Em qualquer retrospectiva histórica remontando inclusive ao Império, governo D. Pedro II, não há um período anterior à cleptocracia lulopetista atual que não deixe saudades pelo menor grau de criminalidade, violência e desfalque, agora BILIONÁRIO, das famílias brasileiras.
O recrudescimento do regime militar iniciado há 50 anos também só ocorreu em função de ataques terroristas de quadrilhas cujos componentes hoje estão no poder. Não fossem essas quadrilhas, provavelmente teríamos eleições diretas em todos os níveis logo após o Movimento de 31 de março de 1964.
Sem desculpar quaisquer dos crimes cometidos contra inocentes de ambos os lados, principalmente daquele que sabe quantos matou, inclusive em suas fileiras, por desconfiança de traição, e através de delações para salvar a própria pele. Estes foram os mais abjetos, o que não significa que não devam ser repudiados atos de sequestro, tortura, violência, intimidação e assassinato de inocentes, violência contra quem não pegou em armas nem agrediu ninguém.
A grande e cruel dúvida, cuja resposta pragmática e lógica seria muito mais rápida e fácil para quem não tem o espírito conservador, cristão e pró-família dos "direitistas", é a seguinte:
se o regime militar tivesse chegado à frieza e violência totalitária de regimes sanguinários como os de Cuba, da União Soviética, China e Coréia do Norte, eliminando todos os líderes e não líderes de oposição, então teríamos sido poupados do Mensalão, dos desfalques bilionários da Petrobrás, Caixa Econômica Federal, ministérios e estatais, dos desvios de bilhões da saúde, educação e segurança para financiar ditaduras estrangeiras, outros bilhões para obras faraônicas no Exterior ao invés de consertar a sucateada infraestrutura do Brasil?
Hoje, os povos de países também dominados por viúvas de Stalin sofrem, por vezes mais ainda do que o nosso - que já conta com mais de 50 milhões de desempregados abaixo da linha de miséria.
Os povos da Ucrânia e da Venezuela já estão lutando pela liberdade, e esperamos que os primeiros consigam escapar definitivamente do jugo vermelho do tirano russo, e que os irmãos venezuelanos consigam se livrar do regime bolivariano castrista apoiado pelo desgoverno brasileiro.
O esquema de infiltrar bandidos financiados pelo governo ou suas facções – blackblocs aqui e
colectivos na Venezuela – é a forma nefasta de permitir assassinatos “não
oficiais” pelo regime ditatorial e desmoralizar as manifestações pacíficas.
A luta do povo ucraniano é a mesma dos irmãos venezuelanos e de nosso povo
também.
Aqui o regime só não radicalizou tanto quanto nos dois outros países
porque encontrou barreiras que ainda não caíram, reminiscentes de nosso
Estado de Direito anterior ao regime lulopetista.
Mas a metodologia é a mesma, e
o objetivo é intimidar e desqualificar quem não concorda com o saque bilionário
que a quadrilha perpetra diariamente, subtraindo bilhões às famílias
brasileiras e “devolvendo” migalhas com rótulo de salvadora bolsa-família.
Prefiro torcer para uma solução democrática e pacífica como a do Paraguai, que votou o impeachment dentro da Lei e da Constituição, como nós fizemos quando ainda tínhamos uma democracia. Infelizmente, a hegemonia lulopetista já avançou muito mais do que Lugo conseguira no país vizinho, pois lá não houve mensalão e o Congresso manteve sua independência.
A dança das cadeiras do ministério petralha, com chefões aloprados, protagonistas de compras milionárias de lanchas do Ministério da Pesca e outros quadrilheiros em plena efervescência, não nos permitem muito otimismo quanto à versão paraguaia e pacífica de retorno à Democracia.
















