12.4.09

Ditalulla não desiste


O governo Obama acha que afastará os outros latinoamericanos da influência chavista através do desgoverno Lulla (seria mais ou menos a estratégia de neutralizar a influência nazista através do fascismo, na 2.a Guerra Mundial), mas ficou uma situação engraçada, do ponto de vista bolivariano (o líder continental Chávez deve estar rindo muito).
Agora, com o papel de novo 'protagonista' da América Bolivariana, o lacaio bolivariano tupiniquim, envaidecido, chega mais próximo de sua meta: a consagração, o terceiro mandato: como seus líderes e modelos Chávez e Kim Jong-il.
Ou até de um quarto mandato, precedido por um mandato-tampão de um 'poste'. O grande líder do mensalão elegerá um 'poste' para representá-lo até o próximo mandato (como fez o vizinho argentino), eternizando uma dinastia hereditária ou uma ditadura secular.

2 comentários:

Laguardia disse...

A coisa está ficando difícil. Hugo Chaves tem a pretensão de criar aqui na América do Sul uma União das Repúblicas Socialistas bolivarianas.
Para isto já conta com a Venezuela, Equador, Bolívia, Paraguai, Argentina, Nicarágua e Brasil. Ele não tem nenhuma intenção de abrir mão do cargo de Secretário Geral da URSB para Lula.

Já, Obama sabendo da vaidade do nosso apedeuta fica tecendo-lhe elogios. Mal sabe ele que acima da vaidade existe a grande covardia e medo de Lula que entregaria o Brasil facilmente a Hugo Chaves.

Fusca disse...

Tem razão, Laguardia. Aliás, já entregou. Os analistas americanos acham que Lulla só concorda com Chávez mas não obedece. Estão enganados. A ponte que o Chávez inaugurou com Lulla no seu palanque em vésperas de sua "reeleição" mais recente foi uma obra suntuosa realizada por empreiteira brasileira com dinheiro dos brasileiros, através do BNDES. E duvido que Chávez pagará. Lulla obedece e está doando o sangue dos brasileiros através da elevação dos preços do gás (para o colega sindicalista cocaleiro), da energia (para o falso bispo Lúgo-bre) e dos combustíveis, tudo para financiar os bolivarianos e petralhas da URSB. Aliás, esta já conta também com El Salvador, cujo Funes-to foi eleito graças à campanha do marketeiro pessoal de Lulla, João Santana.