A ditadura brasileira implantada em 18 de junho completou 72 dias.

Com a declaração do fim do Estado de Direito no Brasil e concentração dos 3 poderes nas mãos da junta de 10 ministros do STF (a exceção única continua sendo Marco Aurélio Mello), os sinistros ditadores de toga não param de destruir as instituições, a Constituição, as leis do Brasil e os direitos universais.
A segunda turma da junta petista tomou decisões que protegem os ex-governadores Beto Richa e José Serra em processos em que estes são acusados de corrupção, anulou provas e delações contra o ex-presidente condenado Lula para abrir caminho para reconduzir o chefão do maior esquema de corrupção da história do Brasil (e do mundo) ao poder.
O TSE petista, presidido pelo militante Luis Roberto Barroso (advogado que defendeu o terrorista e multi-assassino italiano Cesare Battisti) já está testando as urnas eletrônicas para garantir a inquestionabilidade das futuras fraudes eleitorais.
Nesta semana, o presidente do TSE e membro da junta ditatorial falou em inglês em rede social, afirmando que o presidente eleito do Brasil é ditatorial e entusiasta de torturas. Em flagrante delito de 'fake news', o ministro mente descaradamente para desviar a atenção dos verdadeiros ditadores do STF que submeteram jornalistas, apoiadores da democracia presidencial e políticos com foro privilegiado a invasões, humilhação e até tortura psicológica em cadeia de Brasília.
Barroso se tornou imediatamente o líder de hashtag do Twitter em nível mundial.
Outro crime de lesa-pátria foi a proibição, pelo membro da junta ditatorial Edson Fachin, de atuação da polícia nos morros do Rio de Janeiro, vedando até o uso de helicópteros para patrulhar e salvar vidas de moradores e policiais. Como consequência, as facções narcoterroristas criaram áreas de exclusão da Lei e do Estado, com domínio de extensas regiões pelo crime organizado. Sem serem importunadas pela Lei, as facções entraram em guerra pelos territórios e pelo tráfico no Rio de Janeiro, fazendo novas vítimas entre a população. O Estado do Narcotráfico já conta com 56.000 'soldados' armados com mais de 5.000 fuzis de guerra, segundo estimativas dos serviços de inteligência do governo. Diariamente, mulheres e crianças são estupradas e moradores são aterrorizados pelos criminosos que agora reinam sozinhos e desfilam suas armas nas pobres comunidades abandonadas ao terror pelo petista do STF.
Esse genocídio também seria cobrado dos 10 ditadores do STF se o Brasil retornasse à Democracia.
https://www.youtube.com/watch?v=i7QBmDAnE_c
Em evento histórico, 100 médicos estiveram em Brasília representando os 10.000 médicos que trabalham diretamente no tratamento de pacientes de Covid19 para confirmar que o protocolo de tratamento precoce com hidroxicloroquina (HCQ) e outros medicamentos salva vidas agora tem nível de evidência científica 2-A, numa escala em que o ideal é 1-A e a evidência mais fraca é 5-D.
Os médicos especialistas em Covid19 também testemunharam a ausência de efeitos colaterais (tão insistentemente alardeados na campanha de terror dos aliados do partido comunista chinês e do vírus) no uso da HCQ inclusive em pacientes cardíacos:
A Unimed do Pará fez 55 mil tratamentos com hidroxicloroquina, e nenhum caso de arritmia foi registrado.
Ficou claro que, se a hidroxicloroquina não tivesse sido demonizada por militantes no STF, governos, secretarias de saúde e até médicos ideológicos e ativistas políticos na mídia e nos 3 poderes, os 115.000 mortos, incluindo uma centena de médicos, teriam sido salvos com o uso do protocolo recomendado no evento.
Agora falta processar e punir os responsáveis por impedir, dificultar ou ignorar o protocolo com HCQ recomendado nesse histórico evento.


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