30.3.19

Jerusalém

Queremos nossa embaixada na capital de Israel que é Jerusalém. 
Até o Paraguai já transferiu. 
Elegemos Bolsonaro para defender a Democracia, a transparência, a ética e os princípios cristãos em contraposição à clePTocracia implantada em 2003, à impunidade, criminalidade, ideologias de gênero, raci(ali)stas, esquerdistas e a inversão de valores promovida nas últimas décadas.
Agora, nosso presidente visitará Israel, levando na mala uma decisão sobre nossa embaixada naquele país. 

A "equipe técnica" à qual ele submeteu sua promessa de transferir nossa embaixada para Jerusalém recomendou que se abrisse um escritório (comercial???) em Jerusalém, mantendo a embaixada fora da capital histórica e bíblica de Israel. 
Além de implicar na quebra da palavra do presidente e contestar a sua firmeza em relação aos seus princípios mais valiosos, a aceitação dessa "proposta" comprovaria sua fragilidade em relação aos demais princípios e pilares de seu plano de governo divulgado na época da eleição.
Também acarretaria mais custos no Exterior, seguindo uma triste série de desperdícios típica dos desgovernos petistas. 
Nunca vi tanto nazista disfarçado de "especialista" e pós-doutorado em doutrinas internacionais fazendo ameaças e pintando o diabo, aventando ataques terroristas e retaliações comerciais na grande mídia tóxica.
Esses esquerdistas que odeiam o povo judeu - racismo que nós cristãos deploramos e os países ocidentais combateram derrubando Hitler - comprovam a veracidade da frase de Ernesto Araújo: nazismo é de esquerda. 
Só os "doutores especialistas" e intelectuais de esquerda não enxergam o viés antissemita de sua ideologia, e o fato de Hitler ter destacado o caráter esquerdista DIRETAMENTE NO NOME de seu Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores. Ninguém é mais cego do que aquele que não quer ver.
Os argumentos contra a transferência de nossa embaixada para Jerusalém denotam um sério PRECONCEITO contra os países árabes, pois consideram que os árabes e muçulmanos em geral são rancorosos, recorrem a retaliações ou até terrorismo. Esses arautos da catástrofe deixam exposto todo o seu antissemitismo. 
Capitão, não devemos mostrar fraqueza nem temer os catastrofistas.
Mantenha sua e nossa palavra, somos cristãos, não tememos a Verdade.
Cumpra a palavra transferindo nossa embaixada para a capital de Israel que é Jerusalém. 
Até o Paraguai já transferiu. 
Pergunte ao Prof. Olavo o que ele acha a respeito.
Arregar NUNCA!




15.3.19

Agora é golpe mesmo

Ontem, o STF perpetrou um verdadeiro golpe. Golpe na Operação Lava Jato, dos processos de maiores volumes de valores desviados da história mundial.

O tribunal de perfil lulopetista, paralelo ao Supremo Tribunal de Justiça bolivariano da ditadura da Venezuela, bateu a porta na cara da Justiça Federal, do Ministério Público e especialmente da Lava Jato. Tudo isso em meio a xingamentos:
  • gângster, 
  • gentalha, 
  • covarde, 
  • cretino, 
  • ladrão de galinha, 
  • falsos heróis estão no cemitério, 
  • etc.), 

e agressões, ofensas e ameaças, inclusive com processo inquisitório a procuradores, juízes e a quem reclamar de suas atitudes e decisões inconstitucionais.
Contrariando os princípios milenares do direito romano e a própria Constituição Federal, o STF decidiu que os processos envolvendo Caixa 2 deverão ser tratados pela Justiça Eleitoral e não pela Justiça Comum.
Com a decisão, sacramentada com os votos de Gilmar Mendes, Alexandre Moraes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Celso de Melo e Marco Aurélio Mello, mais de 159 corruptos presos atualmente passarão a ter brechas para a liberdade, sem falar nos milhares de corruptos que estão sendo investigados e ainda poderão ser indiciados.
O placar de 6 a 5 derruba cinco anos de Lava Jato e todas as perspectivas da operação no futuro, pois permite aos corruptos o subterfúgio de alegar que quaisquer verbas desviadas ou recebidas por corrupção possam ser classificadas como "verbas eleitorais", independentemente de serem milionárias ou bilionárias.

