26.2.22

Uma vez KGB, sempre KGB

Infelizmente, Putin colocou Bolsonaro numa saia justa, ao invés de aproveitar a oportunidade que a visita do brasileiro deu à sua popularidade e possibilidade de melhorar sua imagem.

O ditador, que junto ao colega sanguinário do PCChina sustenta a ditadura da Venezuela e outras, resolveu invadir a Ucrânia, onde o povo recentemente derrubou uma clePTocracia alinhada à Rússia e elegeu um outsider, um conservador liberal amante da democracia de fora do establishment, como aconteceu no Brasil em 2018. 

Putin e seu regime chamam o 'Bolsonaro' da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, de nazista (apesar de se tratar de um judeu), extremista, etc. assim como a mídia tóxica e a esquerda do Brasil fazem com nosso presidente eleito. Aqui temos o braço armado do STF e do PT, respectivamente grupos, milícias e vândalos, MST, MTST, crime organizado juntos contra o presidente eleito, lá são as forças armadas russas invadindo a Ucrânia, quebrando todos os acordos internacionais da ONU, de Helsinque, o Memorando de Budapeste e esmagando a autodeterminação dos povos e a soberania internacional.

O governo brasileiro, através do embaixador Rubens Costa Filho, respondeu ontem no Conselho de Segurança da ONU de forma muito mais clara e detalhada do que os demais países que condenaram a covarde invasão:

"Renovamos nosso apelo pela cessação total das hostilidades, pela retirada das tropas e pela retomada imediata do diálogo diplomático".

"Procuramos manter o espaço de diálogo, mas ainda sinalizando que o uso da força contra a integridade territorial de um Estado-membro não é aceitável no mundo atual".




20.2.22

Distensão nas ameaças de guerra, desespero da grande mídia hegemônica

Autoridades do governo Biden anunciaram a invasão da Ucrânia pela Rússia e o início de um conflito mundial para a quarta-feira quando Bolsonaro se encontraria com Putin.

A visita de Bolsonaro à Rússia com sua postura destemida cumprindo missão de estadista demonstraram que ele exerce um real protagonismo mundial, contrastando com atitudes infrutíferas e poses humilhantes por parte de líderes como Makron e outros diante da crise. Isso deixa a esquerda em desespero, atirando até em memes.



A brusca redução nas ameaças de guerra durante visita de Bolsonaro a Moscou deixa em desespero o Partido das Trevas e seus membros dentro e fora dos poderes. A mídia cuspindo fogo, chamando soldados russos que caíram na guerra contra o nazismo de "comunistas". 

É hilário ver como Bolsonaro é recebido como estadista de primeiro nível nas visitas oficiais e nos encontros de cúpula internacionais, constatar o carinho da população desses países quando ele vai a lugares públicos comuns, e a histeria da mídia e suas agências de checagem trabalhando em turnos extras para desmentir as melhores montagens feitas sobre o evento.

 
Nas profundidades, o deep state que programa o retorno do maior larápio da História do Brasil ao poder não sabe mais como desmerecer ou ocultar a importância das vitórias de Bolsonaro nessa viagem:

  • estreitamento dos laços comerciais garantindo o suprimento de fertilizantes estratégicos e o crescimento de nossas exportações, além do intercâmbio tecnológico,
  • fortalecimento da postura independente e soberana do Brasil, conquistando mais um voto para se tornar membro permanente do seleto núcleo do Conselho de Segurança da ONU,
  • a postura de respeito, seriedade, independência do Brasil e o carisma de seu líder cuja empatia não faz distinção entre humildes e poderosos. A mídia venal não consegue esconder, omitir ou ocultar a popularidade de Bolsonaro, demonstrada sempre que aparece nas ruas de cada região do Brasil e até no exterior. Nem com as suspeitíssimas pesquisas de empresas como DataFolha, Ipespe (ex-Ibope), Genial, Quest e outros balcões de negócios dirigidos por militantes venais.

Apesar de todas as piadas e memes nas redes sociais, fato é que os pronunciamentos oficiais de Bolsonaro na Rússia e na Hungria, sempre concluindo com um claro apelo à paz e frisando que a guerra não interessa a nenhum dos lados, deixou Putin numa 'saia justa' e deu força à soberania de países como a Hungria e Ucrânia, ameaçados de invasão e atacados pela mídia de outros poderosos. A rigor, serviu até de alerta ao tirano Xi Jinping, em atual aproximação com Putin para 'legitimar' invasões e anexações. 

Mas a mídia só se preocupa com detalhes como o uso de coturno no encontro de presidentes, e o uso da frase "solidariedade com a Rússia" (para concluir que o Brasil estaria do lado errado na atual crise entre a Rússia e os EUA e aliados democráticos!), que poderia ter sido formulada como "solidariedade ao povo russo", deixando Putin numa saia mais justa ainda.  

Na disputa das mídias sociais, quem está com a razão, #BolsonaroComunista ou #BolsonaroEvitouAGuerra?