27.2.08

Ela é como os Al...




















Hillary é como os Al (Al Gore e Al ckmin): é uma opção séria demais para a mediocridade majoritária...
A mídia sensacionalista, golpista, marketeira ou alienada (dependendo do caso) prefere baixarias ou 'novidades', como já tivemos com collor, lullas, etc..
No caso de Hillary, ainda tem a 'desvantagem' de enfrentar o machismo, o preconceito (já viram uma mulher presidente nesses países?) além do estigma do episódio Lewinsky - os chovinistas não perdoam quem teve a postura dela...

25.2.08

O Sapo e o falso bispo

Leiam a fábula das rãs e do poço, de Luciano Pires - http://www.lucianopires.com.br

depois leiam a notícia do terror contra a livre imprensa praticado pelo desgoverno (processos contra Mainardi) e pela seita aliada do poder contra a jornalista Elvira Lobato, e concluam se não vivemos uma ditadura do dinheiro corrupto, que compra pesquisas de ‘opinião’, votos, totalizações eletrônicas, processos, CPIs, etc.

Ou algum dos criminosos de alto escalão presos pela Polícia Federal nos últimos anos ainda continua preso? Ou algum dos comprovados processos por fraude e desvio de verbas já levou à devolução do dinheiro desviado, com multa e prisão correspondentes (Jorgina, Lalau, Maluf, etc.)?

Além de inocentes, perseguidos políticos e raia miúda, quem foi privado de sua atuação como quadrilheiro e chefe de crime organizado (até os chefões presos na administração anterior agora têm regalias de hotel 5 estrelas e comandam seus crimes hediondos de dentro desses hotéis federais).

A ironia de João Ubaldo Ribeiro da edição do Estado de S.Paulo desse domingo dia 24.2.2008 já se tornou realidade: agora os honestos irão para a cadeia, já que os outros estão no poder...

Trocando Seis por Meia Dúzia

Como nunca antes neste país, a diferença entre a dívida externa e os ativos externos do país ficou positiva, graças à austera administração do Banco Central pelo tucano Meirelles, que conquistou um nível de reservas inédito na história de nossas divisas.
Entretanto, devido à gastança desmesurada (e no interesse privado dos marajás do poder central), e ao nível elevado dos juros que acompanham a elevada inflação real (não a oficial), o Brasil tem hoje uma dívida recorde de quase 1 TRILHÃO e 300 bilhões de reais, como nunca antes neste país. O desgoverno preferiu trocar uma dívida que já vinha definhando por si só (além de reduzida em relação ao PIB, vinha caindo devido à queda do dólar no mundo inteiro e aos juros mínimos praticados lá fora) por uma dívida interna caríssima (juros muito mais elevados que os internacionais), e assim passou de uma dívida interna de bilhões do governo anterior para uma dívida interna de TRILHÕES que torna cada vez mais provável a ameaça de um calote interno, até por que sua proporção em relação ao PIB é assustadora.

19.2.08

Quem precisa de TV Lulla se tem a Globo?








