17.7.22

Violência policial, crime na polícia e produção do gabinete do ódio

 A polarização do cenário nacional promovido pelo gabinete do ódio revela envolvimento de policiais com o crime organizado e a forma de atuação do gabinete do ódio que a justiça supremacista ignora.

As notícias desta semana revelaram ligações políticas e ideológicas do genocida que destruiu o futuro e a dignidade do Brasil com pelo menos três crimes do noticiário da semana.

1) O brutal e covarde assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips foi obra do narcotráfico, atividade que é conhecida por estreitos laços com o candidato da mídia venal, o chefão do crime que foi solto por manobra de seus defensores no Tribunal supremacista a seu serviço, criminoso que agora chegou ao cúmulo de ser declarado elegível pelos seus serviçais. Essa mesma mídia e os militantes de extrema esquerda tentam, a todo custo, vincular a imagem do presidente Bolsonaro ao crime na fronteira do Brasil com a Colômbia para desviar a atenção do público e evitar que lembremos que o ex-presidiário Lularápio é aliado do narcotráfico e narcoterrosismo, com quem sempre teve um fabuloso diálogo. Nas palavras de chefe do narcotráfico, o diálogo das facções com os desgovernos petistas era "cabuloso", como foi amplamente noticiado, inclusive na última semana, revelando depoimento de Marcos Valério sobre os vínculos do `PT com o PCC. Além disso, o Larápio e seu colega Chávez eram amigos do chefão do narcoterrorismo Raúl Reyes, notório assassino e abusador de menores que chefiava as FARCs, sanguinária facção narcoterrorista da Colômbia, associada ao Foro de S. Paulo fundado por Fidel Castro e Lula. https://www.otempo.com.br/politica/governo/mortes-de-dom-e-bruno-foram-encomendadas-por-traficante-peruano-diz-tv-1.2683113 

2) O tiroteio entre dois policiais em Foz do Iguaçu, que teve o trágico desfecho da morte de um deles e internação em estado grave do outro, foi outro triste evento de extrema violência que começou com discussão e agressão pessoal, seguido de um tiroteio entre ambos. A investigação concluiu que o crime não foi político, mas causado por discussão e ofensa pessoal, apesar de haver um altar de idolatria ao candidato criminoso no local do crime. Essa conclusão gerou revolta de petistas e militantes da extrema esquerda porque a vítima fatal era tesoureiro do PT. Esse fato gerou grande apreensão nos brasileiros que entendem que um agente da lei jamais deveria ser filiado ou tesoureiro de uma organização criminosa cujo chefão foi condenado em 4 instâncias. O tiroteio chocou todos os brasileiros de bem, e o saldo foi uma tragédia para o Brasil, expondo a fragilidade de nossas instituições.

3) O Gabinete do Ódio cria, com seus adeptos da grande mídia e de seus financiadores bilionários, um filme que incentiva "A Fúria", o ódio, assassinato e ataque às instituições. Nesta semana, vazou a notícia de que uma encenação do assassinato do presidente Bolsonaro em uma motociata foi gravada nos estúdios de associada da Globo - notório órgão de propagação do ódio, das Fake News e de ataques às instituições democráticas, em especial da presidência da República. A desculpa da produtora e do extremista de set de filmagem Ruy Ódio, aliás, Guerra, é de que se trata da última parte de uma "trilogia" do lulopetista. 
https://terrabrasilnoticias.com/2022/07/bomba-filme-que-simula-atentado-contra-bolsonaro-foi-patrocinado-por-governo-em-projeto-liberado-na-gestao-dilma-para-canal-que-tem-globo-como-socia/ 






25.6.22

Advogados e aliados do genocida candidato revelados na semana. De que lado você ficará?

Apesar da gritaria da lacrosfera, das insituações da mídia dominante pautada pela esgotosfera lulopetista, agora sabemos quem é o genocida candidato à presidência, chefão de organização criminosa internacional, aliado, financiador e defensor do terrorismo, do narcotráfico, e das maiores atrocidades do noticiário desta semana. 

