A verdade vai aparecendo apesar da grosseira manipulação por um IBGE aparelhado por militantes petistas, jornalões e grande mídia idem - repetindo os mitos da "nova classe média", do "pré-sal", autossuficiência, "pleno emprego" e outras farsas que escarnecem da situação do povo nesta quase década perdida.
Mesmo assim, o 'establishment' ou "Stalin-embelezecimento" do lulopetismo classificou a bandalheira e a vergonhosa dança das cadeiras do podre ministério como sendo "faxina", termo este replicado pela imprensa dominada e pela militância pervertida que não se importa em ofender e humilhar a categoria honesta, trabalhadora e digna das faxineiras.
O poste de plantão protegeu cada um dos ministros corruPTos herdados do presidente de facto, e somente demitiu um ministro, o único que não protagonizou escândalos e que pretendia sair por se sentir envergonhado de fazer parte daquela imunda aglomeração: Nelson Jobim.
A herança maldita do mais numeroso (quatro dezenas) e corruPTo ministério de toda a história de ex-colônia portuguesa foi prestigiada e defendida até o fim pela presidente, até porque esta foi "eleita" graças à maior fraude eleitoral já perpetrada no país, similar à de 2006. E, após caírem devido ao peso das evidências divulgadas pelo que sobrou de imprensa livre no Brasil, a governante ainda agradeceu a cada um deles pelos "serviços prestados".
O brutal endividamento triplicado do governo brasileiro, acrescido de rombos e dívidas de dezenas de bilhões da maior estatal por conta de um futuro "pré-sal", a gastança quintuplicada (em relação à África do Sul) por conta da próxima Copa do Mundo, as mortes nas filas do SUS, no trânsito e estradas abandonadas e em decorrência da contagem de homicídios duplamente recordista mundial marcaram esse final de 9 anos de desmando lulopetista.
Fica caracterizado o sistemático retrocesso constante e crescente em todos os aspectos da dignidade, ética, saúde e cidadania de um país que poderia ser a nova potência mundial emergente.
Essa é a forma adaptada pelo lulopetismo e seus aliados da Grande Marcha maoísta, obviamente também para trás, para eras pré-queda do muro de Berlim. A busca incessante de modelos pré-capitalistas, da escravidão socialista-comunista do século passado, cujo exemplo caribenho perdura até os dias de hoje, garantindo um salário mensal médio de R$ 17,00 ao povo cubano. Pior que o "salário" também comunista dos trabalhadores escravizados da 'República Popular da China', de algumas dezenas de dólares mensais.









E como poderemos falar em um Feliz 2012 com o regime lulopetista consolidando sua hegemonia absoluta em todos os níveis e poderes de nosso sofrido país?





























