13.7.11
Pagot foi pago?
O diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Luiz Antônio Pagot desmentiu tudo o que sabia e até o que teria dito anteriormente, repetindo performance similar às de Duda Mendonça e Silvinho Pereira Landrover na época do mensalão.
Como arquivo vivo, escapou de possíveis represálias sinistras se lembrarmos de outros arquivos semelhantes na história recente do país. Fica, também, bem recebida a "vantagem competitiva" de que tem sido beneficiário em seu importante cargo naquele ministério podre de um regime podre instalado em 2003. Por falar nisso, como vão os ex-ministros Dirceu, Palocci, Nascimento e os ainda ministros Mercadante, Salvatti, Bernardo e Hoffmann? As recentes evidências de escândalos e os fatos já vazados apesar da censura não bastam para as devidas exonerações e investigações pelos 'órgãos responsáveis"?
12.7.11
Engavetador desengavetou
Quando Roberto Gurgel divulgou parecer da PGR garantindo que não havia qualquer ilegalidade nos negócios de Palocci não o chamei de engavetador geral da república. Porque não foi tema do blog. Agora, Roberto Gurgel surpreende com o claro e objetivo pedido de prisão para os 36 mensaleiros (já publicaram 37, o Gushiken saiu ileso como Palocci, e faltam mais de 3 para completar os 40 mensaleiros e o Ali Babá, que na história original não era ladrão). Simbolicamente, pediu 111 anos (um sexto) para Dirceu.
De toda forma, o procurador geral da república é o homenageado com a charge do dia, sem trocadilhos maliciosos como a militância petralha fazia nos tempos de FHC.
Infelizmente, minha análise objetiva dos últimos 8 anos não me deixa otimista mesmo com esse momento de lucidez (que até o ministro Joaquim Barbosa já demonstrou quando acatou o processo do Mensalão no STF).
Lamentavelmente o Brasil saiu da rota constitucional em 2005, ao não realizar o devido impeachment. Desde aquela época, o Estado de Direito tem sido desmontado sistematicamente, a reeleição e atual revezamento lulopetista foram obtidos com fraude eleitoral e compra de 40 milhões de votos. Fica a dúvida se o retorno à Democracia ainda será viável pela via institucional, já que das instituições quase nada restou neste país.
11.7.11
Escândalos ministeriais infindáveis
O número de ministérios já é um escândalo: 38!!!
Como nunca antes neste país, graças ao regime petralha instalado em 2003.
Os nomes, quase todos já conhecidos do desgoverno que só se licenciou pro forma, são outro escândalo, principalmente os cargos de "consolação" para candidatos derrotados do Partido dos Trambiqueiros, como foi o caso de Mer_adante, por exemplo.
A atividade de todos estes ministérios, desde a "pesca" de cargos de marajás até o "desenvolvimento" desmedido das fortunas pessoais, é caracterizada pelas irregularidades e pela imoralidade de uma facção que, a exemplo de seu chefe apedeuta, confunde a coisa pública com a privada. Consideram-se "donos" do país, dos ministérios e das estatais, como se fossem sua propriedade privada. E privada, para elles, é vaso sanitário.
Agora, devido à censura federal, não chegam ao notíciário as falcatruas, mordomias e maracutaias de cada um deles.

Mesmo assim, a facção majoritária, que se opõe à outra dentro do governo, permitiu que se 'vazasse' denúncia sobre a multiplicação milagrosa do patrimônio de Palocci, que caiu, ou melhor, saiu de fininho e certamente continua multiplicando sua fortuna com "consultorias".
Em seguida, também devido ao "fogo amigo" de testemunha da quadrilha que montou o dossiê dos aloprados, surgiu o escândalo do Ministro Doutor M.
M de Mentira ou Mercadante, tanto faz.
Ele nega, mas já em 2006 foi identificado como sendo o chefe da gang dos aloprados, e agora surge o testemunho de dentro do próprio esquema do falso dossiê contra os candidatos tucanos daquele ano. Até agora, o "doutor" em Proselitismo Lulopetista pela UNICAMP continua impune e sequer deixou o ministério para "esfriar o noticiário", como fez seu correligionário.
Enquanto o imoral candidato derrotado pelas urnas de São Paulo ainda disfarçava para não perder a boquinha de sinistro da "Ciência e Tecnologia", já estourou outro escândalo ministerial.
Trata-se do terceiro grande escândalo ministerial, desta feita no Ministério dos Transportes, cujo ministro era Alfredo Nascimento, do PR, e cujos protagonistas enriqueceram mais que Palocci (considerando apenas a ponta oficial do iceberg) em tempo menor.