O oligarca defensor do crime organizado, do terror, da corrupção e do genocídio é precisamente quem pagou para que um "instituto de pesquisa" divulgasse que o povo o considera "a alma mais onexta dexte paíx". 

Quem pode ser acusado de associação com terroristas (nomeou uma ex-guerrilheira como ministra e sucessora), sequestradores, traficantes e criminosos em geral é o chefão e protetor de todos eles, o ex-presidiário condenado em 3 instâncias, o Larápio de codinome "Carniça" que destruiu o Brasil com os maiores escândalos de corrupção da história, responsável por 870.000 mortes causadas pelo crime em seus desgovernos, incluindo o período de seu poste.

O magnata Lula, aquele candidato ficha suja que transformou seu casamento em evento eleitoral em plena quarta-feira dia 18 de maio de 2022 é aliado, defensor e chefão de organização criminosa que tem vínculos com os narcotraficantes através de sua 'holding' internacional, o Foro de São Paulo rebatizado de Grupo de Puebla, e da "sintonia das gravatas", termo utilizado pelo narcotráfico para suas "forças desarmadas" do Judiciário. Em comício eleitoral na semana passada, declarou que conseguiu libertar 10 sequestradores do empresário Abílio Diniz, sendo 9 estrangeiros e 1 brasileiro, todos ligados ao narcoterrorismo de extrema esquerda da América Latina, quando apelou para o então ministro da Justiça Renan Calheiros, durante o governo Fernando Henrique Cardoso.

Outra notícia desta semana informa que o contador de Lula está sendo investigado por lavagem de dinheiro e associação com o PCC, tendo inclusive escritório no mesmo endereço de três empresas do filho do Lularápio.

Com certeza todas essas coincidências são meros acasos...

15.6.22

Eleições de cartas marcadas

O TSE e a imprensa publicaram hoje uma notícia que parece uma antecipação do tipo de "eleição" de cartas marcadas que ocorrerá em outubro deste ano.

A notícia do TSE (tribunal "eleitoral!!!"que não existe em nenhuma democracia) e da grande mídia é: o ministro Alexandre de Moraes do STF foi eleito nesta terça-feira dia 14 de junho de 2022 para ser o futuro presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ficando a vice-presidência com o ministro Ricardo Lewandowski.

Interessante é que essa votação de ontem não mudou nada na escolha realizada há tempos. O resultado da votação de ontem já foi decidido e noticiado há meses. 

Em fevereiro passado, por exemplo, já foi publicado que o presidente do TSE durante as eleições de outubro seria Alexandre de Moraes, leia na página:

https://wh3.com.br/noticia/226862/fachin-assume-por-seis-meses-presidencia-do-tse.html .

Estranhamente, o mesmo vem ocorrendo com relação às eleições presidenciais de outubro de 2022.

A grande mídia, os institutos de "pesquisas", a esgotosfera lulopetista e até membros do TSE e do STF além do metacapitalista Lehmann e toda a quadrilha milionária de Lula anunciam insistentemente que Bolsonaro não será reeleito. Apesar das multidões que o aplaudem de Norte, Nordeste, a Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, e também no exterior, como vimos na visita do presidente mais popular dos últimos sessenta anos aos Estados Unidos, na semana passada.

 

Mais do que uma farsa anunciada, parece que querem nos convencer de que numa eleição o ato de votar, a escolha real dos eleitores, as formalidades de votação e a contagem pública de votos são detalhes desnecessários.

4.6.22

Ditadura da Toga Lulopetista expande seus tentáculos


Alexandre de Moraes manda bloquear, investigar e perseguir o PCO, partido chamado de extrema esquerda, como se PT fosse Centro. Novamente a Ditadura da Toga Lulopetista ataca a liberdade de expressão com o Inquérito do Fim do Mundo, a mais sórdida arbitrariedade jurídica inventada nos últimos 3.000 anos.

