14.3.19

Extremistas usam mortos para fins políticos



Mal conseguimos nos recuperar das macabras cenas de membros da seita-facção criminosa falando em festa e promovendo gritaria de slogans em velório de uma criança, culminando com um parente presidiário aproveitando a tragédia para fazer discurso político e atacar a Justiça.






E agora nos vemos obrigados a ver o uso do cadáver de uma vereadora do Rio de Janeiro e a prisão de seus prováveis assassinos para atacarem o presidente Jair Bolsonaro que também foi vítima de matadores profissionais.
O chefão do partido extremista da vereadora (ao qual também pertencia o matador profissional contratado para assassinar Bolsonaro) aparece enfurecido após a prisão dos suspeitos, enquanto outro figurão do partido já se refugiara da Justiça no exterior. A resposta a ambos os crimes está na questão: CUI BONO (quem se beneficia do assassinato?).

Para culminar o espetáculo de horrores, aparece a criminosa Gleisi "Lula" Hoffmann usando os mortos da escola de Suzano para fazer proselitismo político nas redes sociais, apenas 10 minutos após a notícia do covarde e horrendo massacre.


A sanha assassina dos promotores do ódio e defensores de criminosos não tem limites.
Chega ao ponto de descaramento de culparem as vítimas, o presidente Bolsonaro e a família brasileira daquilo que eles mesmos pregam: ódio, intolerância, preconceito e fúria ilimitada.

13.3.19

O Posto Ipiranga mudou de bandeira?


Primeiramente, nossos parabéns pelo projeto de Reforma da Previdência, preparado com competência, zelo e detalhe para ser mais justo, com menores encargos para os que recebem menos e mais encargos para os que recebem mais, favorecendo as mulheres em relação aos homens na idade para aposentadoria. 
O mais importante nessa Reforma é o corte de excessos, a redução e limitação dos proventos mais elevados, com o objetivo de acabar com as elevadíssimas aposentadorias das categorias privilegiadas de funcionários públicos sustentados pelos trabalhadores e por todos os brasileiros produtivos.
A Reforma da Previdência é essencial para viabilizar as aposentadorias e os serviços de Previdência Social, que correm o risco de acabar por falta de dinheiro, como já ocorreu em diversos estados e municípios do país.
O problema da Previdência é a desigualdade entre as baixíssimas aposentadorias de mais de 23 milhões de brasileiros que produziram bens e serviços para o país e as escabrosas pensões dos mais bem pagos funcionários públicos, políticos, juristas e militares aposentados, incluindo descendentes.
As aposentadorias de 1 milhão de marajás públicos somam, em valor, o total recebido por aproximadamente 23 milhões de aposentados, brasileiros que trabalharam a vida inteira para sustentar essa desigualdade brutal.
A reforma da previdência do governo Bolsonaro pretende reduzir essa desigualdade e os privilegiados estão gritando de ódio, insuflando as massas de incautos contra a reforma para garantirem seus privilégios.
Portanto, quem é contra essa Reforma é a favor da perpetuação dos absurdos privilégios de poucos e contra a maioria dos brasileiros, contra o Brasil.


Agora, a DECEPÇÃO MONSTRUOSA COM A EQUIPE DO POSTO IPIRANGA PAULO GUEDES:

ELE NÃO CORRIGIU A DEFASADÍSSIMA TABELA DO IMPOSTO DE RENDA, o que eleva ainda mais o Imposto de Renda pago pelos trabalhadores brasileiros. 
Com essa atitude, Paulo Guedes está 
  • contrariando o Programa de Governo do Presidente Bolsonaro, 
  • contrariando o Liberalismo Econômico e a redução da carga tributária e
  • rasgando a literatura da Escola de Chicago, na qual aparentemente fez alguns estudos.

A herança maldita do PT foram 16 anos sem correção da tabela do Imposto de Renda, deixando-a defasada em 100%, aumentando brutalmente o imposto de renda dos brasileiros, principalmente dos trabalhadores assalariados.
Se fosse devidamente corrigida durante todos esses anos, a faixa de isenção do IR atual, que vale para quem ganha até R$ 1.903,98, subiria para R$ 3.689,57.
Por culpa da NÃO CORREÇÃO DA TABELA, milhões de brasileiros que eram isentos passaram a pagar imposto de renda quando deveriam estar isentos.
Agora, com a tabela publicada neste ano, quem ganha menos de 2 salários mínimos (!!!) já é obrigado a pagar o MALDITO IMPOSTO. A continuar a política socialista dos governos de extrema esquerda, em breve quem ganha um salário mínimo também pagará imposto de renda. Socialismo é comunismo, igualdade de renda e de sofrimento, com todos na miséria por igual (exceto, é claro, os camaradas do partido e seus associados).
Ainda é tempo de corrigir esse erro brutal, antes que o povo sofrido comece a entregar sua Declaração.

O Posto Ipiranga mudou de bandeira? 
Onde estava a valorosa equipe de Guedes quando deixou de corrigir a herança maldita do PT que é a tabela do Imposto de renda defasada? O maior princípio do Liberalismo Econômico é a redução do peso do Estado sobre os ombros do povo. 
PRESIDENTE, ministro, não deixem passar a OPORTUNIDADE de finalmente CORRIGIR A TABELA DO IMPOSTO DE RENDA, defasada em 100%, que após mais de 16 anos de desgovernos socialistas!