Desta vez, a notícia 'vazou' por se tratar de elemento que não pertence ao partido dos Donos do Brasil. A figurantA interina e a cumpanherada não defenderam nem demonstraram intenção de segurar o ministro dos tran$portes, e até a imprensa teve acesso e foi autorizada a publicar algumas das denúncias daquele podre ministério.
Pois a poeira ainda nem assentou, Mercadante continua impune no seu ministério, e já aparecem denúncias sobre o todo-poderoso bi-ministro Paulo Bernardo, ministro das Comunicaçõe$, ex-ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão do presidente licenciado e marido da atual ministra da Casa Civil.
A lista de escândalos do desgoverno petralha nos últimos 60 dias não é maior porque estamos falando apenas dos Ministérios.
Imaginem se incluíssemos as estatais dominadas pela Nova Corja.
Só no caso da PTrobrás, dirigida pelo petista Gabrielli e cujo Conselho é composto de petralhas como a ex-ministra das Minas e Energia e outros pesos pesados, os novos escândalos sobre licitações fraudadas e contratações sem licitação se igualam às centenas de milhões recebidas pelo publicitário Duda Mendonça após este calar-se sobre o Mensalão e outras atrocidades petistas.
Como nunca antes neste país, graças ao regime petralha instalado em 2003.
Os nomes, quase todos já conhecidos do desgoverno que só se licenciou pro forma, são outro escândalo, principalmente os cargos de "consolação" para candidatos derrotados do Partido dos Trambiqueiros, como foi o caso de Mer_adante, por exemplo.
A atividade de todos estes ministérios, desde a "pesca" de cargos de marajás até o "desenvolvimento" desmedido das fortunas pessoais, é caracterizada pelas irregularidades e pela imoralidade de uma facção que, a exemplo de seu chefe apedeuta, confunde a coisa pública com a privada. Consideram-se "donos" do país, dos ministérios e das estatais, como se fossem sua propriedade privada. E privada, para elles, é vaso sanitário.
Agora, devido à censura federal, não chegam ao notíciário as falcatruas, mordomias e maracutaias de cada um deles.

Mesmo assim, a facção majoritária, que se opõe à outra dentro do governo, permitiu que se 'vazasse' denúncia sobre a multiplicação milagrosa do patrimônio de Palocci, que caiu, ou melhor, saiu de fininho e certamente continua multiplicando sua fortuna com "consultorias".
Em seguida, também devido ao "fogo amigo" de testemunha da quadrilha que montou o dossiê dos aloprados, surgiu o escândalo do Ministro Doutor M.
M de Mentira ou Mercadante, tanto faz.
Ele nega, mas já em 2006 foi identificado como sendo o chefe da gang dos aloprados, e agora surge o testemunho de dentro do próprio esquema do falso dossiê contra os candidatos tucanos daquele ano. Até agora, o "doutor" em Proselitismo Lulopetista pela UNICAMP continua impune e sequer deixou o ministério para "esfriar o noticiário", como fez seu correligionário.
Enquanto o imoral candidato derrotado pelas urnas de São Paulo ainda disfarçava para não perder a boquinha de sinistro da "Ciência e Tecnologia", já estourou outro escândalo ministerial.
Trata-se do terceiro grande escândalo ministerial, desta feita no Ministério dos Transportes, cujo ministro era Alfredo Nascimento, do PR, e cujos protagonistas enriqueceram mais que Palocci (considerando apenas a ponta oficial do iceberg) em tempo menor.
Desta vez, a notícia 'vazou' por se tratar de elemento que não pertence ao partido dos Donos do Brasil. A figurantA interina e a cumpanherada não defenderam nem demonstraram intenção de segurar o ministro dos tran$portes, e até a imprensa teve acesso e foi autorizada a publicar algumas das denúncias daquele podre ministério.
Pois a poeira ainda nem assentou, Mercadante continua impune no seu ministério, e já aparecem denúncias sobre o todo-poderoso bi-ministro Paulo Bernardo, ministro das Comunicaçõe$, ex-ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão do presidente licenciado e marido da atual ministra da Casa Civil.
A lista de escândalos do desgoverno petralha nos últimos 60 dias não é maior porque estamos falando apenas dos Ministérios.
Imaginem se incluíssemos as estatais dominadas pela Nova Corja.
