7.4.22

Ditadura se consolida no Brasil para garantir o retorno do chefão

Contrariando a Constituição Federal, a facção inconstitucional destruiu a carreira, as perspectivas de subsistência e a dignidade de dezenas de jornalistas, além de perseguir formadores de opinião, humoristas, empresários, professores e pensadores como o filósofo Olavo de Carvalho, falecido em janeiro.

A célula lulopetista da "ditadura da toga" cancelou o mandato do deputado Fernando Francischini por expor sua opinião, direito de qualquer parlamentar em uma democracia. O pretexto ilegal da célula foi acusá-lo de "propagar desinformação", mesmo "crime" que insistem em atribuir ao presidente da república eleito democraticamente.

O grupo partidário do ex-presidiário e chefão da facção anulou nomeações constitucionais de superintendente da Polícia Federal e outros cargos de alto escalão pelo presidente Bolsonaro. 

Prendeu e dificultou tratamento médico do presidente do PTB, ex-deputado Jefferson Peres colocando em risco sua saúde e vida. 

Negou-se a contar e reconhecer as centenas de milhares ou milhões de apoiamentos ao novo partido Aliança pelo Brasil para impedir a criação da maior bancada do congresso, destituiu e substituiu líderes partidários para impedir a filiação de Bolsonaro, jogando-o no PL. 

O carrasco designado pelo grupo lulopetista instalado no STF e no TSE está cada vez mais pérfido e feroz.

Entre outras atrocidades cometidas com cidadãos honrados no âmbito do Inquérito do Fim do Mundo e seus desdobramentos kafkianos, está a prisão, desapropriação, invenção de multas estratosféricas e proibição de trabalhar, culminando com tortura como aquelas perpetradas contra a influenciadora Sara Winter e o jornalista Oswaldo Eustáquio que ficou paraplégico na cadeia.

Apenas nas últimas duas semanas, neutralizou e calou o jornalista Carlos Lessa (este último pelo terror e ameaça, ao listá-lo na relação de seus perseguidos), ameaçou a rede social internacional Telegram, que já se rendeu à censura ideológica anti-democrática.

Agora, fustiga e humilha o deputado federal Daniel Silveira, um dos primeiros presos políticos do referido inquérito por 'crime de opinião', sem configuração de qualquer delito previsto em lei. O carrasco determinou o bloqueio ilegal dos bens do parlamentar e, sob pena de multas ilegais diárias e astronômicas, humilhou o representante do povo recolocando tornozeleiras só utilizadas em traficantes, assassinos ou terroristas. Em seguida, mandou sua tropa para a residência da mãe do deputado visando a intimidação e o constrangimento ilícito da cidadã.

Para prover um reforço "legal" ao golpe eleitoral já programado - a ponto de terem antecipado o resultado das eleições presidenciais que somente ocorrerão no final do ano - para recolocar seu Chefão no poder formal do país, a facção elaborou, com auxílio do referido carrasco, um projeto de lei (PL 2.630/2020) oficializando a censura ideológica ditatorial, para que todos os cidadãos brasileiros sejam impedidos de divulgar fatos inconvenientes ou verdades, nas redes sociais, que não correspondam à narrativa extremista da facção que hoje comanda os três poderes no Brasil.

Último golpe da facção anti-democrática instalada no TSE foi a decisão de tornar SECRETAS todas as questões envolvendo a segurança das urnas eletrônicas, SEM IMPRESSÃO nem possibilidade de recontagem de votos, principalmente os questionamentos levantados pelos especialistas envolvidos na comissão existente para garantir a segurança dos votos e as respostas - ou sua inexistência - a essas questões. É mais uma prova das evidentes intenções do grupo que domina esse comitê eleitoral partidário fantasiado de tribunal.

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