7.3.19

Antes do ano começar

Como certas correntes dizem que no Brasil o ano só começa depois do Carnaval, aqui vai um resumo de eventos importantes que ocorreram antes do evento:
O Imbecil Coletivo - O Retorno
Em 2017, a Globo, com sua revista Época, lançou a campanha de desconstrução do presidente Temer com base na armação de Joesley e Janot para desviar a atenção do Chefão do Crime, criou a farsa de que "Temer é o Chefão". Recomendo o livro "Manual do Covarde - do palácio à cadeia sem tirar a máscara" do pensador, cineasta e escritor Guilherme Fiúza, que explica essa farsa de forma brilhante, repleta de ironia.
A mídia dominante saiu espalhando a mentira que foi prontamente replicada pelos imbecis coletivos de sempre, incluindo até jornalistas que se consideram independentes do 'mainstream', como O Antagonista.
O chargista que vos escreve apontou o erro e o fenômeno analisado no livro "O Imbecil Coletivo" de Olavo de Carvalho.
Flagrados, Carvalho e seu pupilo Felipe Moura bloquearam o Fusca das charges no Twitter. Reconhecer um erro parece ser muito difícil para pessoas que têm mais certeza de sua infalibilidade do que o pobre chargista.
Neste ano, enquanto o presidente era submetido à terceira cirurgia de alto risco decorrente do covarde atentado à sua vida em 6 de setembro passado, a mídia assanhada se despia dos mínimos resquícios de pudor e respeito, já que compaixão para a corrente hegemônica é conceito desconhecido.
Sem considerar a condição de Jair Bolsonaro, redobraram seus ataques à sua pessoa, seus filhos e principalmente às ideias, os valores e as propostas que o levaram à presidência.
Transformaram a intriga com o ex-ministro Bebianno em "crise governamental" e pretexto para atacarem a "interferência" de Carlos Bolsonaro nos "assuntos de governo" (ele denunciou a mentira espalhada pelo ex-ministro na mídia: Jair não falou com essa pessoa naquele dia).
Sem reconhecer o erro, a mídia hegemônica - seguida de seus insistentes imbecis coletivos - chegou ao cúmulo de tentar reforçar a farsa, afirmando que a troca de farpas pelo WhatsApp teria sido um telefonema sim.
    
O presidente, fiel aos seus princípios, demitiu o ministro que o traiu tentando envolvê-lo numa trama cujo objetivo era culpá-lo de ter cometido irregularidades no partido dirigido pelo ex-ministro em candidatura no Nordeste, e consequentemente derrubá-lo do governo.
Desta vez, a mídia dominada foi mais longe, concedendo inúmeras entrevistas, destaques em todas as manchetes e espaço ilimitado para Bebianno contar a sua versão, conduzindo sempre à conclusão de que Bebianno é inocente e o culpado dessa crise é Carlos Bolsonaro, e não o ex-ministro e seu partido repleto de irregularidades.
O cúmulo foi o programa 'Pingos nos Is' dedicar quase duas horas de monólogo e "desabafo" a Bebianno, sem questionamentos nem qualquer ponderação entre versões opostas. Felipe Moura foi promovido a diretor de jornalismo na Jovem Pan na mesma semana.
Infelizmente, o domínio da extrema imprensa chegou ao ponto de eliminar as últimas alternativas de jornalismo às quais o povo podia recorrer para não ser DESINFORMADO.




















Restam-nos alguns pensadores e jornalistas isolados, tais como Polibio Braga, Bernardo Küster, Caio Coppolla, Prof. Daniel Lopez, Profª Paula Marisa, Bruno Jonssen, Diego Rox e outros tantos que não se alinharam com a mídia 'mainstream' na sistemática desconstrução do primeiro governo, em décadas, que reflete os valores e as ideias de 75% da população brasileira, nomeando ministros pelo critério de competência e não de troca de favores.
Lava Jato da Educação, Lei Rouanet, Bolsa Família, FUNAI, IBAMA sendo saneados e desinfectados de abusos (políticos e magnatas do antigo regime ganhando bolsas), desvios e contratos fraudulentos, Pacote Anticrime, reconstrução das estradas pelo Exército, todas essas boas notícias do novo governo não interessam à mídia tóxica nem a seus imbecis coletivos, que preferem buscar fofocas, intrigas e distorcer palavras ou interpretações para cada expressão ou declaração do presidente e de seus ministros.

11.2.19

A extrema esquerda e a velha política maquinando para retonar ao poder?

O que nos parecia ser, inicialmente, pura intriga da mídia hegemônica esquerdista, desejo de petista ou teoria da conspiração já deixou de ser mero episódio isolado ou uma infeliz coincidência.
As atitudes do vice-presidente quando Jair Bolsonaro ainda estava internado em Juiz de Fora após ter sido esfaqueado, já não são mais pontos fora da curva.Naquela situação de extrema gravidade, o general, já confirmado pelo TSE como candidato a vice-presidente já confirmada, afirmou que não deveríamos levar muito a sério a preocupação de Jair com as urnas eletrônicas fraudadas (como se verificou já no primeiro turno, com erros grosseiros de programação que permitiam ver a imagem de Haddad antes mesmo de apertar "confirma"), sem o voto impresso previsto em lei aprovada e sancionada naquele mesmo ano. Mourão alegou que Bolsonaro estava debilitado e que essa preocupação não deveria ser levada a sério.
Na cerimônia de posse de Bolsonaro, observou-se a linguagem corporal do general, quando abanava a bandeira do Brasil, cobrindo a visão do presidente, a ponto deste forçar seu braço para baixo para que o presidente também aparecesse. 
Certamente foi apenas um ato falho não intencional, devido à exaltação daquele bonito momento histórico.
                                      
