2.7.11

Brasil de Luto pela perda do melhor presidente

Itamar Augusto Cautiero Franco, o pai do Plano Real, íntegro presidente da República que resgatou o Brasil de décadas de inflação em apenas 2 anos, faleceu neste sábado.
Itamar realmente se dedicou a questões sociais e aos excluídos, ao contrário do desgoverno lulopetista que só alardeia e os abandona. E o Brasil ficou mais pobre ainda. 
O verdadeiro defensor dos trabalhadores acabou com a inflação que corrói os salários e as aposentadorias, Itamar Franco foi o melhor presidente que o Brasil já teve. 
Realizou em 2 anos o que seus antecessores levaram décadas para desestabilizar. 
Já dizíamos, no início o milênio, que teremos saudades do Governo Itamar, o melhor governo que o Brasil teve. Sem propaganda, proselitismo ou parcialidade, sem militância ou facções de apoio,  governou com humildade, espírito democrático e preocupação social.
Agora, no desgoverno lulopetista, choramos. 
Com uma competente equipe que soube liderar com objetividade, honestidade e bom senso, Itamar estabilizou a economia do Brasil, iniciando um ciclo virtuoso que o lulopetismo explorou como sendo sua criação. 
O círculo virtuoso que Itamar iniciou em 1992, o regime petralha está transformando em um ciclo vicioso, em decorrência do desmantelamento moral e ético que promove desde 2003.
Itamar, o único presidente humilde e um dos raríssimos senadores honestos, coerentes e éticos da história contemporânea do Brasil.
Saudades.

3 comentários:

Airton disse...

Fusca,

Visitei vários blogues e também li alguns comentários a respeito do passamento do Itamar Franco , o Verdadeiro Pai do Plano Real, onde percebi a falta de conhecimento e falta de visão das pessoas.

'Sem o apoio dele, não teria feito o Plano Real', diz FHC sobre Itamar.

O FHChé, nunca fez referências dessa forma ao Plano Real, deveria ter falado antes dele morrer, e é bom lembrar que para as pretensôes do FHChé, ele nomeou o Itamar como embaixador do Brasil em Portugal, porque o Itamar seria uma pedra no sapato dele, caso continuasse por aqui.
o REynaldo Azevedo escreveu:

03/07/2011
às 6:55
Itamar era controverso, mas não ambíguo moralmente. Morre um político pobre, e isso é mesmo uma notícia um tanto espantosa. Ou: Uma estranha forma de a “Virtù” se casar à “Fortuna”.
Morre Itamar Franco, aos 81 anos. Era um político controverso, polêmico, mas não moralmente ambíguo. Morreu pobre, por exemplo, com um patrimônio compatível com a sua trajetória de homem público. E isso, convenham, é tão raro nestepaiz que já merece ser aplaudido, especialmente no tempo em que petistas, que se apresentam como monopolistas da ética — e assim se colocaram também contra Itamar —, ficam milionários da noite para o dia fazendo “consultoria”. Itamar tem uma boa folha de serviços prestados ao país. Sem querer usar a contradição como muleta dialética, pode-se afirmar que sua maior besteira acabou resultando no maior bem que fez ao país; que seu maior defeito acabou sendo a sua grande qualidade.
Vamos ver. Por Reynaldo Azevedo.

O BLOGUE DO FERRA MULA FOI CENSURADO PELO MINISTERIO DO ESPORTE E PELA FIFA, nem por isso deixarei de dar os meus pitacos.

Um abraço.

Fusca disse...

Muito pertinente e enriquecedor o seu comentário, Airton!
Poucos lembram dos ciúmes e da ingratidão de sucessores, inclusive do ex-ministro do Real. O Pai do Real foi Itamar, que soube liderar e motivar bons ministros para implementá-lo. Os que querem roubar o legado de Itamar jamais conseguirão sem mentiras deslavadas que um dia lhes serão cobradas. A História julgará a escória corrupta do desgoverno do falseta "Pai dos Pobres, do Real, Fundador do Brasil", etc. que na verdade sempre foi um pelego (anti-trabalhador), pai dos banqueiros e dos bandidos com as leis de Lula e o novo Código Penal, Florestal, etc. sempre a favor dos criminosos e contra as vítimas.
Não esqueceremos Itamar e seu exemplo de austeridade, contrário à corja que tenta se apoderar do patrimônio do Brasil.

Anônimo disse...

OLÁ FUSCA BRASIL.

VÃO SE OS BONS FICAM OS MAUS.

SEM DÚVIDA O MELHOR DE TODOS.

ABS DO BETOCRITICA.