Veículos de imprensa, dezenas de jornalistas, deputados, influenciadores, empresários, trabalhadores e demais cidadãos comuns continuam perseguidos, investigados, presos, confiscados, proibidos de trabalhar e/ou exilados com base no mesmo inquérito, enquanto traficantes, chefões do crime organizado agem livremente e o maior deles, o Larápio, é candidato à presidência da República.

Na frase: “Eu não vou enganar o povo mais uma vez”, onde está o sujeito? O sujeito, ou elemento, está solto e "elegível" apesar da Lei da Ficha Limpa, Código Eleitoral e Constituição Federal, ao invés de apodrecer na cadeia. Graças à célula que ele instalou no STF.

PESQUISAS COMPRADAS

A maior prova da parcialidade e venalidade dos institutos de pesquisa dirigidos ou possuídos por petistas, esquerdistas ou empresários venais é o teste das ruas. Enquanto o criminoso libertado e tornado elegível à revelia da Lei, da Constituição, da jurisprudência e de 3 instâncias da Justiça não é capaz de sair para as ruas sem ser vaiado e chamado daquilo que ele é, o presidente da República cuja eleição o STF, a mídia tóxica e os partidos extremistas não aceitam até hoje não consegue ir a nenhum local do Norte, Nordeste, Sul, Sudeste e Centroeste do Brasil sem atrair multidões que andam quilômetros somente para vê-lo passar e aplaudí-lo. Fotos desta semana: Larápio destilando seu ódio com a claque de capangas, e o presidente Bolsonaro num local de Goiás.
 


22.5.22

Também criticamos o Bolsonaro, não só a ditadura suprema

Para não falar só da ditadura absolutista suprema que rasgou a constituição e acabou com o estado democrático de Direito no Brasil, vamos também criticar Bolsonaro.

O Partido das Trevas e suas células instaladas no Absoluto Tribunal Federal, Comitê Superior Eleitoral, no Legislativo e na mídia hegemônica não se conforma com o voto popular e ataca o presidente eleito diariamente desde sua posse. 

Os ataques sórdidos da mídia dominante ao presidente Bolsonaro e os sucessivos atentados aos fatos graves e relevantes não nos permitiram expressar nossas críticas a outros poderes além daqueles que militam a favor do retorno do mais corrupto presidente da história ao poder.


Portanto, vamos também falar de Bolsonaro: 

  1. ao contrário de suas promessas de campanha, o governo federal não corrigiu a tabela do Imposto de Renda da voraz Receita Federal, cuja defasagem acumulada nos desgovernos lulopetistas já superava os 100% (CEM POR CENTO), aumentando ainda mais a imoral carga tributária.
  2. não impediu a entrada nem restringiu a expansão de empresas estatais de ditaduras comunistas em leilões e privatizações no Brasil nas áreas de tecnologia 5G, administração portuária e energia.
  3. Os escandalosos fundos eleitoral e partidário inexistentes em democracias tiveram sua perversa verba aumentados em vários e inexplicáveis bilhões de reais, dinheiro espoliado do contribuinte que faltará para a saúde, segurança e demais serviços públicos,
  4. O salário mínimo teve seu aumento pelo PIB retirado em 2020, limitando a correção apenas ao INPC, prejudicando os trabalhadores e aposentados.

Sabemos que as decisões do governo federal também dependem dos poderes Legislativo e Judiciário e, quando acertadas, costumam ser anuladas ou alteradas pelos mesmos. Entretanto, ausência de reação, providências legais ou decisões para mitigar o prejuízo levam ao estado de coisas atual. Uma primeira reação positiva foi a graça concedida pelo presidente a um dos parlamentares perseguidos pela facção extremista do Judiciário, que poderia ser complementada por um indulto a todas as vítimas das aberrações jurídicas iniciadas com o sinistro Inquérito do Fim do Mundo.