Só no caso da PTrobrás, dirigida pelo petista Gabrielli e cujo Conselho é composto de petralhas como a ex-ministra das Minas e Energia e outros pesos pesados, os novos escândalos sobre licitações fraudadas e contratações sem licitação se igualam às centenas de milhões recebidas pelo publicitário Duda Mendonça após este calar-se sobre o Mensalão e outras atrocidades petistas.
Verde ou melancia?
O relator desmatador do Código Florestal Aldo Rebelo, do PCdoB e velho companheiro de fileiras de Marina, denunciou o marido desta por comércio (tráfico, mesmo) de mogno extraído ilegalmente da floresta amazônica, no calor das discussões sobre o "Novo" Código Florestal.
Como tudo o que a latrocracia petralha instalada em 2003 lançou, a "Nova" verdade do regime é pura Mentira.
O "Novo" Código Florestal pode ser chamado de Código Desflorestal, assim como a "Nova" Classe Média é eufemismo do regime petralha para classe explorada, com a novidade de pagar imposto de renda devido à defasagem das tabelas da hoje canibal Receita Federal .
Pois a denúncia do deputado da base aliada do PT torna-se muito plausível pela familiaridade deste com a cumpanherada, em especial com a (ex-?) petista histórica e seu marido.
A referência como ministra do Meio Ambiente de Lula (como tudo no desgoverno petralha, deveria ser ministra do anti-Meio Ambiente) certamente não contribuiu para seu currículo no quesito ambientalismo, por ter sido o período de maior desmatamento da história do Brasil (mais de 80.000 quilômetros quadrados em 4 anos; fonte:Washington Novaes
Apesar de tudo isso, Marina era uma alternativa para eventual voto útil contra o regime lulopetista.
Agora, declarando seu apoio a Dilma - e ainda por cima em nome do Brasil, maior vítima desta e do governo que representa como governanta interina - Marina finalmente abre o jogo. Algum dia chegou a cortar o cordão umbilical do lulopetismo?
2.7.11
Brasil de Luto pela perda do melhor presidente
Itamar Augusto Cautiero Franco, o pai do Plano Real, íntegro presidente da República que resgatou o Brasil de décadas de inflação em apenas 2 anos, faleceu neste sábado.
Itamar realmente se dedicou a questões sociais e aos excluídos, ao contrário do desgoverno lulopetista que só alardeia e os abandona. E o Brasil ficou mais pobre ainda.
O verdadeiro defensor dos trabalhadores acabou com a inflação que corrói os salários e as aposentadorias, Itamar Franco foi o melhor presidente que o Brasil já teve.
Realizou em 2 anos o que seus antecessores levaram décadas para desestabilizar.
Já dizíamos, no início o milênio, que teremos saudades do Governo Itamar, o melhor governo que o Brasil teve. Sem propaganda, proselitismo ou parcialidade, sem militância ou facções de apoio, governou com humildade, espírito democrático e preocupação social.
Agora, no desgoverno lulopetista, choramos.
Com uma competente equipe que soube liderar com objetividade, honestidade e bom senso, Itamar estabilizou a economia do Brasil, iniciando um ciclo virtuoso que o lulopetismo explorou como sendo sua criação.
O círculo virtuoso que Itamar iniciou em 1992, o regime petralha está transformando em um ciclo vicioso, em decorrência do desmantelamento moral e ético que promove desde 2003.
Itamar, o único presidente humilde e um dos raríssimos senadores honestos, coerentes e éticos da história contemporânea do Brasil.
Saudades.
Itamar realmente se dedicou a questões sociais e aos excluídos, ao contrário do desgoverno lulopetista que só alardeia e os abandona. E o Brasil ficou mais pobre ainda.
O verdadeiro defensor dos trabalhadores acabou com a inflação que corrói os salários e as aposentadorias, Itamar Franco foi o melhor presidente que o Brasil já teve.
Realizou em 2 anos o que seus antecessores levaram décadas para desestabilizar.
Já dizíamos, no início o milênio, que teremos saudades do Governo Itamar, o melhor governo que o Brasil teve. Sem propaganda, proselitismo ou parcialidade, sem militância ou facções de apoio, governou com humildade, espírito democrático e preocupação social.
Agora, no desgoverno lulopetista, choramos.
Com uma competente equipe que soube liderar com objetividade, honestidade e bom senso, Itamar estabilizou a economia do Brasil, iniciando um ciclo virtuoso que o lulopetismo explorou como sendo sua criação.
O círculo virtuoso que Itamar iniciou em 1992, o regime petralha está transformando em um ciclo vicioso, em decorrência do desmantelamento moral e ético que promove desde 2003.
