Dia 18 de junho foi instalado oficialmente o Estado de Exceção no Brasil, a Ditadura da Toga, o vale-tudo sem respeitar formalidades como a Constituição ou as Leis do país.
Em seu lançamento, a Ditadura da Corte Bolivariana do Brasil já conta com 7 presos políticos e com seu primeiro exilado político.
O plenário da Corte Suprema votou, por 10 a 1, pela implantação da forma mais ilegal, inconstitucional e espúria de processo já vista nos últimos 3.000 anos: a perseguição implacável, sem acusação, sem crime e sem vítimas, a pessoas que são definidas pelo critério de orientação política e chamadas de "anti-democráticas".
Iniciada por Toffoli, Moraes e Mendes, uma estranha operação que objetivava vingança pessoal contra cidadãos que ousaram criticar membros do Supremo Tribunal desencadeou investigações, inquéritos, invasões, expropriações e prisões ilegais de brasileiros que não vandalizaram, atacaram, agrediram nem destruíram patrimônio público como antifas, torcidas organizadas lulopetistas e terroristas similares têm feito recentemente. As ações, desrespeitando o Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Constituição e até a imunidade parlamentar, atingiram deputados e um senador cujo "crime" foi apenas de apoiar a presidência da República.
O critério para a perseguição e prisão dessa sinistra operação é apenas político-ideológico: alvo é quem é de direita, conservador e apoiador do presidente eleito.
Na quarta-feira, a Corte bolivariana do Brasil iniciou uma votação encerrada no dia seguinte, que oficializou esse espúrio processo ilegal que nem Franz Kafka teria imaginado como ingrediente para seu conto "O Processo".
Não bastou o presidente ajoelhar, aceitar a imposição do congresso podre nas palavras de seu presidente Rodrigo Maia, de articular com os deputados.
A Corte inquisitória não soltou nenhum dos 7 presos políticos e ainda exigiu a cabeça de um de seus mais fiéis e combativos ministros, o mesmo Abraham Weintraub que Rodrigo Maia já mandou derrubar antes.
A cabeça de Weintraub foi servida em bandeja de prata aos coiotes com sede de sangue.
De nada adiantou.
Agora, apoiados pela mídia sórdida que joga poeira com factóides, os ditadores de toga e parlamentares golpistas planejam a destruição das vidas pessoais dos 7 presos políticos, dos ministros e apoiadores do presidente da República e, sem recuar um passo, terminar de derrubar o presidente Jair Bolsonaro.
20.6.20
2.6.20
Golpe de Estado dos Gabinetes da Facada
O golpe de Estado está em andamento.
Para engessar definitivamente o governo brasileiro, os políticos da Bancada da Facada, os governadores e ministros do STF se uniram para derrubar o governo de Jair Bolsonaro.
Afrontando a Constituição e a legislação vigente, políticos e membros do STF anularam decisões estratégicas sobre a emergência do vírus chinês, anularam nomeações do presidente, forçaram a divulgação de reunião de Estado colocando em risco a segurança do governo e de seus membros e pisoteando o sigilo assegurado a assuntos do Estado brasileiro.
Não contentes com essas afrontas ilegais e inconstitucionais ao Estado de Direito, os ministros Moraes, Mendes e Toffoli criaram um Tribunal de Exceção para intimidar e aprisionar formadores de opinião e influenciadores das redes sociais da Internet e parlamentares não alinhados à hegemonia socialista, calando as poucas vozes que ainda defendem o governo Bolsonaro.
Um total de 29 jornalistas, influenciadores e parlamentares estão sendo perseguidos por externarem opiniões contrárias àss 'fake news' e agressões diárias por parte da mídia hegemônica, da bancada do crime no Legislativo e Judiciário.
O golpe de estado vem sendo formalizado por alguns membros do STF (com o silêncio e a conivência dos demais) através de intimidações e ameaças pré-republicanas ("intimação sob vara") e insultos explícitos ao Presidente, comparando-o ao ditador nacional socialista Hitler) proferidas pelo ministro Celso de Mello.
Coordenados pelo PCC de Xi Jinping e outros partidos comunistas estrangeiros, os vendilhões da pátria se encontram unidos para implantar o terror e a desordem em solo brasileiro, importando até grupos e métodos terroristas como o ANTIFA e coletivos bolivarianos.