Duas aberrações foram observadas na sessão do STF ontem: 
  1. Inverteram a ordem cronológica da Justiça: após 5 anos de inquéritos, processos, sentenças e condenações da Lava Jato, resolveram decidir a competência de processos, coisa que já foi feita há 5 anos, pois cabe a qualquer início de processo a definição sobre qual é a instância e qual tribunal é competente para julgar o mesmo. Não tem cabimento, no final do processo, decidir retroativamente algo que já havia sido decidido no início.
  2. Transferiram processos como os da Lava Jato para uma Justiça que não existe nas tradicionais democracias do mundo, a Justiça Eleitoral uma jabuticaba como a Justiça do Trabalho, que também não existe em países onde reina o Estado de Direito.
A Justiça Eleitoral é a jabuticaba que validou as eleições fraudadas desde 2006 (apesar de todas as fraudes eleitorais, e introduziu a empresa venezuelana Smartmatic especializada em adulteração eletrônica das totalizações de votos através de licitação dirigida.
O TSE acobertou as fraudes eletrônicas desde 2012 e chancelou todos os resultados fraudados até hoje. Ainda chamou de "divulgador de Fake News" quem reclamou das fraudes nas urnas evidenciadas em milhares de ocorrências nas últimas eleições.
Esse tribunal jabuticaba desrespeitou a Lei do Voto Impresso, aprovada pela Câmara e pelo Senado e sancionada pelo presidente Temer.
Essa lei foi projeto do ex-deputado federal e atual presidente Jair Bolsonaro, atendendo ao clamor dos eleitores brasileiros devido às fraudes eletrônicas.
É um tribunal da ilegalidade que rasga leis e ofende eleitores.
Para a fraude eletrônica não ficar evidente demais, o TSE apenas mudou o resultado do 2º turno em aprox. 20% do total, e desta vez não inverteu o resultado. Antes, os chips das urnas fraudadas invertiam o resultado real, dando ganho ao candidato petista.

O povo brasileiro - aquele que é chamado de Fake News, coxinha, reacionário, etc. - está retornando às ruas e vai inundar novamente as avenidas de todo o país neste domingo.

14.3.19

Extremistas usam mortos para fins políticos



Mal conseguimos nos recuperar das macabras cenas de membros da seita-facção criminosa falando em festa e promovendo gritaria de slogans em velório de uma criança, culminando com um parente presidiário aproveitando a tragédia para fazer discurso político e atacar a Justiça.






E agora nos vemos obrigados a ver o uso do cadáver de uma vereadora do Rio de Janeiro e a prisão de seus prováveis assassinos para atacarem o presidente Jair Bolsonaro que também foi vítima de matadores profissionais.
O chefão do partido extremista da vereadora (ao qual também pertencia o matador profissional contratado para assassinar Bolsonaro) aparece enfurecido após a prisão dos suspeitos, enquanto outro figurão do partido já se refugiara da Justiça no exterior. A resposta a ambos os crimes está na questão: CUI BONO (quem se beneficia do assassinato?).

Para culminar o espetáculo de horrores, aparece a criminosa Gleisi "Lula" Hoffmann usando os mortos da escola de Suzano para fazer proselitismo político nas redes sociais, apenas 10 minutos após a notícia do covarde e horrendo massacre.


A sanha assassina dos promotores do ódio e defensores de criminosos não tem limites.
Chega ao ponto de descaramento de culparem as vítimas, o presidente Bolsonaro e a família brasileira daquilo que eles mesmos pregam: ódio, intolerância, preconceito e fúria ilimitada.

13.3.19

O Posto Ipiranga mudou de bandeira?