A excelente gestão das finanças (coibindo e evitando desvios e corrupção, política que não se via desde a gestão Itamar ou militar) e da economia, com retomada do PIB e elevação do índice Bovespa enquanto as maiores economias registraram quedas nas últimas semanas, colocou o Brasil como maior protagonista mundial na atração de investimentos permanentes, de fornecedor estratégico de commodities e alimentos apesar de 2 anos de pandemia e meses de uma guerra no Leste europeu.

Apesar da desinformação sistemática praticada por militantes da grande mídia, parte da academia, "institutos de pesquisa" e principalmente pela esgotosfera lulopetista (MAVs do PT), o Brasil hoje é a menina dos olhos dos investidores do mundo, pois sua entrada na OCDE foi preparada desde o início do governo Bolsonaro. 

Segundo a Agência Brasil, o início do processo de adesão foi aprovado por unanimidade pelos embaixadores dos 37 países que compõem o grupo. O governo brasileiro recebeu, no dia 25 de janeiro, a carta-convite do conselho da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que formaliza o início do processo de adesão do país ao grupo.

A grande mídia esquerdista não encontra mais argumentos para depreciar as conquistas do governo Bolsonaro, apelando para insultos, ataques e desinformação, obviamente ignorados pelo Absoluto Tribunal Supremo.

A visita do empresário, gênio da tecnologia e das finanças, fundador da maior empresa do mundo com atuação nas áreas automotiva, espacial e de tecnologia, etc. ao Brasil levaram os Gabinetes do Ódio e sua mídia replicante ao desespero.  

Chamaram a visita de Elon Musk e seu encontro com o presidente Bolsonaro - revelando o óbvio protagonismo deste e a imensa atração de investimentos ao Brasil - de "xepa":



Isto É fazendo Fake News e atacando violenta e impunemente o Poder Executivo. 
Já os jornalistas investigativos que denunciaram e documentaram crimes de membros do Judiciário e do Legislativo têm sido ameaçados, indiciados, presos, expropriados, multados e até torturados, caso não estejam no exílio. 
Esta anomalia e a insegurança jurídica são situações que o governo Bolsonaro também não conseguiu solucionar nem amenizar, apesar dos crescentes e insuportáveis ataques à Constituição, à Democracia e ao Poder Executivo e ao próprio presidente da república. Já anunciaram abertamente que está preparada a sua substituição através de votos não auditáveis e através da negação, a membros do governo, de qualquer transparência em relação à materialidade do voto no processo eleitoral.


 

14.5.22

Atentados à democracia

O Brasil está se notabilizando pelos contínuos atentados à democracia. 


Ao contrário do que dizem militantes da grande mídia hegemônica replicados no exterior, elementos do STF em palestras para denegrir a imagem do governo brasileiro e os famosos e metacapitalistas que fazem campanha eleitoral contra o presidente do Brasil, os atentados à democracia brasileira até o momento foram perpetrados pelas forças anti-democráticas que não aceitam o resultado das urnas em 2018, incluindo os mandantes da facada no então candidato favorito à presidência em 6 de setembro de 2018.

Inconformados com a derrota do 'establishment' que vem desconstruindo o Brasil desde o início deste século, os inimigos do Estado de Direito que defendem a crescente defesa de criminosos, a impunidade, a corrupção e o socialismo deram saltos inéditos na pauta da extrema esquerda no Brasil, fustigando, desautorizando e emparedando o presidente Bolsonaro. Como o covarde atentado à vida não impediu sua vitória, seus adversários passaram a minar a governabilidade e espancar os fatos desde a posse.

Destruindo o Estado de Direito, implantaram a Ditadura da Toga Vermelha em 18 de junho de 2020 inaugurando uma série de inquéritos do Fim do Mundo que fariam inveja à Inquisição e ao Processo da ficção de Franz Kafka pelos absurdos processuais e jurídicos que os caracterizam.

