Infelizmente, Putin colocou Bolsonaro numa saia justa, ao invés de aproveitar a oportunidade que a visita do brasileiro deu à sua popularidade e possibilidade de melhorar sua imagem.
O ditador, que junto ao colega sanguinário do PCChina sustenta a ditadura da Venezuela e outras, resolveu invadir a Ucrânia, onde o povo recentemente derrubou uma clePTocracia alinhada à Rússia e elegeu um outsider, um conservador liberal amante da democracia de fora do establishment, como aconteceu no Brasil em 2018.
Putin e seu regime chamam o 'Bolsonaro' da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, de nazista (apesar de se tratar de um judeu), extremista, etc. assim como a mídia tóxica e a esquerda do Brasil fazem com nosso presidente eleito. Aqui temos o braço armado do STF e do PT, respectivamente grupos, milícias e vândalos, MST, MTST, crime organizado juntos contra o presidente eleito, lá são as forças armadas russas invadindo a Ucrânia, quebrando todos os acordos internacionais da ONU, de Helsinque, o Memorando de Budapeste e esmagando a autodeterminação dos povos e a soberania internacional.
O governo brasileiro, através do embaixador Rubens Costa Filho, respondeu ontem no Conselho de Segurança da ONU de forma muito mais clara e detalhada do que os demais países que condenaram a covarde invasão:
"Renovamos nosso apelo pela cessação total das hostilidades, pela retirada das tropas e pela retomada imediata do diálogo diplomático".
"Procuramos manter o espaço de diálogo, mas ainda sinalizando que o uso da força contra a integridade territorial de um Estado-membro não é aceitável no mundo atual".