Após a eleição de Bolsonaro, a questão das privatizações e da reforma previdenciária levou a diversas declarações, desmentidos e comentários contraditórios na equipe do governo, sendo que as declarações do vice nunca coincidiram com as decisões anunciadas por Bolsonaro

A promessa de campanha do Presidente de transferir a embaixada do Brasil em Israel para Jerusalém logo foi desaconselhada publicamente - e replicada com fervor pela mídia hegemônica - pelo vice-presidente, que alegava temor de eventuais atos terroristas (como se um país digno de parceria com o Brasil fosse capaz de tamanha crueldade), ou o receio de represálias comerciais. Este argumento não se sustenta diante da proposta do governo Bolsonaro de favorecer parcerias comerciais mais equitativas, com vantagens para ambos os lados. Mourão fez alegações similares na questão do intercâmbio (muito desigual) com a China, que só cresceu em função das descabidas concessões que os desgovernos petistas fizeram àquela daquela ditadura.
Classificaram o regime chinês como "economia de mercado", levando os países desenvolvidos a baixarem as taxas antidumping à China, e esta passou a substituir as exportações do Brasil a esses países.


Na primeira interinidade do general, por ocasião da viagem do Presidente a Davos, Mourão se apressou em assinar um decreto elaborado, segundo consta, por Temer, alterando a LAI (Lei de Acesso à Informação).
Esse decreto aumentou o número de pessoas do governo com poderes para declarar sigilo de documentos, e tirou do COAF a incumbência de investigar os parentes e laranjas de membros do governo e autoridades sujeitas ao seu controle. 
O decreto 9690/2019, ao contrário dos taxativos desmentidos do general, diminui a transparência, ao invés de aumentá-la, como está previsto no Programa de Governo de Bolsonaro. 
Conforme o site de notícias Terra, "A classificação "ultrassecreta", que abrange informações que só podem se tornar públicas depois de 25 anos, antes só poderia ser feita pelo presidente, vice, ministros e pelos comandantes das Forças Armadas. Agora, comissionados do Grupo-DAS de nível 101.6 (Direção e Assessoramento Superiores, de remuneração R$ 16.944,90), também têm a permissão, assim como chefes de autarquias, de fundações, de empresas públicas e de sociedades de economia mista." https://www.terra.com.br/noticias/brasil/mourao-assina-decreto-que-delega-definicao-de-sigilo-de-dados-a-comissionados,dfb570781919e2ebc1e36f4c8122a1ebs03fmuf8.html 

Mourão descartou a promessa de campanha de Bolsonaro de fechar a embaixada brasileira na Palestina. 
A Palestina é governada pela famigerada Autoridade Palestina, organização que financia o terrorismo e se reveza entre os grupos terroristas Al Fatah e Hamas:
https://g1.globo.com/mundo/noticia/hamas-acusa-autoridade-palestina-por-ataque-contra-seu-proprio-chefe-de-governo.ghtml; 
informe-se sobre a origem dessa organização no Google, Wikipedia ou ainda nas páginas 
https://www.palwatch.org/main.aspx?fi=157&doc_id=25354 e 
https://www.gospelprime.com.br/autoridade-palestina-orcamento-anual-terrorismo/
Enquanto o presidente se submeteu à terceira cirurgia devido à tentativa de assassinato sofrida em Juíz de Fora, o general recebeu o embaixador palestino em reunião no Palácio enquanto soldados voluntários de Israel ajudavam nossos bombeiros e voluntários a encontrarem sobreviventes do massacre de Brumadinho. 
Na ocasião, ainda garantiu ao embaixador Ibrahim Alzeben que "não há qualquer decisão do governo brasileiro sobre a transferência da embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém." 

Opinou em favor do aborto, demonstrando desconhecer o tema, ignorando as propostas do governo Bolsonaro e do ministério competente para o tema.

Afirmou que era "uma questão humanitária" autorizar Lula a ir ao velório do irmão, quando na verdade o criminoso somente queria aproveitar a oportunidade de uma "saidinha" para fazer comício. Isso ficou provado quando Lula desistiu de visitar os familiares porque não seria autorizado a fazer comícios e declarações públicas. 

Um obscuro material foi inserido no noticiário econômico por assinatura chamado Relatório Reservado, dizendo que a "Tutela Militar" seria a melhor opção e um primeiro passo para derrubar Bolsonaro. O material, com requintes de escárnio que nem os mais exacerbados petistas ousariam expressar, foi prontamente replicado pelos blogs do PT, pois esse é o sonho número 1 da extrema esquerda liderada pelo PT e a corja de Lula. 
A sinistra matéria insinua que o general teria mais preparo que Bolsonaro e difama a família do presidente no melhor estilo da extrema esquerda blogueira.