A militância furiosa e despropositada que os responsáveis pelas eleições (um "tribunal" que não existe em nenhuma democracia do planeta) fazem questão de exercer em eventos públicos já mostrou a cada brasileiro pensante quais são as intenções das forças anti-democráticas acima referidas.

O ódio e preconceito que ministros do TSE e destacados membros da Corte Suprema expressam em público, assim como a perseguição implacável a jornalistas, formadores de opinião e parlamentares aliados de Bolsonaro já deixaram clara a sua intenção de derrubar o presidente antes ou mais tardar através das eleições deste ano.

Anulando ou ignorando decretos do presidente, rasgando a Constituição e as Leis vigentes para punir quem critica suas arbitrariedades, os inimigos da Democracia brasileira soltaram o mais corrupto presidente que o Brasil já conheceu, ignoraram a Lei da Ficha Limpa e demais decisões de 4 instâncias do Judiciário para lançar seu amo como candidato à presidência.

Um tapa na cara do eleitor brasileiro cujos votos o 'establishment' não aceita.

A desconfiança do povo brasileiro não é com a "segurança" das urnas, mas com os ativistas fanáticos que 'cuidam' delas e não querem transparência nem muito menos a publicidade da materialidade do voto. 

Os "donos das urnas" preferem ofender os técnicos das Forças Armadas que levantaram mais de setecentos questionamentos sobre o processo eleitoral atual, colocar todas as questões em sigilo e fazer trocadilhos infames e desmerecer quem conhece a tecnologia melhor do que as suas supremas sapiências.

24.4.22

Democracia esfaqueada

Na insidiosa campanha para a destruição da Democracia, 10 membros do outrora Supremo Tribunal Federal, ora transformado em Gabinete do Ódio a Bolsonaro (GOB), esfaquearam a Constituição, os códigos de Processo Civil e Criminal, os princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos, do Direito em qualquer democracia, do Direito Romano e até da Lei de Talião.

Com poderes que consideram ilimitados e desprezando o Estado Democrático de Direito, 10 militantes do referido Gabinete julgaram o deputado federal Daniel Silveira por crime de opinião inexistente na Lei, estraçalhando o Art53 da Constituição Federal: "Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos."

Sem a participação do réu, julgaram um processo que daria inveja aos personagens da célebre ficção de Franz Kafka: sem qualquer compromisso com a impessoalidade, moralidade e legalidade, ministros acumularam o papel de ofendido, autor, investigador, promotor e juiz, desconhecendo até o óbvio impedimento de julgar por ser parte do processo.

Não bastasse a ilegalidade da condenação, as absurdas penas foram superiores às previstas para assassinos, estupradores, sequestradores e terroristas, pois incluíram a expropriação através de multas abusivas em níveis incompatíveis até com a capacidade e renda do condenado.

Mas o referido gabinete também inovou em termos de esfaqueamento do Estado Democrático de Direito (desculpem o pleonasmo que se tornou moda nesse gabinete e na mídia associada): ele condenou até o advogado.

Sentenciou o advogado a pagar multa, num ato intimidatório que atenta contra a profissão, os princípios e direitos da Advocacia em qualquer regime democrático. Estranhamente, não houve um pio de protesto ou desacordo por parte dos outrora combativos sindicatos da categoria, como a OAB, atualmente aparelhada por militantes de partidos anti-democráticos ligados ao lulopetismo.

O Presidente da República, em ato corajoso, concedeu indulto com base em atribuição constitucional. Só não utilizou o indulto anteriormente porque esperava algum gesto de sensatez por parte do GOB, esperando alguma perspectiva de abrandamento das arbitrariedades da Ditadura da Toga.

