31.5.14
Agora ainda há saídas para o Brasil? As eleições deste ano são alternativa?
O Brasil é "governado" por uma quadrilha disfarçada de partido de trabalhadores (nome que ofende a classe operária honesta e trabalhadora. As urnas são manipuladas, o congresso (Legislativo) foi comprado, o Judiciário é 80% político, como o próprio ditador e presidente de facto declarou em Portugal (80% petistas nomeados por Lulla e Dillma) e 20% é técnico.
Com a surpreendente e chocante antecipação da "aposentadoria" de Joaquim Barbosa, que deveria presidir o STF até novembro e se aposentar apenas em 2024, fica consolidada a derrocada final da Justiça no Brasil, com 90% do STF composto por políticos (petistas ou subordinados de Lula, Dirceu e Dilma) e 10% por técnicos.
Com a derrubada de Joaquim Barbosa, ocasionada pela guerra nazi-petista relatada no post anterior, por ameaças diretas à sua vida e a sua família, além de ataques pessoais por milícias petistas em locais públicos e outras formas certamente violentas de coação que o ministro ainda não revelou, fica dominado o Poder Judiciário e consolidada a hegemonia da ditadura castro-petista disfarçada de regime populista.
Com os 3 poderes, todas as estatais e órgãos federais, inclusive universidades, dominadas pelo PT e seus asseclas, falta pouco para virarmos um CUBÃO.
As urnas são vulneráveis, produzidas pela empresa americana Diebold, notória por fraudes e escândalos de suborno, o TSE hoje é presidido pelo ex-advogado de Dirceu e do PT, até hoje fiel a eles.
Diante desse cenário, adivinhem se o PT de Lula & corja vai manipular resultados? Já domina a mídia e os institutos de pesquisas com verbas bilionárias, fazendo o povo (e a chamada "elite") acreditar (o famoso "imaginário popular" de João Santana) que a quadrilha encastelada no poder federal desde 2003 é amada por ampla maioria da população.
Dois exemplos comprovam a manipulação: as pesquisas de opinião davam índices de aprovação superiores a 70% para o poste de Lula e seu governo quando as manifestações populares explodiram espontaneamente em junho de 2013. O povo não aguentava mais o desgoverno lulopetista, mas a mídia dominada deixava dúvidas diversas e promovia mesas redondas e análises complexas sobre os motivos das manifestações, estranhadas até hoje pelo establishment lulopetista.
Segundo exemplo: as "eleições" municipais que deram "vitória" a Malddad em São Paulo não explicam como enquetes independentes realizadas após o pleito em bairros nos quais o PT tinha ampla maioria constataram que a maioria dos eleitores entrevistados sequer conheciam Haddad.
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