Para coroar a decepção dos eleitores de Bolsonaro que, como o Capitão, confiaram no general Mourão, este realizou uma reunião de mais de uma hora com os chefões da CUT, o braço sindical - e um dos braços armados - do PT. Um dos participantes do convescote, Vagner Freitas, gritou nos alto-falantes da Paulista, antes da prisão do Chefão: "Nós vamos nos livrar de Moro", e convocou luta e derramamento de sangue junto com seu amo.
As constantes controvérsias, cada vez mais frequentes e festivamente replicadas pelos blogs sujos da extrema esquerda, pela imprensa e pelos MAVs de Lula na internet, indicam um interesse conspiratório das esquerdas, que procuram se utilizar do general - embriagado com os holofotes vermelhos - para voltarem ao poder. 
Já o general, sutil como um paquiderme, e seu visível ofuscamento diante dos holofotes da mídia dominante, parece não perceber a estratégia oculta dessa "campanha presidencial" movida pelos traidores da pátria e esquerdopatas ávidos por retornarem ao poder ou permanecerem (pois muitos ainda estão) no poder.
Qualquer analista político de bom senso sabe que o general não tem sequer um décimo da popularidade de Jair Bolsonaro, o que pode ser confirmado perguntando às pessoas na rua: "em quem você votou? Por que? Se conhece o general Mourão, diga o nome inteiro dele". 
Bajulando e reforçando a visibilidade de Mourão no noticiário e demonstrando simpatia a ele, a esquerda e a mídia dominada enfraquecem Bolsonaro e os ideais pelos quais o povo optou nas eleições.
Enfraquecendo o presidente, as esquerdas e raposas da velha política estarão se fortalecendo para derrubá-lo e colocar Mourão, astutamente utilizado como cavalo de Tróia, na presidência.
Ato contínuo, este seria alvo fácil depois de ter decepcionado e traído os eleitores de Bolsonaro. A
 esquerda inteira derrubaria seu novo boi de piranha com a ajuda de praticamente todos os eleitores de Bolsonaro, que estariam indignados com a traição.

A compreensível recusa de nosso presidente em permitir uma nova interinidade ao general certamente se deve ao imenso risco de vermos na presidência uma pessoa desconstruindo os objetivos do Programa de Governo de Bolsonaro e frustrando os anseios da imensa maioria da população que votou no Capitão.
Não sabemos se o vice terá sabedoria e humildade para reconhecer estes equívocos, muito menos se ele terá o bom senso de corrigir os erros, revogando, por exemplo, o Decreto 9690/19.

4.2.19

Vai ficar na raia miúda e vão prender o porteiro também?

O ciclo iniciado por Lula ao destruir a carreira der Roger Agnelli, o melhor administrador que a Vale já teve, e por tabela destruir a maior mineradora do Brasil, continuou até os dias de hoje.
O Massacre de Brumadinho, o maior crime ambiental da história do Brasil, é mais uma herança maldita da clePTocracia que o PT instalou no nosso país.
Na época da privatização, a empresa possuía uma dívida maior do que o seu valor de mercado.
A privatização da Vale do Rio Doce foi a única coisa correta que se fez, durante o governo FHC, desde a criação do empreendimento, pois transformou o prejuízo mensal da ordem de R$ 150 milhões por mês aos cofres públicos (dinheiro do povo que falta para saúde, etc.) em arrecadação mensal de impostos em valores equivalentes, e valorizou a empresa em 30 vezes, garantindo divisas de dezenas de bilhões de dólares com exportação de minérios, e lucros aos acionistas e trabalhadores que utilizaram seu FGTS para se tornarem cotistas de fundos de ações da Vale.
Com extrema inveja do exemplo de competência e gestão de Roger Agnelli, Lula e sua facção trataram de destituir esse brilhante administrador, que morreria anos depois, com toda sua família, em um acidente aéreo.

Em seguida, Lula e Dilma trataram de reestatizar a Vale, utilizando-se dos fundos de pensão e demais tentáculos do Estado agigantado pelos governos socialistas do PT.
Com mais de 52% das ações da Vale novamente nas mãos do governo, Lula e Dilma aparelharam a Vale, lotando-a de apaniguados e amigos nos mais altos e mais bem pagos cargos da estatal (e do país).
Paralelamente, Dilma emitiu decreto criminoso que classificava tragédias como a de Mariana como "desastres naturais", para não dizer comuns, normais, para eximir seus apadrinhados da Vale e das agências governamentais responsáveis de suas responsabilidades sobre futuros desastres já anunciados e mapeados por especialistas naquela época.

Para eximir Lula, Dilma e Pimentel, os maiores culpados do massacre de Brumadinho, a mídia dominante, os blogs sujos criados pelos petistas, e lamentavelmente alguns promotores e autoridades competentes, certamente orientadas pelos companheiros lotados nesses órgãos, inventaram os bodes expiatórios para despistar, contando com ampla repercussão da extrema imprensa, a mídia companheira: prenderam os engenheiros brasileiros de uma empresa terceirizada de origem estrangeira que assinaram laudos sob acusação de "fraude em laudos" e outras aberrações, ao invés de prenderem os responsáveis pela autorização de novas barragens, pelo afrouxamento das normas para essas instalações e pelo "lobby" junto aos deputados que votariam normas mais rigorosas.
https://www.conjur.com.br/2019-jan-29/prisoes-sao-imprescindiveis-investigacao-barragem-juiza 

Comentário de leitor jurista sobre a matéria: Fosse um concurso para ingresso no quadro da magistratura, certamente essa juíza seria sumariamente excluída e reprovada do certame.