Ditadura que já prendeu, expropriou, desempregou e impediu jornalistas de exercer sua profissão, inclusive caçando-os dentro e fora do país, quase matou o enfermo presidente do Partido Trabalhista Brasileiro Roberto Jefferson, destituiu lideranças partidárias e superintendentes da polícia federal nomeados pelo Presidente conforme estabelece a Constituição, cassou ilegalmente o deputado federal Fernando Francischini e até deixou o jornalista premiado Oswaldo Eustáquio paraplégico e proibido de exercer sua profissão. A ditadura da Toga Vermelha tem fechado veículos jornalísticos como o Terça Livre, o canal Carlos Lessa e inúmeros outros profissionais por se oporem à sinistra ideologia e truculência daquele gabinete.

O que está em jogo é a Democracia, a Liberdade, o Direito à Liberdade e à Vida, o Estado de Direito no Brasil. 

No próximo domingo, dia Primeiro de Maio, o povo brasileiro fará Atos Cívicos e Manifestações pela Democracia e pelo Estado de Direito em apoio ao Presidente Eleito e pelo retorno das Liberdades Constitucionais ceifadas pelo referido Gabinete Inquisitorial.

7.4.22

Ditadura se consolida no Brasil para garantir o retorno do chefão

Contrariando a Constituição Federal, a facção inconstitucional destruiu a carreira, as perspectivas de subsistência e a dignidade de dezenas de jornalistas, além de perseguir formadores de opinião, humoristas, empresários, professores e pensadores como o filósofo Olavo de Carvalho, falecido em janeiro.

A célula lulopetista da "ditadura da toga" cancelou o mandato do deputado Fernando Francischini por expor sua opinião, direito de qualquer parlamentar em uma democracia. O pretexto ilegal da célula foi acusá-lo de "propagar desinformação", mesmo "crime" que insistem em atribuir ao presidente da república eleito democraticamente.

O grupo partidário do ex-presidiário e chefão da facção anulou nomeações constitucionais de superintendente da Polícia Federal e outros cargos de alto escalão pelo presidente Bolsonaro. 

Prendeu e dificultou tratamento médico do presidente do PTB, ex-deputado Jefferson Peres colocando em risco sua saúde e vida. 

Negou-se a contar e reconhecer as centenas de milhares ou milhões de apoiamentos ao novo partido Aliança pelo Brasil para impedir a criação da maior bancada do congresso, destituiu e substituiu líderes partidários para impedir a filiação de Bolsonaro, jogando-o no PL. 

O carrasco designado pelo grupo lulopetista instalado no STF e no TSE está cada vez mais pérfido e feroz.

Entre outras atrocidades cometidas com cidadãos honrados no âmbito do Inquérito do Fim do Mundo e seus desdobramentos kafkianos, está a prisão, desapropriação, invenção de multas estratosféricas e proibição de trabalhar, culminando com tortura como aquelas perpetradas contra a influenciadora Sara Winter e o jornalista Oswaldo Eustáquio que ficou paraplégico na cadeia.

Apenas nas últimas duas semanas, neutralizou e calou o jornalista Carlos Lessa (este último pelo terror e ameaça, ao listá-lo na relação de seus perseguidos), ameaçou a rede social internacional Telegram, que já se rendeu à censura ideológica anti-democrática.

Agora, fustiga e humilha o deputado federal Daniel Silveira, um dos primeiros presos políticos do referido inquérito por 'crime de opinião', sem configuração de qualquer delito previsto em lei. O carrasco determinou o bloqueio ilegal dos bens do parlamentar e, sob pena de multas ilegais diárias e astronômicas, humilhou o representante do povo recolocando tornozeleiras só utilizadas em traficantes, assassinos ou terroristas. Em seguida, mandou sua tropa para a residência da mãe do deputado visando a intimidação e o constrangimento ilícito da cidadã.

Para prover um reforço "legal" ao golpe eleitoral já programado - a ponto de terem antecipado o resultado das eleições presidenciais que somente ocorrerão no final do ano - para recolocar seu Chefão no poder formal do país, a facção elaborou, com auxílio do referido carrasco, um projeto de lei (PL 2.630/2020) oficializando a censura ideológica ditatorial, para que todos os cidadãos brasileiros sejam impedidos de divulgar fatos inconvenientes ou verdades, nas redes sociais, que não correspondam à narrativa extremista da facção que hoje comanda os três poderes no Brasil.

