7.9.22

Coroação do déspota, tchutchuca do thuthuca, intervenção na economia: a ditadura vigente no país desde 2019

Quem diria, quando votamos em Bolsonaro em 2018 para que os mandantes de seu assassinato não voltassem ao poder, que estaríamos em uma ditadura real desde 2019?

Pois esta é a triste realidade. A democracia foi enterrada pelo deep state, a máquina pública aparelhada, a mídia militante e hegemônica dominada, além dos 3 poderes comandados pelo lulopetismo e seus fantoches. Isto também pode explicar a traição e debandada dos inúmeros oportunistas que se elegeram em nome das bandeiras que a vítima da facada defendia: fim da impunidade, combate ao crime e defesa da segurança das famílias e dos empregos dos brasileiros honestos. 

Tivemos, desde 2019, um show de traições de deputados, senadores e ministros que chegaram aos seus cargos na onda Bolsonaro. Eles e a oposição lulopetista tudo fizeram para anular suas iniciativas como o Pacote Anti-Crime, derrubaram medidas provisórias e projetos de lei para as reduções de impostos e até tumultuaram o combate à pandemia. 

Montaram o circo da CPI da Covid para tirar o foco dos desvios de verbas multibilionárias destinadas ao combate à pandemia desviadas por governadores corruptos como os do Consórcio Nordeste e outros. 

Assim, quem foi destituído do poder Executivo, engessado como presidente e proibido de decidir, nomear e até de definir políticas públicas de saúde, segurança e tolhido até na condução da economia foi o presidente eleito pelo povo em 2018. 

Impediram que Bolsonaro nomeasse comandante da Polícia Federal, indicasse procurador geral e ministros do Poder Judiciário que não fizessem parte do establishment daquele poder (ou não tivessem agradado algum de seus membros ou sido nomeados em governos lulopetistas).

Não permitiram a criação do partido Aliança, que a grande maioria de seus eleitores apoiou mas cujos apoiamentos o tribunal eleitoral se recusou a contar e por motivos até hoje ocultados ao grande público acabou sendo jogado para baixo da mesa. Impediram a filiação de Bolsonaro e políticos fiéis a sua linha política em partidos independentes interferindo diretamente nesses partidos, destituíram e perseguiram parlamentares aliados ao presidente, chegando ao cúmulo de ignorarem a graça concedida por Bolsonaro a um deles, desprezando a própria instituição da Presidência da República.

Hoje, o Poder Supremo que desrespeita e se sobrepõe aos demais poderes desprezando a Constituição, as Leis e os princípios de qualquer Democracia é o dos déspotas alojados nas Cortes Superiores. A posse do ministro nomeado pelo vice do poste de Lula como presidente do Tribunal Eleitoral - órgão que não existe em nenhuma democracia - superou a pompa e circunstância da coroação de muitos monarcas, comprovando o poder que se concentra nas mãos do verdadeiro mandatário do Brasil.

Entre diversas interferências nos poderes Executivo e Legislativo, ele e outros membros da Corte Suprema do Brasil anularam ou adulteraram até decisões do governo federal na economia, como a redução de impostos para combustíveis, produtos industrializados e agora a energia elétrica, que neste mes seria reduzida em função da redução de impostos promovida por Bolsonaro. O ministro Alexandre de Moraes cancelou a redução da conta de energia dos brasileiros numa canetada, exigindo que o governo federal antecipasse pagamentos de perdas futuras de receita de estados da federação, numa inversão cronológica e interferência na gestão econômica nunca vista na história do Brasil.

A mais visível tirania do déspota foi a ação contra empresários que compararam - desfavoravelmente - a atual ditadura dos ministros ativistas do STF e TSE com um golpe militar. Essa ação consistiu em ilegal e estrondosa "operação da Polícia Federal" de busca e apreensão, confisco de contas bancárias, celulares e outros bens desses empresários que empregam e pagam suas contas e seus impostos, sustentando inclusive os seus atuais opressores em seus luxos inomináveis e incomparáveis aos benefícios de Cortes de outros países. Além de censura e cancelamento de suas contas nas redes sociais, a ação expropriatória e opressora ainda incluiu a difamação das vítimas e destruição de suas ilibadas reputações, taxando-as de golpistas, membros de organização criminosa e milícias anti-democráticas.

Não satisfeito com as atrocidades que iniciou com a prisão do jornalista Oswaldo Eustáquio, sua tortura, queda e recusa de tratamento que o tornaram paraplégico na Papuda, o carrasco supremacista acaba de criar uma polícia secreta paralela, órgão paramilitar ilegal similar à Gestapo, KGB, Stasi e outros serviços secretos de ditaduras passadas, sob o pretexto de "instrumentalizar ação preventiva no período eleitoral" para espionar e combater seus desafetos e quem ousar criticar sua atuação anticonstitucional.

A maior surpresa foi a constatação - ante os vazamentos e avisos antecipados de extremistas da base lulopetista aos empresários que iriam ser alvos do "silenciamento" e da ação opressora do déspota - de quem manda nele. Quem se dirige diretamente ao ministro do STF e presidente do TSE, sendo sempre atendido pronta e implacavelmente, é nada mais nada menos que o coordenador da campanha de Lula, o senador Randolph Frederich Rodrigues Alves.

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