7.3.19

Antes do ano começar

Como certas correntes dizem que no Brasil o ano só começa depois do Carnaval, aqui vai um resumo de eventos importantes que ocorreram antes do evento:
O Imbecil Coletivo - O Retorno
Em 2017, a Globo, com sua revista Época, lançou a campanha de desconstrução do presidente Temer com base na armação de Joesley e Janot para desviar a atenção do Chefão do Crime, criou a farsa de que "Temer é o Chefão". Recomendo o livro "Manual do Covarde - do palácio à cadeia sem tirar a máscara" do pensador, cineasta e escritor Guilherme Fiúza, que explica essa farsa de forma brilhante, repleta de ironia.
A mídia dominante saiu espalhando a mentira que foi prontamente replicada pelos imbecis coletivos de sempre, incluindo até jornalistas que se consideram independentes do 'mainstream', como O Antagonista.
O chargista que vos escreve apontou o erro e o fenômeno analisado no livro "O Imbecil Coletivo" de Olavo de Carvalho.
Flagrados, Carvalho e seu pupilo Felipe Moura bloquearam o Fusca das charges no Twitter. Reconhecer um erro parece ser muito difícil para pessoas que têm mais certeza de sua infalibilidade do que o pobre chargista.
Neste ano, enquanto o presidente era submetido à terceira cirurgia de alto risco decorrente do covarde atentado à sua vida em 6 de setembro passado, a mídia assanhada se despia dos mínimos resquícios de pudor e respeito, já que compaixão para a corrente hegemônica é conceito desconhecido.
Sem considerar a condição de Jair Bolsonaro, redobraram seus ataques à sua pessoa, seus filhos e principalmente às ideias, os valores e as propostas que o levaram à presidência.
Transformaram a intriga com o ex-ministro Bebianno em "crise governamental" e pretexto para atacarem a "interferência" de Carlos Bolsonaro nos "assuntos de governo" (ele denunciou a mentira espalhada pelo ex-ministro na mídia: Jair não falou com essa pessoa naquele dia).
Sem reconhecer o erro, a mídia hegemônica - seguida de seus insistentes imbecis coletivos - chegou ao cúmulo de tentar reforçar a farsa, afirmando que a troca de farpas pelo WhatsApp teria sido um telefonema sim.
    
O presidente, fiel aos seus princípios, demitiu o ministro que o traiu tentando envolvê-lo numa trama cujo objetivo era culpá-lo de ter cometido irregularidades no partido dirigido pelo ex-ministro em candidatura no Nordeste, e consequentemente derrubá-lo do governo.
Desta vez, a mídia dominada foi mais longe, concedendo inúmeras entrevistas, destaques em todas as manchetes e espaço ilimitado para Bebianno contar a sua versão, conduzindo sempre à conclusão de que Bebianno é inocente e o culpado dessa crise é Carlos Bolsonaro, e não o ex-ministro e seu partido repleto de irregularidades.
O cúmulo foi o programa 'Pingos nos Is' dedicar quase duas horas de monólogo e "desabafo" a Bebianno, sem questionamentos nem qualquer ponderação entre versões opostas. Felipe Moura foi promovido a diretor de jornalismo na Jovem Pan na mesma semana.
Infelizmente, o domínio da extrema imprensa chegou ao ponto de eliminar as últimas alternativas de jornalismo às quais o povo podia recorrer para não ser DESINFORMADO.




















Restam-nos alguns pensadores e jornalistas isolados, tais como Polibio Braga, Bernardo Küster, Caio Coppolla, Prof. Daniel Lopez, Profª Paula Marisa, Bruno Jonssen, Diego Rox e outros tantos que não se alinharam com a mídia 'mainstream' na sistemática desconstrução do primeiro governo, em décadas, que reflete os valores e as ideias de 75% da população brasileira, nomeando ministros pelo critério de competência e não de troca de favores.
Lava Jato da Educação, Lei Rouanet, Bolsa Família, FUNAI, IBAMA sendo saneados e desinfectados de abusos (políticos e magnatas do antigo regime ganhando bolsas), desvios e contratos fraudulentos, Pacote Anticrime, reconstrução das estradas pelo Exército, todas essas boas notícias do novo governo não interessam à mídia tóxica nem a seus imbecis coletivos, que preferem buscar fofocas, intrigas e distorcer palavras ou interpretações para cada expressão ou declaração do presidente e de seus ministros.

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