Último golpe da facção anti-democrática instalada no TSE foi a decisão de tornar SECRETAS todas as questões envolvendo a segurança das urnas eletrônicas, SEM IMPRESSÃO nem possibilidade de recontagem de votos, principalmente os questionamentos levantados pelos especialistas envolvidos na comissão existente para garantir a segurança dos votos e as respostas - ou sua inexistência - a essas questões. É mais uma prova das evidentes intenções do grupo que domina esse comitê eleitoral partidário fantasiado de tribunal.

9.3.22

Guerra externa e interna

Não bastassem as narrativas do regime de Putin e da Ucrânia invadida, vemos um festival de militantes e jornalistas tomando partido ou mudando de lado e formando torcidas fanáticas.

Alguns hooligans das redes sociais acusam quem não entra na torcida de defensor do tráfico de crianças, do crime, do genocídio, da prostituição, da pedofilia, do "nazismo" do líder judeu ucraniano, dos reptilianos ou dos membros da cabala do fim do mundo. 

Como Olavo de Carvalho analisou e Trump sublinhou, a fraqueza do Ocidente levaria Putin a ficar cada vez mais assanhado e disposto a expandir seus planos imperialistas de refazer o antigo império soviético ou russo. As viúvas de Stálin devem estar felizes hoje, conseguindo adeptos até nas fileiras da "direita capitalista".

O convite de Putin e a visita recente de Bolsonaro levou algumas pessoas de memória curta a esquecerem que até ontem aquele ditador era o culpado, junto com seu colega Xi Jinping, pela manutenção do sanguinário ditador da Venezuela no poder. O comunismo chavista tornou o país mais rico da América Latina no mais pobre, com o povo morrendo de fome e fugindo para o Brasil.

Os dois ditadores ainda são responsáveis pela longevidade da decrépita ditadura cubana, pelas fraudes eleitorais que recolocaram os membros do Foro de São Paulo no poder na Bolívia, Argentina e agora no Chile, sem falar em ditaduras na África, Oriente Médio e na Ásia. Isso tudo sem mencionar a trama sino-globalista para impedir a evidente reeleição de Trump. Nessa fraude, até os metacapitalistas se uniram aos maoístas para derrubar o "psicopata" que não fez o jogo do establishment e ainda garantiu paz ao mundo durante todo o seu mandato. Esse era o motivo para não permitirem sua reeleição.

Até alguns torcedores que se classificam como conservadores, liberais e defensores dos valores judaico-cristãos ocidentais passaram a aplaudir o ditador que invadiu a Ucrânia como se fosse o último defensor desses valores no mundo, o corajoso libertador que invadiu o país irmão para livrá-lo do nazismo, do globalismo cabalístico e do submundo. Mal sabem que estão replicando a narrativa da propaganda de Putin.
Esquecem que Zelensky foi eleito e tomou posse em 2019, de modo que as terríveis mazelas da corrupção, as máfias, laboratórios similares ao de Wuhan, tráfico e prostituição existem na Ucrânia há décadas, desde quando era alinhada ao Kremlin. 

Além disso, o presidente eleito da Ucrânia também era fustigado pela mídia globalista por ser alinhado ao conservadorismo do presidente Donald Trump, situação similar à de Bolsonaro.
Logo após a invasão, Biden exortou Zelensky a renunciar e fugir da Ucrânia (dá a impressão que ele combinou isso com o russo) que o Tio Sam lhe daria asilo político e proteção.

O ator e apresentador (como Reagan e Trump) disse ao fantoche americano que não pediu carona, que seu lugar é junto ao povo e que lutaria contra a invasão. Isso não havia sido combinado com os russos.