Itamar, o único presidente humilde e um dos raríssimos senadores honestos, coerentes e éticos da história contemporânea do Brasil.
Saudades.
30.6.11
Quadrilha não se desfaz depois das festas juninas
O Mensalão seria motivo para impeachment em qualquer democracia do mundo, como seria no Brasil dos anos 90.Como desde 2003 o governo foi tomado por uma quadrilha, estamos numa latrocracia em que os grandes bandidos são protegidos, perdoados e apoiados por seus similares do poder. Assim, o Mensalão não teve conseqüências sobre a estrutura e o funcionamento da facção que comanda o Brasil. Com a conivência de uma "oposição" dócil e hoje subjugada.
Assim, como aconteceu recentemente com o escândalo Palocci, a quadrilha somente troca alguns cargos para despistar a opinião pública.
A impunidade e o descaramento chega ao ponto de 'blindarem' um petista que apanhou das urnas e foi transformado em Ministro da Ciência e Tecnologia, mesmo após escândalo milionário: o escândalo do falso dossiê montado para difamar candidatos da oposição à Presidência e ao Governo de SP em 2006.
Uma quadrilha flagrada com milhões em dinheiro em hotel de luxo do aeroporto de Congonhas pela Polícia Federal, segue impune até hoje. Seu chefe, o sinistro ministro, permanece no cargo até hoje sem qualquer conseqüência e mesmo após novas evidências e testemunhos terem vindo a público recentemente.
Polícia, Justiça e Legislativo não funcionam mais para estes casos que envolvem o poder central da diPTadura.
E o ministro, ostentando um título de Doutor em Proselitismo Político-Econômico da Ditalulla, permanece impávido no tal ministério, protegido pelos seus pares e pela inoperância das instituições.
28.6.11
Doutor Mentira
Seguindo a linha de seu chefe maior, o presidente de facto Lula da Silva, o Doutor Mercadante, Doutorado em Mentira pela Unicampanha Lulopetista, nega tudo e ignora escândalo do Dossiê Milionário dos Aloprados que comandou. Petralhas presos em flagrante pela Polícia Federal em 2006 no hotel Ibis do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, carregavam mala com R$ 1,7 milhões, parte do dinheiro envolvido na compra de falso dossiê que visava difamar os candidatos nas eleições fraudadas de 2006.
Prova cabal de que a eleição foi fraudulenta, os candidatos governistas dignos de cassação.
Desde aquela época, consolida-se a ausência de Estado de Direito, a diPTadura.
Prova cabal de que a eleição foi fraudulenta, os candidatos governistas dignos de cassação.
Desde aquela época, consolida-se a ausência de Estado de Direito, a diPTadura.
25.6.11
NePoTismo petralha
A mídia golpetista da hegemonia petralha chegou a lhes dar o simpático apelido de "Casal 20", de uma série americana da geração dos petralhas do poder, para desviar a atenção sobre o mais grave exemplo de nepotismo a que chegou o regime diPTatorial: a nomeação de um casal para dois ministérios de peso, mesmo considerando o espantoso número de ministérios e secretarias com nível (principalmente de gastos) ministerial que o regime criou, a maioria deles inútil e destinado a dar 'cabides' e ganhos de marajás à companheirada do PT & associados "aliados" (não se pode chamá-los tecnicamente de cargos nem de empregos ou salários, já que estes implicariam na contrapartida do trabalho).
Para sustentar a corja crescente e inútil, os brasileiros já pagaram 700 Bilhões de Reais de seus suados salários, aposentadorias e trabalho.
23.6.11
Desemprego - Década perdida no regime petralha
Desemprego de maio chega ao menor nível desde 2002: sofremos 9 anos com Lula e só agora atingimos o nível de emprego do fim da era FHC.
Igual ao método de desinformação aplicado para a "nova classe média", o desgoverno vem manipulando o "imaginário popular" (objetivo principal do marqueteiro governamental João Santana) para fazer o mundo acreditar que o desemprego diminuiu no regime petralha.
Primeiro, aparelha-se os institutos e órgãos governamentais, substituindo gestores competentes e técnicos de ilibada reputação por petistas, políticos e "amigos da casa". Depois, muda-se os critérios, a metodologia estatística de todos os indicadores do país, historicamente medidos pelo IBGE.
Assim, perde-se toda a possibilidade de comparar o presente da diPTadura com o passado democrático e histórico do Brasil. Em estatística, é o sacrilégio da quebra das séries históricas. Em política, é crime de lesa-pátria e alienação da população.
