2.10.20

Soberania, direitos humanos e liberdade religiosa sob ataque. O que é que tinha naquela tubaína?

Por incrível que pareça, realizações recentes e vitórias do Brasil no cenário internacional são motivo de ataque feroz, inquéritos ilegais e convocações espúrias por parte de poderes sinistros aninhados no STF, Legislativo e mídia hegemônica.

  • A pandemia está recuando, 
  • o Brasil bate recordes de exportações e saldo comercial, 
  • a economia tem forte recuperação em V, 
  • Bolsonaro faz um discurso de abertura na ONU defendendo o Brasil, os Direitos Humanos, a liberdade religiosa e o Cristianismo
  • o Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, faz visita histórica ao Brasil em plena pandemia para trazer ajuda humanitária e logística à operação Acolhida, exemplo mundial de ajuda internacional ao povo irmão massacrado pela ditadura socialista da Venezuela

e a corja enfurecida se ergue em gritos, pedidos de explicações, censura, ofensas, fake news e bombardeio incessante aos fatos acima, inconformada como as vitórias do Brasil, o discurso enaltecendo valores que desprezam e odeiam, a honrosa visita de Estado recebida - que interpretam como se fosse uma ingerência a nossa soberania (!?!). Como se as portas do inferno tivessem sido abertas, os inimigos do Brasil gritam em desespero total.

Ao invés de aproveitar a popularidade e essas vitórias para avançar na pauta conservadora e recuperar as recentes perdas para a pauta globalista da extrema esquerda, Bolsonaro parece pedir a bênção àqueles que não querem o bem do Brasil e só desejam o fim de seu governo ou até de sua vida, como vários membros dessa corja já declararam, publicaram e reconfirmaram, impunemente.

Seja por estar emparedado pelo Mecanismo maléfico, ameaçado não só com mensagens, publicações, vídeos e declarações abertas, mas também com atos que quase o assassinaram, pelo Estado amplamente aparelhado nos 3 Poderes e nos níveis federal, estadual e municipal, pela falta de Justiça, pelo caos instalado na Legislação sobreposta, contraditória e multiplicada em profusão para impedir sua execução, seja pela vontade de unir o Brasil e trazer para o seu lado aqueles que só desejam sua queda, o presidente Bolsonaro acaba de nomear pessoa que fará o futuro do Brasil melhor ou pior ainda: o ministro do Supremo que sucederá o senil Celso de Melo.

O nome "escolhido" (ou seria imposto pelo Mecanismo, pelos seus inimigos?) é Kassio Nunes Marques, outro que nunca passou em concurso para juíz mas foi nomeado pela impostora Dilma Rousseff, decidiu pelo direito do STF gastar fortunas com vinhos premiados, whisky e lagosta em plena crise nacional na qual se negocia reformas para viabilizar o futuro da nação.

Explicações de Bolsonaro: dos 10 currículos recebidos (só isso, e sequer analisou, entrevistou ou mandou levantar as credenciais, realizações e biografias dos 10?), preferiu os que procuraram contato pessoal com ele (!!???) critério fatal em qualquer processo seletivo, no qual o caçador de talentos é que procura e manda trazer os candidatos. Alegou ainda diferenças entre lagostas e batatas fritas, a necessidade de tomar Tubaína com ele para se conhecerem melhor e outros argumentos que decepcionaram e não justificaram a quebra de promessas como "escolher um conservador, evangélico", etc. 

Apoiadores do governo do Brasil, ficamos mais uma vez apreensivos. Não foi a primeira vez que Bolsonaro errou, pois errar é humano. Mas ficamos com dúvidas se temos diante de nós uma rendição oculta ou mais uma estratégia cujos desígnios ignoramos, que supera nossa capacidade de raciocínio mas que traz mais recuos do que avanços.

Ou se a tubaína recebeu algum "reforço".

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