O "Bolsonaro da Ucrânia" ou então "Gentili da esquerda" não era o comediante frágil e covarde que Putin e Biden achavam. 

Em função de sua inesperada coragem e resistência ante a invasão russa, o incontestável apoio popular dentro e fora da Ucrânia fez a grande mídia mudar seu discurso.

Por outro lado, no front interno a democracia brasileira levou um novo golpe com a anulação monocrática de mais um crime de lesa-pátria do chefão que arrebentou o Brasil. A canetada do camarada Lewandowsky, da Junta de Governo instalada no STF, "apagou" o escândalo dos caças Gripen no qual a cria bilionária do Lularápio recebeu propina através de montadora sueca com filial instalada em São Bernardo do Campo. Uma das montadoras que o padre capo já achacava desde seus tempos de sindicalista.

Assim, o último resquício da Lava Jato é enterrado com a Constituição e com o Estado de Direito no Brasil, abrindo caminho para a fraude e encenação de "democracia" que, segundo os próprios membros da Ditadura da Toga anunciaram, recolocará o maior larápio da história do Brasil no poder. Já anunciaram o resultado das eleições de 2022 antes de realizá-la, de modo que poderiam até dispensar os gastos e a cansativa encenação eleitoral.

Como se o Brasil fosse apenas uma república bananeira, o deputado estadual Arthur do Val inventou de fazer turismo sexual explorando a fragilidade das refugiadas da guerra da Ucrânia, alegando fazer uma "viagem humanitária". Uma viagem internacional de toda forma está totalmente fora do escopo de sua legislatura. O elemento pertence à facção política golpista MBL, cujos membros se elegeram dizendo-se conservadores e bolsonaristas, e logo após as eleições revelaram-se oportunistas e passaram a exercer ferrenha oposição ao governo Bolsonaro, traindo seu eleitorado, assim como fizeram o governador Dória, a deputada Federal Joice Hasselmann, Alexandre Frota e outros vira-casacas.

No Dia Internacional da Mulher, o chefe  da facção, Renan (mais um Renan) dos Santos, chamou a deputada Janaína Paschoal, a musa e heroína nacional pela sua iniciativa no impeachment de Dilma, de "porca invejosa", o que dá uma ideia do nível dessa célula chamada MBL.


26.2.22

Uma vez KGB, sempre KGB

Infelizmente, Putin colocou Bolsonaro numa saia justa, ao invés de aproveitar a oportunidade que a visita do brasileiro deu à sua popularidade e possibilidade de melhorar sua imagem.

O ditador, que junto ao colega sanguinário do PCChina sustenta a ditadura da Venezuela e outras, resolveu invadir a Ucrânia, onde o povo recentemente derrubou uma clePTocracia alinhada à Rússia e elegeu um outsider, um conservador liberal amante da democracia de fora do establishment, como aconteceu no Brasil em 2018. 

Putin e seu regime chamam o 'Bolsonaro' da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, de nazista (apesar de se tratar de um judeu), extremista, etc. assim como a mídia tóxica e a esquerda do Brasil fazem com nosso presidente eleito. Aqui temos o braço armado do STF e do PT, respectivamente grupos, milícias e vândalos, MST, MTST, crime organizado juntos contra o presidente eleito, lá são as forças armadas russas invadindo a Ucrânia, quebrando todos os acordos internacionais da ONU, de Helsinque, o Memorando de Budapeste e esmagando a autodeterminação dos povos e a soberania internacional.

O governo brasileiro, através do embaixador Rubens Costa Filho, respondeu ontem no Conselho de Segurança da ONU de forma muito mais clara e detalhada do que os demais países que condenaram a covarde invasão:

"Renovamos nosso apelo pela cessação total das hostilidades, pela retirada das tropas e pela retomada imediata do diálogo diplomático".

"Procuramos manter o espaço de diálogo, mas ainda sinalizando que o uso da força contra a integridade territorial de um Estado-membro não é aceitável no mundo atual".