10.3.08

República Bolivariana do Brasil

Imprensa livre? Onde?

O patrulhamento ideológico, aparelhamento da mídia golpista e domínio por intimidação e verbas publicitárias está completo.

Até o Estado de S. Paulo, independente e censurado na época do regime militar, sucumbe ao regime bolivariano. No caderno 'Aliás' de domingo, descreve, em sua capa, o governo colombiano de "militarista". Como se fosse governado por um coronel golpista igual a Chavez, e não por um dos únicos presidentes da América Latina que não apóia (como Chávez, Rafael Correa, cocaleiro Evo) o narcoterrorismo ou recebe aplauso de tais grupos (despresidente). Como se Uribe tivesse sido eleito com base em compra de votos, demagogia ufanista bolivariana ou terrorismo ideológico e intimidatório como seus vizinhos (cada um com seus métodos).

O tradicional diário chama de 'militarista' um dos poucos países com regime legalista e não alinhado a organização bolivariana internacional ilegal (da qual participam as Farcs e outras organizações terroristas) chamada Foro de São Paulo (palavra proibida pela ditadura lulista em todos os jornais e órgãos de imprensa). Um dos fundadores dessa organização é o despresidente com seu assessor inseparável (o famoso top-top), juntamente com Chavez e outros candidatos a tiranete, na década passada.

Hoje, estamos sob o domínio do império 'bolivariano'.

2 comentários:

Anônimo disse...

A "Nova Ordem" se estabelece, manda quem pode, obedece quem tem juizo!
Vamos libertar o povo latino na bodurna se preciso for!

Fusca disse...

Não sei se dá para confiar em gente que anda de avião particular apoiando essa "Nova Ordem" com narcoterrorismo na América Latina...
Mas concordamos que é preciso libertar o povo latino dessa tirania!
E para começar, vamos resgatar o idioma pátrio que o Grande Guia e seus seguidores tanto insistem em vilipendiar: não é bodurna, é BORDUNA, ô inteligência (dúvidas, consulte o pai dos burros ou http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=11469. Quem não tem razão se utiliza da ignorância (borduna, violência, terror, como fazem os tiranetes).