Primeiramente, nossos parabéns pelo projeto de Reforma da Previdência, preparado com competência, zelo e detalhe para ser mais justo, com menores encargos para os que recebem menos e mais encargos para os que recebem mais, favorecendo as mulheres em relação aos homens na idade para aposentadoria. 
O mais importante nessa Reforma é o corte de excessos, a redução e limitação dos proventos mais elevados, com o objetivo de acabar com as elevadíssimas aposentadorias das categorias privilegiadas de funcionários públicos sustentados pelos trabalhadores e por todos os brasileiros produtivos.
A Reforma da Previdência é essencial para viabilizar as aposentadorias e os serviços de Previdência Social, que correm o risco de acabar por falta de dinheiro, como já ocorreu em diversos estados e municípios do país.
O problema da Previdência é a desigualdade entre as baixíssimas aposentadorias de mais de 23 milhões de brasileiros que produziram bens e serviços para o país e as escabrosas pensões dos mais bem pagos funcionários públicos, políticos, juristas e militares aposentados, incluindo descendentes.
As aposentadorias de 1 milhão de marajás públicos somam, em valor, o total recebido por aproximadamente 23 milhões de aposentados, brasileiros que trabalharam a vida inteira para sustentar essa desigualdade brutal.
A reforma da previdência do governo Bolsonaro pretende reduzir essa desigualdade e os privilegiados estão gritando de ódio, insuflando as massas de incautos contra a reforma para garantirem seus privilégios.
Portanto, quem é contra essa Reforma é a favor da perpetuação dos absurdos privilégios de poucos e contra a maioria dos brasileiros, contra o Brasil.


Agora, a DECEPÇÃO MONSTRUOSA COM A EQUIPE DO POSTO IPIRANGA PAULO GUEDES:

ELE NÃO CORRIGIU A DEFASADÍSSIMA TABELA DO IMPOSTO DE RENDA, o que eleva ainda mais o Imposto de Renda pago pelos trabalhadores brasileiros. 
Com essa atitude, Paulo Guedes está 
  • contrariando o Programa de Governo do Presidente Bolsonaro, 
  • contrariando o Liberalismo Econômico e a redução da carga tributária e
  • rasgando a literatura da Escola de Chicago, na qual aparentemente fez alguns estudos.

A herança maldita do PT foram 16 anos sem correção da tabela do Imposto de Renda, deixando-a defasada em 100%, aumentando brutalmente o imposto de renda dos brasileiros, principalmente dos trabalhadores assalariados.
Se fosse devidamente corrigida durante todos esses anos, a faixa de isenção do IR atual, que vale para quem ganha até R$ 1.903,98, subiria para R$ 3.689,57.
Por culpa da NÃO CORREÇÃO DA TABELA, milhões de brasileiros que eram isentos passaram a pagar imposto de renda quando deveriam estar isentos.
Agora, com a tabela publicada neste ano, quem ganha menos de 2 salários mínimos (!!!) já é obrigado a pagar o MALDITO IMPOSTO. A continuar a política socialista dos governos de extrema esquerda, em breve quem ganha um salário mínimo também pagará imposto de renda. Socialismo é comunismo, igualdade de renda e de sofrimento, com todos na miséria por igual (exceto, é claro, os camaradas do partido e seus associados).
Ainda é tempo de corrigir esse erro brutal, antes que o povo sofrido comece a entregar sua Declaração.

O Posto Ipiranga mudou de bandeira? 
Onde estava a valorosa equipe de Guedes quando deixou de corrigir a herança maldita do PT que é a tabela do Imposto de renda defasada? O maior princípio do Liberalismo Econômico é a redução do peso do Estado sobre os ombros do povo. 
PRESIDENTE, ministro, não deixem passar a OPORTUNIDADE de finalmente CORRIGIR A TABELA DO IMPOSTO DE RENDA, defasada em 100%, que após mais de 16 anos de desgovernos socialistas!

