O Massacre de Brumadinho, o maior crime ambiental da história do Brasil, é mais uma herança maldita da clePTocracia que o PT instalou no nosso país.
Na época da privatização, a empresa possuía uma dívida maior do que o seu valor de mercado.
A privatização da Vale do Rio Doce foi a única coisa correta que se fez, durante o governo FHC, desde a criação do empreendimento, pois transformou o prejuízo mensal da ordem de R$ 150 milhões por mês aos cofres públicos (dinheiro do povo que falta para saúde, etc.) em arrecadação mensal de impostos em valores equivalentes, e valorizou a empresa em 30 vezes, garantindo divisas de dezenas de bilhões de dólares com exportação de minérios, e lucros aos acionistas e trabalhadores que utilizaram seu FGTS para se tornarem cotistas de fundos de ações da Vale.
Com extrema inveja do exemplo de competência e gestão de Roger Agnelli, Lula e sua facção trataram de destituir esse brilhante administrador, que morreria anos depois, com toda sua família, em um acidente aéreo.
Em seguida, Lula e Dilma trataram de reestatizar a Vale, utilizando-se dos fundos de pensão e demais tentáculos do Estado agigantado pelos governos socialistas do PT.
Com mais de 52% das ações da Vale novamente nas mãos do governo, Lula e Dilma aparelharam a Vale, lotando-a de apaniguados e amigos nos mais altos e mais bem pagos cargos da estatal (e do país).
Paralelamente, Dilma emitiu decreto criminoso que classificava tragédias como a de Mariana como "desastres naturais", para não dizer comuns, normais, para eximir seus apadrinhados da Vale e das agências governamentais responsáveis de suas responsabilidades sobre futuros desastres já anunciados e mapeados por especialistas naquela época.
Para eximir Lula, Dilma e Pimentel, os maiores culpados do massacre de Brumadinho, a mídia dominante, os blogs sujos criados pelos petistas, e lamentavelmente alguns promotores e autoridades competentes, certamente orientadas pelos companheiros lotados nesses órgãos, inventaram os bodes expiatórios para despistar, contando com ampla repercussão da extrema imprensa, a mídia companheira: prenderam os engenheiros brasileiros de uma empresa terceirizada de origem estrangeira que assinaram laudos sob acusação de "fraude em laudos" e outras aberrações, ao invés de prenderem os responsáveis pela autorização de novas barragens, pelo afrouxamento das normas para essas instalações e pelo "lobby" junto aos deputados que votariam normas mais rigorosas.
https://www.conjur.com.br/2019-jan-29/prisoes-sao-imprescindiveis-investigacao-barragem-juiza
Comentário de leitor jurista sobre a matéria: Fosse um concurso para ingresso no quadro da magistratura, certamente essa juíza seria sumariamente excluída e reprovada do certame.
A tática de culpar os pequenos em espetáculo midiático para garantir a IMPUNIDADE dos verdadeiros culpados poderá coroar a velha política que o povo tentou tirar do poder nas últimas eleições. Até agora, nem o ex-governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, nem a presidentA cujo governo afrouxou as regras após a tragédia de Mariana foram responsabilizados. Nem o presidente da Vale, diretores e figurões das agências governamentais como o DNPM foram presos, o que certamente não ocorreria num país em plena vigência do estado de Direito.
Lamentavelmente, a grande mídia mais uma vez replica o padrão "Imbecil Coletivo" definido em obra homônima de Olavo de Carvalho, e lamentavelmente até os jornalistas considerados mais "esclarecidos" como William Waack e Os Antagonistas (incluindo Felipe Moura) novamente caíram na armadilha dos imbecis, replicando o circo armado para ocultar os verdadeiros culpados.
Dirigiram, equivocadamente (manipulados pela pauta esquerdista da grande mídia companheira) os holofotes sobre os engenheiros que assinaram um laudo tecnicamente correto:
- Dano Potencial Associado: ALTO (refere-se a impacto potencial, danos incluem perdas materiais e de vidas humanas)
- Categoria de Risco: Baixo (diz respeito à probabilidade ou possibilidade de ocorrência: como nunca ocorreu antes, o risco era considerado baixo na época de assinatura, setembro do ano passado).
Fonte: https://www.palmasaqui.com.br/destaque/engenheiros-que-atestaram-seguranca-de-barragem-em-brumadinho-sao-presos-em-sp/
Sabe-se que as inspeções obrigatórias da situação das barragens incluem medições diárias, semanais ou no mínimo quinzenais, e estas inspeções certamente já apontaram o aumento do risco nos meses seguintes a esse laudo de setembro de 2018.
Além disso, qualquer gestor - e principalmente diretor e presidente - de empresa séria JAMAIS admitiria correr o risco quando o dano potencial é ALTO, como o laudo já apontava. A permanência de pessoas nas áreas que poderiam ser potencialmente afetadas deveria ter sido VEDADA pela direção da Vale enquanto existisse qualquer nível de risco. Somente com RISCO INEXISTENTE ou RISCO ZERO é que poderiam manter funcionários nas instalações a jusante da barragem e permitir a permanência de pessoas nas áreas sob risco.
Aguardando a prisão e responsabilização dos verdadeiros criminosos, sem circo.
Ainda há muito que desratizar neste país.



2 comentários:
Hoje vim apresentar esse cara pra vocês. O nome dele é Roger Agnelli e ele foi presidente da Vale de 2001 até 2011. Durante sua gestão, mais de 100 mil empregos foram gerados e a Vale chegou a ultrapassar a Petrobrás em valor de mercado, algo inacreditável se considerarmos que a Petrobrás é uma petrolífera. Roger também foi eleito como um dos brasileiros mais influentes de 2009 e entrou pro ranking dos 4 melhores CEOs do mundo (pela revista Havard Business Review). Roger descobriu um esquema de corrupção dentro da Vale, envolvendo consultores ligados ao PT, oportunidade na qual enviou uma carta de três páginas para a até então presidente, Dilma Roussef, relatando sobre a situação e esperando que providências fossem tomadas. E elas foram. O que ele não sabia é que a providência tomada pela presidente seria enviar Guido Mantega até o Bradesco, maior acionista da Vale e credor do governo, com a missão de pressioná-los a demitir Roger Agnelli. E ele foi demitido mesmo. Na inexistência de uma justificativa para tal decisão, utilizaram o argumento de que se tratava de um "corte de gastos". Em 2016, o avião em que ele estava com sua esposa e filhos caiu (em um dia ensolarado), mas não se pôde detectar a causa da queda porque o mesmo não tinha caixa preta.
- Valdir Grando Junior
Valdir, muito obrigado pela sua importante e didática contribuição.
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