28.4.13
Ditaduras neocomunistas bolivarianas e o nazi-petismo
Enquanto Dilma reitera a submissão do (des)governo aos regimes neocomunistas bolivarianos através de sucessivas visitas a seus pares na Venezuela, Argentina e Cuba, direcionando bilhões de dólares do povo brasileiro a projetos sem retorno naqueles países, por aqui uma quadrilha de mensaleiros e asseclas da base alugada do Congresso perpetram o golpe final na Constituição e na Democracia brasileiras.
Nazi-petismo é assim: uma vertente fascista do petismo, já despida de todo e qualquer escrúpulo ou vergonha na cara (quem os tinha já deixou o partido há tempos), sistematicamente derruba os pilares da democracia, eliminando através de projetos de lei anticonstitucionais como a PEC 33, 37 etc, os dispositivos legais que garantem esses pilares: a independência, soberania e isonomia dos 3 poderes, a representatividade e o processo eleitoral. A pretexto de Comissão de Constituição e Justiça, um bando de criminosos, inclusive dois já condenados pelo STF, conspiram contra a Constituição para acabar com o que restou de Justiça no Brasil.
Além da legalização do tráfico de drogas, da promoção da heterofobia e da cristofobia, esse 'projeto' lulopetista tem por objetivo instaurar uma ditadura na qual os eleitores terão eleições fictícias com campanhas financiadas com dinheiro do povo para grupos ocultos que serão eleitos através de listas fechadas, pelas quais sequer saberemos em quem estaremos votando.
Crimes hediondos nunca vistos no mundo, como o estupro coletivo com oferta de vítima torturada a traficantes no caminho, perpetrado por quadrilhas que se utilizam de uma rede de vans para tais crimes rotineiros (!?!?) somente revelados após uma vítima estrangeira denunciar, sem que essa rede seja desmantelada após as denúncias. Como a dentista que foi queimada viva por sanguinários bandidos que queriam mais dinheiro do que a vítima possuía no momento. Como os demais 50.000 assassinatos por ano num regime que mata mais do que as maiores guerras do planeta juntas. E tudo isso sem um único protesto de uma população anestesiada, humilhada e subjugada pelo regime assassino fundado no Foro de S.Paulo, organização criminosa fundada pelo PT com o PCCubano, FARC e outras facções classificadas como 'de esquerda' e 'progressistas' porque anti-amiericanas e anti-democráticas (a democracia é considerada uma instituição burguesa a ser destruída, por essas facções).
A continuar assim, essa corja não deixará mais nenhum caminho constitucional ou legal para livrar o país dos grilhões da Ditadura nazi-petista dirigida pelos neocomunistas bolivarianos de Caracas e Cuba.
21.4.13
Tiradentes, ditadura bolivariana, protagonismo perdido com o lulopetismo
O que diria Tiradentes se soubesse que sua luta e seus ideais, depois de algumas conquistas, pudessem ser tão vilipenidados no século 21?
Onde ficou a independência, a liberdade e a soberania do povo brasileiro depois que o PT transformou o Brasil em uma subsidiária de Caracas que por sua vez é comandada a partir de Havana?
O que diremos aos nossos filhos e aos nossos avós por termos permitido que uma quadrilha demolisse, em menos de 10 anos, as instituições, uma a uma, a dignidade, a ética e a soberania da outrora potência emergente?
Como explicar que após o sacrifício de tantos patriotas o Brasil fosse transformado num país subserviente às mais sanguinárias ditaduras do planeta, incluindo o Irã, Cuba e a Coréia do Norte?
Não podemos afirmar que as tradicionais democracias estejam vivendo um mar de rosas nem sejam um modelo próximo da perfeição, mas o desgoverno lulopetista alinhou o Brasil às mais asquerosas ditaduras do planeta em nome de um anti-americanismo que esconde uma profunda aversão à democracia.
Isto porque o regime lulopetista que subjugou nossa ex-democracia é alinhado à organização transnacional Foro de S. Paulo, núcleo do fascismo narco-bolivariano que tem as FARC e outras organizações criminosas em seu seio.
Tiradentes, perdoe-nos por permitirmos tal situação, tal falta de soberania, liberdade, legalidade, moral e respeito.
5.4.13
Zeitgeist lulopetista bolivariano - O Darwinismo hoje
O país, estagnado há 10 anos, é tocado à base de propaganda enganosa e a política nacional é comandada por uma quadrilha de lacaios do chavismo cubano-bolivariano. O congresso é dominado por fichas-sujas, associados do governo mais corruPTo que já passou pelo Palácio do Planalto: a de Comissão e Justiça é composta por condenados - no STF - por crimes de formação de quadrilha, e o chefão-mor continua blindado e impune, aparentemente mais ameaçado pela Justiça Divina do que por qualquer inquérito ou instância nacional.