Nesta segunda-feira, serviram-nos duas doses de Lulla no café da manhã. Até imagens e a inconfundível flatulência oral diretamente do círculo polar antártico. Haja indigestão. Ninguém merece, mas o povo tem que engolir as imagens e desinformações oficiais dia e noite em todos os canais de TV aberta, única faixa disponível 'sem custo'.
No 'site' do Estadão há uma enquete se 'está satisfeito com o (des)governo Lulla'. A votação demonstra que mais de dois terços dos leitores desaprovam a bandalheira que aí está.
Mas as 'pesquisas de opinião' compradas e publicadas pelo desgoverno e aliados dizem o contrário. Os sensus, ibopes e datafolhas da vida são pagos prá isso, além de contarem com opiniões de quem não lê. Infelizmente, não é preconceito, é a dura realidade: quem não tem condições nem acesso à leitura é desinformado e tem a opinião manipulada pela propaganda oficial televisiva, pela 'notícia' plantada e falada.
Opinião mais manipulada e ignorante do que a nossa, pois também recebemos montes de informações tendenciosas dos órgãos oficiais e do domínio lullista da imprensa, como
  • a megareserva no centro da Terra, que produzirá petróleo e gás já no ano da reeleição do Grande Líder (2014),
  • o mesmo é metalúrgico ou trabalhador, omitindo-se sua condição de pelego politiqueiro
  • as estatísticas de inflação, PIB e emprego que maquiaram a nossa dura realidade,
  • substituição de técnicos por políticos para aumentar a manipulação de índices sociais e
  • propaganda maciça para dar a ilusão de que o país progrediu na área social, quando perdeu até para a ALBÂNIA na última avaliação do IDH,
  • a história do reverso pinado no avião da TAM para desviar a atenção em relação à culpa do desgoverno na tragédia devido à não-reforma da pista e posterior liberação forçada para dias de chuva, através de documento inválido enviado pela ANAC para enganar a Justiça;
  • o mito da salvação do Nordeste através da TRANSPOSIÇÃO do Rio São Francisco,
  • a lenda dos 10 milhões de empregos e do 'espetáculo do crescimento' quando só não ficamos atrás do HAITI em época de crescimento mundial, de redução do desemprego enquanto o salário médio continua abaixo daquele do governo anterior (salário médio inferior após 5 anos de inflação!)
  • a falácia reeleitoreira da 'autosuficiência do petróleo', mentira inventada para reeleger o imoralista: no ano seguinte à campanha dudesca paga por nossos bolsos, a INSUFICIÊNCIA (déficit na conta petróleo) ainda dobrou.
  • a estória da 'espionagem industrial' na Petrobrás para esconder o rombo de 9 bilhões do fundo Petros, das renovações ilegais de contratos do Duda Mendonça, da entrega de refinarias ao cocaleiro, das negociatas como Gemini e Halliburton, etc..
E a novela do 'roubo de informações' está rendendo na grande mídia como se fosse um desmatamento generalizado na Amazônia (assunto, aliás, tratado como 'cosquinha' pela mídia lullista), ou como se fossem as despesas de milhões da família 'real', os milionários desvios ou "investimentos" ou "gastos de segurança nacional" da 'realeza' e respectiva corja...

Um dia o Brasil precisa voltar a ser uma democracia.

Enquanto não podemos votar de verdade sem a desleal influência de mensalões, mensalinhos e bolsa-voto, votamos na enquete:
http://www.estadao.com.br/pages/enquetes/default.htm?id_enquete=129

17.2.08

O Patrão do Esplanada e a VW





Manchete nos jornais: "Lula já sabia do problema do Fox em 2006"

Como diria o Macaco Simão: "agora as vítimas - do dispositivo que corta o dedo no banco de trás - estão qualificadas para se candidatarem à presidência da republica!". Provavelmente também sabe - nunca sabe de nada, quando lhe convém - que sua antiga conhecida de sindicato também recebe pára-choques com material adulterado, motivo que levou os responsáveis a encomendarem o assassinato de uma testemunha... Assunto, aliás, tão comum e irrelevante... A família de Celso Daniel abandonou o país por mera preferência pessoal.
Enquanto o patrão do Esplanada passeia pelos mares do Pólo Sul, o Brasil em chamas com florestas ardendo e cidades sucumbindo ao crime de norte a sul... Viva o lullismo, viva a Gamecorp, a pizza do mensalão e do cartão do patrão do Brasil!

16.2.08

Areia em nossos olhos! Pizza no forno.


Minha opinião pessoal sobre esse 'roubo de informação' da bombástica reserva Júpiter (!?! ou Tupi, ou Santos? já mudaram o nome):
Como foi lembrado recentemente, a dita reserva pré-sal já era conhecida por Itamar, que preferiu evitar alarde na época, por decência, realismo e vergonha na cara. Motivos: havia e não há tecnologia disponível e econômicamente viável, no momento, para explorar comercialmente esse gigantesco 'achado' (há muito tempo encontrado) que se situa a 7.000 metros de profundidade. A Petrobrás, líder mundial em tecnologia de águas profundas, só chegou a explorar regularmente jazidas a 2.000 metros de profundidade, até hoje.
Posso estar enganado, mas esse 'roubo de informações sigilosas' me parece armação para 'enaltecer' a pseudo-descoberta lullista, jogando areia nos nossos olhos e desviando nosso olhar dos verdadeiros escândalos:
1 - a Amazônia destruída como se tivesse sido invadida por uma devastadora potência estrangeira no pior estilo 'tempestade no (agora quase) deserto", com efeitos lembrando a invasão do Iraque, do Vietnam com agente laranja, etc.. e genocídio silencioso das populações ribeirinhas;
2 - o Mensalão, maior escândalo de corrupção por atacado da história do país, sendo enterrado com 'acordos' inéditos com os envolvidos, em vias de se tornar a maior pizza do mundo com a chancela da Justiça Federal;
3 - a criminalidade generalizada no país, com máfias de todo o mundo aportando em massa desde 2003, Alagoas sem polícia civil há meio ano, o povo abandonando suas casas humildes para bandidos de Norte a Sul, com a complacência do despresidente
4 - a explosão geométrica dos gastos (agora ocultos pelo lullismo) com cartões presidenciais, agora desvirtuados para mero uso pessoal, com despesas monárquicas só em roupas do 'casal real', sem falar nas dezenas de milhões de reais sacados no caixa): esses dados escandalizariam o povo, se tivesse acesso à informação, sem a censura lullista na grande mídia,
5 - a falta de liberdade de imprensa, assassinato (e tentativas) de jornalistas que denunciam crimes, máfias (S.J. dos Campos, caça-níqueis: radialista primo de Alckmin) e políticos corruptos ou exploradores de prostituição infantil (Porto Ferreira), bandas podres da polícia inclusive no Estado de S. Paulo, e tantos que não chegam à imprensa escrita ou televisada...
6 - a impunidade generalizada em todos os níveis de crimes, excetuando apenas 'raia miúda' e furto de comida;
7 - os escândalos da própria Petrobrás (desvios Fundo Petros, caso Gemini, Duda Mendonça, gasolina congelada no pico de preços até hoje custando aos brasileiros o dobro do preço da gasolina pura nos EUA, a própria divulgação espalhafatosa - alarde total - da reserva Tupi gerando impressionantes altas - e ganhos para especuladores 'insiders' do petismo - na Bolsa).

