
O governo Obama acha que afastará os outros latinoamericanos da influência chavista através do desgoverno Lulla (seria mais ou menos a estratégia de neutralizar a influência nazista através do fascismo, na 2.a Guerra Mundial), mas ficou uma situação engraçada, do ponto de vista bolivariano (o líder continental Chávez deve estar rindo muito).
Agora, com o papel de novo 'protagonista' da América Bolivariana, o lacaio bolivariano tupiniquim, envaidecido, chega mais próximo de sua meta: a consagração, o terceiro mandato: como seus líderes e modelos Chávez e Kim Jong-il.
Ou até de um quarto mandato, precedido por um mandato-tampão de um 'poste'. O grande líder do mensalão elegerá um 'poste' para representá-lo até o próximo mandato (como fez o vizinho argentino), eternizando uma dinastia hereditária ou uma ditadura secular.