidade das famílias desfalcadas pelo desemprego ou subemprego desumano, destruídas pelo narcotráfico ou vítimas dos homicídios e acidentes de trânsito. O Brasil, aliás, é recordista em ambos, sendo o país com o maior número absoluto de assassinatos no último estudo publicado em 2011.

2.1.12

Perdemos Daniel Piza



O ano se iniciou com uma triste perda nas fileiras da intelectualidade. Daniel Piza faleceu aos 41 anos em decorrência de um AVC, segundo a impensa, apesar de não se ter conhecimento de qualquer problema de saúde. 
Lúcido, analítico e culto como poucos, possuía amplo domínio da literatura, música, cinema e futebol, e também era um dos poucos jornalistas que não se venderam ao regime lulopetista.
Abstinha-se de entrar no obaoba da grande imprensa, inclusive do Estadão do qual era colaborador (no qual a virada de ano foi marcada por charges do mestre Loredano 'pintando' Dilma de "faxineira"). Daniel perguntava que "faxina" é essa (que a mídia chapa-branca alardeia): "Porque algumas pessoas parecem achar que é melhor fingir que estão limpando do que impedir que sujem." (D10, 21.8.2011).
Piza nunca deixou de criticar, em suas colunas "POR QUE NÃO ME UFANO" a corrupção, a incoerência e a demolição do Estado de Direito perpetrada pelo lulopetismo.
O Brasil perde mais uma mente brilhante, ficando cada vez mais pesado o obscurantismo da grande mídia PIG = Petralhas da Imprensa Governista, capitaneada por babaovos como PH Amorim, Na$$if, Mino Miro e tantos arremedos de jornalismo. O Brasil perde parte do que possuía de melhor em sua verdadeira elite: a elite intelectual, tão odiada pela elite petista do poder e das maracutaias  bilionárias.