Pesando a gravidade dos lamentáveis escândalos acima, assim como a motivação e o interesse nas respectivas divulgações, tendo a concluir que o tal 'roubo' vem sendo alardeado com grande estardalhaço apenas com o propósito de nos confundir e distrair a atenção da mídia dos problemas maiores... E o envolvimento da empresa Halliburton, do vice do amigo/colega também reeleito/bebum/apedeuta do Norte é o máximo da coincidência! O que estaria por trás da contratação de tão suspeita empresa pela nossa maior estatal?

Vamos apostar (para entrar em uma atividade lullista similar ao jogo)?

10.2.08

Desgoverno premia criminosos e pune honestos





















Como nunca antes neste país, transformado pelo desgoverno atual em 'País de Todos os Crimes' o lulismo surpreende quando se acha que não é possível ser ainda mais insensato...
A exemplo do bolsa-bandido (as mães de jovens delinqüentes ganham bolsa-família em dobro como prêmio por terem 'filhos com problemas com a lei'),
do embargo à carne brasileira na Europa (os fazendeiros que investiram no rastreamento, vacinação e produção com excelência foram penalizados pela incompetência federal que os nivelou aos produtores incapacitados e despreparados),
a exemplo da criminalidade generalizada em relação à qual o desgoverno apenas toma 'providências enérgicas' contra a divulgação pela imprensa, agora amordaçada, e
mantendo a regra lulista de que os culpados são as vítimas e os criminosos devem ser amparados (leis de Lulla), no caso do desmatamento, o desgoverno quer premiar os desmatadores com anistia (mediante compromissos de replantio que não serão cumpridos nem controlados, como sabemos no histórico recente de 5 anos de lulismo), punindo assim os fazendeiros que respeitaram os limites de 20% de desmatamento e premiando os invasores e criminosos que desmataram 100% e ainda terão garantia 'de lei' sobre 50% do total desmatado.
A regra do quanto pior melhor continua sendo a máxima dessa corja que se apoderou de nosso país.
O Brasil não merece isso!

9.2.08

Fim do carnaval ou fim da picada?




Por falar em picada, o desgoverno atual é o fim...



Não tem vergonha na cara...



Para 'salvar a cara', tira uma ministra dos holofotes e preserva outros como o da foto, que também gastou muito mais, além de resguardarem o mais graúdo deles e a 'família real'.




Nunca antes neste país houve um desgoverno tão corrupto (conforme até escreveu um dos atuais ministros), gastão, mentiroso e entreguista...

A Amazônia entregue à rapina, o povo entregue aos bandidos, o país entregue à impunidade de todos os criminosos de dentro e fora do Brasil...

Até quando vai durar esse carnaval?

6.2.08

Quarta de Cinzas, país em cinzas

Na pós-democracia lullista, o Brasil virou um mar de cinzas.

cinzas de nosso maior patrimônio devastado,
cinzas dos ribeirinhos assassinados ou mortos de fome e doença,
desde o Velho Chico até os confins da Amazônia,
cinzas das vítimas de balas perdidas e da guerra não declarada do crime generalizado,
dos mortos por falta de atendimento médico,
cinzas da democracia conspurcada e ridicularizada pela nova elite do poder.
Cinzas das testemunhas do assassinato de Celso Daniel,
das centenas de processos criados para calar quem ainda tiver opinião,
cinzas da representatividade, dos votos das urnas fraudadas,
do voto não comprado, de um parlamento subjugado ao mensalão.
Cinzas dos 75% em saques feitos em dinheiro na farra do cartão,
cinzas da transparência, da vergonha na cara, da decência e do Tribunal de Contas da União.