A tática de culpar os pequenos em espetáculo midiático para garantir a IMPUNIDADE dos verdadeiros culpados poderá coroar a velha política que o povo tentou tirar do poder nas últimas eleições. Até agora, nem o ex-governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, nem a presidentA cujo governo afrouxou as regras após a tragédia de Mariana foram responsabilizados. Nem o presidente da Vale, diretores e figurões das agências governamentais como o DNPM foram presos, o que certamente não ocorreria num país em plena vigência do estado de Direito.

Lamentavelmente, a grande mídia mais uma vez replica o padrão "Imbecil Coletivo" definido em obra homônima de Olavo de Carvalho, e lamentavelmente até os jornalistas considerados mais "esclarecidos" como William Waack e Os Antagonistas (incluindo Felipe Moura) novamente caíram na armadilha dos imbecis, replicando o circo armado para ocultar os verdadeiros culpados.

Dirigiram, equivocadamente (manipulados pela pauta esquerdista da grande mídia companheira) os holofotes sobre os engenheiros que assinaram um laudo tecnicamente correto:

  • Dano Potencial Associado: ALTO (refere-se a impacto potencial, danos incluem perdas materiais e de vidas humanas)
  • Categoria de Risco: Baixo (diz respeito à probabilidade ou possibilidade de ocorrência: como nunca ocorreu antes, o risco era considerado baixo na época de assinatura, setembro do ano passado).

Fonte: https://www.palmasaqui.com.br/destaque/engenheiros-que-atestaram-seguranca-de-barragem-em-brumadinho-sao-presos-em-sp/
Sabe-se que as inspeções obrigatórias da situação das barragens incluem medições diárias, semanais ou no mínimo quinzenais, e estas inspeções certamente já apontaram o aumento do risco nos meses seguintes a esse laudo de setembro de 2018.

Além disso, qualquer gestor - e principalmente diretor e presidente - de empresa séria JAMAIS admitiria correr o risco quando o dano potencial é ALTO, como o laudo já apontava. A permanência de pessoas nas áreas que poderiam ser potencialmente afetadas deveria ter sido VEDADA pela direção da Vale enquanto existisse qualquer nível de risco. Somente com RISCO INEXISTENTE ou RISCO ZERO é que poderiam manter funcionários nas instalações a jusante da barragem e permitir a permanência de pessoas nas áreas sob risco.

Aguardando a prisão e responsabilização dos verdadeiros criminosos, sem circo.
Ainda há muito que desratizar neste país.

31.12.18

Alegria imensa como não havia desde o século passado

Neste milênio ainda não tivemos um clima de tanto alívio e esperança no Brasil.
Há duas décadas não vemos o povo finalmente respirando, olhando em volta e sentindo que pode mudar os rumos de nosso querido Brasil.
Apesar da opressão maciça e militância intolerante da grande mídia dominante, das universidades públicas e outras, o povo teve a sabedoria e a coragem de não votar no Mecanismo lulopetista dominante.
Apesar das ameaças, perseguições - inclusive judiciárias - a quem pensa diferente da seita esquerdopata, e dos ataques físicos, assassinatos (inclusive a decapitação de um pai de família por ter votado em Bolsonaro em Fortaleza no dia 30 de outubro), atentados e tentativas de assassinato de nosso candidato e de outros brasileiros que enfrentaram o petismo, o povo brasileiro teve a coragem de votar maciçamente em Bolsonaro, que venceu as eleições no primeiro turno mas ainda teve seus votos surrupiados por algoritmos maliciosos instalados nas urnas eletrônicas, visto que o TSE não cumpriu a lei aprovada e sancionada que exige o voto impresso.
Por tudo isso, pela bravura, boa fé e idoneidade da imensa maioria do povo brasileiro, Bolsonaro chega à presidência apesar das bilionárias fraudes eleitorais, atentado com quase assassinato.
A Globo e sucedâneas omitem o fato de que nos últimos dias está ocorrendo a maior movimentação turística da história de Brasília. Preferem "noticiar" o turismo no Rio de Janeiro e no litoral do Brasil para não revelar as multidões viajando de ônibus, carro e avião para assistir à posse do primeiro presidente eleito sem verbas, sem estrutura partidária nem fundo eleitoral, sem nenhum aliado do establishment e sem um minuto de propaganda na TV, na história do país.
Motivo da imensa alegria, emoção e esperança de um FELIZ BRASIL NOVO que brilha nos olhos do povo.









29.12.18

O apagar das "luzes" da era das trevas

No apagar das luzes da Era das Trevas da extrema esquerda no poder, os estertores da corja se manifestam de forma estrepitosa, pois seus próceres ainda esperneiam, cospem e berram, inconformados com a primeira derrota da organização criminosa que se apoderou do Estado Brasileiro há 18 anos, e durante quase duas décadas afundou o nosso país.

Ao contrário da mentirosa máquina de propaganda nazi-petista, o povo brasileiro empobreceu em relação ao resto do mundo e durante o desgoverno Lula caiu 20 posições no 'ranking' do IDH - índice social da ONU que mede o padrão de vida, saúde, educação, mortalidade, acesso ao saneamento básico, expectativa de vida e nível de consumo da população.
O Brasil perdeu, no índice social mundial, durante o desgoverno do chefão Lula, para a Bósnia, Herzegovina, e até para o mais pobre dos ex-países da cortina de ferro: a Albânia.
Antes do impeachment, Dilma conseguiu fazer o Brasil perder sua posição no IDH para Sri Lanka, o antigo Ceilão, no Oceano Índico.
Hoje, o Brasil perde para as ditaduras sanguinárias de Venezuela e Cuba, que certamente manipulam seus índices, ainda mais do que o PT manipulou os nossos.
O Brasil vivenciou uma total estagnação econômica cujo maior sintoma é a flagrante desindustrialização do país, com a participação da indústria de transformação no PIB caindo para 9%, menos de um décimo da produção total de bens e serviços do Brasil. Locomotiva de qualquer economia, a nossa outrora pujante indústria já representou um terço do PIB brasileiro antes da latrocracia petista.