Crimes hediondos como o estupro múltiplo de mulheres em vans no Rio de Janeiro são considerados 'pontos fora da curva' e amenizados por agentes do desgoverno e jornalistas a soldo da latrocracia vigente.
Atrocidade similar na Índia deixa evidente que no Brasil a situação é muito pior pois não gera protestos nem indignação da população como ocorreu no país asiático. E, é claro, e não move o governo lulopetista a qualquer providência ou nota de pesar por parte dos inúmeros ministérios da "Justiça", dos "Direitos Humanos", "de Políticas para a Mulher", etc. muito menos de sua mandatária que aparentemente não se comove nem se solidariza com o gênero das vítimas. Sem mencionar seus comparsas, como a ministra que recomenda que se "relaxe e goze" ou o chefão que sempre culpa as vítimas.
Cabe neste contexto, o pensamento do brasileiro, economista e cidadão Neno:
O
Darwinismo hoje
Há cerca de 15 anos, escrevi
um artigo para o jornal Correio Popular, de Campinas, expondo minha visão sobre
o avanço da violência na sociedade brasileira e formulando uma teoria simples
(talvez, até simplória) sobre o que vinha ocorrendo, a qual denominei como
"O Darwinismo da Pior Espécie".
De forma bem resumida, o que
dizia é que se estava criando uma nova espécie de indivíduos, mais aptos do que
os outros, simplesmente por eles não seguirem o aparato legal que impõe regras
de conduta ao conjunto dos cidadãos. Ou seja, ninguém pode roubar, matar,
agredir ou praticar qualquer ato criminoso porque isso implica em sanção. No
entanto, se a sanção não acontece, a regra passa a ter efeito contrário. Se eu
sigo as leis e meu vizinho não segue e fica tudo por isso mesmo, é óbvio que
ele vai estar em vantagem e vai estar mais preparado para a vida do que eu.
O Brasil vinha se tornando
(e hoje isso está ainda mais evidente) um terreno propício para o
"darwinismo da pior espécie". Temos um aparato legal de primeiro
mundo que, simplesmente, não funciona como deveria funcionar. Em função dessa
inoperância, ele só oprime e acua as pessoas de bem. Estas, desse modo, ficam
permanentemente desamparadas diante de uma bandidagem mais apta e esperam, de
maneira vã, que governos e instituições venham em seu socorro, garantindo o
cumprimento das leis.
A impunidade representa a
falência dessas mesmas instituições e torna íníquo e inócuo o primoroso
conjunto de leis que construímos. Da época do artigo até agora, essa impunidade
só fez aumentar e continua funcionando como um tônico poderoso para o tal
darwinismo. Isso pode ser facilmente comprovado pelo crescimento brutal e constante
das estatísticas de crimes, que colocam o país entre os mais violentos do mundo.
E se, de uma forma ou de outra, as leis não são respeitadas, não há outra
conclusão a tirar: a democracia brasileira está cada vez mais doente e
ameaçada.
E, pior, dos últimos dez
anos para cá, o "darwinismo da pior espécie" ganhou um reforço
importante e adquiriu novo status e uma quase legitimidade. Se não uma
legitimidade formal, ao menos uma quase aceita como regra na prática, uma vez
que a condescendência com uma série de crimes passou a ser uma norma efetiva da
política oficial: do MST ao caixa 2, das FARCS a Battisti, das fraudes aos
dossiês e assim por diante
O darwinismo da pior espécie
deixou de ser preponderante só nas ruas e adentrou com força total nos
gabinetes, nas academias, sindicatos, redações, ONGs e se espalhou como praga
por todas as instituições. Adquiriu uma espécie de verniz ideológico que turvou
a visão sobre uma série de comportamentos que antes eram considerados crimes,
simplesmente crimes.
Nem é preciso dizer que a
desonestidade intelectual passou a ser também uma vantagem comparativa
fundamental para outros tipos de meliantes, talvez os tipos mais sórdidos deles.
Aqueles que só têm coragem de agir sob proteção ou à soldo dos godfathers da
hora, ajudando a colocar cortinas de fumaça diante da ilegalidade dos atos de
seus amos e senhores. A imprensa brasileira está cheia deles, hoje.
E também não é preciso dizer
que o ápice dessa contaminação das instituições pelo crime se deu quando o
presidente da república veio a público relativizar a efetividade das leis que
jurara defender. Após cavalgar sobre a Constituição, sob orientação do próprio
ministro da justiça, mentiu descaradamente para a o povo brasileiro no episódio
do mensalão e continuou mentindo depois sobre episódios tão graves quanto
aquele,
Enquanto permanecer impune, ele
será como um símbolo do "darwinismo da pior espécie" e este continuará
ganhando de goleada dos ingênuos e idiotas que seguem as leis.
Neno Silveira – economista.
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