11.7.11

Escândalos ministeriais infindáveis

O número de ministérios já é um escândalo: 38!!!
Como nunca antes neste país, graças ao regime petralha instalado em 2003.
Os nomes, quase todos já conhecidos do desgoverno que só se licenciou pro forma, são outro escândalo, principalmente os cargos de "consolação" para candidatos derrotados do Partido dos Trambiqueiros, como foi o caso de  Mer_adante, por exemplo.
A atividade de todos estes ministérios, desde a "pesca" de cargos de marajás até o "desenvolvimento" desmedido das fortunas pessoais, é caracterizada pelas irregularidades e pela imoralidade de uma facção que, a exemplo de seu chefe apedeuta, confunde a coisa pública com a privada. Consideram-se "donos" do país, dos ministérios e das estatais, como se fossem sua propriedade privada. E privada, para elles, é vaso sanitário.
Agora, devido à censura federal, não chegam ao notíciário as falcatruas, mordomias e maracutaias de cada um deles.



Mesmo assim, a facção majoritária, que se opõe à outra dentro do governo, permitiu que se 'vazasse'  denúncia sobre a multiplicação milagrosa do patrimônio de Palocci, que caiu, ou melhor, saiu de fininho e certamente continua multiplicando sua fortuna com "consultorias".


Em seguida, também devido ao "fogo amigo" de testemunha da quadrilha que montou o dossiê dos aloprados, surgiu o escândalo do Ministro Doutor M.
M de Mentira ou Mercadante, tanto faz.
Ele nega,  mas já em 2006 foi identificado como sendo o chefe da gang dos aloprados, e agora surge o testemunho de dentro do próprio esquema do falso dossiê contra os candidatos tucanos daquele ano. Até agora, o "doutor" em Proselitismo Lulopetista pela UNICAMP continua impune e sequer deixou o ministério para "esfriar o noticiário", como fez seu correligionário.

Enquanto o imoral candidato derrotado  pelas urnas de São Paulo ainda disfarçava para não perder a boquinha de sinistro da "Ciência e Tecnologia", já estourou outro escândalo ministerial.
Trata-se do terceiro grande escândalo ministerial, desta feita no Ministério dos Transportes, cujo ministro era Alfredo Nascimento, do PR, e cujos protagonistas enriqueceram mais que Palocci (considerando apenas a ponta oficial do iceberg) em tempo menor.
Desta vez, a notícia 'vazou' por se tratar de elemento que não pertence ao partido dos Donos do Brasil. A figurantA interina e a cumpanherada não defenderam nem demonstraram intenção de segurar o ministro dos tran$portes, e até a imprensa teve acesso e foi autorizada a publicar algumas das denúncias daquele podre ministério.

Pois a poeira ainda nem assentou, Mercadante continua impune no seu ministério, e já aparecem denúncias sobre o todo-poderoso bi-ministro Paulo Bernardo, ministro das Comunicaçõe$, ex-ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão do presidente licenciado e marido da atual ministra da Casa Civil.

A lista de escândalos do desgoverno petralha nos últimos 60 dias não é maior porque estamos falando apenas dos Ministérios.
Imaginem se incluíssemos as estatais dominadas pela Nova Corja.
Só no caso da PTrobrás, dirigida pelo petista Gabrielli e cujo Conselho é composto de petralhas como a ex-ministra das Minas e Energia e outros pesos pesados, os novos escândalos sobre licitações fraudadas e contratações sem licitação se igualam às centenas de milhões recebidas pelo publicitário Duda Mendonça após este calar-se sobre o Mensalão e outras atrocidades petistas.

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