Agora, ministros do Mecanismo lulopetista dão seus últimos berros, à semelhança dos encostos e espíritos malignos antes do exorcismo.

Em recente entrevista à rádio Jovem Pan, o ministro Raul (sem acento agudo no U) Jungmann chamou de ignorante o povo que sofre com a violência extrema (em níveis recordes de nossa história e do planeta), depois de ter chamado todos os apoiadores e eleitores de Bolsonaro de criminosos que espalham 'fake news' que serão localizados na internet e punidos.
A ministra Rosa Weber, indicada pelo PT para o Supremo Tribunal Federal, fez ameaças semelhantes a quem questionasse a "lisura" das urnas eletrônicas manipuladas grosseiramente no primeiro turno (no qual Bolsonaro já obteve maioria absoluta dos votos verdadeiros), e que ainda no segundo turno tiveram resultados manipulados de aprox. 75% de Bolsonaro para aprox. 55% para simular um certo "equilíbrio" para sustentarem a falácia de que o Brasil está "dividido".

O ministro primo de Fernando Collor de Melo, ao apagar das luzes do expediente do STF, largou um "passa moleque" para a soltura de aprox. 170 mil criminosos perigosos, incluindo o chefão da seita nazi-petista hospedado em suíte de Curitiba.
Soltura que foi evitada por uma rápida teleconferência entre generais do comando militar que alertaram o advogado de Dirceu e do PT, presidente e plantonista da corte, de que haveria caos social obrigando as Forças Armadas a intervirem, conforme o Primeiro Artigo da Constituição Federal e seu artigo 142.

Como vemos, os gritos de ódio aumentam antes do ocaso do lulopetismo.
Incluindo tiros contra o mais jovem e dinâmico vereador conservador da Câmara Municipal de São Paulo, Fernando Holiday.

Fernando, assim como vários novos congressistas eleitos pelo povo para mudar o rumo do Brasil, representa a esperança de novos tempos.

Feliz 2019 a todos os brasileiros de boa vontade, que representam 90% do povo que começou a virar a página da História rumo à democracia, com ajuda de Deus!

16.12.18

Esfaqueadores de plantão em plena atividade

Nos últimos 30 anos, todas as esferas do Estado, do Ensino e da mídia foram sendo ocupadas pela esquerda, sendo que nos últimos 15 anos a extrema esquerda assumiu o controle e se tornou hegemônica, tendo extirpado, demitido ou neutralizado praticamente todos os jornalistas, professores e formadores de opinião que discordassem das posições extremistas da seita fanática de extrema esquerda.
Assim, o noticiário hegemônico, além de atacar cada um dos ministros nomeados por Bolsonaro, embalou esse conjunto de "notícias" no papel de desqualificar o primeiro presidente eleito sem fraudes eleitorais e a despeito da manipulação de informações, pesquisas e votos (nas urnas eletrônicas), e apesar da massa gigantesca de verbas públicas, lícitas e ilícitas, financiamento público de eleições, mentiras divulgadas na mídia e na esgotosfera, e apesar da própria máquina estatal e eleitoral a favor do capacho de Lula.
Na questão da equipe de Bolsonaro, a mídia dominante, extrema esquerda, desde o início nos dá a impressão de que o presidente eleito não cumpriu sua promessa de reduzir os quase 40 ministérios dos desgovernos petistas para 15 ou 16 MINISTÉRIOS.
Assim, a mídia desonesta acrescentou o presidente do Banco Central, secretarias, controladoria e procurador geral da União como se fossem MINISTÉRIOS, para "provar" que Bolsonaro não cumpre suas promessas.
Abaixo, os 16 ministérios e outros órgãos que a mídia insidiosa adicionou para chegar a 22 "ministérios":

16 MINISTÉRIOS

1 - Onyx Lorenzoni, Ministro da Casa Civil

2 - Paulo Guedes, Superministro da Fazenda, Planejamento e Indústria e o Comércio Exterior. 
3 - Marcos Pontes, Ministro da Ciência e Tecnologia
4 - Tereza Cristina, Ministra da Agricultura
5 - Sérgio Moro Superministro da Justiça e Segurança Pública.
6 - General Fernando Azevedo Silva, Ministro da Defesa 
7 - O embaixador Ernesto Araújo, Ministro das Relações Exteriores
8 - Luiz Henrique Mandetta, Ministro da Saúde 
9 - Ricardo Velez Rodriguez, Ministro da Educação
10 - Tarcísio Freitas, Ministro de Infraestrutura
11 - Osmar Terra, Ministro da Cidadania
12 - Gustavo Canuto, Ministro do Desenvolvimento Regional
13 - Marcelo Antônio, Ministro do Turismo
14 - Almirante de Esquadra Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Junior, Ministro de Minas e Energia 
15 - Damares Alves, Ministra de Mulher, Família e Direitos Humanos.
16 - Ricardo de Aquino Salles, Ministro Meio Ambiente.
SECRETARIAS DO GOVERNO:
1 - General Augusto Heleno, Gabinete de Segurança Institucional
2 - Gustavo Bebianno, Secretaria-Geral da Presidência
3 - Carlos Alberto dos Santos Cruz, Secretaria de Governo
PRESIDÊNCIAS DE INSTITUIÇÕES DO GOVERNO:
1 - Roberto Campos Neto, Presidente do Banco Central
ÓRGÃOS CONTROLADORES E FISCALIZADORES DA UNIÃO:
1 - Wagner Rosário, Controladoria Geral da União
2 - André Luiz Mendonça, Advocacia Geral da União. 


