Quem diria, quando votamos em Bolsonaro em 2018 para que os mandantes de seu assassinato não voltassem ao poder, que estaríamos em uma ditadura real desde 2019?
Pois esta é a triste realidade. A democracia foi enterrada pelo deep state, a máquina pública aparelhada, a mídia militante e hegemônica dominada, além dos 3 poderes comandados pelo lulopetismo e seus fantoches. Isto também pode explicar a traição e debandada dos inúmeros oportunistas que se elegeram em nome das bandeiras que a vítima da facada defendia: fim da impunidade, combate ao crime e defesa da segurança das famílias e dos empregos dos brasileiros honestos.
Tivemos, desde 2019, um show de traições de deputados, senadores e ministros que chegaram aos seus cargos na onda Bolsonaro. Eles e a oposição lulopetista tudo fizeram para anular suas iniciativas como o Pacote Anti-Crime, derrubaram medidas provisórias e projetos de lei para as reduções de impostos e até tumultuaram o combate à pandemia.
Montaram o circo da CPI da Covid para tirar o foco dos desvios de verbas multibilionárias destinadas ao combate à pandemia desviadas por governadores corruptos como os do Consórcio Nordeste e outros.
Assim, quem foi destituído do poder Executivo, engessado como presidente e proibido de decidir, nomear e até de definir políticas públicas de saúde, segurança e tolhido até na condução da economia foi o presidente eleito pelo povo em 2018.
Impediram que Bolsonaro nomeasse comandante da Polícia Federal, indicasse procurador geral e ministros do Poder Judiciário que não fizessem parte do establishment daquele poder (ou não tivessem agradado algum de seus membros ou sido nomeados em governos lulopetistas).
Não permitiram a criação do partido Aliança, que a grande maioria de seus eleitores apoiou mas cujos apoiamentos o tribunal eleitoral se recusou a contar e por motivos até hoje ocultados ao grande público acabou sendo jogado para baixo da mesa. Impediram a filiação de Bolsonaro e políticos fiéis a sua linha política em partidos independentes interferindo diretamente nesses partidos, destituíram e perseguiram parlamentares aliados ao presidente, chegando ao cúmulo de ignorarem a graça concedida por Bolsonaro a um deles, desprezando a própria instituição da Presidência da República.
Hoje, o Poder Supremo que desrespeita e se sobrepõe aos demais poderes desprezando a Constituição, as Leis e os princípios de qualquer Democracia é o dos déspotas alojados nas Cortes Superiores. A posse do ministro nomeado pelo vice do poste de Lula como presidente do Tribunal Eleitoral - órgão que não existe em nenhuma democracia - superou a pompa e circunstância da coroação de muitos monarcas, comprovando o poder que se concentra nas mãos do verdadeiro mandatário do Brasil.
Entre diversas interferências nos poderes Executivo e Legislativo, ele e outros membros da Corte Suprema do Brasil anularam ou adulteraram até decisões do governo federal na economia, como a redução de impostos para combustíveis, produtos industrializados e agora a energia elétrica, que neste mes seria reduzida em função da redução de impostos promovida por Bolsonaro. O ministro Alexandre de Moraes cancelou a redução da conta de energia dos brasileiros numa canetada, exigindo que o governo federal antecipasse pagamentos de perdas futuras de receita de estados da federação, numa inversão cronológica e interferência na gestão econômica nunca vista na história do Brasil.
A mais visível tirania do déspota foi a ação contra empresários que compararam - desfavoravelmente - a atual ditadura dos ministros ativistas do STF e TSE com um golpe militar. Essa ação consistiu em ilegal e estrondosa "operação da Polícia Federal" de busca e apreensão, confisco de contas bancárias, celulares e outros bens desses empresários que empregam e pagam suas contas e seus impostos, sustentando inclusive os seus atuais opressores em seus luxos inomináveis e incomparáveis aos benefícios de Cortes de outros países. Além de censura e cancelamento de suas contas nas redes sociais, a ação expropriatória e opressora ainda incluiu a difamação das vítimas e destruição de suas ilibadas reputações, taxando-as de golpistas, membros de organização criminosa e milícias anti-democráticas.
Não satisfeito com as atrocidades que iniciou com a prisão do jornalista Oswaldo Eustáquio, sua tortura, queda e recusa de tratamento que o tornaram paraplégico na Papuda, o carrasco supremacista acaba de criar uma polícia secreta paralela, órgão paramilitar ilegal similar à Gestapo, KGB, Stasi e outros serviços secretos de ditaduras passadas, sob o pretexto de "instrumentalizar ação preventiva no período eleitoral" para espionar e combater seus desafetos e quem ousar criticar sua atuação anticonstitucional.
A maior surpresa foi a constatação - ante os vazamentos e avisos antecipados de extremistas da base lulopetista aos empresários que iriam ser alvos do "silenciamento" e da ação opressora do déspota - de quem manda nele. Quem se dirige diretamente ao ministro do STF e presidente do TSE, sendo sempre atendido pronta e implacavelmente, é nada mais nada menos que o coordenador da campanha de Lula, o senador Randolph Frederich Rodrigues Alves.

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