15.3.19

Agora é golpe mesmo

Ontem, o STF perpetrou um verdadeiro golpe. Golpe na Operação Lava Jato, dos processos de maiores volumes de valores desviados da história mundial.

O tribunal de perfil lulopetista, paralelo ao Supremo Tribunal de Justiça bolivariano da ditadura da Venezuela, bateu a porta na cara da Justiça Federal, do Ministério Público e especialmente da Lava Jato. Tudo isso em meio a xingamentos:
  • gângster, 
  • gentalha, 
  • covarde, 
  • cretino, 
  • ladrão de galinha, 
  • falsos heróis estão no cemitério, 
  • etc.), 

e agressões, ofensas e ameaças, inclusive com processo inquisitório a procuradores, juízes e a quem reclamar de suas atitudes e decisões inconstitucionais.
Contrariando os princípios milenares do direito romano e a própria Constituição Federal, o STF decidiu que os processos envolvendo Caixa 2 deverão ser tratados pela Justiça Eleitoral e não pela Justiça Comum.
Com a decisão, sacramentada com os votos de Gilmar Mendes, Alexandre Moraes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Celso de Melo e Marco Aurélio Mello, mais de 159 corruptos presos atualmente passarão a ter brechas para a liberdade, sem falar nos milhares de corruptos que estão sendo investigados e ainda poderão ser indiciados.
O placar de 6 a 5 derruba cinco anos de Lava Jato e todas as perspectivas da operação no futuro, pois permite aos corruptos o subterfúgio de alegar que quaisquer verbas desviadas ou recebidas por corrupção possam ser classificadas como "verbas eleitorais", independentemente de serem milionárias ou bilionárias.

Duas aberrações foram observadas na sessão do STF ontem: 
  1. Inverteram a ordem cronológica da Justiça: após 5 anos de inquéritos, processos, sentenças e condenações da Lava Jato, resolveram decidir a competência de processos, coisa que já foi feita há 5 anos, pois cabe a qualquer início de processo a definição sobre qual é a instância e qual tribunal é competente para julgar o mesmo. Não tem cabimento, no final do processo, decidir retroativamente algo que já havia sido decidido no início.
  2. Transferiram processos como os da Lava Jato para uma Justiça que não existe nas tradicionais democracias do mundo, a Justiça Eleitoral uma jabuticaba como a Justiça do Trabalho, que também não existe em países onde reina o Estado de Direito.
A Justiça Eleitoral é a jabuticaba que validou as eleições fraudadas desde 2006 (apesar de todas as fraudes eleitorais, e introduziu a empresa venezuelana Smartmatic especializada em adulteração eletrônica das totalizações de votos através de licitação dirigida.
O TSE acobertou as fraudes eletrônicas desde 2012 e chancelou todos os resultados fraudados até hoje. Ainda chamou de "divulgador de Fake News" quem reclamou das fraudes nas urnas evidenciadas em milhares de ocorrências nas últimas eleições.
Esse tribunal jabuticaba desrespeitou a Lei do Voto Impresso, aprovada pela Câmara e pelo Senado e sancionada pelo presidente Temer.
Essa lei foi projeto do ex-deputado federal e atual presidente Jair Bolsonaro, atendendo ao clamor dos eleitores brasileiros devido às fraudes eletrônicas.
É um tribunal da ilegalidade que rasga leis e ofende eleitores.
Para a fraude eletrônica não ficar evidente demais, o TSE apenas mudou o resultado do 2º turno em aprox. 20% do total, e desta vez não inverteu o resultado. Antes, os chips das urnas fraudadas invertiam o resultado real, dando ganho ao candidato petista.

O povo brasileiro - aquele que é chamado de Fake News, coxinha, reacionário, etc. - está retornando às ruas e vai inundar novamente as avenidas de todo o país neste domingo.

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