As fofocas que tomam quase todo o espaço do noticiário político nacional vão desde um ex-assessor de um filho do presidente eleito até colegas e uma filha do ex-assessor, outros assessores de outros deputados, com práticas que permeiam todos os partidos, desde o PT, PP e MDB até os menores satélites de extrema esquerda do PT, como o PSOL. 
O importante é que mesmo em se tratando de práticas legais (devido às escabrosas leis e mordomias que o lulopetismo reservou à classe política dominante) e utilizadas por toda a classe política do Brasil, desde o nível federal até o municipal, o foco é associar sempre à figura de Bolsonaro para desqualificá-lo a priori antes mesmo de sua posse.
A mídia militante e dominante não destaca que as mordomias e práticas de todos os partidos brasileiros são imorais, mesmo que legais, e que os valores considerados pequenos para essa elite governante são imensos para o contribuinte que trabalha o ano inteiro para sustentar esses caprichos. 
Não, o foco dela é assassinar a reputação de Bolsonaro, ninguém mais.
Entrevistam criminosos perigosos, agentes de potências hostis como José Dirceu como se celebridades fossem, defendem o chefão da maior organização criminosa internacional da História do Brasil, da qual fazem parte facções do narcotráfico nacionais e internacionais, terroristas e invasores de propriedades agrícolas e urbanas.
Mas atacam vítimas de estupro, enquanto omitem o fato de o maior estuprador do noticiário atual ser amigo e "curandeiro" de Lula e de seu ex-comandante Hugo Chávez.

Detalhes da sinistra aliança entre o estuprador João Teixeira de Faria e os tiranetes do sinistro Foro de São Paulo você encontrará na página 21 do livro "Hugo Chávez o espectro" de Leonardo Coutinho.































A sordidez desse assassinato sistemático de reputação chegou a um extremo por ocasião dos ataques cruéis da mídia contra Damares Alves, Ministra da Família, Mulher e Direitos Humanos.
Descobriram um vídeo antigo dela em que ela relata que foi estuprada dos 6 aos 8 anos de idade, e em decorrência desse absurdo abuso, tentou se suicidar, subindo em uma goiabeira para tomar veneno. Descreveu que na ocasião teve uma visão do menino Jesus, momento em que desistiu de tomar o veneno. 
Após a descoberta e divulgação do teor do vídeo pela extrema esquerda nas mídias, uma enxurrada de ataques sórdidos, desde a desqualificação dessa corajosa mulher, (autora e mentora de projetos de ajuda a vítimas e diversas iniciativas louváveis) até piadas grotescas, sórdidas, preconceituosas e cruéis sobre o sofrimento da menina que apesar da tortura sofrida passou a ajudar outras vítimas e se tornou ministra do governo Bolsonaro. 
Figuras abjetas da Globo e grande mídia, até formadores de opinião como Noblat, Marcelo Rubens Paiva, Gilberto Dimenstein, e "filósofos" como Leandro Carnal escarneceram de Damares.

É importante nos posicionarmos diante do assassinato sistemático da reputação de Bolsonaro que já está em curso antes mesmo da posse. 
É fofoca sobre  ex-assessores, desqualificação da equipe e ocupação de todos os espaços do noticiário com detalhes, mentiras ou "suspeitas" cujo único objetivo é desconstruir a priori o governo de Bolsonaro. 
Assista a comentários mais lúcidos sobre esses episódios: https://youtu.be/rncpjfug-lg
Pelo menos ainda há pessoas de valor que ajuda a resgatar a verdade nas mídias independentes defendendo o governo realmente popular eleito por mais de 70% dos brasileiros (o que a recente pesquisa de opinião nos revelou: 75% da população apóia Bolsonaro).

1.11.18

Vencemos uma batalha épica


Bolsonaro eleito presidente, apesar do atentado à sua vida, do maciço ataque das forças das esquerdas, desde a grande mídia hegemônica até o terror das organizações criminosas armadas.
Motivo de alegria, originou festas em cada canto de nosso abençoado país.




As forças sinistras, em fúria, juraram "vingança", vociferando contra o voto popular e jurando morte à democracia, através da versão deles de "democracia": o regime vigente na Venezuela, Coréia do Norte e Cuba.

