Enquanto Lula, Dilma e Dirceu estão soltos, o povo brasileiro continua confinado e obrigado a andar mascarado e assustado com as pragas da china e do crime, estas últimas soltas às dezenas de milhares por determinação do STF.
Outros criminosos graúdos flagrados em operações da Polícia Federal foram prontamente soltos pelo mesmo tribunal bolivariano que proibiu a ação da polícia nas favelas dominadas por facções do narcotráfico.
Agora, a Polícia Federal e o Ministério Público estão iniciando operações que finalmente estão envolvendo graúdos tucanos que durante décadas faziam o papel de "oposição" ou contraponto à Organização Criminosa chefiada por Lula.
O teatro das tesouras iniciado na última década do século passado simulava uma alternância entre duas facções do mesmo socialismo para dar a impressão de haver uma democracia no Brasil.
Pela primeira vez em que esse ciclo vicioso é rompido pela inesperada eleição de um candidato que se opôs a esse estado de coisas, as forças do socialismo se uniram na máquina pública aparelhada e na mídia dominada pela facção hegemônica com o firme propósito de desfazer esse lapso de democracia.
A ala podre do Legislativo e Judiciário iniciaram um jogo de cartas marcadas e proteção mútua para atingir apenas a "dissidência" eleita legitimamente pela esmagadora maioria do povo explorado cada vez mais pela clePTocracia instalada no início deste século.
Assim, conseguiram até infiltrar, no partido e na própria equipe do presidente eleito, figuras que vieram do regime que perdeu as eleições. Além dos traidores já desmascarados e do governador paulista que traiu seu eleitorado e pretende vender São Paulo à ditadura chinesa que hoje atuam franca e ostensivamente para invalidar o resultado as eleições de 2018, temos ainda os remanescentes do lulopetismo ora convertidos e simpatizantes dissimulados do totalitarismo vermelho em altos cargos federais.
Em estranho lobismo pela Huawei - empresa do partido comunista chinês acusada de espionagem e instrumento de monitoramento e dominação global a serviço daquele partido, que está sendo banida de diversos países democráticos - o general invade território que não é de sua alçada num franco constrangimento ao presidente que foi eleito justamente para libertar o Brasil do imperialismo comunista latino-americano (Foro de São Paulo) e seus patrocinadores globais.
Já o Procurador Geral da República e "ex-petista" Augusto Aras causou espécie ao atacar a Lava Jato acusando-a de falta de transparência. Em live com advogados de condenados na histórica operação que se multiplicou e pôs fim da impunidade de tubarões da República, o PGR falou em acabar com o "punitivismo" do Ministério Público, em "caixa preta", e em "corrigir rumos para que o lavajatismo não perdure". Em manobra pública que provavelmente visasse abrir as portas para manobras que permitam ao tribunal bolivariano anular processos e inocentar o Chefão, para que esse se torne elegível em 2022.
Outro ovo da serpente parece ser o também "ex-petista" André Mendonça, que demitiu o diretor de inteligência da Secretaria de Operações Integradas (Seopi), Gilson Libório de Oliveira Mendes que constatou a existência de 579 professores, policiais e servidores públicos filiados à facção extremista internacional ANTIFA.
Parece que para o ministro o crime é um servidor exercer adequadamente o cargo de diretor de Inteligência identificando extremistas militando em importantes funções públicas remuneradas com dinheiro dos impostos, e não o crime de lesa-pátria destes últimos.




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