7.3.19

Antes do ano começar

Como certas correntes dizem que no Brasil o ano só começa depois do Carnaval, aqui vai um resumo de eventos importantes que ocorreram antes do evento:
O Imbecil Coletivo - O Retorno
Em 2017, a Globo, com sua revista Época, lançou a campanha de desconstrução do presidente Temer com base na armação de Joesley e Janot para desviar a atenção do Chefão do Crime, criou a farsa de que "Temer é o Chefão". Recomendo o livro "Manual do Covarde - do palácio à cadeia sem tirar a máscara" do pensador, cineasta e escritor Guilherme Fiúza, que explica essa farsa de forma brilhante, repleta de ironia.
A mídia dominante saiu espalhando a mentira que foi prontamente replicada pelos imbecis coletivos de sempre, incluindo até jornalistas que se consideram independentes do 'mainstream', como O Antagonista.
O chargista que vos escreve apontou o erro e o fenômeno analisado no livro "O Imbecil Coletivo" de Olavo de Carvalho.
Flagrados, Carvalho e seu pupilo Felipe Moura bloquearam o Fusca das charges no Twitter. Reconhecer um erro parece ser muito difícil para pessoas que têm mais certeza de sua infalibilidade do que o pobre chargista.
Neste ano, enquanto o presidente era submetido à terceira cirurgia de alto risco decorrente do covarde atentado à sua vida em 6 de setembro passado, a mídia assanhada se despia dos mínimos resquícios de pudor e respeito, já que compaixão para a corrente hegemônica é conceito desconhecido.
Sem considerar a condição de Jair Bolsonaro, redobraram seus ataques à sua pessoa, seus filhos e principalmente às ideias, os valores e as propostas que o levaram à presidência.
Transformaram a intriga com o ex-ministro Bebianno em "crise governamental" e pretexto para atacarem a "interferência" de Carlos Bolsonaro nos "assuntos de governo" (ele denunciou a mentira espalhada pelo ex-ministro na mídia: Jair não falou com essa pessoa naquele dia).
Sem reconhecer o erro, a mídia hegemônica - seguida de seus insistentes imbecis coletivos - chegou ao cúmulo de tentar reforçar a farsa, afirmando que a troca de farpas pelo WhatsApp teria sido um telefonema sim.
    
O presidente, fiel aos seus princípios, demitiu o ministro que o traiu tentando envolvê-lo numa trama cujo objetivo era culpá-lo de ter cometido irregularidades no partido dirigido pelo ex-ministro em candidatura no Nordeste, e consequentemente derrubá-lo do governo.
Desta vez, a mídia dominada foi mais longe, concedendo inúmeras entrevistas, destaques em todas as manchetes e espaço ilimitado para Bebianno contar a sua versão, conduzindo sempre à conclusão de que Bebianno é inocente e o culpado dessa crise é Carlos Bolsonaro, e não o ex-ministro e seu partido repleto de irregularidades.
O cúmulo foi o programa 'Pingos nos Is' dedicar quase duas horas de monólogo e "desabafo" a Bebianno, sem questionamentos nem qualquer ponderação entre versões opostas. Felipe Moura foi promovido a diretor de jornalismo na Jovem Pan na mesma semana.
Infelizmente, o domínio da extrema imprensa chegou ao ponto de eliminar as últimas alternativas de jornalismo às quais o povo podia recorrer para não ser DESINFORMADO.




















Restam-nos alguns pensadores e jornalistas isolados, tais como Polibio Braga, Bernardo Küster, Caio Coppolla, Prof. Daniel Lopez, Profª Paula Marisa, Bruno Jonssen, Diego Rox e outros tantos que não se alinharam com a mídia 'mainstream' na sistemática desconstrução do primeiro governo, em décadas, que reflete os valores e as ideias de 75% da população brasileira, nomeando ministros pelo critério de competência e não de troca de favores.
Lava Jato da Educação, Lei Rouanet, Bolsa Família, FUNAI, IBAMA sendo saneados e desinfectados de abusos (políticos e magnatas do antigo regime ganhando bolsas), desvios e contratos fraudulentos, Pacote Anticrime, reconstrução das estradas pelo Exército, todas essas boas notícias do novo governo não interessam à mídia tóxica nem a seus imbecis coletivos, que preferem buscar fofocas, intrigas e distorcer palavras ou interpretações para cada expressão ou declaração do presidente e de seus ministros.