Simultaneamente às ordens de "resistência" e luta de seus líderes (lula, dirceu, boulos, haddad, dilma, gleisi etc.) as facções criminosas como MST, MTST, narcotráfico e similares já iniciaram os ataques.
Nessa escalada de violência incitada pela extrema-esquerda, um eleitor de Bolsonaro foi sequestrado diante de sua esposa e seus tres filhos, posteriormente torturado e decapitado em Fortaleza, Ceará.
https://www.mblnews.org/materias/eleitor-de-bolsonaro-e-decapitado-no-ceara/

Antes das eleições, outro pai de família foi atacado em Fortaleza, e assassinado diante da família por se recusar a distribuir material de campanha de Haddad, e um professor de 70 anos de idade foi violentamente espancado em por ser eleitor de Bolsonaro.
https://www.mblnews.org/materias/a-escalada-violencia-contra-eleitores-de-bolsonaro-continua-sendo-ignorada-pela-midia/
https://www.opovo.com.br/noticias/fortaleza/2018/10/suspeito-confirma-que-homem-foi-torturado-e-morto-ser-eleitor-de-bolso.html
A grande mídia ignora esses cruéis e covardes assassinatos, que mereceriam a mesma repercussão nacional e internacional que o assassinato - também político e covarde - da vereadora Marielle no Rio de Janeiro.

O TSE e o STF, aparelhados pelas forças lulopetistas à semelhança do Judiciário bolivariano na Venezuela, ainda estão mobilizados, apesar de aparente trégua ou recuo estratégico.
Paira no ar o "julgamento" de processo mantido na corte superior à revelia da lei: o caso da defensora de estupradores Maria do Rosário, que nem poderia ser admitido pois fere a imunidade parlamentar de se expressar, mesmo inadequadamente, como lamentavelmente ocorre rotineiramente, para o qual a ministra Rosa Weber prometeu "celeridade" no julgamento.
Ainda há os novos processos, de ambos os lados, pedindo a cassação das chapas do PSL e do PT.
Para "justificar" um processo, a facção petista, inconformada com o apoio voluntário e empenho despojado de dezenas de milhões de brasileiros, inventou uma ficção cômica que transformaria essa mobilização voluntária em uma espécie de "campanha de marketing não declarada" para transformar os valores imaginários em um tipo de "caixa 2" de Bolsonaro. Como sempre, a facção de extrema esquerda mandou seu jornal oficial, a Folha de São Paulo, publicar a ficção como se fosse uma "notícia" inclusive inventando somas milionárias como aquelas que ela mesma costuma desviar dos cofres públicos para fins publicitários.

14.10.18

Mecanismo preparando a facada final na Democracia

O atentado à vida de Jair Bolsonaro revelou a verdade por trás das máscaras.

Primeiramente desmascarou os "isentões" como Henrique Meirelles, Álvaro Dias, a amarelada Marina Silva e seu NOVO figurino João Amoedo, Geraldo Alckmin, os notórios corruptos Aécio, Temer, Renan, Jucá, Ciro Gomes e demais caciques da política como membros UNIDOS da mesma Organização Criminosa cujo líder supremo despacha de sua suíte (ex-)presidencial, QG e escritório eleitoral na Polícia Federal de Curitiba.

A extrema esquerda liderada pela 'seita' lulopetista é capaz de assassinar friamente e ainda tripudiar sobre a vítima que combate a violência, a corrupção e a impunidade.
O candidato que defende o povo, a família e a individualidade contra a VIOLÊNCIA, AGRESSÃO, FALTA DE SEGURANÇA E AUSÊNCIA DA LEI em todo o território nacional é vítima de tudo isso e a sordidez esquerdista ainda o culpa daquilo que ele combate.
Agora, criam FAKE NEWS replicadas pela grande mídia dominada, fantasiando esquerdistas de "eleitores de Bolsonaro" para continuarem suas atrocidades ofendendo o povo e dividindo a população brasileira.
Mesmo quando desvendadas, essas mentiras são "esquecidas" para que as falsas imagens contra Bolsonaro permaneçam na memória, no "imaginário popular".
As urnas foram flagrantemente fraudadas no primeiro turno, e apenas no item "Presidente".
Com adulteração do código fonte das mesmas nas urnas sob responsabilidade do TSE, estas antecipavam a opção "Haddad" (o capacho de Lula e fantoche do Mecanismo), travavam nessa opção e impediam o voto em Bolsonaro, em milhares de ocorrências registradas em todo o Brasil. Com essa manobra primária e visível (imaginem o quanto roubaram de nossos votos desde 2012 quando a Smartmatic venceu licitação para colocar o mesmo Haddad na prefeitura de São Paulo, cidade que desconhecia e NÃO votou nesse elemento sinistro que depois quebrou a metrópole, deixando-a com uma dívida maior que a do Rio de Janeiro. Haddad espalhou a cracolândia pela cidade inteira, implantou o caos no trânsito e na vida dos paulistanos.
Agora quer destruir o país, seguindo ordens do ex-presidente mais corrupto do mundo.
O esquema está montado, as urnas fraudadas SEM VOTO IMPRESSO (que é lei), para roubar os votos de 70 a 80% dos brasileiros que votarão em Bolsonaro.
A mídia dominante e os institutos comprados estão "ajustando" a indisfarçável e gigantesca preferência por Bolsonaro para que haja um "empate técnico" nas vésperas do segundo turno, justificando o golpe das urnas fraudadas.
Bolsonaro já venceu no primeiro turno, mas seus votos foram roubados.
A próxima facada do Mecanismo lulopetista será nas costas do Brasil, no segundo turno.
Dia 21 estaremos nas ruas de todo o Brasil para exigir #VotoImpresso, demonstrar a preferência do povo por #BolsonaroPresidente e para impedir o segundo golpe.
Se ainda assim perpetrarem a fraude, o Brasil vai parar na mesma noite com protestos.
As capitais, cidades, estradas e os portos vão parar. A greve dos caminhoneiros já deu uma terrível, intempestiva e extemporânea amostra.