Com o desemprego atingindo um de cada tres brasileiros (33%) - pelos critérios internacionais de cálculo do desemprego, não os critérios da ditadura lulopetista instalada em 2003 - o desgoverno PT, através de seu poste, anunciou que explorará ainda mais os pobres filhos do Brasil.
Dilma anunciou, às vésperas de 1º de Maio, que vai surrupiar mais 2% dos trabalhadores (além das perdas acumuladas dos demais anos, corrigindo a defasadíssima tabela do imposto de renda, estagnada há uma década, em um índice 2% inferior à inflação oficial. Segundo o DIEESE - Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos a defasagem já é de 61,24% desde 1996. Tudo isso Dilma pretende roubar dos trabalhadores jogando uma pá de cal de apenas 4,5% de "correção" da tabela do famigerado e insuportável Imposto de Renda.
Disse mais: que roubará mais 1% dos aposentados, corrigindo seus parcos rendimentos em um índice 1% abaixo da inflação. Tudo isso com ar de quem está fazendo um grande favor aos brasileiros e respectivas mães e pais.
Para garantir a eternização da dependência dos mais pobres das esmolas do governo opressor, anunciou aumento de 10% nas bolsas concedidas àqueles desempregados que estão abaixo da linha de miséria de qualquer país subdesenvolvido. Essa massa crescente de dependentes já supera os 36 milhões de brasileiros em idade de trabalhar. Em troca da dignidade e independência financeira, essa multidão promete o voto na eternização da hegemonia petista no Brasil.
Sem pena das mães dos brasileiros, a supostamente búlgara naturalizada ou brasileira de dupla nacionalidade búlgara indicada pelo presidente de facto para o "comando" da nação, ainda negou sua responsabilidade nas decisões da maior empresa do Brasil, da qual foi presidente do Conselho e seus colegas petistas foram e são presidentes.
Responsabilidade à qual não pode fugir - fato confirmado até por seu colega de partido/quadrilha, o ex-presidente da estatal Sérgio Gabrielli.
A semelhança do nome búlgaro Rousseff com o sobrenome do doleiro oficial dos petistas graúdos, Youssef, não é somente ortográfica.
O que une os dois é o PT e seu propinoduto bilionário de dólares canalizados para o Exterior, com presumível boa parcela dividida entre seu chefe, o Barba, ela e tubarões petistas envolvidos, e provavelmente a famosa caixinha do Lula, ou melhor, o formidável Fundo de Campanha ou seja lá como chamam o Banco PT internacional, espalhado em países desde Portugal (Banco Espírito Santo na cidade do Porto), Cuba e até a Romênia e outros países menos conhecidos, pelo que reportam fontes não oficiais a respeito da quadrilha disfarçada de "partido de laboriosos brasileiros".
Como Dilma já afirmou, em dezembro de 2009, que "em negócios de petróleo, um bilhão de dólares não faz nem cosquinha", e mais recentemente, prometeu que faria "o diabo" para se manter no poder, dá para imaginar que não há consideração pelas mães dos brasileiros nesse projeto hegemônico de poder, visando a cubanização de nosso explorado país.
As vulneráveis urnas da Diebold, sem cópia impressa nem 'back up' eletrônico sequer, garantirão o resultado que o desgoverno desejar. Basta relembrar a "reeleição" do Chefão em 2006, apesar do escândalo do Mensalão, e a "eleição" de seu desconhecido e sinistro 'poste' em 2010.


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