5.2.08

Quando essa Farra vai acabar?



CGU só revela despesas de 68 dos 150 cartões que a Presidência tem


82 servidores que trabalham no Palácio do Planalto tiveram gastos omitidos pelo Portal da Transparência

Sônia Filgueiras

A Presidência da República tem pelo menos 150 cartões corporativos, conforme levantamento obtido pelo Estado. Juntos, os titulares desses cartões gastaram no ano passado R$ 6,2 milhões. Do grupo, apenas 68 servidores tiveram suas despesas divulgadas no Portal da Transparência, mantido pela Controladoria-Geral da União (CGU) na internet. Ou seja, cerca de 80 funcionários ligados à Presidência realizaram despesas que foram omitidas no site.


http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080205/not_imp119865,0.php






Democracia em regressão

Suely Caldas
http://www.estado.com.br/editorias/2008/02/03/eco-1.93.4.20080203.3.1.xml
Em 2007 os gastos de custeio (consumo) do governo federal aumentaram 11,6% acima da inflação.

Despesas de consumo de ministros, Presidência da República e de altos funcionários com cartões de crédito
corporativos disparam desde 2003, e em 2007 somaram R$ 75,656 milhões, 129% acima de 2006 e quase 6 vezes mais do que 2004.

O governo assume e dias depois descumpre o compromisso de não elevar impostos para compensar a perda da CPMF. A população é punida com mais tributos para sustentar o crescimento de gastos do governo.

De Jader Barbalho a Severino Cavalcanti, Renan Calheiros e Edinho Lobão, os brasileiros andam descrentes, decepcionados e sem esperança com o Congresso.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais detectou desmatamento recorde na Amazônia, que o presidente Lula desqualificou, reduzindo-o a um “alarde”.


Por considerar incompatível com a ética pública a acumulação de cargos de ministro e presidente do PDT, a Comissão de Ética recomendou a Lula a demissão do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, e nada aconteceu.

Entre 2003 e 2005 o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) detectou dezenas de saques bancários milionários em dinheiro efetuados pelo valerioduto/mensalão, ficou em silêncio e não denunciou ao Ministério Público (MP), como manda a lei.


A Agência de Energia Elétrica (Aneel) recomendou ao Ministério de Minas e Energia que decrete a caducidade da concessão da Cia. Energética do Amapá (CEA), prestes a falir em decorrência de má gestão do governo desse Estado, mas nada acontece e o presidente Lula ainda nomeia ministro da área Edison Lobão, protegido do senador do PMDB do Amapá, José Sarney, interessado em manter a CEA.

Uns mais recentes, outros reincidentes, esses fatos têm em comum a fragilidade das instituições, o retrocesso da democracia, a falta de zelo com o dinheiro público, a tolerância com o crime e a impunidade. O Congresso é a mais antiga e também a mais desacreditada das instituições listadas acima, mas algumas delas são jovens, nasceram no final dos anos 90 com o propósito de dar alicerces sólidos à democracia. Daí seu formato de autonomia e independência em relação aos diferentes governos, corruptos ou honestos, bem ou mal-intencionados, capazes ou incompetentes. São instituições de Estado, que ultrapassam governos e têm por função defender os direitos do cidadão, protegê-lo contra danos decorrentes da má gestão pública e práticas de barganha política dos governantes.

Mas, para cumprir seu papel, não basta às instituições existir, elas precisam funcionar, sobretudo quando se opõem a ações de políticos nocivas aos direitos do cidadão. Se o Coaf flagra operações bancárias suspeitas de desvio de dinheiro público e as esconde, não denuncia nem informa ao MP para abertura de inquérito, está protegendo o criminoso e punindo o cidadão. Há casos em que a instituição funciona, mas sua decisão não é respeitada pelo governo e o cidadão fica desprotegido. Exemplo: quando a Aneel recomenda ao governo federal que decrete a caducidade da concessão à Cia. Energética do Amapá, porque vê riscos ao suprimento de energia nesse Estado, está cumprindo o seu papel, mas o governo prefere não acatar a recomendação para atender o aliado político Sarney.

