A polarização do cenário nacional promovido pelo gabinete do ódio revela envolvimento de policiais com o crime organizado e a forma de atuação do gabinete do ódio que a justiça supremacista ignora.
As notícias desta semana revelaram ligações políticas e ideológicas do genocida que destruiu o futuro e a dignidade do Brasil com pelo menos três crimes do noticiário da semana.
1) O brutal e covarde assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips foi obra do narcotráfico, atividade que é conhecida por estreitos laços com o candidato da mídia venal, o chefão do crime que foi solto por manobra de seus defensores no Tribunal supremacista a seu serviço, criminoso que agora chegou ao cúmulo de ser declarado elegível pelos seus serviçais. Essa mesma mídia e os militantes de extrema esquerda tentam, a todo custo, vincular a imagem do presidente Bolsonaro ao crime na fronteira do Brasil com a Colômbia para desviar a atenção do público e evitar que lembremos que o ex-presidiário Lularápio é aliado do narcotráfico e narcoterrosismo, com quem sempre teve um fabuloso diálogo. Nas palavras de chefe do narcotráfico, o diálogo das facções com os desgovernos petistas era "cabuloso", como foi amplamente noticiado, inclusive na última semana, revelando depoimento de Marcos Valério sobre os vínculos do `PT com o PCC. Além disso, o Larápio e seu colega Chávez eram amigos do chefão do narcoterrorismo Raúl Reyes, notório assassino e abusador de menores que chefiava as FARCs, sanguinária facção narcoterrorista da Colômbia, associada ao Foro de S. Paulo fundado por Fidel Castro e Lula. https://www.otempo.com.br/politica/governo/mortes-de-dom-e-bruno-foram-encomendadas-por-traficante-peruano-diz-tv-1.2683113
2) O tiroteio entre dois policiais em Foz do Iguaçu, que teve o trágico desfecho da morte de um deles e internação em estado grave do outro, foi outro triste evento de extrema violência que começou com discussão e agressão pessoal, seguido de um tiroteio entre ambos. A investigação concluiu que o crime não foi político, mas causado por discussão e ofensa pessoal, apesar de haver um altar de idolatria ao candidato criminoso no local do crime. Essa conclusão gerou revolta de petistas e militantes da extrema esquerda porque a vítima fatal era tesoureiro do PT. Esse fato gerou grande apreensão nos brasileiros que entendem que um agente da lei jamais deveria ser filiado ou tesoureiro de uma organização criminosa cujo chefão foi condenado em 4 instâncias. O tiroteio chocou todos os brasileiros de bem, e o saldo foi uma tragédia para o Brasil, expondo a fragilidade de nossas instituições.
3) O Gabinete do Ódio cria, com seus adeptos da grande mídia e de seus financiadores bilionários, um filme que incentiva "A Fúria", o ódio, assassinato e ataque às instituições. Nesta semana, vazou a notícia de que uma encenação do assassinato do presidente Bolsonaro em uma motociata foi gravada nos estúdios de associada da Globo - notório órgão de propagação do ódio, das Fake News e de ataques às instituições democráticas, em especial da presidência da República. A desculpa da produtora e do extremista de set de filmagem Ruy Ódio, aliás, Guerra, é de que se trata da última parte de uma "trilogia" do lulopetista.
https://terrabrasilnoticias.com/2022/07/bomba-filme-que-simula-atentado-contra-bolsonaro-foi-patrocinado-por-governo-em-projeto-liberado-na-gestao-dilma-para-canal-que-tem-globo-como-socia/


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