Partidos de esquerda e auto-proclamados de centro-esquerda, centro e até "direita" (DEM, PSL, etc.) se uniram para derrubar o presidente, perseguir, prender ou eliminar seus aliados, de ministros a populares em praça pública de cidades do interior.
O 'processo' inquisitório criado pela trinca Mendes, Toffoli e Moraes, ação ilegal e inconstitucional que faria "O Processo" de Franz Kafka parecer um conto infantil, reúne, além dos ingredientes da famosa obra tais como condenação e execução sem acusação, autos ou provas, a figura do super-homem (Übermensch de Nietsche), um togado do STF que assume o papel simultâneo de autor, promotor, investigador e juíz.
No âmbito dessa aberração jurídica, está em curso a peça de teatro do absurdo protagonizada por extremistas de esquerda do PT, PSOL, PCdoB, PDT, PSB e radicais de ex-direita como Joice Hasselmann, Maia, Alcolumbre e Frota, visando implantar a Censura na internet e o Crime de Opinião inafiançável, a derrubada do poder e a implantação definitiva da Ditadura, do Estado Totalitário que o chefão do crime do Brasil enalteceu recentemente junto à pandemia da China (vide a postagem de 21 de maio).
Para engessar definitivamente o governo brasileiro, os políticos da Bancada da Facada, os governadores e ministros do STF se uniram para derrubar o governo de Jair Bolsonaro.
Afrontando a Constituição e a legislação vigente, políticos e membros do STF anularam decisões estratégicas sobre a emergência do vírus chinês, anularam nomeações do presidente, forçaram a divulgação de reunião de Estado colocando em risco a segurança do governo e de seus membros e pisoteando o sigilo assegurado a assuntos do Estado brasileiro.
Não contentes com essas afrontas ilegais e inconstitucionais ao Estado de Direito, os ministros Moraes, Mendes e Toffoli criaram um Tribunal de Exceção para intimidar e aprisionar formadores de opinião e influenciadores das redes sociais da Internet e parlamentares não alinhados à hegemonia socialista, calando as poucas vozes que ainda defendem o governo Bolsonaro.
Um total de 29 jornalistas, influenciadores e parlamentares estão sendo perseguidos por externarem opiniões contrárias àss 'fake news' e agressões diárias por parte da mídia hegemônica, da bancada do crime no Legislativo e Judiciário.
O golpe de estado vem sendo formalizado por alguns membros do STF (com o silêncio e a conivência dos demais) através de intimidações e ameaças pré-republicanas ("intimação sob vara") e insultos explícitos ao Presidente, comparando-o ao ditador nacional socialista Hitler) proferidas pelo ministro Celso de Mello.
Coordenados pelo PCC de Xi Jinping e outros partidos comunistas estrangeiros, os vendilhões da pátria se encontram unidos para implantar o terror e a desordem em solo brasileiro, importando até grupos e métodos terroristas como o ANTIFA e coletivos bolivarianos.
Partidos de esquerda e auto-proclamados de centro-esquerda, centro e até "direita" (DEM, PSL, etc.) se uniram para derrubar o presidente, perseguir, prender ou eliminar seus aliados, de ministros a populares em praça pública de cidades do interior.
O 'processo' inquisitório criado pela trinca Mendes, Toffoli e Moraes, ação ilegal e inconstitucional que faria "O Processo" de Franz Kafka parecer um conto infantil, reúne, além dos ingredientes da famosa obra tais como condenação e execução sem acusação, autos ou provas, a figura do super-homem (Übermensch de Nietsche), um togado do STF que assume o papel simultâneo de autor, promotor, investigador e juíz.
No âmbito dessa aberração jurídica, está em curso a peça de teatro do absurdo protagonizada por extremistas de esquerda do PT, PSOL, PCdoB, PDT, PSB e radicais de ex-direita como Joice Hasselmann, Maia, Alcolumbre e Frota, visando implantar a Censura na internet e o Crime de Opinião inafiançável, a derrubada do poder e a implantação definitiva da Ditadura, do Estado Totalitário que o chefão do crime do Brasil enalteceu recentemente junto à pandemia da China (vide a postagem de 21 de maio).
Assinar:
Postagens (Atom)