Com a manipulação da inflação, perdem trabalhadores, contribuintes e aposentados, ganham governo, bancos e especuladores.
Na criação do mito da "nova classe média" o truque foi mais baixo: mudou-se o critério, antes baseado em 5 salários-mínimos ou critério de cestas básicas do trabalhador calculadas pelo DIEESE (instituto ligado aos sindicatos, que mede o poder de compra do trabalhador). Agora, qualquer explorado que auferir renda oficial ou informal de R$ 1.000,00 por mes automaticamente é batizado de 'novo-rico' da Classe Média.
Com o emprego, o regime petralha passou a considerar a emissão de carteiras de trabalho, que ocorre mesmo quando o interessado não tem emprego e quer contribuir para o INSS ou quando uma carteira antiga é substituida devido a roubo, extravio ou preenchimento.
E mesmo com a publicação do fato da semana como sendo positivo, aparece a verdade:
Desemprego de maio chega ao menor nível desde 2002. Isto significa que sofremos um desemprego superior a 2002 nos 9 anos com Lula/Dilma e só agora atingimos o nível de emprego do fim da era FHC, que por sinal foi o pior ano da gestão tucana. Com a ascensão de Lula nas pesquisas e sua eleição, a economia parou e o dólar disparou em 2002.
Conclusão: o desemprego no regime petista é pior do que nas décadas que antecederam essa triste década perdida.
Igual ao método de desinformação aplicado para a "nova classe média", o desgoverno vem manipulando o "imaginário popular" (objetivo principal do marqueteiro governamental João Santana) para fazer o mundo acreditar que o desemprego diminuiu no regime petralha.
Primeiro, aparelha-se os institutos e órgãos governamentais, substituindo gestores competentes e técnicos de ilibada reputação por petistas, políticos e "amigos da casa". Depois, muda-se os critérios, a metodologia estatística de todos os indicadores do país, historicamente medidos pelo IBGE.
Assim, perde-se toda a possibilidade de comparar o presente da diPTadura com o passado democrático e histórico do Brasil. Em estatística, é o sacrilégio da quebra das séries históricas. Em política, é crime de lesa-pátria e alienação da população.
Com a manipulação da inflação, perdem trabalhadores, contribuintes e aposentados, ganham governo, bancos e especuladores.
Na criação do mito da "nova classe média" o truque foi mais baixo: mudou-se o critério, antes baseado em 5 salários-mínimos ou critério de cestas básicas do trabalhador calculadas pelo DIEESE (instituto ligado aos sindicatos, que mede o poder de compra do trabalhador). Agora, qualquer explorado que auferir renda oficial ou informal de R$ 1.000,00 por mes automaticamente é batizado de 'novo-rico' da Classe Média.
Com o emprego, o regime petralha passou a considerar a emissão de carteiras de trabalho, que ocorre mesmo quando o interessado não tem emprego e quer contribuir para o INSS ou quando uma carteira antiga é substituida devido a roubo, extravio ou preenchimento.
E mesmo com a publicação do fato da semana como sendo positivo, aparece a verdade:
Desemprego de maio chega ao menor nível desde 2002. Isto significa que sofremos um desemprego superior a 2002 nos 9 anos com Lula/Dilma e só agora atingimos o nível de emprego do fim da era FHC, que por sinal foi o pior ano da gestão tucana. Com a ascensão de Lula nas pesquisas e sua eleição, a economia parou e o dólar disparou em 2002.
Conclusão: o desemprego no regime petista é pior do que nas décadas que antecederam essa triste década perdida.
19.6.11
Mercadante encabeçava o esquema dos aloprados do dossiê de 2006
Para quem "não sabia", como o presidente de facto e "palestrante" de fachada, ou já esqueceu, como a maioria, ficou provado mais uma vez que a maior fraude eleitoral (até então) da história de nosso país, que entre outras coisas garantiu a "reeleição" turbinada a bolsa-voto, era encabeçada pelo atual "Doutor" (por bancada governista na Unicamp) e Ministro da Ciência e Tecnologia (?!?) Aloízio Mercadante.
Se estivéssemos numa Democracia, seria mais um motivo para impeachment do governo mais imoral que o Brasil já teve (o governo Dilmula). Mas como vivemos num regime petralha, uma latrocracia consolidada há mais de 8 anos, as perspectivas se estreitam.
Assinar:
Postagens (Atom)