Caso escabroso de desprezo pelas instituições é o silêncio de Lula em relação à recomendação do Conselho de Ética de demitir o ministro do Trabalho, já que este se recusa a deixar a presidência do PDT, em dualidade de funções considerada incompatível com a ética pública. Pior do que anunciar que não vai demitir é o comportamento de fingir que não vê e ignorar a decisão, desconsiderando o Conselho e os conselheiros. Como Lula tem enorme dificuldade em lidar com adversidades, costuma esconder-se ou negar a existência do problema em vez de enfrentá-lo com a coragem e a tenacidade dos estadistas. Tem sido assim com o risco de apagão elétrico, com a devastação da floresta amazônica e já foi com o mensalão e com tantos outros casos.

O descaso com o dinheiro público é outro instrumento de desmonte das instituições. A Presidência da República e os ministros abusam do uso de cartões de créditos corporativos com saques em dinheiro e despesas pessoais...

*Suely Caldas é jornalista e professora de Comunicação da PUC-RJ.




3.2.08

A Farra do Carnaval








Cartões, devastação da Amazônia, impunidade garantida pelo despresidente, é a farra do Carnaval lulista, segundo saiu na imprensa:

A devastação da Amazônia

A questão do desmatamento da Amazônia, que a ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, transformou em emergência nacional na semana passada, ao descobrir que as derrubadas dos últimos cinco meses foram recordes, está quase toda explicada em uma nota emitida pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), não quando afirma não haver qualquer relação de causa e efeito entre o aumento dos preços da soja e da carne bovina e desmatamento, o que é mais do que discutível, mas quando lembra que “o grande proprietário de terras na região é o próprio governo federal, detentor de 76% das áreas na Amazônia Legal, devendo (sic) a este o ato de cuidar de suas próprias terras”. Pois o governo não cuida de suas terras e muito menos consegue estabelecer uma política coerente e contínua para a exploração sustentável das riquezas amazônicas. O presidente Fernando Henrique, por exemplo, elaborou em 1995 a Política Nacional Integrada para a Amazônia Legal...

http://www.estado.com.br/editorias/2008/02/02/edi-1.93.5.20080202.1.1.xml


Farra dos cartões derruba ministra Matilde Ribeiro

Matilde Ribeiro, da Igualdade Racial, diz que não está arrependida

A ministra da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, pediu demissão ontem - desgastada pela revelação, feita pelo Estado há 19 dias, de que ela efetuou despesas de R$ 175 mil com cartão corporativo do governo. Matilde afirmou ter sido inábil no controle de gastos e classificou o deslize como “um erro administrativo”. “Não estou arrependida”, declarou. Ativistas do movimento negro afirmam que sua queda se deve ao fato de ela ser negra e mulher. O mais cotado para o posto é o deputado Édson Santos (PT-RJ)

http://www.estado.com.br/editorias/2008/02/02/

E o entreguista-mor defende os devastadores, dizendo que "não se pode culpar ninguém" e ainda comparando a hedionda devastação do maior patrimônio nacional a uma "coceira" (!?!?!).
Claro, porque certamente está defendendo interesses pessoais e de membros da quadrilha. Não foi para outra coisa que editou e assinou as leis 10792 e 11464...
E por falar em coceira, os desvios de bilhões para os fundos de pensão, do 'recapeamento' das estradas e reformas dos aeroportos na campanha pré-eleitoral, Gamecorp, ONGs 'amigas', transposição do velho Chico, PAC, propaganda, dudas, aliados e cumpadres, deve ser tudo 'cosquinha'.
Para manter-se fiel ao seu estilo, novamente defende os culpados, sempre responsabilizando as vítimas. Humilha a própria ministra do Meio Ambiente, enquanto até a Confederação Nacional da Agricultura avisa que o desmatamento ocorre essencialmente nas terras do Governo Federal, que as abandonou aos criminosos. Mas o desgoverno ignora, como sempre...


Farra dos Cartões: concordo com os movimentos negros quando dizem que a ministra dos cartões, ou melhor, Matilde Ribeiro, foi demitida por racismo e é bode expiatório.
Ela é o bode expiatório do desgoverno para poupar os demais assaltantes dos cofres públicos via cartão corporativo.
É discriminação, porque o 'não-sei-de-nada' (e sua esposa), por exemplo, é branco de família italiana, gastou muuuito mais e continua no cargo.
Entretanto, a justiça lulista garante que todos continuem impunes e os cofres públicos não sejam ressarcidos.
Neste ponto, a igualdade racial está mantida.















NA CABEÇA–A Camisa Verde e Branco, primeira a desfilar ontem no Anhembi, contou a história do cabelo - O Estado de S.Paulo 3.2.08 -
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